@oEduardoMoreira

Pessoal e Intransferível

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O Project Fi do Google rompe barreiras

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Sem fazer muito barulho, a Google anunciou ontem (22) o Project Fi, sua operadora móvel virtual. O serviço no momento é limitadíssimo, e nem tão barato como esperado, mas deixa um recado claro: o Google está aí, e não quer intermediários.

O Project Fi tem como objetivo garantir a melhor conexão aos usuários, independente de onde ele esteja, e faturar exclusivamente pelos dados consumidos. O Google conta com a Sprint e a T-Mobile como parceiros para garantir uma conexão 3G/4G de qualidade em mais de 120 países (via roaming), por conta de uma nova tecnologia capaz de detectar o melhor sinal disponível.

São mais de 1 milhão de pontos WiFi gratuitos e seguros ao redor do planeta, onde o smartphone ou tablet pode se conectar automaticamente, para não depender sempre do sinal de rede. Seria uma economia de dados de forma transparente, e sempre o máximo de largura de banda possível.

Outra mudança está na forma da cobrança dos dados. Até agora, o usuário paga um valor por uma certa quantidade de dados, consumidos ou não. E quando esses dados são consumidos, a conexão do usuário é interrompida, e é preciso pagar por um pacote extra de dados (pelo menos no Brasil é assim).

No Project Fi, a coisa muda. A partir de US$ 20/mês, temos o plano base que oferece chamadas e mensagens ilimitadas dentro do seu país, chamadas econômicas par ao exterior e acesso às redes WiFi. Cada GB adicional custa US$ 10, e só são cobrados o que foi consumido. O que sobra é devolvido ao cliente na fatura seguinte.

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O Google também indicou a necessidade de um SIM especial, que acesso os seus serviços não apenas a partir do smartphone onde o chip está instalado, mas a partir de qualquer dispositivo que se conecta a nuvem e seja compatível com o Hangouts.

 

O início do fim para as operadoras?

É cedo para responder essa pergunta, mas fica claro que o Google quer que as coisas mudem. Eles sabem da importância que o acesso à internet a partir dos dispositivos móveis possui hoje (principalmente nos países em desenvolvimento, onde o smartphone tem maior penetração que o PC), e com esse movimento, eles buscam uma mudança dos grandes players do mercado de telecomunicações.

Ficar só com o preço ou com as limitações atuais é uma visão limitada que esconde algo mais importante: uma mudança no modelo de conectividade móvel. Por enquanto, o Fi tem muito de ‘projeto’. Está limitado aos EUA, e só é compatível com o Nexus 6, de modo que não podemos qualificá-lo como um pouco mais de um experimento. Mesmo assim, se mostra em um cenário apaixonante.

Ele vai se expandir para outros países? A Apple vai fazer algo similar? Como as operadoras vão reagir?

Só o tempo vai responder essas perguntas.

 

Brasil é ‘zoeira never ends’ sempre nos comentários da Google Play

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Não é de hoje que o brasileiro médio está no modo ‘zoeira never ends’ na internet. Desde memes até o tão apreciado bullying arte, o nosso internauta não perde a oportunidade para tirar a sua casquinha de qualquer situação que alguém pode considerar engraçada, por algum motivo que a maioria pode até desconhecer, mas depois pode identificar rapidamente.

Nesse caso, o amigo André Fogaça do TudoCelular, compartilhou uma imagem da área de comentários de um dos aplicativos do Google Play. Nem sei qual é o aplicativo direito (mas deve estar relacionado a algum serviço do próprio Google), mas ao ver os comentários, temos as coisas mais sem noção do universo.

Fico na dúvida se as pessoas aproveitam essa área para ler mesmo os comentários sobre o aplicativo. Eu mesmo procuro ler de alguns que são para o meu uso profissional. Mas como até suspeito das notas que os usuários estão dando para os apps, acho que também devo começar a descartar o ‘modo stand-up de avaliar aplicativos’ desenvolvido pelos internautas brasileiros.

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Google alegra o seu dia com um coro de 300 avatares Android

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Que melhor maneira de começar essa sexta-feira de carnaval com um belo coral composto de avatares Android. A Google do Japão reuniu 300 dispositivos com o seu sistema operacional, e colocou todos eles para ‘cantar’, cada um deles com uma versão diferente do seu mascote (é possível criar o seu com o Androidify).

O resultado desse agrupamento responde pelo nome Android Chorus, e pode ser conferido pelo vídeo abaixo.

