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Com 1 bilhão de iPhones no planeta… qual é o próximo passo da Apple?

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tim cook apple um bilhão iphones

Poderia ser pior para a Apple. Analistas de mercado esperavam resultados financeiros piores e, principalmente, um desempenho de vendas do iPhone ainda pior do que os já alarmantes 23% de queda nas receitas. Logo, o anúncio da quebra da barreira de 1 bilhão de iPhones vendidos deve ser comemorado sim, mas também abre espaço para uma reflexão sobre o que a empresa deve fazer daqui para frente.

Para alguns, esse anúncio é uma forma de dizer que “está tudo bem, não há com o que se preocupar”. Para outros, é uma forma de lembrar para a própria Apple o papel que ela tem dentro do setor.

 

Chegou a hora de mudar a estratégia?

iphone 6s teaser

O iPhone é responsável hoje por 57% das receitas da Apple. Logo, qualquer variação para cima ou para baixo no seu desempenho de mercado acaba afetando de forma muito sensível a condição da empresa como força dominante de tecnologia.

Obviamente, para declarar uma crise na Apple por causa do iPhone, ainda falta muito. Mas são seis meses de quedas nas vendas, enquanto que o principal concorrente (aka Samsung) registrou recordes consecutivos de vendas no mesmo período. E cito esse dado como um simples exemplo.

O objetivo final aqui não é ultrapassar a Samsung, mas sim não perder mercado para eles e, principalmente, para os outros. Os pequenos fabricantes chineses oferecem produtos muito competentes por um preço consideravelmente menor, e o consumidor parece estar menos propenso a pagar mais caro pelo “mais do mesmo”.

Logo, a Apple precisa realmente pensar em uma estratégia diferente. E em médio prazo.

O iPhone SE não foi o suficiente

O iPhone SE foi bem recebido pelos usuários que queriam ficar com um iPhone com tela de 4 polegadas. Foi um bom movimento da empresa, mas não foi o suficiente para recuperar o volume de vendas.

O fator preço entra na equação. Apenas os fãs da Apple mais convictos estão dispostos a investir o seu dinheiro em um novo iPhone. Quem não está com essa grana toda na carteira ou mantém o modelo que já possui, ou acaba indo para o outro lado da força (Android), que faz exatamente o mesmo, mas de outra forma.. E mais barato.

A pior parte é que a tendência de queda nas vendas do iPhone deve se manter, e não só para o próximo trimestre como para o ano de 2017. Com os rumores apontando para um iPhone 7 que deve ser “mais do mesmo”, a própria Apple não acredita que pode recuperar o saldo perdido com a próxima geração do smartphone.

Muitos esperam um iPhone revolucionário para 2017, ano do décimo aniversário do produto. Mas… não seria esperar demais? 15 meses de quedas nas vendas do seu principal produto pode causar estragos consideráveis. De novo: não é um cenário tão apocalíptico assim, levando em consideração a janela de tempo, uma Apple descrente para os próximos trimestres, e o dinamismo do mercado mobile.

Se nessa semana eu disse que a crise era só do iPhone e ainda não era da Apple, daqui a um ano, a conversa pode ser outra.

A crise é do iPhone, AINDA não é da Apple

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iPhone SE

Pelo visto, o iPhone não é mais o queridinho da galera, ou o bonitinho da Bala Chita.

A Apple anunciou os resultados financeiros do seu terceiro trimestre fiscal, ou segundo trimestre de 2016, e a queda de vendas do iPhone dessa vez foi contundente: 15% a menos nas unidades distribuídas em comparação com o mesmo período do ano passado, e 23% de queda nas receitas.

O que podemos concluir com esses números? Que o iPhone está em crise. Óbvio. Mas, por enquanto, só o iPhone.

 

Ter esse peso todo para uma empresa traz consequências

Quando o iPad, o Mac ou o iPod registra quedas nas vendas, nada acontece. Quando o iPhone registra quedas de vendas pelo segundo trimestre consecutivo (e, de novo, dessa vez de forma bem acentuada), o botão do pânico é ligado.

