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Conselhos para aproveitar ao máximo a sua conexão WiFi

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Tem uma conexão WiFi em casa e/ou no trabalho se transformou em algo tão comum como necessário, mas é fato que em muitos casos as mesmas convivem com conexões cabeadas, normalmente voltadas para equipamentos que se beneficiam dessa maior estabilidade geral obtida com o cabo. Porém, apesar das conexões sem fio serem parte do nosso dia a dia, muitos usuários não conhecem todos os segredos para extrair o máximo dessa conexão.

Esse post tem como objetivo oferecer uma série de dicas que podem ajudar você a aproveitar ao máximo a sua conexão WiFi, e sem entrar em complicadas configurações.

 

1. Cuidado com o posicionamento do seu roteador

Isso pode parecer pouco importante, mas na verdade, é um dos itens mais importantes. A conexão WiFi possui um alcance limitado, e sua qualidade pode reduzir e muito quando enfrenta obstáculos. Logo, se você posiciona o roteador em uma área que precisa atravessar muitos muros, o seu alcance é reduzido drasticamente.

Se você quer uma maior cobertura possível da nossa casa ou escritório, é preciso posicionar o roteador o mais ao centro possível. Se o mesmo estiver em um local aberto ou semiaberto, os resultados serão melhores.

 

2. Use medidores de sinal

Ainda que você tenha posicionado bem o roteador, um medidor de sinal pode ser de grande ajuda para ajustar melhor o seu posicionamento, maximizando o ponto anterior. Com um aplicativo desse tipo, você tem a possibilidade de posicionar aos poucos o roteador pela casa, até encontrar a melhor posição possível para todos os cômodos.

 

3. Use repetidores WiFi para ampliar o alcance do sinal

Caso você não consiga uma recepção de sinal satisfatória em outros cômodos ou dependências (nem mesmo reposicionando o roteador), você pode recorrer a repetidores WiFi para ampliar o sinal. São soluções de uso muito fácil e bem econômicos, já que temos opções muito interessantes por R$ 100 ou menos.

 

4. Troque os canais padrão e aproveite os 5 GHz.

De um modo geral, os roteadores utilizam uma série de canais padrão, que estão bem saturados (1, 6 e 11, principalmente). Algo tão simples como trocar os canais padrão pode ser de grande ajuda.

Além disso, aproveitar a banda de 5 GHz e a maior velocidade das conexões WiFi AC também pode marcar uma diferença importante. Nossa conexão terá menos interferências e será mais rápida, mas devemos tomar cuidado com o alcance da mesma, já que tende a ser menor que na conexão WiFI N.

 

5. Faça uma um pequeno investimento na segurança da conexão

Dar uma atenção aos ajustes de segurança ajuda a manter a rede WiFi protegida, além de garantir que vamos seguir aproveitando a rede de forma plena, sem ter que conviver com a presença de usuários não desejados.

Por que os filhos da p*ta sempre usam do anonimato pra falar m*rda?

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Gente que se porta assim na internet não passa de um filho da p*ta. Com todo respeito às prostitutas, que pagam o pato pelas c*g*das dos seus filhos. Afinal de contas, elas precisam trabalhar o dia inteiro para alimentar essa placenta que a sociedade tem que chamar de gente. E olha que esse cidadão aí colocou no início do e-mail de contato dele o nickname ‘filhodap*ta23’. Logo, não estou ofendendo o cidadão acima (que não é cidadão para mim).

Comentários assim nunca são aprovados nos meus blogs. Não considero anônimos pessoas dignas de ter opinião, ainda mais quando partem para a ofensa. Não concordar com certas opiniões é direito de todo mundo. Porém, é muito raso você chegar para alguém e dizer que você ‘falou m*rda’ e ir embora, sem argumentar.

Hoje, as pessoas não argumentam. Não existem discussões construtivas, trocas de opiniões, debates. Tem muita gente se disfarçando de gente, mas na verdade, não passa mesmo de um pombo jogando xadrez (e olha, que eu não gosto do Lobão, hein).

