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[Aprendeação Igonorante] Não é possível um analfabeto funcional entender tanto assim de tecnologia…

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Abaixo, a pérola transcrita, no original, sem correções:

Po nao entendo guando vc fala q o moto x e um entermediario diga ai pra o q ele nao faz q so um top faria e essa bobagem de quadcore e so ilusao e pagar por algo q vc nao usar e nem sabe se vai usar por nao tem nenhum app na play store vao trabalhar usando so os quatros do aparelho q for quadcore e nenhum um desenvolvedor ate agora criou algo especifico para isso entao no dia q as fabricantes mostrarem esses quadcores usando os quatro nucleos beleza ai sim p me fara sentido ….. parabens motoro

Tá bem, hein? Boa sorte na hora de arrumar um emprego. Sério que alguém que escreve desse jeito se diz “especialista em Android”? Tá certo, então…

Parceria que só beneficia um lado… temos aos montes na internet

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Em alguns momentos, eu concordo com algo que algumas pessoas afirmam na internet: a palavra “parceria” é um câncer para o universo dos blogs. Eu não sou contra estabelecer parcerias na web. Por muito tempo, foi isso que fez os pequenos blogs receberem visibilidade. Porém, é preciso estabelecer alguns critérios. Senão, vira prostituição digital.

Todo blog começa do zero. Todo mundo começa pequeno. Os meus blogs começaram pequenos, e o meu crescimento aconteceu muito em partes por conta das parcerias estabelecidas. No meu caso, eu decidi primeiro criar um conteúdo com o mínimo de qualidade. Tomei muita porrada para aprender como se faz (principalmente a criar textos do zero, sem copiar posts alheios e roubar imagens do servidor dos outros… isso para mim são regras básicas). Depois, me aproximar NATURALMENTE dos parceiros. Como? Divulgando os trabalhos que eu acompanhava na web.

Até hoje eu admiro e recomendo muitos dos meus parceiros na web. São conteúdos que eu considero relevantes e de qualidade. E quando comecei, eu fiz isso pelo prazer de acompanhar esses produtos, e pelo simples desejo de compartilhar com os poucos que me acompanhavam aquilo que eu gostava de ler, ouvir e assistir na internet. Ou seja, a propaganda “orgânica”. Eu sabia que naturalmente alguns deles notariam a minha existência, mas nada foi forçado para que acontecesse.

Hoje, eu posso dizer que alguns deles não são apenas parceiros. São aqueles amigos virtuais que podemos contar com eles em outras oportunidades.

O que percebo hoje é que tem muita gente que simplesmente propõe parcerias sem ter conteúdo algum. Mais: sem sequer se dar ao trabalho de observar como outros blogs trabalham com a tal questão da parceria. Eu mesmo deixo nos meus blogs um link que fala sobre como eu procedo com as parcerias com outros blogs (clique aqui para ler), mas a impressão que passa é que as pessoas simplesmente tem preguiça de ler textos, ou até mesmo clicar em links.

E pior: na maioria dos casos, os conteúdos ou não são relevantes, ou são cópias de outros blogs, ou são sobre assuntos que não se encaixam no blog, ou são de blogs que não leram as tais políticas de parcerias. É uma pena que algumas pessoas não entendam que certos procedimentos são feitos até mesmo para que esses blogs se tornem mais do que simples parceiros de links no blogroll, mas sim, parceiros efetivos de conteúdo.

Para resumir: eu adoro parcerias. Inclusive, ampliarei minhas parcerias com outros blogs (em breve, vocês saberão como). Mas quero parcerias que valem a pena para os dois lados. Não me recuso a ajudar blogs pequenos a crescer. Mas quero que blogs iniciantes aprendam algumas regras básicas. Assim como tive que aprender quando comecei a escrever em blogs.

Trabalhar durante a madrugada: ainda bem…

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As madrugadas… as amigas íntimas dos blogueiros. Na verdade, dos profissionais de informática e internet de um modo geral. A maioria das pessoas que eu conheço e que trabalham com tecnologia preferem o silêncio das madrugadas para trabalhar. São mais produtivos, mais criativos e práticos. Além disso, o telefone não toca, e o único barulho que o ambiente pode ter é do pai roncando, ou da TV ligada.

