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LG larga na frente na atualização do Android 6.0 Marhsmallow

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A LG anunciou que vai começar a atualizar o smartphone top de linha LG G4 para o Android 6.0 Marshmallow na semana que vem. Tudo bem, começa na Polônia, e só depois se expande pela Europa, América e Ásia. Mesmo assim, é um começo. E é a primeira grande fabricante de smartphones que decide liberar a atualização do sistema da Google para um dos seus dispositivos.

O movimento da LG é bem vindo. Não só mostra compromisso com o seu consumidor, que paga caro por um dispositivo desse porte, mas também coloca pressão nos adversários. Tudo bem, alguns usuários da LG reclamam que a empresa só prioriza os modelos mais avançados, deixando os dispositivos mais básicos sem atualizações. Mas ao menos a LG faz o serviço melhor que a Samsung, que demora séculos para atualizar algum smartphone. Isso é, quando atualiza.

Seria bom que os fabricantes começassem a entender que uma das coisas que muitos usuários priorizam ao comprar um dispositivo Android é a capacidade desse produto receber novas versões do sistema operacional, além da velocidade e frequência com que isso é feito. Afinal de contas, para muitos, o smartphone é um investimento, uma ferramenta de trabalho. E ter o software mais recente é algo fundamental não apenas para o bom desempenho do dispositivo, mas também para a segurança dos dados.

Ninguém quer ficar sofrendo de reboots aleatórios, drenagem de bateria e bugs de customizações problemáticas do Android. Sem falar nas interfaces de usuário que são profundamente modificadas pelos fabricantes. Nada contra os mesmos colocarem a sua identidade nos seus produtos, mas já que vão fazer isso, eles precisam garantir que vão fazer com a menor margem de erros possível. E digo “menor margem de erros” por compreender que os problemas são inevitáveis, já que errar é humano.

Com esse movimento, a LG automaticamente começa a colocar pressão nos seus principais concorrentes. Samsung, Motorola, Sony, Huawei, Xiaomi e derivados terão que agilizar o processo de update dos seus dispositivos. Não para evitar a perda imediata de consumidores, mas para valorizar os clientes que já estão em sua base. A migração pode acontecer a médio e longo prazo, quando esses usuários perceberem que alguns fabricantes se comprometem mais que outros na hora de oferecer o update para a versão atualizada do Android.

É claro que, de um modo geral, todos os fabricantes precisam se comprometer mais com a questão da atualização do Android. A desculpa da obsolescência programada não pode colar mais, já que alguns fabricantes pontuais (um bom exemplo disso é a Quantum) estão se dispondo a atualizar os seus produtos de forma mais rápida (e estão cumprindo com esse compromisso).

Com a estrutura que os grandes fabricantes possuem, é inconcebível que um update demore tanto assim. É de interesse do consumidor ver o seu smartphone ou tablet atualizado o quanto antes. Mas parece não ser de interesse dos fabricantes oferecerem esse benefício aos usuários, com o objetivo indireto de turbinar as vendas dos seus novos modelos.

Ainda bem que fabricantes como a LG estão dispostas a mostrar que isso pode ser diferente.

Sony, e a tendência de duas franquias por ano como estratégia

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O “modelo referência” é aquele que é o mais representativo daquele ano para um fabricante. Entre 2013 e 2014, fabricantes como Samsung, HTC, LG e Motorola apresentaram pelo menos dois modelos considerados referência entre os seus dispositivos mais avançados. Já a Sony? Quatro dispositivos no mesmo espaço de tempo.

Foram simplesmente quatro novos dispositivos da linha Xperia Z nesse período. O Xperia Z original foi anunciado em janeiro de 2013; em setembro do mesmo ano, o Xperia Z1 veio ao mundo. Em abril de 2014, o Xperia Z2 foi anunciado, e agora em setembro, o Xperia Z3 deu o ar de sua casa. Dois smartphones top de linha por ano.

Essa janela de renovação (de apenas seis meses) faz algum sentido para você?