Sem falar nos cagadores de regra, que chegam no seu blog dizendo o que você deve ou não fazer, sobre como você deve ou não escrever, sobre quais assuntos você deve abordar… sério, galerinha da internet… aprende a respeitar opiniões contrárias, e se colocar no seu lugar em determinados temas.

E é por causa de placentas como essa do comentário acima que eu AMO ENLOUQECIDAMENTE o Disqus. Sabe aquela coisa do ‘blog é igual a sua casa: entra quem você quer, na hora que você quer’? Pois é: com esse sistema de comentários, essa filosofia se aplica na prática de forma exemplar. Porque não somos obrigados a aguentar escória que se esconde no anonimato para te ofender, não é mesmo?

Eu sei. Não sou uma unanimidade. Tem muita gente que só me segue nas redes sociais para me pegar no vórtice da curva, para apontar meus erros, e para me criticar quando eu tropeçar. Beleza.

Mas quando fizer isso, dá a cara pra bater! Sim, pois ao menos quero saber quem é o f*dão que vai ouvir um ‘estou c*gando e andando para o que você pensa ao meu respeito’. Se o prazer é apenas ofender sem ser melhor do que eu, fique a vontade para ‘gozar com o pau alheio’. Até porque você é impotente para deixar o seu duro pra fazer alguma coisa, certo?

Esse aí nunca mais comenta no SpinOff. E, obviamente, sua opinião jamais estará disponível por lá. Mas aqui, com satisfação, eu digo: ‘vai dar pra quem tem tempo, otário!’

Um recado claríssimo. Só não entende quem zera na redação do ENEM

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Hackearam uma placa de sinalização em Los Angeles na semana passada, e acho que o recado vem bem a calhar para aquela manada de asnos que conseguiu zerar na redação do ENEM. Aliás, ler é o mínimo que se pede, mas parece que temos uma nova geração de analfabetos funcionais que não ligam para isso. Pelo contrário: te criticam quando alertamos que ‘naum’ não é uma palavra.

E para quem não entendeu o que a tarja preta quer dizer…

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Now Playing…

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Em um dia como o de hoje, com ânimos exaltados, todos tensos e nervosos, e com grandes chances de rusgas generalizadas por conta de escolhas que vão afetar o futuro do país de forma sensível e direta, recomendo que cada um de nós escolha aquela música que mais lhe agrade a alma, e relaxe. E, independente de sua escolha, que venham dias melhores. Estamos precisando.

Esses são os tipos de tomadas utilizadas em cada país (ou na maioria deles)

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Se você vai viajar a trabalho ou de férias para outro país, sempre pode surgir a mesma dúvida: o país que vou visitar possui qual tipo de tomada? Nesse caso, acessar a internet nem sempre pode te dar a resposta correta, ou não tão rápido quanto você precisa. Então, esse mapa pode tirar as suas dúvidas rapidamente.

O mapa da Easysmart.com cobre cada país ou região do planeta, mostrando quais tomadas são utilizadas em cada região. Alguns detalhes precisam ser enfatizados: Na China, aparecer em azul claro (como a Austrália – utilizam o mesmo tipo), mas em Hong Kong destacar o azul escuro está correto. E, como vocês bem sabem, no Brasil, não temos mais compatibilidade com qualquer tipo de tomada dos EUA.

O mapa completo você confere a seguir.

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Dicas para proteger os seus arquivos no Google Drive

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A PSafe compartilhou conosco algumas dicas para aumentar a segurança na manipulação de arquivos no Google Drive. Afinal de contas, já que vamos utilizar o armazenamento em um ambiente virtual, que ao menos possamos nos certificar que ele será o mais seguro possível, para que aqueles documentos mais importantes não se comprometam por alguma falha sistêmica, ou pelo nosso descuido.

