@oEduardoMoreira

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QUALQUER ALTERAÇÃO na Vivo é MUDANÇA DE CONTRATO! Cuidado, assinantes GVT!

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#SaudadesGVT

Aqui no Paraná, a GVT se tornou Vivo, e as inflexibilidades da operadora já se fazem bem presentes. Contratei a GVT em dezembro de 2015, e imaginei que o contrato vigente com a operadora me garantiria algumas coisas que vão além da manutenção da internet ilimitada ofertada no ato da contratação do serviço. Ledo engano: a Vivo lança a carta do “essa é a nossa política” para que, em qualquer tipo de expediente, eles possam fazer o que quiser, inclusive mudar o seu contrato com a empresa.

Isso visa prejudicar diretamente o consumidor, que se vê refém das práticas quase criminosas da Vivo. Por exemplo, eu entrei em contato com a operadora na última semana para solicitar o desligamento temporário do meu serviço de TV por assinatura, uma vez que pouco estou vendo o conteúdo ofertado. Para a minha surpresa, a “política da empresa” impede a suspensão temporária de um único serviço, obrigando o cliente a suspender todos os serviços utilizados em uma mesma residência.

Não me lembro de haver isso no meu contrato assinado com a GVT em dezembro de 2015. Contrato esse que ainda vale para aquilo que mais me interessa: a internet sem franquia de consumo, algo que a própria Vivo se comprometeu a manter para os contratos antigos. Porém, garantir isso não quer dizer que eles não dificultem as coisas. E uma das formas de dificultar é essa: “ah, você tem contrato, logo, não conte com a gente se precisar economizar… você terá que pagar na íntegra o que contratou…”.

Outra tática que a Vivo adota para configurar uma mudança de contrato é a alteração de qualquer tipo de serviço dentro da operadora.

Nesse final de semana, entrei em contato com a operadora para solicitar uma mudança no plano de telefonia fixa, já que a minha mãe (com quase 75 anos de vida e alguns problemas de saúde) ainda utiliza telefone fixo, e é mais fácil eu ligar para ela do que ela ligar para mim (para ela é difícil decorar 14 números em sequência… para a maioria de nós também é…). Ao entrar em contato com a operadora para solicitar um plano que me oferecesse ligações ilimitadas para fixo de todo o Brasil, fui informado que meu contrato seria alterado, e que entraria em uma nova fidelização de 12 meses.

Aí não dá, não é, Vivo? Estou pagando a mais, não estou tendo benefício nenhum, e vou ficar preso ao serviço lixo de vocês por mais 12 meses? É de ferrar com o cidadão!

No momento, não estou com essa bala toda na agulha para pagar a multa por quebra de contrato, mas estou com muita vontade de acionar a própria Vivo por quebra de contrato, já que nenhuma dessas práticas estavam previstas no meu atual contrato com a GVT que, é sempre bom repetir, ainda está valendo. A operadora está com raivinha porque Dilmão decidiu postergar “por tempo indeterminado” a palhaçada de bloqueio de franquia que as operadoras gostariam de adotar, e agora eles querem se vingar de todo mundo com práticas desonestas e desleais.

Cara Vivo, com a GVT não tinha essas palhaçadas, e meu contrato com eles ainda vale. É bem simples: ou vocês fazem cumprir o contrato, ou quando dezembro chegar, a mudança será inevitável. Já estava sentindo falta de brigar com a operadora que saiu da minha vida em Araçatuba quando atendente usou de falta de educação no suporte técnico. Não terei qualquer tipo de remorso em repetir o movimento.

Até porque a Copel oferece no Paraná uma internet de excelente qualidade e sem limite de franquia.

Saiu da vida online é para nunca mais voltar!

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A vida é curta demais. Todo mundo sabe disso.

Não podemos perder tempo nesse mundo com efemeridades, aborrecimentos e qualquer evento que produza as metáforas de encheção de saco. Isso vale na vida e para as redes sociais. Porém, no mundo real, em muitas oportunidades, aquelas pessoas que temos algum tipo de desentendimento são importantes, seja no lado profissional como no pessoal. E por conta disso, argumentamos SÓ UM POUCO para manter essas relações.

Nas redes sociais, a coisa é bem diferente. Não perco mais tempo com isso.

Decidiu parar de acompanhar o conteúdo que você publica no Twitter ou Instagram? É um direito da pessoa. Desfez amizade no Facebook? Idem. Mas é muito justo que a pessoa saia para nunca mais voltar. Regra de reciprocidade, sabe?