Não é terrorismo. É fato. Estamos falando do produto que, sozinho, é responsável por 57% da receita da Apple. E nem de longe isso é pouca coisa: é mais da metade da receita de uma das empresas que mais lucram no planeta. Uma queda dessas pode gerar um perspectiva de futuro a médio e longo prazo simplesmente temerária.

Pode ser algo meio apocalíptico, mas é a mais pura verdade. Exemplos de declínio desse tipo não faltam: Nokia, Motorola, BlackBerry… tudo bem, todas empresas só de telefonia. Mas ter metade dos seus lucros dependendo de um único produto tem como consequência um comportamento mais sensível se esse produto não vai tão bem nas vendas.

A Apple afirma que o iPhone SE é um sucesso de vendas. Não duvido. Mas não é o suficiente para compensar as quedas nas vendas dos demais modelos. Sem falar que esse iPhone é mais barato que os demais.

E não é nada animador para Cupertino já receber as críticas do “mais do mesmo” que pode ser o iPhone 7 baseado nos rumores divulgados até agora.

A falta de inovação e continuísmo da Apple começa a ter consequências mais explícitas. A Apple em si não está em crise. Ainda. Receitas de mais de US$ 42 bilhões anda são elevadas demais e, mesmo com praticamente todos os segmentos de produto registrarem quedas nas vendas, as ações da empresa em Wall Street subiram 5%.

Mas isso só aconteceu porque “os resultados foram menos desastrosos que o imaginado”.

Ou seja, nos preparemos para momentos de tensão nos próximos meses para o iPhone. Esse sim está em crise. Que já começa a ser bem séria.

iPhone 4s de 16 GB, mas atualizado para 64 GB?

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iphone 4s teaser

Eu estou procurando um iPhone para chamar de meu. Não precisa ser novo, nem um iPhone 6 ou 6s. Me contento com um iPhone 5s ou até um iPhone 5c de 16 GB. Desde que esteja tudo em ordem, com iCloud liberado para ativação de conta, entre outros detalhes. Nessa busca, alguns “para-quedistas” acabam caindo. Com histórias inacreditáveis.

Um cidadão entrou em contato comigo para oferecer um iPhone 4s. Até aí, tudo bem. Não excluo essa possibilidade. Ele mandou fotos do produto, falou que estava “seminovo” (sempre desconfio disso de um produto com dois anos ou mais de mercado), que tinha caixa, nota fiscal, carregador… enfim, o produto estava até decente.

Até aí, tudo bem.

O problema foi quando perguntei a capacidade de armazenamento do produto. E o cidadão mandou essa pérola:

“Ele tem 16 GB, mas foi atualizado e agora está com 64 GB de armazenamento.”

Oi? É isso mesmo?

 

O milagre da multiplicação de espaço de armazenamento no iPhone

Sim. Ao que tudo indica, o amigo atualizou o seu smartphone VIA SOFTWARE, e esse software liberou o triplo de memória de armazenamento inicialmente disponível.

Tudo bem. Em partes.

Eu me lembro que em um passado não muito distante, eu escrevi um texto no TargetHD.net relatando sobre uma manobra que os chineses estavam fazendo, que era forçar uma atualização DE HARDWARE em iPhones, ou seja, eles abriam o smartphone da Apple e trocavam o módulo de memória de 16 GB para capacidades maiores, alcançando até 128 GB. A partir daí, era necessário utilizar um software específico para que o iOS reconheça o novo módulo de memória, para que tudo funcione corretamente.

Mas nunca ouvi falar sequer que a Apple instalava um módulo de armazenamento maior e acabava limitando esse espaço para os usuários, apenas por avareza. Isso para mim não faria o menor sentido: por que uma empresa colocaria de forma nativa um módulo de maior capacidade, limitando o acesso aos dados?

Seria mais caro para a empresa e para o consumidor.

Dei uma pesquisada rápida na internet e não encontrei referências sobre tal técnica. Pode até existir algo similar, ou no sistema que eu descrevi um pouco acima nesse post. Agora expandir espaço de armazenamento em um iPhone que oficialmente não possui esse espaço nativo?