Eu não trabalho tanto durante as madrugadas como antes. Acabo acompanhando o ritmo de minha esposa (e fico mais tempo com ela, por diversos fatores que agora não vem ao caso). Mas, de vez em quando, se faz necessário de tempos em tempos ficar diante do computador e adiantar alguns trabalhos. Ajustes de posts antigos no blog, textos que devem ser publicados no dia seguinte, podcasts que precisam ser editados… enfim, o expediente do blogueiro independente.

Mas… ainda bem. Ainda bem que posso fazer isso nesse horário que (quase) ninguém pode ser incomodado. Algumas das boas ideias e modificações que precisei fazer no TargetHD e no SpinOff apareceram durante a madrugada, e muitas delas se converteram em bons resultados. Algumas simplesmente tiraram o blog do ar. Já outras fizeram com que o blog ficasse um pouco melhor.

Escrever sobre notícias me impede (um pouco) de trocar o dia pela noite. Eu dependo de produção de conteúdo para os dois blogs. E como a maioria das fontes estão em um fuso horário semelhante ao meu (tá, mais ou menos… já tive que acordar às 6h da manhã para cobrir evento da Nokia em Londres), eu acabo trabalhando em horários mais ou menos semelhantes. Mas confesso que é agradável para mim trabalhar durante as madrugadas.

É a melhor forma que encontro para pegar no sono. Já me encontrei diante do computador digitando alguns textos até que o sono chegasse. Você dorme melhor, com a cabeça mais leve. Muitas vezes escrevi para mim mesmo. Para me divertir, para me acalmar, para me encontrar.

Hoje, escrevo sobre o que gosto para muita gente que, muitas vezes, não gostam do que escrevo. Faz parte do jogo. Ao menos tenho uma opinião, e compartilho com quem quer e quem não quer ler. Essas também são as regras do jogo. As minhas regras.

Hoje é um daqueles dias que escrevi durante a madrugada. Escrevi para mim, e para vocês. E espero fazer isso por um bom tempo. Ou até a minha aposentadoria (que ainda vai demorar um pouco).

Pasta de dente nilista. Sem sabor, sem cor… sem nada. Apenas… pasta de dente!

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Sem sabor, sem cor…  nada. Essa é uma pasta de dentes nilista. Para quem não sabe, o nilismo é algo com ausência de finalidade, ou algo completamente sem sentido. E essa pasta de dentes consegue se negar, e todos aqueles que negam a existência de uma pasta de dentes como essa poderão fazer uso desta para também confirmar a não-existência de sua higiene dental. 

Essa pasta de dentes que não tem nada custa US$ 5 (isso é, supondo que os euros existam), mas muito além de você realmente se interessar por uma escova de dentes como essa, vale lembrar que um produto como esses nada mais é do que um gesto para que ambos, cliente e vendedor, assumam que, na realidade, nenhum deles existe, e estão fazendo uma pantomima para compartilhar desse sofrimento.

Isso supondo que o sofrimento exista, e que não seja mais do que uma sensação de abandono por saber que nada existe, exceto o próprio eu, que é um produto imaginário dos outros vocês que povoam o mundo.

Mas… lembre-se: a higiene dental existe. Isso fica bem claro, pois sem ela, você certamente vai provocar náuseas em quem está perto de você (ou a vontade de sua namorada/esposa/namorado/marido/amante se jogar no abismo mais próximo quando você tentar dar um beijo de língua). E, só assim, mediante as ausências externas, podemos supor que existimos, e chegamos a conclusão do quanto a gente gostaria de não existir para sentir nossa ausência.

Enfim, mais um post para encher linguiça. Bom, ao menos te fiz pensar um pouco sobre a sua existência. Ou não.

Via Oh Gizmo

Conte com uma biblioteca de mais de 3 mil livros clássicos armazenados em um pendrive

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Ler livros clássicos pode não ser uma tarefa muito fácil. É um amplo acervo, com alguns itens considerados raros. Mas esse pequeno pendrive de 5 x 2.5 cm pode te ajudar a resolver esse problema.

Ele conta com mais de 3 mil livros clássicos para você ler no seu computador ou tablet, incluindo autores como Charles Dickens, Jane Austin, Oscar Wilde, entre outros. E tudo isso, por apenas US$ 30 (compre aqui).

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Via

[A Culpa É Do Estagiário] Um “PC top de linha” em promoção no Submarino

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Só pra explicar a piada: quando algo dá errado em alguma empresa, seja ela qual for, é cultural dizer que “a culpa é do estagiário”. Afinal, o coitado muitas vezes é contratado para levar a culpa. Logo, estagiários do meu Brasil, não fiquem “ofendidinhos” com esse segmento do blog. No final das contas, a culpa vai recair sobre vocês mesmos.