 

Xperia Z vs Z1, Z2, Z3: inovação na base da adição simples

O design da linha Xperia Z se mantém praticamente inalterada, mas a empresa foi melhorando alguns detalhes conforme os novos modelos foram aparecendo. Os modelos form perdendo bordas de tela, além de discretos ganhos de hardware (variantes do processador Snapdragon 800, mais memória, um clock mais rápido, melhorias na câmera, etc.

Sony ha mantenido el lenguaje de diseño en toda la gama Xperia Z, pero ha ido puliéndolo con cada iteración. En general son teléfonos angulosos, planos y con un botón característico de apagado y encendido en un lateral; pero han ido perdiendo marco, que siempre ha sido la mayor crítica de los usuarios a Sony.

Isso fica mais perceptível quando observamos a tabela comparativa abaixo:

 

Xperia Z
Xperia Z1
Xperia Z2
Xperia Z3
Chipset
Snapdragon S4 Pro
Snapdragon 800
Snapdragon 801
Snapdragon 801b
CPU
4 núcleos a 1,5 GHz
4 núcleos a 2,2 GHz
4 núcleos a 2,3 GHz
4 núcleos a 2,5 GHz
RAM
2 GB
2 GB
3 GB
3 GB
Memória
16 GB + microSD
16 GB + microSD
16 GB + microSD
16 GB + microSD
Tela
5″ LCD
FullHD
5″ LCD
FullHD
5,2″ IPS LCD
FullHD
5,2″ IPS LCD
FullHD
600 cd
Câmera traseira
13 Mpx + LED
20 Mpx + LED
20 Mpx + LED
20 Mpx + LED
Vídeo
[email protected] fps
[email protected] fps
[email protected] fps y [email protected] fps
[email protected] fps y [email protected] fps
Câmera frontal
2 Mpíxeles
2 Mpíxeles
2 Mpíxeles
2 Mpíxeles
Bateria (estimado)
2.330 mAh
3.000 mAh
3.200 mAh
3.100 mAh
Proteção
IP57
IP 58
IP 58
IP 68
Dimensões
138 x 71 x 7,9 mm
144,4 x 73,9 x 8,5 mm
146,8 x 73,3 x 8,2 mm
146,5 x 72,4 x 7,5 mm
Peso
146 gr.
169 gr.
163 gr.
152 gr.
Conetividade
LTE Cat3
LTE Cat4
LTE Cat4
LTE Cat4

 

Um top de linha a cada seis meses. Por que?

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Em via de regra, os grandes fabricantes do mercado de telefonia esperam pelo menos um ano para lançar um novo modelo dos seus principais dispositivos. Mesmo que eles contem com mais de um modelo top, como é o caso da Samsung (Galaxy S no primeiro semestre, Galaxy Note no segundo semestre). A Sony faz a mesma coisa, mas com um único modelo, o Xperia Z.

No sentido comercial, a Sony sempre consegue se adiantar à concorrência, mas como desvantagem, oferece um ciclo comercial dos modelos muito mais curto que a concorrência. Por outro lado, a Sony não está deixando para trás os lançamentos anteriores, pois os modelos Xperia Z já contam com Andoid KitKat ( garantida a atualização, pelo menos).

Porém, fica uma pergunta: por quanto tempo um design pode prevalecer.

A Apple renova o design do seu iPhone a cada dois anos, enquanto que três modelos da linha Xperia Z são, no mínimo, muito parecidos. Também é fato que eles encontraram um design bonito, reconhecível e com muita personalidade. E em time que está ganhando, não há motivos para se mexer.

Enquanto a Sony não muda de ideia no design, vão melhorando outros aspectos, como câmera, desempenho e funcionalidades. A fluidez da interface do Xperia Z3 foi muito elogiada, com uma diferença gritante em relação ao primeiro Xperia.

 

Existem casos semelhantes por aí?

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A HTC, por exemplo. Lançou o HTC One X em maio de 2012, e em novembro do mesmo ano, apresentou o HTC One X+. A própria Sony, com outra linha de dispositivos, o Xperia Z Compact. Nomenclaturas à aparte, parece que estamos diante de outro caso de “duas franquias por ano”.