Que milagre de multiplicação é esse?

Alguém pode me ajudar a esclarecer isso?

A evolução do iPhone em imagens

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iPhone

A Apple se mantém como uma das empresas mais influentes e importantes dentro do setor de smartphones, e esta é uma realidade que hoje queremos mostrara através das imagens que mostram a evolução do iPhone ao longo dos anos.

Cada imagem mostra um pouco além do design, onde destacamos as inovações técnicas mais importantes.

 

iPhone 2G

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O início da “galinha dos ovos de ouro da Apple”. Lançado em janeiro de 2007, sua disponibilidade foi muito limitada, mas foi uma autêntica revolução, por conta do seu alto nível de especificações e o seu excelente design. Contava com um processador ARM 11 a 412 MHz e 128 MB de RAM.

 

 

iPhone 3G

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Lançado em junho de 2008. Era para ser um salto grande, mas em linhas gerais manteve a maioria das especificações base do modelo original, incluindo processador e RAM. Um dos smartphones mais bonitos já lançados pela Apple.

 

iPhone 3GS

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Lançado em junho de 2009. Manteve o design do modelo anterior, mas recebeu uma importante melhoria nas especificações, contando com um processador Cortex-A8 a 600 MHz, 256 MB de RAM e uma GPU PowerVR 535. Teve um ciclo de vida bem longo, já que poderia receber até o iOS 6.

 

iPhone 4

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Foi lançado em junho de 2010, e para muitos este é o melhor iPhone de todos os tempos. Um design completamente novo, um acabamento em cristal e aço e especificações impressionantes, aumentando consideravelmente a resolução da tela, apostando em um processador Apple A4 com CPU Cortex-A8 a 1 GHz, e GPU PowerVR 535, com 512 MB de RAM.

 

iPhone 4S

iphone-4s

Lançado em outubro de 2011. Manteve o design do modelo anterior, mas introduziu importantes melhorias técnicas, com um processador Apple A5 com CPU Cortex-A9 dual-core de 800 MHz, e uma GPU PowerVR543MP2, mantendo os 512 MB de RAM. Menção especial para a câmera traseira e o suporte que recebeu, que foi até o iOS 9.

 

iPhone 5

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Foi anunciado em setembro de 2012, marcando uma mudança muito grande no design e o salto de uma tela de quatro polegadas, com o subsequente aumento de resolução. Muito bonito e com avanços técnicos importantes, como o processador Apple A6 com CPU dual-core de 1.3 GHz, o aumento de RAM para 1 GB e a GPU PowerVR543MP3.

 

 

iPhone 5s

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Lançado em setembro de 2013, manteve o designo do modelo anterior, mas introduziu a cor dourada e o leitor de digitais. Foi também o primeiro com processador 64 bits e co-processador M7. Hoje, o seu SoC A7 ainda é muito potente, por conta de sua GPU dual-core e 64 bits a 1.3 GHz. Mantém o 1 GB de RAM, mas conta com uma GPU PowerVR G6430MP4.

 

iPhone 6 e iPhone 6 Plus

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Lançado em setembro de 2014, representa uma mudança importante no tamanho de tela e design, mas nem tanto no nível técnico. Seu design gerou controvérsia, mas como sempre, esta é uma questão de gosto. No seu hardware, conta com telas de 4.7 ou 5.5 polegadas, com uma resolução de 1334 x 750 pixels e 1080p, respectivamente. O processador utilizado é um Apple A8 com CPU de 64 bits dual-core a 1.4 GHz, mantendo um 1 GB de RAM e sua GPU é uma PowerVR GX6450MP4.