 

Amazon Fire TV e Google Nexus Player: vale a pena comprar nesse momento?

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Em 2012, o site de crowdfunding Kickstarter deu uma bela sacudida na internet, com o projeto do OUYA, um produto que prometia devolver os videogames para uma era mais simples do que aquela proposta pelas gigantes do setor. Na época, era uma grande aposta: o Android não parava de crescer, e muitos apostavam que o próximo passo para o sistema era conquistar os dispositivos orientados para a TV, mas foi esse projeto do OUYA a apresentar uma opção séria.

O OUYA era um console baseado no Android que era bonito, funcional, econômico e livre dos vícios das grandes corporações. Ou seja, ‘não tinha como dar errado’, certo?

Pois é… muita coisa deu errado.

A qualidade do OUYA era questionável, o catálogo inicial de jogos era praticamente nulo, o software gritava por ajustes urgentes, e seus desenvolvedores sequer conseguiram tornar o produto uma central multimídia minimamente decente. O que é uma pena, diga-se de passagem: eu mesmo pensei em comprar um OUYA, mas depois de ler tantos relatos negativos, simplesmente desisti.

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Muito tempo passou depois do primeiro contato. Os desenvolvedores do OUYA sofreram para corrigir os erros do passado, e agora os seus proprietários contam com um produto um pouco mais próximo do que deveria ser desde o começo. Também é fato que, dois anos depois, o hardware do OUYA é praticamente obsoleto, e a mancha do seu histórico é impossível de ser apagada.

Hoje, a opinião sobre esse tipo de dispositivo é bem diferente daquela emitida há dois anos. Antes, muitas expectativas foram criadas. Agora, poucos estão dispostos a arriscar em um console/sistema multimídia baseado no Android. E não é de se estranhar que isso aconteça agora. Afinal, temos que aprender com as experiências do passado, não é mesmo?

Mas de algum modo (que não consigo compreender), bateu o entusiasmo nos fabricantes. Sem saber quantas unidades do OUYA foram vendidas, gigantes como Google e Amazon decidiram apostar em projetos similares, sem  se importar para as chances dos produtos do presente fracassarem. Tal como aconteceu com os produtos do passado.

Aqui, me resta perguntar: o que leva essas empresas a correrem tal risco? Depois de tudo o que vimos, existe mesmo mercado para esses dispositivos? Quem sabe só falta uma combinação mais adequada de software, hardware e serviços para que esses sistemas baseados no Android alcancem o sucesso.

 

OUYA vs Fire TV vs Nexus Player

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Ainda que pareçam produtos similares, a verdade é que eles são radicalmente diferentes. A essência de hardware e software é muito parecida com a de um smartphone Android adaptado para funcionar em grandes telas, mas o OUYA sempre esteve 100% focado nos videogames. Já Google e Amazon foram para a direção contrária, focando os seus esforços no consumo de conteúdo televisivo, filmes e vídeos.

E é aqui que existe um pouco de esperança para esse nicho de mercado. Bem sabemos que a indústria dos videogames está cheia de vícios, e a qualidade dos seus jogos e enormes investimentos feitos deixam o segmento preso aos gamers mais exigentes. Porém, no mundo da TV via internet, a Microsoft não vingou, e dispositivos como Roku e Apple TV mandam nesse segmento com mãos de ferro.

Google e Amazon também são fortes nesse setor. A TV pela internet não só é o futuro, mas está se transformando em um poderoso presente, onde mais e mais pessoas estão chegando. No caso da Amazon em particular, a lição de casa é feita direitinho na oferta de conteúdos, e aos poucos o Google está aprendendo como fazer.

O segredo do sucesso dos dispositivos da Amazon e Google podem estar nas necessidades do usuário. O Fire TV e o Nexus Player são dois ótimos dispositivos multimídia, que podem competir em pé de igualdade com o Apple TV e outros dispositivos, inclusive superando em muitos aspectos. Tanto Google como Amazon precisam fazer muita coisa para se igualar à oferta do Roku e Apple em países como os Estados Unidos, mas as duas compensam com uma maior flexibilidade em seus produtos.

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No mundo dos videogames, o cenário não é tão claro. A maioria dos desenvolvedores não estão convencidos com as ofertas da Google, Amazon, OUYA e outras empresas, e ainda não vemos jogos que podem sequer se aventurar a competir com o que podemos ver no Nintendo 3DS ou PS Vita. Os jogos para consoles Android ainda são muito ‘indies’, e é preciso mais do que isso para seduzir um público cada vez mais exigente.