Não é retaliação. Veja bem, até entendo que a pessoa tem o direito a mudar de ideia na vida. Todo mundo tem. Mas tem gente que é bipolar! Sai e volta três, quatro, cinco vezes. Sem falar nos motivos torpes para sair e voltar. Sério, é um tempo que você poderia gastar assistindo House of Cards (enquanto a Anatel deixar).

Outra coisa: tente eliminar pessoas das suas redes sociais sem fazer barulho. É algo muito 2008 anunciar abertamente que vai sair bloqueando pessoas, ou que vai bloquear uma determinada pessoa, citando a mesma apenas para ver a sua reação. Olha, mural de Facebook e timeline do Twitter não são confessionários do Big Brother para você justificar eliminação.

Faça tudo no silêncio. E deixe a pessoa descobrir sozinha como você tem pleno controle de suas redes sociais.

Aliás, a internet é apenas uma expansão da vida real nesse aspecto. Você escolhe quais são as pessoas que participam da sua vida. Quem você não quer por perto, fica de fora. Não há nada de errado nisso. E, quando isso acontecer, não se justifique muito. Não adianta perder muito tempo.

Agora, se acontecer com você, também não busque explicações. Você pode simplesmente ser chato e pronto. Por outro lado, garanta que sua sanidade mental ficará em ordem, sem ter que conviver com pessoas que não sabem o que querem. Mostre que você sabe o que quer, ou que não quer a pessoa por perto, nem que a vaca tussa.

Principalmente se a vaca pedir a amizade para você de volta meses depois de desfazer a amizade sem qualquer tipo de motivo aparente.

Você não precisa de gente assim atrapalhando a sua vida virtual.

Acredite em mim.

Vivo começa a mostrar sua cara para os assinantes da GVT

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Eu não vou mandar um “eu avisei” pelo simples fato que eu acho uma sacanagem falar isso para os assinantes da GVT, que começam a ser vítimas da Vivo nos serviços residenciais. Eu posso falar com propriedade: sou usuário da operadora na internet móvel por compreender que esta é a melhor opção na qualidade dos serviços prestados, mas não estou de acordo com os preços cobrados e sempre fico com um pé atrás com eles.

A qualidade oferecida pela Vivo no estado de São Paulo é bem abaixo da média. A internet banda larga não tem a mesma qualidade que as demais, o serviço de telefonia apresenta problemas, e o atendimento é simplesmente um lixo. Fui desrespeitado de todas as formas pela operadora, até que a NET chegou em Araçatuba (SP), e por lá fiquei por dois anos, até me mudar para Ponta Grossa (PR), onde hoje utilizo a GVT… que está virando a Vivo.

Ironias do destino. Fazer o que?

Entendo que é um período de migração de clientes, serviços e plataformas. Que a Vivo está absorvendo a GVT inteira e, por conta disso, teremos um período onde tudo será um pouco mais conturbado que o normal. Porém, já é possível ver o dedo da operadora espanhola nessa nova fase. E não falo do site que não funciona direito, nas eventuais dificuldades em realizar a migração do cadastro para a nova conta, ou em realizar manutenções em horários totalmente inapropriados. Falo de coisa pior.

Muito pior.

A Vivo é uma das operadoras que passou a limitar o consumo de internet dos seus usuários, e a partir desse ano (promocionalmente só a partir de 2017, mas vai acontecer), a operadora contará com limites de consumo de dados para os seus serviços de internet banda larga fixa. Vai além. Vai limitar o consumo de dados nos planos de fibra ótica, com velocidade maior e, teoricamente, maior consumo de dados.

Mas espere. Piora.

Em alguns planos, a Vivo promete suspender completamente o serviço de internet caso a franquia seja consumida. E, pasmem: são nos planos mais caros. Para os planos mais acessíveis, a velocidade de conexão pode ser reduzida, fazendo o usuário sentir saudades dos tempos da internet discada. E essas “novidades” podem ser incorporadas aos atuais clientes da GVT, que podem pagar o pato por conta de uma compra de um negócio bem infeliz.

Afinal de contas, a GVT até agora vem funcionando bem, e com a sua boa internet ilimitada.

O tema da limitação de consumo de banda de internet está em evidência, apesar de outras operadoras realizarem o mesmo. O caso mais destacado é o da NET, que tem essa prática a algum tempo, mas muitos clientes relatam que nunca chegaram a constatar que a operadora efetivamente reduziu a velocidade de internet de seus usuários. Eu já tive essa desagradável experiência uma vez, quando precisei refazer minha biblioteca de jogos do Xbox 360. Parece que ao menos a NET só reduz a internet daqueles que decidem fazer o downlaod da internet inteira (ou de boa parte) de uma única vez. De usuários ditos ‘normais’, essa redução de consumo não acontece.