Hoje, o amigo Jonathan Pádua, do @EuVouDeMochila, jogou esse link na TL do Twitter, e foi impossível não compartilhar isso com vocês. Veja a mega promoção desse “super computador top de linha” encontrado no catálogo de produtos do Submarino.

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Ok, eu entendo que o catálogo que o Submarino oferece é vasto, mas… isso já não deveria ter saído do ar? Não tem ninguém responsável para tirar esse anúncio do site? Ou o Submarino realmente acredita que ainda vai vender esse produto?

Afinal de contas, estamos falando de um PC jurássico (velho mesmo: é basicamente as mesmas configurações do primeiro computador que comprei com o meu salário, no final de 1998), que hoje não rodaria nada (talvez o Linux). Abaixo, a rica tabela de especificações técnicas (e já comece a se preparar para quebrar o cofrinho para levar um desses para casa).

Celeron 900MHz 128MB – PCI
-Processador: Celeron 900MHz.

-Placa Mãe: Micro ATX – Socket 370.

Memória RAM:
-SDRAM 128MB – PC 100.
-Slots livres: 1 DIMM SDRAM c/ 168 pinos unbuffered.
-Expansível até 1 GB de memória (tecnologia DRAM 256 MB).
-Suporta DIMM SDRAM de 3,3V.

Slots:
-Um slot CNR (Communication Network Riser).
-Livres: 2 PCI master de 32 bits.
-Suporta interface do barramento PCI de 3,3V/5V

-Monitor 15″ PCI.
-Disco Rígido: 20 GB.
-Placa de Vídeo: On board – 8MB.
-Controladora de Vídeo: AGP 2X para software 2D/3D e aplicações internet multimídia.
-Placa de Som: On board.
-Placa de Fax/Modem: 56 Kbps – Lectron PCI Modem I56PSP-F3.
-Unidade de CD ROM: Velocidade máxima de 52X – IDE.
-Unidade de Disquete: 3.5″ – 1.44MB.
-Mouse Padrão PS2 – 2 botões.
-Teclado Mini DIN – PS2 – Padrão ABNT2 – acentuação em Português.
-Caixas de Som: Par – Estéreo Amplificadas – 110v.
-Gabinete CPU: Minitorre com fonte ATX 250 W 110/220V.

-Sistema Operacional: Windows XP Home Edition, pré-instalado. Solução de recuperação por CD.
-Softwares de Apoio / Drivers: CD Placa Mãe, CD Fax/Modem

Cara Microsoft: um novo Xbox sempre online pode ser um ato suicida!

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Todo mundo ficou sabendo que Adam Orth foi demitido. Se você não sabe quem é ele, vale uma breve introdução: ele era diretor criativo da Microsoft, e resolveu emitir suas opiniões sobre um futuro Xbox 100% conectado, criticando de forma enfática aos usuários que não gostaram muito da decisão que a sua empresa até então estava para tomar (digo “até então”, porque Orth praticamente confirmou que isso vai acontecer). O problema é que Orth foi mais enfático do que deveria. E acabou demitido por isso.

Para resumir: ele fez isso (clique aqui para ler), que resultou nisso (clique aqui para ler).

Tirando o fato que Orth foi um babaca, vamos agora pensar no que realmente é importante nesse assunto: a possibilidade de um Xbox totalmente online. E, ao meu ver, isso pode ser um suicídio da marca Xbox como conhecemos, com grandes chances de ser um fracasso. Mas quero deixar bem claro que esse conceito destinado à derrota vale para O XBOX. E vou explicar a seguir.

Não sou contra os jogos via streaming. Acho que isso pode dar certo, mas para plataformas específicas. Já existem empresas (que não se chamam EA) que fazem isso muito bem. Para a Microsoft, que depende da competência de terceiros para isso dar certo, pode não funcionar. Para começar, eu não mexeria em time que está ganhando. A própria Microsoft está sendo vítima de uma de suas mudanças mais radicais com o Windows 8, que por mais que eu compreenda que seja um conceito pensado para funcionar daqui a alguns anos, quando esse conceito de “ecossistema integrado” estará maduro e concluído, nesse exato momento, não está funcionando. As pessoas não abraçaram o Windows 8, e o mercado de PCs teve a maior retração desde o início dos estudos do IDC, em 1994.