Logo, podemos dizer que se você quer ver as suas séries favoritas no Netflix, reproduzir filmes a partir de um pendrive ou HD, e de vez em quando rodar alguns dos seus jogos favoritos de sua infância em um emulador, produtos como o Nexus Player ou o Fire TV estão prontos para te fazer feliz.

Se você deseja os videogames mais complexos e com gráficos de alta qualidade, comprar esses produtos pode ser o sinônimo de uma grande decepção pessoal.

Será que as pessoas aprenderam a pagar para ouvir música?

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A chegada do YouTube Music Key, plataforma musical do site de vídeos do Google, é apenas mais um indício claro de que existem duas tendências naturais no consumo de conteúdo musical da geração conectada. A primeira tendência é que tudo será consumido por streaming, e as bibliotecas musicais tendem a ser na nuvem para muita gente. A segunda tendência é que as pessoas estão dispostas a pagar por isso.

Vou concentrar esse post na segunda tendência. Com serviços como Rdio, Spotify e derivados, os usuários/fãs de música estão retomando o gosto por pagar para ouvir música. Essa é uma clara evolução da proposta lançada pela Apple com o iTunes há dez anos, que nada mais era do que pagar um preço justo pela faixa que você quiser, ou um valor pelo álbum completo que não esfolasse o usuário na hora de passar pelo caixa.

Esse primeiro movimento era considerada a ruína das gravadoras, que até então ditavam as regras do jogo, oferecendo preços ridículos por CDs com apenas 10 faixas (onde 7 delas ninguém se importava). Acredite, a Apple fez um grande favor para todo mundo: hoje, é possível comprar aquela música que está fazendo sucesso, sem precisar comprar o álbum todo, e com preços muito competitivos.

Esse segundo movimento, liderado de forma brilhante pelo Spotify, pode ser chamado de ‘faca de dois legumes’ (a luz anal dos vaga-lumes… desculpa, gente, lembrei dessa…).

Por um lado, oferece um formato mais sofisticado, completo e vantajoso para que qualquer pessoa possa ouvir suas músicas preferidas em diferentes dispositivos. Você não fica preso ao iPod ou iPhone, e por personalizar as bibliotecas de acordo com o seu gosto, as chances de você ouvir exatamente aquilo que você quer são enormes.

Por outro lado, para muitos ‘figurões’ do mundo da música, serviços como o Spotify pagam menos ainda do que o iTunes paga, já que uma biblioteca de milhões de músicas fica disponível para qualquer pessoa por um valor mensal muito baixo. Como essa fatia do bolo é dividida? Como um artista ou gravadora vai ganhar mais que outra? Seria por conta do número de reproduções?

De qualquer forma, o que realmente importa é que, ao que tudo indica, esse é um modelo de negócio bem viável, e que muita gente já parece abraçar a ideia. Mais e mais pessoas estão assinando serviços de música por streaming para ouvir suas canções favoritas. E não vejo muitas pessoas reclamando da mensalidade paga.

Até porque você só vai pagar se você quiser: sempre existe a opção de uso gratuito desses serviços, para aqueles que não se incomodam em ouvir propagandas entre uma música e outra.

No caso do YouTube Music Key, não só o conteúdo dos videoclipes do canal de vídeos, mas a biblioteca de músicas do Google está disponível para o assinante, com o pagamento de uma única assinatura. São mais de 30 milhões de músicas, sem falar nos videoclipes. Ou seja, os fãs de música vão se esbaldar com esse serviço.

Aqui, entra a lógica: não faz muito sentido pagar dois CDs ou álbuns virtuais por mês, sendo que com esse mesmo dinheiro eu posso ter uma biblioteca musical muito vasta, onde posso reproduzir essas músicas nos principais dispositivos que utilizo diariamente. Entra a praticidade do serviço, mas também a relação custo/benefício, que é muito melhor.

O exemplo deixado pela Netflix é pontual. Conheço muitas pessoas que abandonaram a TV por assinatura, que pararam de comprar DVDs para ver filmes casualmente, e que aproveitam intensamente as possibilidades do serviço de streaming.

No caso dos serviços musicais por streaming, posso afirmar que algo semelhante já está acontecendo.

Sem preço competitivo, fica a pergunta: acabou o amor pela linha Nexus?