Dito isso, já espero pelo pior. Os clientes da GVT em minha cidade e em outras onde a operadora opera já começam a sentir os efeitos da mudança. E não estão muito contentes com o que está acontecendo. De qualquer forma, vamos esperar pelos próximos acontecimentos.

Da minha parte, o alerta já está dado. Se o meu contrato for alterado de alguma forma, e o tal limite de dados for adotado para os clientes antigos da GVT (que contam hoje com internet ilimitada em todos os planos), a saída é simples: ir para outra operadora, ‘só de sacanagem’. Só para eles não verem o meu dinheiro. Prefiro ter a limitação da NET. É pior que a GVT? É sim. Mas ao menos a velocidade é só reduzida e, mesmo assim, só se eu abusar da boa vontade deles.

Por outro lado, é péssimo ver algo que era tão bom acabar através de uma execução errada e viciada de uma empresa com má qualidade. Que a Vivo prove para todo mundo que está errada. Porém, como já estou escaldado com eles, acho que o final da história deve ser o mesmo que tive em Araçatuba: dores de cabeça, reclamações e cancelamento.

Quem viver, verá. “Vivo”.

Conselhos para aproveitar ao máximo a sua conexão WiFi

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Tem uma conexão WiFi em casa e/ou no trabalho se transformou em algo tão comum como necessário, mas é fato que em muitos casos as mesmas convivem com conexões cabeadas, normalmente voltadas para equipamentos que se beneficiam dessa maior estabilidade geral obtida com o cabo. Porém, apesar das conexões sem fio serem parte do nosso dia a dia, muitos usuários não conhecem todos os segredos para extrair o máximo dessa conexão.

Esse post tem como objetivo oferecer uma série de dicas que podem ajudar você a aproveitar ao máximo a sua conexão WiFi, e sem entrar em complicadas configurações.

 

1. Cuidado com o posicionamento do seu roteador

Isso pode parecer pouco importante, mas na verdade, é um dos itens mais importantes. A conexão WiFi possui um alcance limitado, e sua qualidade pode reduzir e muito quando enfrenta obstáculos. Logo, se você posiciona o roteador em uma área que precisa atravessar muitos muros, o seu alcance é reduzido drasticamente.

Se você quer uma maior cobertura possível da nossa casa ou escritório, é preciso posicionar o roteador o mais ao centro possível. Se o mesmo estiver em um local aberto ou semiaberto, os resultados serão melhores.

 

2. Use medidores de sinal

Ainda que você tenha posicionado bem o roteador, um medidor de sinal pode ser de grande ajuda para ajustar melhor o seu posicionamento, maximizando o ponto anterior. Com um aplicativo desse tipo, você tem a possibilidade de posicionar aos poucos o roteador pela casa, até encontrar a melhor posição possível para todos os cômodos.

 

3. Use repetidores WiFi para ampliar o alcance do sinal

Caso você não consiga uma recepção de sinal satisfatória em outros cômodos ou dependências (nem mesmo reposicionando o roteador), você pode recorrer a repetidores WiFi para ampliar o sinal. São soluções de uso muito fácil e bem econômicos, já que temos opções muito interessantes por R$ 100 ou menos.

 

4. Troque os canais padrão e aproveite os 5 GHz.

De um modo geral, os roteadores utilizam uma série de canais padrão, que estão bem saturados (1, 6 e 11, principalmente). Algo tão simples como trocar os canais padrão pode ser de grande ajuda.

Além disso, aproveitar a banda de 5 GHz e a maior velocidade das conexões WiFi AC também pode marcar uma diferença importante. Nossa conexão terá menos interferências e será mais rápida, mas devemos tomar cuidado com o alcance da mesma, já que tende a ser menor que na conexão WiFI N.

 

5. Faça uma um pequeno investimento na segurança da conexão

Dar uma atenção aos ajustes de segurança ajuda a manter a rede WiFi protegida, além de garantir que vamos seguir aproveitando a rede de forma plena, sem ter que conviver com a presença de usuários não desejados.