Ok, os tablets e smartphones viraram fortes competidores dos computadores. Mas muito da culpa para a queda das vendas está no Windows 8.

A Microsoft ainda reina nos videogames. E reina pela sua própria competência. Se recuperou do fracasso do primeiro Xbox, e emplacou o Microsoft Kinect, que deu uma sobrevida ao console, reinventando a roda dos videogames. Agora, por que mudar as regras do jogo logo agora? Pra quê ter um Xbox que OBRIGA o usuário a ter o console conectado à internet o tempo todo para jogar? Eu entendo que faz parte da luta da empresa contra a pirataria, e até mesmo para inserir o jogador para uma nova fase dentro do universo dos videogames. Só não entendo a obrigação disso. Ainda não faz sentido.

Não temos conexões de internet competentes em todos os continentes do planeta. E nem falo do Brasil, onde nós bem conhecemos como a nossa internet é um lixo. Falo de outros mercados emergentes e até mesmo dentro dos Estados Unidos, que também não tem a melhor internet do mundo. A questão das comunidades rurais e países onde a média de velocidade por conexão é inferior a 1 Mbps foi muito bem levantada pelos internautas que discutiram com Adam Orth via Twitter. Quer dizer que esses podem ficar excluídos do direito de explorarem todo o potencial do novo Xbox por causa da obrigatoriedade de manter o Xbox o tempo todo conectado?

E quanto aos usuários que só contam com a internet móvel em casa? Vale lembrar que muitos usuários de baixa renda, ou de determinados locais acabaram adotando como conexão principal a banda larga móvel, abrido mão da internet residencial. Os motivos são diversos para essa decisão. E eles também ficarão excluídos da experiência de jogar no novo Xbox?

Além disso, vale lembrar mais uma vez que a Microsoft vai ter que depender da competência dos seus parceiros para que o negócio funcione de forma aceitável. Um dos parceiros da Microsoft é a EA, que não é competente para cuidar dos próprios serviços (vide o que aconteceu no lançamento de SimCity). Que dirá em uma tecnologia em parceria com outras empresas.

Logo, é aconselhável que a Microsoft pense muito bem nos seus planos futuros. Eles são líderes em um mercado que é mais lucrativo do que o cinema. Contam com o console mais vendido do mundo, e recuperaram a confiança e prestígio de muitos gamers que consideraram o primeiro Xbox um fracasso. Conseguiram o mais difícil, que é limpar o seu nome junto a um grupo de consumidores exigentes.

Se eles não fizerem direito, correm o risco de jogarem tudo por água abaixo. E aí, recuperar novamente o prestígio, vai ser uma missão muito complicada.

 

E você? Achou que o mundo acabou só porque o Netflix ficou R$ 2 mais caro?

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Netflix_Logo

Alguns brasileiros (não são todos, por isso não é o caso de generalizar) eu simplesmente classifico na categoria de escrotos. Ou babacas. Ou mãos-de-vaca. Eu poderia chamá-los simplesmente de “menos favorecidos financeiramente”, mas esses são os brasileiros que trabalham duro para colocar comida na mesa para esposa e filhos. A maioria dos brasileiros não conseguem dinheiro nem para ter a “internet popular”, porque existem coisas mais urgentes. Que dirá o Netflix. E não reclamam por isso. Trabalham, e muito. Logo, posso chamar os alguns brasileiros escrotos de “pobres de espírito”. Sim, porque tem que ter muita pobreza de espírito para reclamar de R$ 2 a mais na mensalidade do Netflix.

O assunto de ontem (02) nas interwebs da vida foi o anúncio repentino do Netflix, que a partir desse mês de abril, vai aumentar a mensalidade do seu serviço, saindo do preço de R$ 14,99/mês para R$ 16,90/mês. O aumento entra em vigor para os novos usuários imediatamente, mas para aqueles que começaram a assinar o serviço no início de suas atividades no Brasil (final de 2011), o novo preço só começa a valer a partir de agosto de 2013. Segundo o Netflix (que não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, e dá essa justificativa no e-mail enviado pelos usuários), eles triplicaram o seu acervo no Brasil desde a sua estreia, e ampliaram as opções de consumo de seus conteúdos em diferentes plataformas. Não que isso seja uma justificativa, mas é a explicação que eles deram.

