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Lembra do tal Robocop da vida real?

Provavelmente não, pois eu não escrevi sobre isso no blog (eu acho). De qualquer forma, eram basicamente robôs que tinham como principal objetivo proteger os cidadãos. Uma ideia que nem na ficção científica deu certo. Que dirá no mundo real.

Mas como eu não quero ser o “cara do contra”, só esperei pacientemente pelos resultados. E conforme as etapas de testes foram avançando, o tempo foi mostrando que os robôs não eram perfeitos, mesmo que o seu conceito aspirasse algo promissor.

 

 

O tempo foi o senhor da razão, mais uma vez

O tempo foi avançando, e o primeiro esquadrão de 50 robôs fabricados pela empresa Knightscope foi liberada para patrulhar as ruas de Silicon Valley nos últimos meses. Porém, parece que nada aconteceu como o esperado, e os robôs policiais fizeram tudo, menos proteger os cidadãos, que por sua vez dispararam um arsenal de queixas contra os robôs.

O caso mais problemático e notório envolvendo os robôs aconteceu em outubro de 2018, quando uma mulher de idade avançada tentou pedir ajuda para o robô e, como resposta, recebeu insultos por parte do equipamento autônomo. Algo que, sinceramente, nenhum ser humano espera que isso aconteça quando vai pedir ajuda para uma força policial, inclusive se essa força está em forma de um robô.

Porém, foram vários problemas relatados durante a sua fase de testes até o momento. E são incidentes tão absurdos, que a impressão que fica é que os robôs foram programados pela turma do Loucademia de Polícia: são robôs caindo em fontes, passando por cima dos pés de crianças, ignorando usuários e até as brigas que eles perderam contra os bêbados no meio da rua.

 

 

O que aprendemos aqui?

Que os mais neuróticos e preocupados com um futuro hipotético onde os robôs poderiam dominar o mundo podem dormir um pouco mais tranquilos. Como podemos comprovar, pelo menos os robôs policiais são burros, e os humanos que os programaram são os culpados pela burrice deles.

 

 

Via Business Insider, CNET


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