Limite a minha internet, e eu limito os elogios para a prestadora de serviço

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Eu nunca entendi essa história de colocar limites no pacote de internet dos usuários. Ao mesmo tempo, entendo os motivos pelos quais as prestadoras do serviço fazem isso. Afinal de contas, se não houvessem limites, os usuários mais hardcores poderiam usar e abusar de seu pacote de dados, baixando o mundo e mais um pouco. Porém, se fosse só por isso, eu compreendo. O interesse maior das operadoras é capitalizar em cima desses clientes.

Mesmo assim, é desagradável.

Recentemente, a Vivo decidiu adotar a mesma estratégia psicológica da NET (explico daqui a pouco por que utilizei esse termo) e impôs o limite de consumo de dados nos seus pacotes de internet fixa. A medida vale  para os novos assinantes, e podem variar entre 10 GB e até 130 GB de franquia. Quando o limite é alcançado, ou a velocidade de internet é reduzida, ou a conexão é interrompida, obrigando esse cliente a adquirir pacotes adicionais.

Por enquanto, a medida só entra em vigor a partir de 1 de janeiro de 2017. “Em caráter promocional”, os novos assinantes terão internet ilimitada até 31 de dezembro de 2016. Os antigos assinantes seguem com internet ilimitada para o resto da vida. Mas isso, na teoria: muito provavelmente quando a operadora lançar novos planos e pacotes de serviços, os usuários que decidirem migrar para esses novos planos terão essa característica alterada em seus contratos.

Como eu disse antes, eu entendo os dois aspectos. Entendo por que a Vivo toma essa decisão, mas também entendo os usuários que vão reclamar dessa decisão. Eu mesmo sou um dos que reclamo, e olha que nem assinante da Vivo eu sou… ainda (infelizmente).

Durante alguns anos da minha vida, eu fui cliente da NET, com o tal limite de velocidade. Mas confesso que nunca me vi seriamente prejudicado com essa estratégia de limite de consumo de dados de internet. Na prática, nunca atingi esse limite, e eu sou um usuário hardcore. Ou pelo menos eles fizeram vista grossa em todas as vezes que eu ultrapassei o limite, e não reduziram a velocidade de conexão.

E é por isso que considero isso muito mais um “efeito psicológico” do que uma medida efetiva da operadora. Ou pelo menos no caso da NET. Não sei como vai funcionar com a Vivo. Vai que eles resolvem fazer valer o que eles estão vendendo, ou fazer o contrato ser cumprido a favor deles. Nunca se sabe.

A parte que me atinge tudo isso? Simples.

Hoje, eu sou um feliz cliente da GVT, com um ótimo plano de internet de 50 Mbps de download, 5 Mbps de download, e ambos com cotas ILIMITADAS. Ou seja, é o plano perfeito, é o que eu preciso, e eu amo muito tudo isso. O mundo é lindo e eu não quero que nada mude.

Porém, a partir de abril de 2016, as coisas vão mudar, contra a minha vontade. Em abril, a GVT deixa de existir, e comercialmente quem assume é a Vivo, que adquiriu a GVT.

Para começar, quero manter os meus 50 Mbps de qualquer maneira. Não quero perder essa velocidade linda e maravilhosa, que me faz tão feliz. Sem falar que não quero perder os benefícios já adquiridos (ligações locais ilimitadas no telefone fixo, pacote de TV mais completo + internet de 50 Mbps por R$ 200/mês). Quero o mesmo perfil de contrato que já tinha antes dessa mudança.

E o mais importante: não quero ter limites de download e upload. Quando contratei a GVT, ela me oferecia tudo isso. O fato de ser obrigado a mudar para a Vivo (sim, pois quando migramos não temos a opção de ficar com os serviços antigos) não dá à empresa o direito de me obrigar a aceitar as condições deles. Se quiserem me manter como cliente, quero tudo exatamente do jeito que estava.

Será que a Vivo é capaz de fazer isso?

Particularmente, eu duvido. Mas vou esperar para ver. Não estou muito feliz com a notícia de limite de consumo de dados. Mas espero que a operadora ao menos tenha a vergonha na cara de não mexer nas regras dos clientes antigos.

Tenho medo de estar sonhando um sonho impossível nesse momento. Minhas experiências com a Vivo em Araçatuba (SP) foram péssimas. E não acredito que a operadora tenha mudado a ponto de respeitar o consumidor nesse nível.

Vamos aguardar.

Ninguém mais comprava a Playboy por causa de mulher pelada. Fato!

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Mulher pelada e pornografia está disponível a dois cliques de qualquer pessoa. QUALQUER UM. Até a sua avó está vendo homem pelado com o pinto de fora na internet enquanto você inocentemente lê esse texto. Logo, a decisão da Playboy em remover as mulheres nuas de sua revista é uma decisão que beira o óbvio. Demorou para acontecer.