Muito bem… R$ 16,90 – R$ 14,99 = R$ 1,91. Arredondei para R$ 2, para facilitar a nossa vida, e não ficar colocando caracteres a mais no texto.

Tudo bem, eu respeito o dinheiro de todo mundo, cada um faz com o seu dinheiro o que quiser. Só acho que as pessoas precisam parar de fazer drama por questões imbecis. Ainda mais quando o que está em questão é o valor do aumento.

Para começar, ninguém é obrigado a assinar o Netflix. Assina porque quer. Se assinou, sabe que o serviço pode ser reajustado A QUALQUER MOMENTO (algo que está claramente descrito nos termos de uso do serviço). Tal como a TV a cabo de R$ 100, R$ 200 que você paga todo mês (para muitas veze ser obrigado a ver um programa no horário que eles impõem, recebendo quedas de sinal, um atendimento de merda, com um monte de canais que você não assiste, e com um atendimento lixo). E apenas para registro: esse aumento poderia ter sido aplicado antes, uma vez que ao menos o IGP-M, que é calculado pela média da inflação de 12 meses, são passíveis de cobrança. E, por muito pouco, essa taxa não alcança os tais R$ 2 desde o ano passado.

Mas calma. Ainda tem mais do que você deve se envergonhar.

Vale lembrar que, desde o meio do ano passado, a Netflix passou a pagar para a Ancine (Agência Nacional do Cinema), aquela mesma da tal PL 116 (e, por causa dele, você tem “de graça” na programação da TV a cabo filmes como “Carlota Joaquina” toda semana nos canais do grupo Sony, ou até mesmo filmes da Xuxa na Warner, ocupando o horário daquela sua série preferida… e você não ficou de #mimimi no Twitter por causa disso… e continua pagando TV por assinatura que nem um otário), pelo menos R$ 3 mil por cada filme que disponibiliza por streaming (hoje, são mais de 1.800 títulos), além de R$ 750 por cada episódio de série (são mais de 400 séries registradas hoje). Valor esse que, até então, não tinha sido repassado para os assinantes. Se foi, só foi repassado agora. E ainda assim, no formato de R$ 2.

Ainda não terminei. Vou dar mais pontos para quem acha que o mundo acabou com o aumento de R$ 2 enfiar a cabeça na terra.

Desde que chegou ao Brasil, a Netflix adicionou novas produções, deixou as temporadas de algumas séries disponíveis apenas uma temporada atrás daquelas que estão em exibição, ampliou as opções de consumo dos seus serviços (plataformas onde você pode consumir o Netflix), disponibilizou a excepcional House of Cards junto com os Estados Unidos, vai oferecer a nova temporada de The Killing no mesmo tempo que ela chegar na Netflix dos Estados Unidos, entre outros benefícios. Ok, você vem com o argumento “mas eles não oferecem filmes e séries novas, que acabaram de sair lá fora…”. Amigo, você é burro? Não é culpa deles que existe uma coisa nesse mundo chamada CONTRATO, e que os direitos de distribuição de conteúdo mudam de país para país (ou mudam em diferentes regiões).

Mas… como tais argumentos não são suficientes… vamos para aquele que liquida tudo.

São apenas R$ 2!

Sério: você compra um smartphone de R$ 2.500 (sim, aquele que você está pensando), paga um pau do cacete para aquela empresa que você está pensando, paga um pacote de TV a cabo que custa R$ 200 (ok, para gravar a programação quando você não está em casa, e ter todos os canais de esportes), paga PELO MENOS uns R$ 80 a cada ida no cinema (porque você não vai sozinho, gasta com combustível e sempre compra pelo menos pipoca e refrigerante)… e está reclamando de um aumento de R$ 2 do Netflix?

Vai te catar!

Cresça e apareça! Para você, que não se dá nem ao valor de ter dignidade financeira para reclamar do aumento depois dos argumentos apresentados, o que são R$ 2 na sua vida, mané? Tá chorando por mixaria! Toma vergonha na tua cara! Tem cobrança na sua fatura de cartão de crédito, que você paga e nem sabe, que custam mais de R$ 2! Não gostou do aumento? Beleza: cancela o serviço. Agora não fica de frescurite aguda dizendo que “o mundo acabou” ou algo do gênero só porque você é mão de vaca para não pagar R$ 2 a mais em um serviço que te servia quando era R$ 2 a menos!