961 MB de atualizações? Sério mesmo, PS3?

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Tudo bem, eu jogo meus videogames menos do que eu deveria. Logo, várias atualizações ficam acumuladas. Porém, estou a 40 minutos esperando que o PS3 pacientemente atualize os tais 961 MB de updates do Gran Turismo 6, e… sério mesmo, Sony?

É preciso tudo isso para atualizar um jogo? Será que perdi tantos conteúdos novos nesse tempo que fiquei sem rodar o jogo, que ele me obriga a baixar praticamente um jogo novo?

Será que é disso que eu necessito?

E você? Já passou por isso com o seu PS3? É normal? Ou sou eu que jogo menos o que deveria no videogame?

Motorola… sua “apressadinha”!

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Muita gente foi pega de surpresa no final da noite de ontem (19), com a confirmação da disponibilidade do Android 4.4.2 KitKat para o Motorola Moto G (ao menos lá fora – ainda não sei se os usuários brasileiros estão recebendo esse update). A própria Motorola afirmou, por diversas vezes, que essa atualização só estaria disponível para esse modelo “no começo de 2014”, mais precisamente em janeiro. Surpreendente? Sim. Mas nem tanto.

A surpresa fica mais por conta de outros fabricantes (como Samsung, LG, Sony, etc) contarem com aparelhos no mercado já aptos a receberemo o Android KitKat, e até o presente momento, muitos dispositivos não contarem sequer com uma data esboçada para receberem essa atualização. E a Motorola não só cumprir com o prometido (Moto G e Moto X com o Android KitKat “muito em breve” – esse muito em breve já chegou), mas com algumas semanas de antecedência para o modelo de entrada.

Por outro lado, não podemos nos esquecer que a Motorola Mobility é, hoje, uma empresa da Google, e isso facilita MUITO as coisas. Ou seja, o que temos aqui nada mais é do que o comportamento natural de uma empresa que está priorizando aquilo que é seu. Tudo bem, eu sei que a Motorola ainda trabalha de forma independente das decisões da gigante de Mountain View. Por outro lado, os novos Moto X e Moto G são os primeiros produtos de uma nova fase da “MotoGoogle” (ou “Googlerola”, como queiram), e agilizar o processo de atualização não só tem efeitos técnicos, mas comerciais.

É só olhar em perspectiva: alguns usuários podem olhar para esse movimento da Motorola, que entregou de forma antecipada o update para o KitKat, e pensar: “caramba, e eu aqui com o meu smartphone de fabricante X ou Y, parado no tempo, e sem previsão de atualização”. Eu já li isso nas redes sociais ontem mesmo, de pessoas que especulam comprar os novos smarts da Motorola por conta desses pequenos detalhes, que fazem toda a diferença no final das contas.

Agora, só falta a Motorola fazer o serviço completo. Uma vez que os modelos Moto X e Moto G estão atualizados, não custa nada eles investirem tempo e mão de obra qualificada para entregar as atualizações para modelos lançados em 2013, como o Razr D1 e Razr D3, que foram elogiados, muito comprados, e que o KitKat pode cair como uma luva. Ou como um chocolate saboroso. Até fica a expectativa do RAZR i ser atualizado, mesmo sendo um produto lançado no último trimestre de 2011. Para muitos, ele ainda “dá um caldo”.

Se a Motorola conseguir atualizar todos esses dispositivos, terá feito o serviço completo.

808 PureView a R$ 2.000… Lumia 900 a R$ 1.800… Como assim, Nokia? É sério isso?

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Amanhã (24/07), o Brasil vai receber oficialmente dois importantes lançamentos da Nokia no mercado de smartphones, os modelos Lumia 900 e 808 PureView. Mas quero comentar nesse post sobre a estratégia da empresa no Brasil em oferecer aparelhos com detalhes técnicos defasados, mas com preços de smartphones considerados “top”.

Começamos pelo Nokia 808 PureView, ou como gosto de chamar “a sua câmera de 41 megapixels com a participação especial de um celular gerenciado pelo Nokia Belle”. Gostaria de parar no “Nokia Belle”, que é o que desanima de vez nessa proposta, ms vamos continuar.