A seguir, algumas dicas para manter o seu Google Drive um pouco mais protegido:

 

1. Verificação da conta

Em primeiro lugar, é necessário fazer algumas verificações na sua conta. Cheque a existência de vírus e malware e atualize regularmente suas opções de recuperação de senha. Ative o sistema de verificação de conta em duas etapas oferecido pela Google. 

2. Updates. Sempre!

Atualize com frequência seu navegador e o sistema operacional.

3. Senhas

Não utilize sua senha do Google Drive em outros sites. Aliás, evite usar uma única senha para vários serviços.  

4. Computador compartilhado

Se você está num computador compartilhado, sempre saia de sua conta ao terminar de utilizar para evitar que outros tenham acesso a ela. Não instale o Google Drive para Mac ou PC em um computador compartilhado.

Tomando esses cuidados, é possível usar o Google Drive de forma mais segura, aproveitando as vantagens de poder acessar seus arquivos em qualquer momento e lugar.

Via assessoria de imprensa (PSafe)

A Microsoft deveria mesmo parar de cobrar pelas licenças do Windows?

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Satya Nadella vai assumir em breve o posto de CEO da Microsoft, mas mudanças mais incisivas começam a aparecer na empresa. Mudanças essas que vão se refletir em um futuro a curto prazo. Uma dessas mudanças está relacionada a um dos seus negócios mais fundamentais, com o objetivo de se adaptar à demanda do mercado de PCs e, por tabela, o mercado de softwares. Com o Windows presente em uma porcentagem cada vez menor dos computadores vendidos, é preciso fazer alguma coisa. Talvez tomar uma decisão drástica e, até então, impensada para uma Microsoft: oferecer o Windows de graça.

Historicamente, o negócio da Microsoft se baseou na venda das licenças do seu sistema operacional, que desde o começo da década de 1990 se mantém como o dominante no mercado de PCs. Porém, novos concorrentes chegaram, e são ameaças diretas para o seu negócio. Pior: uma ameaça dupla, representada em uma empresa – a Google, que tem em seu poder o Chrome OS e o Android, que cada vez estão mais presentes nos computadores pessoais.

As licenças e o risco de perder a atenção dos fabricantes

O Chrome OS é o melhor exemplo desse novo cenário. Poucas pessoas acreditavam no sistema operacional quando a Google o apresentou. Afinal de contas, parecia loucura oferecer um sistema baseado na nuvem. Agora, os computadores com o sistema Chrome OS se apresentam como um negócio rentável, que não para de crescer.

É verdade que sua influência no mercado é mínima (1%), mas a Microsoft não pode simplesmente assistir produtos como o Samsung Chromebook 2 chegando ao mercado, e tornando a oferta da Google cada vez mais atraente. Pelas características oferecidas, e pelo o seu preço reduzido, que atendem aos anseios do usuário médio de hoje (redes sociais, jogos casuais e acesso à internet), e até mesmo os usuários de empresas (trabalho em equipe online), nicho onde o Chrome OS está se tornando especialmente forte.

Isso acontece no mercado de computadores tradicionais. Se falamos do universo móvel, o Android é a referência. E isso também afeta diretamente o negócio da Microsoft. Afinal de contas, enquanto os fabricantes que apostam no sistema da Google pagam US$ 0 para utilizar o software, aqueles que apostam no Windows Phone 8 precisam pagar entre US$ 23 e US$ 30 por dispositivo. No caso do Windows 8.1, esse valor sobe para US$ 50 por computador com a licença.

Os rumores sobre a Microsoft contra-atacar a Google com um Windows gratuito começaram no ano passado, e nessa semana, as primeiras decisões sobre o assunto se tornaram mais concretas, com a redução das licenças do Windows para US$ 15 por equipamento com custo inferior a US$ 250.

Ao que parece, nos próximos meses, veremos uma versão gratuita do Windows, o Windows 8.1 with Bing. O software reduzido será uma oferta para fabricantes de computadores baratos, e para usuários que desejam atualizar equipamentos com versões anteriores do sistema operacional. Para não cobrar nada, a Microsoft exige o uso do Bing e dos serviços online da empresa, adotando um modelo de negócio muito parecido com o da Google: licenças gratuitas, mas um ecossistema fechado no Drive e lucros com publicidade em buscas, além de cobranças adicionais pelo armazenamento para as empresas.