Não ganhei nenhum centavo para fazer esse post. Vou continuar pagando o Netflix porque ele me atende, e bem. E, de novo, cada um faz com o seu dinheiro o que quiser. Agora, minha opinião: que as pessoas procurem causas mais justas para reclamarem. A internet está virando um amontoado de pessoas que iniciam protestos e petições pelas causas mais esdrúxulas, reclamando das menores coisas. Quer reclamar? Escreve um post sobre como algumas das operadoras de TV por assinatura no Brasil tratam os assinantes como lixo, sobre a política de receber canais que não queremos, sobre a baixa qualidade de imagem de algumas operadoras (é com você mesmo, SKY), sobre as práticas abusivas para arrancarem mais dinheiro dos assinantes de forma ilegal… isso tudo é muito pior que um aumento de R$ 2, que não vai mudar em absolutamente nada na vida de ninguém.

Ah, e um conselho final. Não gostou? Nem perde o seu tempo me xingando. Se ao menos os seus palavrões valessem R$ 2 para mim… mas nem isso valem.

A TV cada vez mais indo para a internet. Muita IPTV no Brasil em 2013

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Você, amigo leitor, que ficava vasculhando pela internet por streamings de eventos esportivos e premiações, saiba que você é um pioneiro, em todos os sentidos. Nos últimos anos, muitos especialistas em tecnologia afirmaram que o futuro da televisão estava na web, e que todos passariam a consumir os seus programas de TV através da Internet, dispensando os cabos de operadora, ou aquelas pequenas parabólicas que perdem o sinal na primeira chuva mais forte. E tudo indica que em 2013, as operadoras de TV por assinatura brasileiras vão fincar os dois pés nesse objetivo.

Hoje (17) duas das principais prestadoras de internet e TV por assinatura no Brasil anunciaram os seus planos de oferta de serviço para o próximo ano. Em comum, as duas citaram em seus discursos uma sigla: IPTV. A Oi anunciou oficialmente o seu serviço de TV por assinatura via internet, com mais de 100 canais disponíveis no pacote, além de pacotes “a la carte” de canais premium de filmes (HBO e Telecine). Esses pacotes serão ofertados em conjunto com planos de internet via fibra ótica (a partir de 100 Mbps), com preços que considero relativamente competitivos (a partir de R$ 159,90; para se ter uma ideia, eu pago isso para ter menos canais de TV e uma internet de 10 Mbps na minha operadora atual).

O problema do serviço da Oi é que ele é atrelado aos clientes com internet via fibra ótica, o que faz sentido, uma vez que eles precisam garantir a qualidade do serviço ofertado. Mas talvez a maior dificuldade da Oi nesse momento seja a expansão do seu serviço, que vai começar no Rio de Janeiro, depois em Belo Horizonte, e na sequência, nas demais principais cidades brasileiras. Ou seja, no meu caso, que mora no fim do mundo (a.k.a. Araçatuba/SP), eu posso esquecer essa opção.

A segunda operadora que citou a sigla IPTV foi a NET, que fez uma coletiva hoje para falar sobre suas estratégias para 2013. A operadora informou que vai lançar os seus serviços em mais 44 cidades brasileiras, que vão se somar às 100 onde a operadora já atua. Pode parecer muito, mas vale lembrar que a SKY cobre hoje quase 100% do território nacional. É muito se observarmos a gigantesca base de assinantes da NET.

A má notícia é que a própria NET não está preocupada em expandir as suas operações em muitas cidades brasileiras, informando que esse não é o objetivo da empresa (se tornar uma operadora de ampla cobertura nacional), apesar dos seus executivos afirmarem que desejam chegar a todas as regiões brasileiras. Mesmo assim, cidades nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia, Pará e Maranhão vão receber os serviços da NET, incluindo quatro capitais – Recife, Salvador, Belém e São Luís.

Ah, sobre o IPTV da NET? Vamos lá: a operadora informou que, em 2012, adicionou mais de 30 canais novos em seu lineup, e que pretende expandir essa oferta para um serviço de TV via internet. Hoje, a NET já oferta aos seus clientes (ou parte deles, pois eu ainda não tenho esse serviço) o NOW, que oferece alguns canais da operadora com programação na internet, permitindo uma maior liberdade na hora de assistir a programação. O que a operadora deseja agora é expandir o NOW para os tablets, até mesmo para competir com serviços como o Muu, que já permitem esse acesso em múltiplas plataformas.