O smartphone é bonito, tem estilo, linhas atraentes e elegantes… mas… R$ 2.000? Como assim, Nokia? Tá, ok, os usuários que são fãs da Nokia estão babando pelo aparelho, e os diversos posts com demonstrações de fotos e vídeos mostram o que o produto pode fazer. Mas tenho que lembrar que estamos falando de um SMARTPHONE e não de uma CÂMERA DIGITAL. A grande maioria das pessoas não precisam de uma câmera de 41 megapixels (mal sabem usar uma câmera de 16 MP, que dirá uma de 41…), logo, esse não pode ser o argumento principal para justificar um valor tão elevado para um produto que chega ao Brasil com meses de defasagem para o mercado internacional (como é tradição da Nokia).

Ainda mais quando falamos de um smartphone com (credo) Nokia Belle!

Nada contra o sistema da Nokia. Ele foi bom até um certo ponto, e muita gente me diz que a versão Belle é boa. Mas, convenhamos: ele está, pelo menos, três degraus abaixo dos principais sistemas operacionais móveis do mercado (iOS e Android) e, pelo menos, dois degraus abaixo do Windows Phone, que apesar de ter menos de dois anos de vida, é mais promissor que o sistema da Nokia. Aliás, “que se pasa” com a fabricante finlandesa em apostar no seu próprio sistema, que está falido, e cobrar um valor mais caro do que aparelhos com o sistema da Microsoft, que em tese, é mais caro? Não faz o menor sentido!

Honestamente, R$ 2.000 por um smartphone defasado, que só tem uma câmera com alta resolução (que não significa uma qualidade final de imagem de alta qualidade, vale sempre lembrar), e carregando um sistema operacional obsoleto é um absurdo. Não é de se estranhar que Apple e Samsung estão dominando o mercado mobile. Afinal, a Nokia ajuda com estratégias equivocadas como essa.

Já o caso do Nokia Lumia 900 é tão peculiar quanto o do 808 PureView. Falamos de um smartphone igualmente elegante e potente, com processador de 1.4 GHz single-core (se bem que isso é moleza para qualquer Windows Phone), tela de 4.3 polegadas, câmera de 8 megapixels, Windows Phone 7.5… opa! Windows Phone 7.5! E aí começam os problemas.

Todo mundo sabe que nenhum smartphone com Windows Phone 7.5 que está no mercado atual vai receber o Windows Phone 8. Afinal de contas, a nova versão do sistema operacional da Nokia é tão diferente da anterior, que é praticamente um novo sistema. Ou seja, se você comprar esse Lumia 900, você dançou, pois só vai ter mais uma atualização (a Windows Phone 7.8) e… fim da linha. O modelo é praticamente um produto morto, pois não vai receber o que há de mais recente em termos de sistema operacional.

E, se você perceber, os demais fabricantes que contam com produtos com Windows Phone (HTC e Samsung, por exemplo), lançaram os seus modelos com o sistema no segundo semestre do ano passado, e não lançaram mais nada com o sistema em 2012. Primeiro, porque esperaram os produtos “maturarem” no mercado. E segundo, porque já sabiam que a Microsoft estava desenvolvendo o Windows Phone 8 para 2012.

Agora, a Nokia, como principal parceira da Microsoft nesse negócio, não ficou sabendo disso? Pior: além de lançar os Lumias 800 e 710 depois de todo mundo, ainda lança o Lumia 900… pra quê? Para que três meses depois a Microsoft confirmasse que ele jamais seria atualizado para o WinPho8? Resumindo: chegou morto.

Para piorar, no final da semana passada, a Nokia nos Estados Unidos cortou pela metade o preço do Lumia 900, que pode ser encontrado por míseros US$ 50 (dependendo do plano escolhido), só para “desovar” o produto das lojas. Enquanto que aqui no Brasil, o produto só vai chegar nas lojas agora, e com o “espetacular” preço de R$ 1.800, sendo assim o Windows Phone mais caro do mercado brasileiro.

E aqui, nem a câmera de 8 megapixels justifica a escolha.