 

iPhone 6s y iPhone 6s Plus

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Foram lançados em setembro de 2015. Mantém o design, tamanhos de tela e resoluções da geração anterior, mas introduzem mudanças importantes no nível técnico, além da cor rosa ouro. No seu interior, encontramos um processador Apple A9, com CPU de 64 bits dual-core a 1.83 GHz. Eleva para 2 GB de RAM e uma GPU PowerVR GT7600MP6,

 

iPhone SE

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Lançado em março de 2016, e representa uma manobra de risco para a Apple, mantendo o design do iPhone 5s, mas adicionando o rosa ouro e quase todas as especificações do dispositivo, incluindo o processador A9 e os 2 GB de RAM.

 

iPhone 5c

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Lançado em setembro de 2013, deixo esse modelo para o final como um claro exemplo de ‘como não se deve fazer um smartphone’. Acabado em plástico e com um design que lembrava um iPod ou um iPhone 3G, mas mal executado, que se transformou em um peso para a Apple. Nas especificações, ele era praticamente idêntico ao iPhone 5.

De fato, o iPhone é o gadget mais influente da história

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iPhone

Listas existem para serem polêmicas. E a lista da Time sobre os 50 gadgets mais influentes da história está bem longe de ser uma exceção dessa regra. Há quem diga que o computador pessoal é mais relevante, ou que o relógio de pulso mudou muita coisa, ou até mesmo o Tamagochi é algo que não podemos viver sem. Mas a verdade é que o iPhone é o produto que mudou tudo, e de forma definitiva.

Bom, pelo menos mudou minha vida de forma sensível. Foi o lançamento do iPhone que fez com que eu começasse a escrever sobre tecnologia, ou que pelo menos eu virasse meus olhos para o mercado de tecnologia de consumo, deixando de lado o ambiente de programação e desenvolvimento de sistemas, algo que estava me deixando infeliz. O iPhone me fez ver que o mundo dos gadgets era aquele que o consumidor mais iria ler e consumir, e a partir daí eu comecei a trabalhar na parte editorial.

Com isso, minha vida se tornou mais feliz, e com alguns sacrifícios e dificuldades eu consigo pagar minhas contas, escrevendo sobre os produtos que gostamos ou gostaríamos de ter em casa e no nosso bolso.

Falando de forma mais ampla, o iPhone mudou de forma definitiva o mundo da telefonia móvel. Os smartphones já existiam antes do seu lançamento, mas só com o smartphone da Apple se tornou um objeto de desejo de todos os segmentos de mercado. Deixou de ser uma coisa de executivo ou do nicho geek hardcore para ser o dispositivo que foi (e é ate hoje) a porta de entrada da internet para muita gente.

Não são poucas as pessoas que substituíram o seu computador pessoal para ter um smartphone como principal dispositivo de acesso à rede mundial de computadores. Afinal de contas, a maioria dos telefones inteligentes são mais baratos que um notebook tradicional, sem falar no aspecto de mobilidade, uma vez que você pode usar um telefone em qualquer lugar, e um notebook, por mais fino e leve que seja, não.

Além disso, a internet que conhecemos hoje acabou “se moldando” em função da tecnologia móvel, que por sua vez abraçou a proposta do iPhone. A tela sensível ao toque, que permitia a interação com elementos gráficos que eram exibidos de forma similar ao que recebíamos na tela do computador foi, de forma decisiva, uma grande sacada. Antes, a internet era miniaturizada e adaptada de forma grosseira ao formato mobile. O iPhone tornou tudo mais amigável, intuitivo e próximo de uma realidade que o usuário melhor se adaptou.

Por fim, o iPhone se tornou aquele dispositivo referência. O gadget definitivo. Para muitos, a síntese de dispositivo de tecnologia que pode ser considerado como exemplo daquilo que a tecnologia deve oferecer. Podemos questionar os critérios da lista e algumas de suas escolhas. Mas entendo que a primeira posição para o smartphone da Apple é justa.

Boa parte de nós que hoje amamos o mundo da tecnologia só temos esse sentimento por causa desse produto. Ou também por causa desse produto.