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Todos esperavam por um novo Nexus, e ele chegou. Em formado de phablet. Com a cara do novo Motorola Moto X. Não sabemos se foi exatamente a junção desses fatores, mas a verdade é que esse novo smartphone da Google trouxe uma novidade não muito agradável: um considerável aumento de preço.

Mesmo sendo um produto que atende todas as necessidades e exigências dos usuários de modelos top de linha, será que valeu mesmo a pena abandonar a tão desejada relação custo/benefício que sempre foi a marca registrada da linha Nexus? Lá fora, o Nexus 6 custa praticamente o dobro dos modelos 4 e 5. E isso é algo a se pensar desde já.

A linha Nexus sempre foi muito bem vista por todos por conta do seu preço, de suas especificações técnicas bem ajustadas, e pelo Android mais recente e em estado puro. É a combinação considerada perfeita para muitos clientes. Agora, com todas as modificações presentes/promovidas no Nexus 6, a única grande vantagem real é o fato do modelo receber as atualizações antes dos demais. Mas isso, na teoria: a Motorola – mesmo nas mãos da Lenovo – está bem ágil na hora de liberar os updates para os clientes.

Se você parar para pensar, o grande diferencial do Nexus 6 para o novo Moto X é o tamanho de tela. O hardware possui muitas similaridades, e para quem gosta da experiência de uso proposta pela Motorola no modelo X, essa é uma vantagem da qual muitos não abrem mão.

Outra novidade que pode ter influenciado no quesito preço é o fato da Google ter adotado uma estratégia mais clássica de vendas para o Nexus 6, onde as operadoras passam a vender o dispositivo diretamente em mercados pontuais. O objetivo é aumentar a penetração do dispositivo no mercado, mas… com um preço desses, será que consegue convencer o consumidor?

É fundamental para a Google fazer com que o novo Nexus alcance um mercado maior. Porém, sem o atrativo do preço, quem poderá rivalizar com nomes como Galaxy ou Xperia? Samsung e Sony tiveram que trabalhar muito para se consolidarem no mercado top de linha. E a linha Nexus, como a opção de custo/benefício. E agora?

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Uma questão que muitos levantavam era: ‘como a linha Nexus se pagava?’, e o novo Nexus 6 reforça essa pergunta ainda mais. Todos os concorrentes reduziram o preço dos seus modelos top de linha (exceto a Apple). E agora, com um Nexus mais caro, são os concorrentes que saem ganhando, inclusive a Apple, que consolidou seu perfil de mercado e tem sua clientela consolidada. E os demais, pela manobra de redução de preço. Sem falar nos fabricantes chineses menores, que apesar de um claro crescimento, ainda não são uma ameaça global. Mas devoram um grande mercado em potencial.

Por incrível que pareça, até a Samsung saiu ganhando nessa, pois muitos vão entender que valem mais a pena comprar um Galaxy S5 do que um Nexus 6, por conta do quesito preço. Mesmo que seja por pouco tempo.

Não dá pra saber também se a Google quer optar em ser um vendedor de hardware sério. Ainda acho impossível que eles vão seguir por esse caminho, já que o mercado de smartphones só é lucrativo para a Apple e Samsung – e mesmo assim, a segunda possui lucros menores.

Por outro lado, o Nexus 6 oferece aquilo que muitos desejam hoje: uma grande tela para uma melhor interação com o sistema operacional. Existe um mercado enorme a ser explorado com essa característica, e por mais que o Nexus 5 continue a ser atraente no quesito preço, ele é um modelo relativamente defasado no seu hardware.

Mesmo sendo um modelo com perfil minoritário, o Nexus 6 pode ser uma aposta que se pague a longo prazo. É o que a Google dá a entender.

Hackers avisam: cuidado com a segurança nos carros conectados

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No evento de segurança De Con, realizado em Las Vegas (EUA) no último final de semana, foi demonstrado como a comunidade de especialistas em segurança e os hackers “de chapéu branco” seguem descobrindo todo o tipo de mecanismos para se infiltrarem em diferentes sistemas. Um dos protagonistas do evento foi a as ameaças da segurança dos carros conectados.

Os nossos carros oferecem mais e mais recursos tecnológicos, e por conta disso, os riscos de uma ação maléfica são maiores, e os fabricantes precisam agir rapidamente para evitar problemas. Um grupo de hackers redigiu uma carta com cinco requisitos, onde os quais eles incluem os testes exaustivos do funcionamento das ferramentas digitais dos carros, ou um programa de transparência, que revele as vulnerabilidades no software desses veículos, do mesmo modo que funcionam os programas similares nos sistemas operacionais para desktops e dispositivos móveis.