É, Nokia… até parece que vocês não acordaram para o fato que não dominam soberanas o mercado de smartphones, e que os preços de seus lançamentos são simplesmente fora da realidade de todo o resto do mercado. E no caso do Brasil, isso é ainda mais gritante: onde já se viu, modelos desatualizados custarem tanto quanto os tops de linha, como o Galaxy S III e o iPhone 4S. Ah, tem gente que vai falar “eles não possuem o mesmo preço”. Mas… o que são R$ 100 a menos para quem está pagando R$ 2.000?

Não estou querendo dizer que você não deve comprar os dois novos modelos da Nokia. Afinal, cada um faz com o seu dinheiro o que acha ser certo. Só que tem um detalhe: não dá para impedir a roda do tempo. Os usuários, casuais ou hardcores, estão cada vez mais percebendo a relação custo/benefício de ter um produto de qualidade, com um sistema atualizado, e com um preço justo. Se ainda existem empresas que estão longe da realidade do mercado (e aí temos essas sequência de trapalhadas), elas vão sucumbir diante da concorrência.

E o Samsung Galaxy S não será atualizado para o Android Ice Cream Sandwich. Que coisa, hein?

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Casa de caboclo. Presente de grego. Arapuca. Palhaçada. Sogra entrando no seu quarto no meio da transa. Vários são os adjetivos que podem ser dados para a infeliz decisão da Samsung (a sul-coreana, a que manda nas outras) em não atualizar o Samsung Galaxy S para o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich). Eles também informaram que o Samsung Galaxy Tab também não será atualizado, mas nem ele causa tanta polêmica quanto a não-atualização do Galaxy S.

Devo lembrar que, se não é o Galaxy S, lançado no terceiro trimestre de 2010, a Samsung não estava com todo esse poderio no mercado de smartphones. Ela é a maior vendedora de celulares do mundo, e a segunda no mercado de smartphones. Mas isso tudo só faz sentido com a linha Galaxy, que teve por muito tempo como carro chefe o Galaxy S, que vendeu mais de 10 milhões de unidades ao redor do planeta. É um best-seller no segmento de smartphones, e no caso do usuário brasileiro, muita gente pagou caro (e paga até hoje, já que o modelo custa algo em torno de R$ 1.500,00, nas lojas das operadoras) para ter um smartphone que fosse moderno e atual, tanto no hardware, quanto no software.

Entendo que a maioria das pessoas que gasta uma grana para comprar o Galaxy S (ou o Galaxy S II) não compra o telefone por uma questão de modismo. Essas pessoas sabem o que estão comprando, e querem aproveitar ao máximo os seus recursos. Porém, ao que tudo indica, esses mesmos usuários vão ficar sentados na calçada, vendo a banda passar. Ou depender de meios alternativos para atualizarem seus smartphones.

O que diz a Samsung?

A fabricante sul-coreana lançou um comunicado hoje (23/12) que diz que o Galaxy S não será atualizado para o Ice Cream Sandwich, pelo motivo de seu hardware não suportar o sistema com a sua interface TouchWiz e “todas as melhorias pensadas em uma melhor experiência de uso” (leia-se novos widgets, recursos visuais e outros “fru-frus” que a Samsung quer colocar em sua interface)”. Segundo a fabricante, as especificações de ROM e RAM do Galaxy S não são elevadas o suficiente para suportarem todos os recursos do sistema. Lembrando: quem falou isso (não com essa riqueza de vocabulário) foi a própria Samsung. Se o seu coreano está afiado, clique aqui e veja com os seus próprios olhos (recomendo que você use a ajuda do Google Translate).

Tudo seria até aceitável, se não fosse um pequeno detalhe: o Nexus S.

O “googlephone” possui especificações de processador e memória IDÊNTICAS (eu disse IDÊNTICAS) ao Galaxy S, e será atualizado para a mais recente versão do Android, sem maiores problemas. Os mesmos 1 GHz de processador, e 512 MB de RAM são encontrados nos dois modelos. Aí você me fala: “mas, Eduardo… se o Nexus S vai receber o ICS, por que o MEU Galaxy S não vai? A Samsung me odeia?”.