Microsoft, mais Google que nunca

A verdade é uma só: ninguém quer pagar por mais nada.

O modelo de pagamento de software está esgotado, e a Microsoft sabe disso. Durante anos, eles se esforçaram para tentar controlar a pirataria para manter o seu negócio de licenças vivo e bem sucedido. As licenças ainda representam boa parte dos lucros da Microsoft (1/4 do total), mas sua influência é cada vez menor. Os serviços orientados à área empresarial, os aplicativos online e sua divisão de entretenimento (encabeçada pela marca Xbox) são as principais fontes de renda da gigante de Redmond hoje. As vendas a partir da loja oficial de aplicativos também é uma interessante fonte de ingressos.

Está claro que a Microsoft não pode eliminar as suas licenças da noite para o dia, e renunciar a 1/4 dos seus lucros para enfrentar a Google. Porém, essas especulações mostram claramente como eles querem se parecer um pouco com o pessoal do Mountain View. até mesmo na escolha do seu novo CEO. Nadella vem da área de cloud da empresa, o que demonstra que a influência que Bill Gates quer na Microsoft é que o universo online seja o futuro de sua empresa.

Recentemente, a Microsoft lançou a versão online do Office, demonstrando que tudo o que eles fazem de melhor nesse software passam a integrar o Outlook e o OneDrive, dois grandes produtos da empresa. Será importante que eles mantenham a qualidade, e que façam uma transição ordenada do seu modelo de negócios para reduzir o risco de problemas no futuro.

Detalhe: estamos falando da mesma Microsoft, que no começo da década de 1990, simplesmente esnobou a internet, e só se deu conta do seu potencial quando a Netscape dominou o mercado de browser (ou navegadores).

A Amazon vai “prever” o que vamos comprar. E entregar no menor tempo possível!

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Começo a ficar com medo do senhor Jeff Bezos. Primeiro, ele quer povoar as grandes metrópoles do planeta com pequenos drones que farão o papel de entregadores de encomendas. Não satisfeito com isso, ele quer prever o que vamos comprar, para antecipar as entregas de nossos pedidos.

Eu pago um pau para a Amazon. A empresa define o que é hoje conhecido como “comércio eletrônico”. Jeff Bezos pode não ter criado esse formato, pois tenho quase certeza que já haviam empresas de compra e venda de produtos e serviços na internet, mas com certeza foi Bezos que estabeleceu a melhor forma desse formato dar certo e prosperar na web. A prova disso é que a Amazon é, hoje, a maior e-commerce do planeta, e tem o respeito da esmagadora maioria dos seus clientes.

Não só pela competência, mas pela qualidade do serviço. Uma compra na Amazon é uma experiência tão profissional que faz parecer que os e-commerces nacionais (a maioria deles) ainda precisam aprender a fazer esse negócio.

Agora, eles solicitaram uma patente que consegue “prever” a nossa futura compra no site, permitindo que o processo de entrega seja agilizado, agradando ainda mais os clientes. Bom, mais ou menos.

Vai funcionar da seguinte maneira: todo o seu histórico no site será considerado. Compras e buscas feitas na Amazon já são utilizadas para que o sistema de divulgação de produtos ofereça itens do seu interesse. Como a porcentagem de compras a partir dessas sugestões é considerada elevada, a Amazon decidiu implementar o sistema, para ficar “um passo a frente” do consumidor, reservando a unidade do produto sugerido, e já despachando o mesmo para um centro de distribuição próximo da residência do cliente.

Com isso, ganha-se tempo na entrega, e aumentam as possibilidades de concretização da compra, uma vez que muitos usuários desistem de comprar por conta de um prazo de entrega mais demorado.