Queda de vendas de iPhones não é o fim do mundo para a Apple, mas pode ser o começo

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apple-logo-teaser

Não quero dar uma de profeta do apocalipse. Porém, também não vejo o mundo da tecnologia como quem joga Banco Imobiliário todo final de semana na casa da avó. Parece que quando é a Apple, todo mundo se esquece da máxima do “a coisa mais difícil é se manter no topo”, ou que “tudo o que sobe um dia tem que descer”. Sem falar que analisa resultados financeiros sem olhar para um cenário futuro. Ou para os detalhes.

A Apple anunciou ontem (26) os resultados financeiros relativos ao primeiro trimestre de 2016, e pela primeira vez o iPhone registrou quedas de vendas. Desde 2007, ano de lançamento do primeiro iPhone, isso não acontecia. E a queda pode ser considerada expressiva, já que o número de unidades vendidas do smartphone caiu em 16%, e a receita foi reduzida em 18%. E isso porque poderia ser algo ainda pior: os analistas previam pelo menos meio milhão de unidades a menos.

Aí vem o cidadão e fala “ah, mas a Apple tem US$ 233 bilhões em caixa, e…” meu, para de falar aí. Não se mede uma empresa apenas pelo o que ela tem no momento, mas também pela sua capacidade em seguir arrecadando nos próximos trimestres. Ou você se esquece que toda e qualquer empresa possui acionistas e investidores, que querem lucrar cada vez mais?

Quedas de receita de 13%, tal e como a Apple registrou em comparação com o mesmo período de 2015 não é pouca coisa. Isso não acontecia com a Apple em si desde 2003, quando o iPhone nem existia. Sem falar que as pessoas se esquecem que, nesse momento, 50% do faturamento da empresa está nas costas do seu smartphone. Se há uma queda nas vendas aqui, por qualquer motivo, a queda do faturamento é inevitável.

Isso fica mais evidente quando vemos o iPad registrar quedas de vendas por trimestres consecutivos, mas os lucros da empresa se mantiveram como positivos durante anos. O tablet era o grande queridinho do mercado em 2010, mas nunca teve o peso e relevância que o smartphone possui na vida do grande público ao longo de pelo menos 10 anos. É o dispositivo mais procurado, é a prioridade de quem consome tecnologia e internet hoje. E não se enganem, meus amigos: a Apple sabe muito bem disso, e aposta a maioria das suas fichas no iPhone por compreender que o mundo é hoje mobile.

Ou seja, dois dígitos de quedas nas vendas do seu produto mais importante não é nada? Ah, tá… senta lá, Cláudia!

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De novo: não quero ser o profeta do apocalipse. Não estou dizendo que os resultados de ontem significam o começo do fim da Apple. Mas é evidente que o sinal de alerta está ligado, e que Tim Cook e sua turma precisam ficar de olho sobre o que fazer para evitar que essas quedas continuem. Não dá para simplesmente dizer “temos grana, podemos comprar a Netflix se quiser e nos salvar”. Não é assim que a banda toca.

É preciso compreender que o mercado mobile hoje está saturado, e enfrenta uma competição que é cada vez mais pesada. E não falo só da Samsung, que teria vendido o dobro de unidades de smartphones que a Apple. Falo dos diversos fabricantes chineses, que oferecem produtos com ótima relação custo-benefício, e que estão canibalizando o mercado. As pessoas podem pensar que um iPhone é algo insubstituível, e eu concordo com essa afirmação quando olhamos apenas e tão somente para os aspectos técnicos. Os chineses, que amam o iPhone, já entenderam que existem produtos dentro do próprio país que atendem muito bem as suas necessidades mais básicas. Ou seja, ter um iPhone por lá também é um artigo de luxo, e eles também pensam nas suas prioridades.

Além disso, o mercado de smartphones como um todo está mais do que saturado, e tudo começa a indicar que a bolha estourou. A concorrência maior, a maior oferta de produtos e a situação econômica global que não é das melhores ajudam a explicar a queda da Apple, que é invariavelmente a maior afetada.

Mas aí eu pergunto para os especialistas de Banco Imobiliário: como evitar uma queda maior diante de um cenário desses? Como se manter no topo com tudo isso?