Não, a Samsung não te odeia. A diferença é que o Nexus S não possui a tal interface TouchWiz. Ou seja, o Nexus S vai receber o ICS puro, da forma como Deu… ops, quero dizer, o Google idealizou.

Agora, eu pergunto: não seria mais fácil a Samsung remover algumas coisas da TouchWiz (ou eliminá-la de vez), mas garantir que os “pobres” proprietários do Galaxy S tenham os seus smartphones atualizados? É claro que fazer isso seria mais fácil! Porém, menos lucrativo! Afinal, qual seria o argumento que eles usariam para “convidar” (a.k.a. forçar) o cliente a comprar o Galaxy S II?

Ok, a empresa pode alegar que “queremos oferecer a mesma experiência de uso para todos os usuários”. Mas não é bem assim. Afinal de contas, mas de 10 milhões de proprietários de um dos smartphones mais vendidos de todos os tempos vão ficar um passo atrás de muitos outros modelos com menor expressão. Para se ter uma ideia do absurdo dessa decisão, o meu Galaxy W, que comprei ontem (22/12), tem mais chances de ser atualizado para o Android 4.0 do que o Galaxy S, que custa, pelo menos, R$ 500,00 a mais.

Você entendeu? Nem eu!

É… e depois dizem que o ano acabou… nada! São notícias como essas que mostram que “mentes criativas” trabalham para fazer a gente trabalhar.

#FAIL Samsung
… (e, no fim das contas, lucrou quem não comprou o mais caro).

Opera 11.6 já está disponível para download

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Chrome, Firefox e Internet Explorer são o centro das atenções da maioria dos usuários, mas o Opera continua fazendo sucesso pela simplicidade e alta performance para navegação na web. Logo, vale a pena informar que a nova versão 11.6 já está disponível para download. A atualização traz como melhorias um melhor motor de renderização para maior compatibilidade com páginas HTML, um aplicativo de e-mails remodelado e novas facilidades no manejo de favoritos e endereços. Para testar a nova versão, faça o download, clicando aqui.

via Opera

Microsoft promete que a atualização do Windows 8 será de apenas 11 cliques, e sem a necessidade de número serial

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Esqueça os complexos processos de atualização das versões anteriores do Windows. Segundo a Microsoft, a atualização do Windows 8 será feita a partir da web, e com apenas 11 cliques do mouse. O novo processo acessa o computador onde o sistema está instalado, comprova a sua compatibilidade e escolhe a melhor versão a instalar, pulando todos os outros processos. Outra novidade é que não será mais necessário digitar o número serial do sistema, uma vez que a validação também vai acontecer pela web. Para mais detalhes sobre os assuntos tratados, clique aqui.

via WinRumors

Sim… iOS 5 é um “vampiro” para a bateria do seu iPhone. A própria Apple confirma isso

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A Apple confirmou o que eu já suspeitava a algum tempo: o iOS 5 está sim sodomizando a bateria de alguns usuários do iPhone e iPad. A empresa confirmou isso ontem (03/11), e já liberou para os desenvolvedores a versão 5.0.1, que promete a melhoria nos sistemas de gestão de energia (clique aqui para saber mais). E já sentia os efeitos disso nos últimos dias.

Desde que instalei o iOS 5 no meu iPhone 3GS, percebi que o mesmo simplesmente drenava a autonomia de bateria a níveis inaceitáveis. E nem precisa dizer que vários fóruns na internet passavam dicas para amenizar o problema. Pra começar, isso não poderia acontecer, ao meu ver. Foram 6 betas lançados, com um monte de beta testers espalhados pelo mundo. Das duas, uma: ou esse povo ficou muito fascinado pelos encantos da nova versão, ou todo mundo testou com iPhone 4, com case com bateria externa. Fora isso, o iOS 5 já começa com um problema que, para mim (pode ser que não seja para você, mas respeite aqui o meu ponto de vista) o torna inviável para o uso pessoal e profissional, que é o que exijo desse smartphone desde que adquiri. Logo, voltei para a versão 4.3.3. Daqui a pouco, passo o meu veredito sobre a troca.