O problema da segurança nos carros é algo evidente, e foi demonstrado recentemente na conferência de segurança Black Hat. Charle Miller e Chris Valasek estudaram 24 carros diferentes e o seu nível de vulnerabilidade. O estudo de 93 páginas conclui que os problemas são preocupantes, mas nenhum veículo foi controlado remotamente.

Ainda.

 

Dividir para conquisatar

Outra ideia essencial para a prevenção de problemas é a segmentação das diferentes funções das redes internas do veículo. Desse modo, se um hacker (melhor dizendo, um cracker) se infiltrar nos sistemas de comunicação ou de rádio do carro, não poderá (por exemplo) bloquear a direção do mesmo.

Uma proposta foi criada no Change.org para convencer os fabricantes a dedicar recursos a um problema que hoje segue sem receber a devida atenção pelas montadoras. A petição é clara nesse aspecto:

Quando a tecnologia que dependemos afeta a segurança pública e a vida humana, esta exige que prestemos o máximo de atenção e diligência. Nossos carros são um exemplo desse nível de atenção. A cada dia, todos os dias, confiamos nossas vidas e as vidas de quem amamos aos automóveis.

 

Google e Apple precisam se apressar

A Tesla é uma das empresas que mais investe nesse tipo de medidas, e com razão: a empresa fabrica carros onde a tecnologia tem papel de protagonista, e faz um bom tempo que eles conduzem um programa de informe de vulnerabilidades, além de contar com Kristin Paget, antiga responsável de segurança na Apple, que se encarrega dessa parte.

A pouca experiência da imensa maioria dos fabricantes nesse segmento contrasta com as propostas de algumas empresas no setor automotivo. A Apple, com o CarPlay, e a Google, com o Android Auto, são duas das protagonistas, e nos dois casos, a segurança deveria ser uma máxima no seu desenvolvimento.

Por enquanto, não há carros com essas plataformas nas ruas, mas as montadoras devem prestar a máxima atenção, para que esses sistemas operacionais destinados aos carros não se transformem em um pesadelo para os motoristas.

+info: Scribd, Forbes, Change.org

Dicas para proteger os seus arquivos no Google Drive

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A PSafe compartilhou conosco algumas dicas para aumentar a segurança na manipulação de arquivos no Google Drive. Afinal de contas, já que vamos utilizar o armazenamento em um ambiente virtual, que ao menos possamos nos certificar que ele será o mais seguro possível, para que aqueles documentos mais importantes não se comprometam por alguma falha sistêmica, ou pelo nosso descuido.

A seguir, algumas dicas para manter o seu Google Drive um pouco mais protegido:

 

1. Verificação da conta

Em primeiro lugar, é necessário fazer algumas verificações na sua conta. Cheque a existência de vírus e malware e atualize regularmente suas opções de recuperação de senha. Ative o sistema de verificação de conta em duas etapas oferecido pela Google. 

2. Updates. Sempre!

Atualize com frequência seu navegador e o sistema operacional.

3. Senhas

Não utilize sua senha do Google Drive em outros sites. Aliás, evite usar uma única senha para vários serviços.  

4. Computador compartilhado

Se você está num computador compartilhado, sempre saia de sua conta ao terminar de utilizar para evitar que outros tenham acesso a ela. Não instale o Google Drive para Mac ou PC em um computador compartilhado.

Tomando esses cuidados, é possível usar o Google Drive de forma mais segura, aproveitando as vantagens de poder acessar seus arquivos em qualquer momento e lugar.

Via assessoria de imprensa (PSafe)

The Cube, um experimento da Google de mixagem… por cubos!

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A Google criou uma nova forma de ouvir, mixar e criar músicas com esse experimento, o The Cube. Criado pela divisão Creative Labs da Google, a ideia é apresentar seis vídeos musicais diferentes, cada um em cada face do cubo, e permitir a mixagem entre eles com um simples mover de mouse – ou do dedo, se for utilizado com um tablet ou smartphone.

No experimento, temos 6 versões diferentes da música “No Fun”, do grupo australiano The Presets. Com a ajuda das tecnologias HTML5 e WebGL, a página permite a interação com a música de forma bem divertida. Clique aqui para testar (funciona melhor com o Chrome ou um dispositivo Android recente), ou faça o download do aplicativo na Google Play.

A seguir, um vídeo que explica em detalhes o novo projeto.