Muitos começam a questionar se o iPhone SE será o suficiente. Eu confesso que gostei do novo smartphone de 4 polegadas, mas também admito que não creio se ele será mesmo o bastante para compensar essa queda. Só vamos descobrir no final do segundo trimestre. De qualquer forma, Tim Cook começa a coçar a cabeça, pensando no que fazer. O próximo iPhone está a caminho, e deve ser anunciado em setembro. Será que trará o suficiente para reaquecer as vendas?

Mais: será que os próximos dois trimestres manterão a sequência de quedas nas receitas e nos lucros?

A conferir.

Solartab, um carregador solar para iPhone, iPad e dispositivos USB

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O Solartab é um painel solar de 5.5 watts, construído sobre uma final bateria de 13.000 mAh, que pode ser guardado como um tablet por contar com um case muito similar ao utilizado por esses dispositivos. O produto é pensado nos dispositivos móveis da Apple, mas conta com duas portas USB com potência de 11 watts, que conectam um dispositivo que pode ser recarregado via micro USB.

Além disso, o Solartab conta com um adaptador USB-A para USB Type-C, para conectar um MacBook ou um Chromebook Pixel. Aqui, o dispositivo não tem a função de carregador, mas vai enviar energia para o portátil, podendo dobrar a duração de bateria do computador. Se o MacBook ficar em modo de suspensão, a bateria do mesmo pode ser recarregada.

O Solartab custa US$ 119.

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Via 9to5Mac

Phonster é um coldre para o seu iPhone

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O Phonster é mais um item hipster que pode agradar aos caras que usam barba vintage gigante e máquinas de escrever na Starbucks. Temos aqui um coldre que lembra aqueles utilizados para carregar uma arma, mas na verdade, carrega apenas o seu iPhone.

Talvez o Phonster tenha como principal objetivo satisfazer aquele sentimento contemplativo, ou um desejo secreto do maluco em acabar com as pessoas que cruzam o seu caminho. Fabricado pela empresa ucraniana AGE, o produto vem com dois cases, para que você possa carregar a sua carteira e o seu smartphone.

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É até um produto descolado, se você parar para pensar nos detalhes, mas meio desnecessário quando olhamos para o seu preço. O Phonster custa US$ 99, e as primeiras unidades começam a ser enviadas em dezembro. O produto está disponível em diferentes tamanhos, caso você queira acomodar outros modelos de smartphones.

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Via Kickstarter, MikeShouts

Mod do GTA V permite usar o smartphone como se fosse o telefone do jogo

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Apesar dos vários aplicativos oficiais para o telefone do GTA V disponíveis, alguém criou um que faz o que realmente queremos: controlar o telefone do jogo a partir do nosso smartphone.

Imagine que você queria dar uma olhada na lista de objetivos pendentes. Basta pegar o seu iPhone e revisar as tarefas no mundo real. Inclusive com o controle de câmera! Genial, não?

Para conseguir isso, o criador do aplicativo utilizou um Arduino Leonardo conectado ao PC através de uma porta Ethernet. Infelizmente, não há planos para lançamento do aplicativo de forma oficial, mas é sempre bom saber que tem gente pensando nesse tipo de coisa por aí, não é mesmo?

 

Via David Hinkle (Twitter)DIY Projects Planetleak (YouTube)

E a BlackBerry, que usou o Twitter a partir de um iPhone???

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Blackberry-twitter-iphone

A conta oficial do BlackBerry no Twitter caiu na besteira de twittar a partir de um iPhone. Simples assim.

Ok, eles já apagaram a mensagem, mas como uma vez na internet vai para a eternidade, temos a imagem acima que prova o que aconteceu.

Não é a primeira vez que a BlackBerry encara essa saia justa. Há quase dois anos, a então diretora criativa da marca, Alicia Keys, também foi pega twittando a partir de um iPhone (na época, a cantora colocou a culpa em um hacker), e foi despedida do posto um ano depois.

Será que o community manager da BlackBerry vai se salvar?

Agora… por que alguém iria querer twittar de um iPhone? O teclado físico da BlackBerry não é muito mais confortável??? #ironic

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