Muitos dos usuários que estão reclamando são proprietários de iPhone 3GS. Porém, outros tantos são donos de iPhone 4, e até usuários de iPad estão reclamando do problema. Depois de muito pesquisar, cheguei a algumas conclusões. Uma delas é que o novo sistema de notificações, que “homenageia” (porque “copiar” é um verbo que a Apple não usa) o sistema de notificação do Android pode ser um dos culpados, pois uma vez o smartphone online, ele (em teoria) deixa conectado o tempo todo os aplicativos de previsão do tempo e do mercado financeiro. Se eles ficam rodando em background, acessando a internet de tempos em tempos, logo, ele terá um consumo maior da sua bateria, se comparado às versões anteriores do iOS.

Outra avaliação que fiz é que, apesar de diversas dicas encontradas na web (e acreditem, todas elas foram úteis), nenhuma das soluções apresentadas resolvia o problema, apenas minimizava. Enquanto o iPhone com iOS 5 ficava desconectado de qualquer rede, a sua bateria tinha uma autonomia nos mesmos padrões das versões anteriores. Porém, o iPhone não é um smartphone para ser usado apenas desconectado, certo? Pois bem, era só conectar em uma rede (seja WiF ou 3G), que a bateria era rapidamente drenada. E olha que serviços com o iCloud, Ping, localização e busca de rede automática estavam todos desligados. Telefone com brilho baixo, reza para benzedeira e promessa de cantar o hino do XV de Piracicaba, nada disso ofereceu a mesma performance que eu tinha no iOS 4.3.3.

Pois bem, como não tinha nada a perder, resolvi fazer o downgrade do sistema, para comparar a sua performance. Às 7h15, no começo do dia, resolvi ligar o WiFi do iPhone 3GS com 4.3.3, e trabalhar com ele o dia inteiro nesse modo, checando os tweets normalmente, atualizando e-mails, verificando previsão do tempo, enfim, o comportamento normal do meu dia-a-dia conectado ao iPhone. Quando deu 23h15 (ou seja, 16 horas depois), o iPhone ainda tinha 25% de bateria. Ou seja, o que eu considero o aceitável para o uso intenso.

Qual foi o resultado do iOS 5? Começando a trabalhar com ele às 8h da manhã, 9 horas depois ela já se encontrava com 20% de autonomia restantes. Assim não dá!

Mesmo que seja um problema específico do iPhone 3GS (e aí, pode até ter alguma relação com a baseband do aparelho – alguns usuários desse modelo tiveram problemas ao atualizar essa versão), fica complicado que, depois de 6 betas, ninguém (nem mesmo a Apple) tenha observado esse problema. Por outro lado, não é motivo para reclamações: para quem estava em 2008 com um smartphone com Symbian S60 e agradecia a Deus por isso, não há porque ter pressa para que o iPhone funcione de forma perfeita com um software novo. Logo, posso viver muito bem com o iOS 4.3.3. É estável, é funcional com minha operadora, e mantém o meu iPhone funcionando por mais algum tempo.

Para quem pensa em fazer o mesmo, clique aqui e veja o tutorial para o downgrade para o iOS 4.3.3. Para quem tem uma certa habilidade com o assunto, o processo é relativamente simples. Mas recomendo que você só faça o procedimento se tiver certeza absoluta dos riscos que você corre (e tenha em mãos o chip da operadora de origem do seu iPhone, caso ele tenha sido desbloqueado para outras operadoras – acredite, você vai precisar). Ou senão, espere pacientemente a versão iOS 5.0.1, que não deve demorar a sair.

E, se você não teve esse problema com a bateria do seu iDevice com iOS 5, eu digo: feliz de você!

Estátua do Ice Cream Sandwich está nos escritórios do Google, e já tem sua própria conta no Twitter

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E a tradição continua. A cada nova versão do sistema Android, uma estátua referente ao nome da versão é colocada nos escritórios do Google nos Estados Unidos. E, tão depressa quanto humanamente possível, eles já criaram uma conta da estátua no Twitter. Na verdade, é uma conta que vai te deixar atualizado de tudo o que se refere ao desenvolvimento do sistema, e diretamente de quem faz ele. Para seguir, acesse: @Android.

via Engadget