Tag Archives: mit

MIT cria um telefone que se monta por si

by

mit-telefone

O MIT está desenvolvendo um telefone que é capaz de ser montado sozinho, ou de forma automática ou com a ajuda de processos específicos.

A ideia é inserir o dispositivo em uma espécie de recipiente que gira a uma determinada velocidade todos os componentes necessários para a montagem do telefone, algo que se produz graças à força que os diferentes imãs que incorpora cada uma das peças exerce.

 

Montar um celular sozinho, mas evitando que as peças se quebrem no processo

Os dois telefones fabricados pelo MIT até agora funcionam, mas a ideia está em fase muito inicial, com peças de dimensões enormes e um acabamento final que lembra os celulares da década de 1990.

Todo o conceito parece ser muito simples à primeira vista, mas é preciso levar em consideração que foi necessário aqui um trabalho preciso, tanto na elaboração dos componentes e dos seus conectores como da própria unidade giratória, que deve manter uma velocidade muito específica para que as peças possam se unir sem quebras durante o processo.

Por fim, é um conceito inicial, mas interessante. Se evoluir, pode reduzir custos de fabricação de alguns dispositivos específicos de tecnologia.

 

Via Fast Company

 

MIT propõe bateria de smartphone que se recarrega com o movimento do usuário

by

smartphone-em-uso

Os engenheiros do MIT publicaram um estudo onde mostram como criar um sistema de geração de energia baseado no movimento do usuário, que pode ser aplicado aos nossos smartphones.

Não é uma ideia nova. Outras propostas baseadas no efeito triboelétrico (fricção ou atrito) e piezoelétrico (mudança de pressão) vão pelo mesmo caminho, mas a proposta do MIT é oferecer um sistema que se integre ao ritmo de vida da pessoa, como um mix de um modo eletro-químico.

Na teoria, o seu funcionamento é simples. Seria um conjunto com duas filhas de alumínio em cada extremidade, que rodeiam um polímero submergido em um eletrolito líquido. Quando as lâminas de alumínio se dobram, a mudança de pressão faz com que os elétrons se movam, gerando uma corrente positiva ou negativa, dependendo do lado em que se flexionam.

mit-carga-por movimento

Desse modo, é gerada uma corrente alternada (AC), que pode ser convertida em contínua e utilizada para recarregar qualquer dispositivo móvel. O movimento garante uma eficiência de 15%, mas eles acreditam que podem alcançar os 100% com maior pesquisa. Além disso, parece que a tecnologia suporta bem os ciclos de geração-flexão, com poucas mudanças em mais de 1.500 ciclos.

Ainda vai levar muito tempo para que essa nova tecnologia chegue ao mercado, mas esta nova descoberta do MIT abre as portas aos smartphones e todos os tipos de wearables que se alimentam com o movimento do usuário, ou até com as próprias pulsações na tela e botões do dispositivo.

Via MIT

Um lápis digital pode ajudar na detecção precoce do Alzheimer ou Parkinson

by

digital-pencil-alzheimer-parkinson-01

Cientistas do Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory (CSAIL) do MIT encontraram uma útil função para o lápis digital: ajudar na detecção precoce de enfermidades como o Parkinson ou o Alzheimer.

Os testes atuais realizados pelos médicos e este em específico pedem que o paciente faça anotações, algo que no futuro poder ser uma ferramenta que permita o diagnóstico a qualquer momento, com a ajuda do lápis digital e de um software adequado. Os testes apresentados pelos cientistas responsáveis pelo projeto do MIT se valeram do chamado Clock Drawing Test (CDT).

Basicamente, eles analisaram o resultado final do desenho que o paciente deve fazer, que é um relógio com a hora exata. A combinação do software e hardware do CSAIL melhora esse processo de análise, pois leva em consideração todo o traço, desde aquele que começa a desenhar até o final, permitindo uma análise precisa dos elementos ou detalhes.

O lápis utilizado é um Anoto Livre, capaz de registrar a posição de sua ponta até 80 vezes por segundo, onde o software reconhece e analisa uma quantidade de informação que é impossível alcançar para o ser humano. Todo o processo é analisado, inclusive as dúvidas apresentadas na hora de realizar o traço, um dos parâmetros que se leva em consideração na detecção de diferentes enfermidades.

digital-pencil-alzheimer-parkinson-02

Esse é o elemento chave para que esse método passe a ser utilizado para uma detecção mais precoce do Alzheimer ou do Parkinson. O teste não depende tanto da subjetividade do médico, nem de sua disponibilidade ou capacidade para revisar dezenas de testes na sequência.

Os resultados mostram por enquanto uma margem de acerto e capacidade de detecção mais alta que as utilizadas com métodos tradicionais. O treinamento para obter os algoritmos foi feito com a ajuda de mais de 2.500 testes realizados e documentados durante nove anos.

Via MIT

Luva do MIT oferece um par de dedos a mais para você

by

luva-mit

Cientistas do MIT desenvolveram uma luva que permite oferecer um agarre extra através de dois dedos mecânicos integrados. A ideia é facilitar determinadas tarefas que são realizadas com apenas uma mão, como abrir um recipiente, mover a colher em um copo, entre outras. Obviamente, o contexto mais adequado é ajudar pessoas com mobilidade reduzida, ou com apenas uma das mãos.

Seu funcionamento se baseia em uma série de sensores que detectam a posição da mão e dos dedos, para rapidamente enviar a informação para os dedos mecânicos, que copiarão a posição. O vídeo abaixo mostra algumas demonstrações do sistema, mostrando o que ele é capaz de fazer.

 

Via MIT

Tentáculos robóticos já são gentis o suficiente para colher flores do seu jardim

by

Acredite, se quiser, esse é um tentáculo robótico, o Meshworm, criado pelo pessoal do MIT, que pode ajudar a procurar vítimas de terremotos, desastres naturais e, nas horas vagas, pode colher flores do seu jardim, entregando as mesmas inteiras para a princesa da sua casa. O material utilizado para a criação do tentáculo é um plástico flexível, que sustenta canais aéreos, que fazem o tentáculo se movimentar.

Vi no Ubergizmo

[Vídeo] Prédio do MIT jogando Tetris!

by

Tá, já sei. Essa história de usar um prédio como um videogame gigante não é algo novo, mas como estamos falando do Tetris, isso dificilmente vai sair de moda. O cenário de hoje é o edifício do departamento de Ciências Planetárias do MIT, cujas janelas se transformaram em gigantescos píxels coloridos, onde peças caem cada vez mais depressa, aumentando o seu nível de dificuldade.

Esta é mais uma brincadeira da interminável lista de “hacks” que os estudantes da universidade tentam surpreender os seus companheiros. E, no caso de hoje, acabar com a produtividade de quem trabalha lá.

Vídeo abaixo.

Via Mashable