Com o advento da internet, só não vê mulher pelada quem não quer. Pelo menos 60% do tráfego de dados da web no planeta está relacionado com algum conteúdo sexual. Os outros 39% são os downloads de pornografia, e 1% restantes é a galera que baixa novos episódios de Game of Thrones. Ou seja, por que a Playboy ia ficar batendo nessa tecla quando qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode ter acesso ao entretenimento adulto?

Não faz mais sentido.

Foi-se o tempo que a gente “escondia” revistas de mulher pelada embaixo da cama (como a gente era burro… nossas mães sempre sabiam onde estava, pois elas sempre arrumavam o quarto…). De folhear na banca de jornal com os amigos. De deixar páginas grudadas. Isso ficou no passado. Um passado não muito distante. E a Playboy até que resistiu por muito tempo na tradição de oferecer a nudez como chamariz de sua publicação mensal.

A própria Playboy fez um “teste” no mundo online, e verificou que o comportamento do seu leitor mudou, e se permitiu a alcançar novos públicos com essas mudanças. Em 2014, eles decidiram remover todo o conteúdo de nudez total do Playboy.com, e o resultado foi uma queda na faixa etária dos visitantes do site (de 47 para 30 anos), quadruplicando o volume de visitantes únicos (de 4 milhões para 16 milhões por mês).

Ou seja, um público-alvo com maior potencial de consumo, e uma audiência muito maior, já que o site se adaptou para a faixa de “a partir dos 13 anos de idade”. E a revista vai basicamente fazer o mesmo movimento.

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A revolução sexual criada por Hugh Hefner em 1953 e iniciada por essa capa, com Marilyn Monroe tem um capítulo final, mas no formato tradicional. Sem a Playboy, o mundo seria mais chato, sem sombra de dúvida. O “The Playboy Club” não apenas colocou Carla Perez pelada na nossa frente, ou Adriane Galisteu dando um novo uso para o aparelho de barbear (ou infelizmente as curvas da Hortência e da Marina Lima). Foi além.

Ofereceu um novo estilo de vida. Um estilo de vida exclusivo, sofisticado, premium. Foi um dos primeiros formatos de mídia e de entretenimento a oferecer um padrão top, para públicos que se consideravam selecionados. Isso se massificou, tornando-se referência para outras publicações mundialmente conhecidas. E é claro para as revistas bagaceiras que custam R$ 4,99 nos postos fuleiras das estradas brasileiras.

A internet venceu mais uma. Venceu a MTV, a mídia impressa, a Daniella Cicarelli e agora venceu a Playboy.

Não dá para acabar com a internet, ao contrário do que algumas mentes mais irritadas acreditam. A melhor coisa a se fazer e tentar trabalhar com ela da melhor forma possível. Usar a web como aliada é o caminho. A solução.

E finalmente a desculpa do “comprei a Playboy por causa das matérias” vai fazer algum sentido! :)

É possível “acabar com a internet”?

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Você não vai encontrar nudes nesse post. Não se preocupe.

Eu dou graças ao bom Deus por não ter sequer chegado perto dos meus amigos mais sacanas ontem (30), pois as chances de eu ter recebido as tais fotos eram enormes. Mas acho que, mais dia ou menos dia, vou me deparar com o pior. De qualquer forma, todo mundo sabe que a resposta para a pergunta acima é “NÃO”, mas não é tão simples assim.

Não podemos condenar as pessoas que, em um acesso de raiva, acabam fazendo declarações infelizes como essa. É o nervoso. É a frustração. E a maioria das pessoas mostram a sua ignorância quando estão em momentos de instabilidade. Por outro lado, é preciso deixar bem claro para ela (e para outras pessoas) que a tal internet, tal como a conhecemos hoje, não tem mais como acabar. A não ser que um apagão acabe com a energia da Terra, desligando todas as máquinas de uma vez só. E, mesmo assim…

Algumas pessoas infelizmente não entendem que a internet é, hoje, o meio de comunicação de massa mais poderoso do planeta. Mais poderoso que a TV, rádio, jornais e a vizinha fofoqueira do 402. Você não acaba com algo que trouxe ao mundo “coisas lindas de Deus” como Justin Bieber e o Galo Frito. Mais: você não acaba com algo que junta essas duas coisas, e me faz rir por alguns dias.

