A Samsung apresentou os novos Galaxy S9 e S9+ na MWC 2018 com o claro objetivo de ser a protagonista do mercado de telefonia móvel. Aquela que atrai as atenções para si. A que mais vende. A líder do mercado.

Todo fabricante desse setor quer a liderança. Já a Samsung quer é redefinir a liderança que já tem, buscando novos desafios. Depois do Galaxy S9, a Samsung quer se dedicar ao desenvolvimento de produtos revolucionários, ou que quebram o atual status quo da indústria, como objetivo de se consolidar ainda mais na liderança.

A mudança de postura foi reiterada por DJ Koh, chefe da divisão móvel da Samsung, ao afirmar que a marca está obcecada com a necessidade de ser a número 1 nesse segmento.

A partir de agora, a Samsung vai se dedicar no desenvolvimento novos produtos, mais significativos. Produtos que possam fazer toda uma tecnologia de dispositivos móveis avançar.

 

 

O leitor de digitais integrado na tela é um dos objetivos mais sérios. Marcas de menor expressão já contam com esse leitor em alguns dispositivos. Algo que a Samsung tenta a algum tempo, mas que ainda não entregou no mercado uma solução satisfatória.

Em última análise, a Samsung não deve lançar novos produtos com novas tecnologias apenas porque pode, mas para ser a primeira a lançar um produto com X tecnologias.

Caso contrário, se quisesse, a Samsung já poderia ter empurrado o seu leitor de digitais integrado na tela. Ou até mesmo uma tela dobrável. Porém, é fato que tais tecnologias ainda não estão maduras o suficiente. Tudo a seu tempo.

Koh completou suas declarações afirmando que o alto-falante inteligente da Samsung com o assistente virtual Bixby quando o mesmo estiver pronto e com qualidade no topo. Nem antes, nem depois. Apenas quando ele estiver perfeito, o que deve acontecer no segundo semestre de 2018.