Como podem ver, a sigla IPTV deve estar bem presente em 2013 no idioma das operadoras de TV por assinatura brasileiras. Pode ser uma forma das mesmas sobreviverem e até se reciclarem, oferecendo alternativas para manter os clientes em sua base de serviços. Se a internet estava chegando nas TVs, acredito que a TV e seus canais também está migrando para a internet, para se adaptar ao seu público. Quem sabe essa simbiose rende frutos construtivos, oferecendo uma nova experiência ao telespectador?

Uma lista que vai tentar negociar com lojas preços mais baratos para smartphones. Participe!

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Sempre admiro iniciativas que pelo menos tentam mudar alguma coisa. Reclamar dos preços de produtos de tecnologia, todos nós reclamamos. Mas não custa nada tentar convencer os corações gelados dos lojistas e e-commerces nacionais em reduzir os seus preços, por algum motivo. Mesmo que seja para um grupo pequeno de usuários.

No começo do mês de novembro, recebi um e-mail do internauta Wandré Nunes de Pinho Veloso, que perguntou sobre uma proposta que achei interessante: a criação de uma lista de potenciais compradores de smartphones para esse final de ano. Nessa lista, os usuários colocam as suas propostas de aparelhos em vista (ou sua “wishlist”), e com elam em mãos, eles vão entrar em contato com logistas, revendedores e representantes comerciais dos fabricantes para obter algum tipo de desconto na compra desses produtos em um número X de unidades.

Apesar de observar que a lista conta com modelos que não foram oficialmente lançados no Brasil (e que só devem chegar no primeiro trimestre de 2013), a iniciativa é válida pelo simples fato de poder chamar a atenção dos próprios fabricantes de smartphones (na teoria), que podem até não colocar preços competitivos para os produtos listados, mas pelo menos deve acelerar o processo de lançamento desses modelos no Brasil.

Entendo que, quanto mais o consumidor se engajar nessas alternativas, as chances de alguma coisa mudar no mercado mobile brasileiro aumentam. É claro que tem gente que vai dizer que “isso não vai dar em nada” ou que “tem coisas mais importantes para se preocupar no Brasil”. Ok. Mas pelo menos eles estão fazendo alguma coisa, e não reclamando o tempo todo que “tudo está errado”.

Quanto mais pessoas participarem dessa lista, mais ela pode ter peso. Logo, mesmo que seja apenas pleo fato de você conhecer outros consumidores que também querem comprar novos gadgets nos próximos meses, vale a pena você dar uma olhada na planilha, e se você se interessar, se inscrever. Vai que… né?

Clique aqui para acessar a lista.

Você confunde a “pessoa física” da “pessoa jurídica” nas redes sociais?

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Eu adoro o Twitter e o Facebook. São ferramentas incríveis para você se comunicar com as pessoas, falar daquilo que pensa e até mesmo fortalecer oportunidades de negócios. Pelo menos procuro fazer isso com os meus blogs na internet.

Mas sei que sou polêmico, que minha língua (e meus dedos no teclado) não possuem travas, e que quando me enfezo, eu REALMENTE falo aquilo que penso. Mas tenho o cuidado de manter isso numa zona “segura”, nas minhas contas pessoais das redes sociais ou no meu blog pessoal. Dessa forma, crio o processo de “auto destruição”, sem envolver os projetos que eu trabalho.

Acho que todo mundo tem direito a ter uma opinião, como pessoa física, que paga impostos (elevados), e que possui um mínimo de raciocínio crítico sobre as coisas que acontecem ao seu redor. Não me acho uma pessoa inteligente (se eu realmente fosse, minha vida estaria bem diferente), mas pelo menos me posiciono sobre o que vejo, ouço e leio. E entendo que o fato de ter dois blogs/podcasts com relativa visibilidade na internet não me impedem de ter um posicionamento isento sobre alguns assuntos, certo?

Bom, eu penso assim. E é assim que deveria ser. Só que não é bem assim.

Infelizmente, algumas pessoas insistem em confundir a “pessoa física” da “pessoa jurídica”. O fato de dizer certas coisas em minha conta do Twitter não quer dizer que sou um vagabundo e irresponsável. O TargetHD e o SpinOff são provas disso. São blogs que no ano que vem vão completar cinco anos de vida, que andam com suas próprias pernas, com boa visibilidade na internet, e que mostram pelo menos o meu objetivo de cumprir com meus compromissos, com minha disciplina pessoal de postagens regulares… enfim, que pelo menos procuro fazer um trabalho bem feito e responsável.