Particularmente, eu gosto de ver inovações desse tipo. Mostra que a tecnologia no estilo “Minority Report” está se tornando mais próxima da nossa realidade, e sendo mais objetivo, que a entrega de produtos pode mesmo ser algo menos doloroso e traumático para o consumidor. Na boa, quero ver drones voando pelo ar, entregando meus gadgets.

Porém, até onde essa tecnologia vai coletar dados do usuário? Será que sistemas como esse são seguros e confiáveis o suficiente para não vazarem dados pessoais dos clientes? Sabe, números de cartão de crédito, dados de CPF e outros dados importantes, que ninguém gostaria de ver nos olhos do alheio? Principalmente aquele alheio que quer comprar em lojas utilizando nossos dados?

Tudo bem, tais vazamentos de dados acontecem hoje, e estamos sujeitos a dançar a qualquer momento. Mas tão interessante quanto prever qual é o produto que vamos comprar, para que a entrega aconteça mais rápido, é minimizar a possibilidade de nossos dados vazarem de banco de dados que, teoricamente, deveriam ser altamente seguros.

Não estou dizendo que isso já aconteceu com a Amazon. Mas pode acontecer. Aliás, com qualquer e-commerce hoje. Entendo que é fundamental que os e-commerces pensem nisso com mais cuidado e critério. Até porque temos mais e mais compradores chegando aos e-commerces.

Quero sim receber a minha compra no menor tempo possível, e quero que a Amazon obtenha êxito nessa empreitada. Mas também quero me sentir seguro na hora de comprar um produto na web. O quanto antes possível, também.

Vamos falar de cassino?

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A história dos jogos de sorte e de azar é tão antiga que se perde na história da própria humanidade. Muitos dos jogos de sorte que conhecemos hoje tiveram origem na China antiga, sendo os chineses os primeiros a registar oficialmente a prática deste tipo de jogo em 2300 A.C..

Por exemplo, o quino era um antigo jogo popular de lotaria chinês que deu origem ao atual poker Pai Gow. Você sabia disso?

Outro exemplo: os antigos soldados gregos jogavam dados a dinheiro. Por toda a Europa, se jogavam diversos tipos de jogos de sorte, e a história, dos gregos aos romanos, passando pela França de Napoleão à Inglaterra de Elizabeth, está repleta de referências histórias aos jogos de sorte.

O nome cassino tem a sua possível derivação do termo “casina”, que significava casa de cortesãs. A primeira dessas casas teria surgido em Spa, uma estância termal situada na província de Liége na Bélgica (sim, aquela mesma Spa, onde acontece a tradicional corrida de F1).

Aliás, o termo “SPA”, que em latim significa “salut per aque”, parece estar associado aos antigos banhos termais que os romanos tomavam, para se recuperar de suas conquistas em batalhas.

No entanto, os cassinos eram originalmente locais de diversão e dança. A palavra “cassino” só ganhou o significado que possui hoje na segunda metade do século XIX. O primeiro cassino moderno surgiu em Monte Carlo, no principado de Mônaco. Embora hoje se associe aos casinos e jogos de sorte nos Estados Unidos (principalmente em Las Vegas), a verdade é que o jogo foi exportado para o continente americano pelos imigrantes europeus.

Os cassinos hoje se destacam pelas suas máquinas que distribuem prêmios, os prédios e ambientes iluminados e acolhedores. E você não só encontra as alternativas de jogos, mas também restaurantes, serviços de hotelaria e espetáculos de entretenimento. O objetivo é um só: atrair clientes ricos e exigentes.

Porém, tal como todo grande negócio, o cassino evoluiu, encontrando espaço na internet. Os jogos encontrados nos grandes cassinos da internet podem ser encontrados em sites como o SlotsOnline.pt. Nos últimos anos, o mundo das apostas online cresceu exponencialmente, atraindo cada vez mais apostadores para a frente do computador, do tablet e do smartphone.

E essa tendência só tende a crescer. Até porque já é considerado um esporte. Bom, um esporte online. Mas é um esporte.