Não é a primeira vez que tentam “acabar” com a internet. Daniela Cicarelli quis algo semelhante: tirar o YouTube do ar. Não conseguiu. Sabe, as pessoas mais ignorantes confundem um “tomar medidas legais para aqueles que, de forma não autorizada, compartilharam meu conteúdo” com “já que não posso deter quem violou minha privacidade, vou censurar tudo para que ninguém veja o que eu fiz”.

Aliás, existem regras para isso. Para começar, a regra do bom senso.

Sabendo que a maioria dos telefones estão hoje conectados na internet, não dê o mole de tirar certas fotos pelo seu smartphone. Simples assim. Até entendo que você queira registrar certos momentos, mas… é melhor não. Guarda na tua cabecinha da próxima vez, tá?

Depois, não deixe o seu dispositivo sem qualquer tipo de proteção. Uma senha ou um desenho para bloquear a tela é o mínimo. Você nunca sabe nas mãos de quem isso pode parar.

E, quanto aos amiguinhos que compartilharam as tais fotos, uma dica: é crime, viu? Não só pelo compartilhamento do conteúdo não autorizado, mas também pelos danos morais. Independente do fato de você pensar que a vítima “deu mole”, a verdade é que, pela lei, ela é a vítima. Pela pessoa que liberou esse material na internet, e por quem compartilhou esse material, aumentando os danos.

Não. Não dá para acabar com a internet. E isso nem deve acontecer, pois se acontecer eu fico pobre. Mas acho que um pouco de bom senso de todas as partes cai bem. Daqueles que precisam aprender que certos momentos devem ser guardados na mente, e não em um cartão de memória. Daqueles que devem entender que a intimidade dos outros não pode virar notícia.

E daqueles que precisam respeitar o fato que nem todo mundo quer ver o ator Stênio Garcia, de 83 anos de idade, pelado!

Por que os filhos da p*ta sempre usam do anonimato pra falar m*rda?

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Gente que se porta assim na internet não passa de um filho da p*ta. Com todo respeito às prostitutas, que pagam o pato pelas c*g*das dos seus filhos. Afinal de contas, elas precisam trabalhar o dia inteiro para alimentar essa placenta que a sociedade tem que chamar de gente. E olha que esse cidadão aí colocou no início do e-mail de contato dele o nickname ‘filhodap*ta23’. Logo, não estou ofendendo o cidadão acima (que não é cidadão para mim).

Comentários assim nunca são aprovados nos meus blogs. Não considero anônimos pessoas dignas de ter opinião, ainda mais quando partem para a ofensa. Não concordar com certas opiniões é direito de todo mundo. Porém, é muito raso você chegar para alguém e dizer que você ‘falou m*rda’ e ir embora, sem argumentar.

Hoje, as pessoas não argumentam. Não existem discussões construtivas, trocas de opiniões, debates. Tem muita gente se disfarçando de gente, mas na verdade, não passa mesmo de um pombo jogando xadrez (e olha, que eu não gosto do Lobão, hein).

Sem falar nos cagadores de regra, que chegam no seu blog dizendo o que você deve ou não fazer, sobre como você deve ou não escrever, sobre quais assuntos você deve abordar… sério, galerinha da internet… aprende a respeitar opiniões contrárias, e se colocar no seu lugar em determinados temas.

E é por causa de placentas como essa do comentário acima que eu AMO ENLOUQECIDAMENTE o Disqus. Sabe aquela coisa do ‘blog é igual a sua casa: entra quem você quer, na hora que você quer’? Pois é: com esse sistema de comentários, essa filosofia se aplica na prática de forma exemplar. Porque não somos obrigados a aguentar escória que se esconde no anonimato para te ofender, não é mesmo?

Eu sei. Não sou uma unanimidade. Tem muita gente que só me segue nas redes sociais para me pegar no vórtice da curva, para apontar meus erros, e para me criticar quando eu tropeçar. Beleza.

Mas quando fizer isso, dá a cara pra bater! Sim, pois ao menos quero saber quem é o f*dão que vai ouvir um ‘estou c*gando e andando para o que você pensa ao meu respeito’. Se o prazer é apenas ofender sem ser melhor do que eu, fique a vontade para ‘gozar com o pau alheio’. Até porque você é impotente para deixar o seu duro pra fazer alguma coisa, certo?

Esse aí nunca mais comenta no SpinOff. E, obviamente, sua opinião jamais estará disponível por lá. Mas aqui, com satisfação, eu digo: ‘vai dar pra quem tem tempo, otário!’