Acho engraçado com as pessoas realmente acreditam que, pelo fato de “você ter o seu próprio negócio”, que você precisa ter “papas na língua”, filtro verbal e freio moral. Ok, é preciso ser educado sempre, e procuro ser (desde que não venham me dizer, a troco de nada que “o seu trabalho é uma bosta”). Agora, não ter o direito de me expressar como bem entender nos meus canais pessoais de comunicação é um pouco demais, não?

Os blogs são independentes. São patrocinados eventualmente, mas em essência, são independentes. Não sou bancado por nenhuma grande empresa para ficar escrevendo posts diários falando bem de produtos e serviços. Optei pela liberdade editorial, e isso vem dado certo. Tento manter uma imparcialidade sobre os assuntos que escrevo nos blogs temáticos, mas nos meus canais pessoas de comunicação, eles PRECISAM ser pessoais. Precisam ser de “censura livre”. Senão, não faz sentido.

Logo, um conselho para quem confunde a “pessoa física” com a “pessoa jurídica”: esqueça isso. Todo mundo fala besteiras, todo mundo fala bobagens, e o que compartilho em minha timeline são as bobagens do meu dia a dia. Isso não quer dizer que sou um desocupado completo, um irresponsável ou inapto a realizar um bom trabalho nos meus outros blogs.

Confundir as duas pessoas, além de ser uma perda de tempo, é um preconceito ridículo. Mas é só a minha opinião. Você é livre para pensar e dizer o que quiser. Por que eu não posso ser?

DICA: bloqueei os textos dos meus blogs, mas você pode abrir os links em uma nova aba. Veja como

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No começo dessa semana, fomos obrigados a bloquear o recurso de seleção de textos do blog. O motivo para isso foi o repentino aumento de cópias não autorizadas de nossos textos na íntegra, e de utilização de nossas imagens em nosso servidor, de forma não autorizada. Sabemos que não vamos resolver o problema em 100%, e que essas cópias podem voltar a acontecer, mas pelo menos vamos inibir essa prática para a maioria daqueles que são preguiçosos o suficiente para digitarem textos, além de alertar, de forma direta, os possíveis infratores, convidando os mesmos a lerem nossa Política de Privacidade, deixando ciente ao infrator que, na reincidência da atitude, tomaremos as medidas legais cabíveis pela prática.

Por causa dessa decisão, estamos recebendo algumas reclamações de visitantes do blog, que não conseguem mais utilizar a opção de abrir uma nova aba do navegador ao clicar com o botão direito em um link para abrir o menu contextual, e selecionar a opção “Abrir Em Uma Nova Aba”. Lamentamos pelo ocorrido, mas peço que entendam que tomamos a decisão pelo motivo citado acima, ou seja, a falta de bom senso de alguns.

Mas saiba que é possível ainda utilizar o recurso de “Abrir O Link Em Uma Nova Aba” sem utilizar o botão direito do mouse. Esse recurso ainda está ativo em qualquer um dos principais navegadores, e pode ser acessado de forma bem simples. Existem, pelo menos, duas opções para solucionar o problema.

1) para quem usa o mouse, você pode simplesmente utilizar o botão do meio, ou o “scrool wheel” (disco de rolagem de página) para abrir links em nova aba. Basta clicar com o disco de rolagem, assim como você clicaria com o botão direito do mouse, e uma nova aba é aberta em segundo plano, com o link correspondente ao clique.

2) para quem não usa o mouse (e essa é considerada uma solução universal, ou seja, para qualquer tipo de equipamento), você pode utilizar o cursor do sistema (com o mouse, ou com o trackpad do seu notebook), posicionar esse cursor sobre o link a ser aberto, apertar e segurar a tecla CTRL do seu teclado e clicar sobre esse link. O conteúdo do link será aberto em uma nova aba em segundo plano.

Como podem ver, com soluções até mais simples que clicar no botão direito do mouse, você ainda pode ter as mesmas funcionalidades que antes você contava, e sem prejuízo para sua navegação.

Reforçamos aqui o compromisso de, com o passar do tempo, ajustar as funcionalidades do blog para combinar uma navegação mais funcional, mas que também nos ofereça uma segurança em relação ao nosso conteúdo.

Agradeço pela compreensão.

Eduardo Moreira