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O teclado do Dell Vostro 5470 chegou. Hora da troca!

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Como eu disse, enquanto eu estive em Araçatuba (SP) na casa dos meus pais, o teclado do meu notebook Dell Vostro 5470 decidiu morrer de vez. Enquanto eu esperava outro conjunto teclado + touch + componentes internos chegar, eu estava me virando com um teclado USB. Pois bem, o novo teclado chegou, e agora é hora de trocá-lo.

Não faço isso pessoalmente porque este é um trabalho de bancada, e não tenho os equipamentos necessários. Trocar um HD por uma unidade SSD (como eu fiz quando recebi o produto ao chegar em casa) foi algo bem simples. Esse trabalho dessa vez é algo bem mais complexo, e quero ter a garantia que vão fazer isso direito. Além da garantia do serviço oferecido (qualquer problema quem se responsabiliza é quem fez a manutenção).

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Particularmente, me agrada o teclado do Dell Vostro 5470. Essas teclas em formato chiclet tornam meu digitar algo mais ágil e prático. Me acostumei com ele de tal forma, que a curva de aprendizado com o teclado USB foi mais longa do que eu imaginava. Na verdade, curva de re-aprendizado, pois fazia um bom tempo que não utilizava esse tipo de teclado.

De qualquer forma, mando o notebook agora para a manutenção, com a esperança de poder retirá-lo de lá amanhã (02) até a hora do almoço. Poderia levar bem menos tempo, mas o Dell Vostro 5470 é meio temperamental na sua manutenção, já que o notebook inteiro precisa ser desmontado para chegar nesse teclado. Em outros modelos de notebooks da Dell, o teclado é literalmente encaixado no corpo do portátil, o que facilita muito o processo de troca da peça (sério, em alguns casos apenas três travas prendem o teclado à placa-mãe).

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Uma coisa importante que esse novo teclado precisava ter era o espaço para o leitor biométrico. Não que eu precise dele para o meu dia a dia (conto com os dedos de uma mão as vezes que utilizei tal função), mas sim por conta do encaixe perfeito da peça com o corpo do produto. Sem isso, a manutenção seria inviável.

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Por fim, espero que essa seja a última manutenção que vou fazer nesse equipamento. E deve ser. Devo investir em um outro equipamento, pois detectei ontem a noite uma falha grave no design do produto, o que resulta em um dos problemas recorrentes desse modelo: a rachadura da carcaça de plástico no canto junto à dobradiça de tela.

Mas isso fica para outro post. Agora preciso mandar essa beleza para a manutenção.

Usando um teclado ‘old school’

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Araçatuba (SP), minha cidade de origem, me deu prejuízos. Depois de exatos um ano de compra do meu notebook Dell Vostro 5470, foi só chegar na cidade para passar o feriado de semana santa/páscoa e o seu teclado parou de funcionar. Não completamente. Algumas teclas. O que tornou o mesmo inútil para o meu trabalho.

Minha solução imediata foi comprar um teclado USB para fazer minhas atividades. Não quis comprar algo tão caro, pois era uma solução provisória, apenas para esses dias que iria passar fora de casa. Tenho um teclado USB de melhor qualidade em minha casa no Paraná, mas jamais iria adivinhar que o notebook fosse me dar problemas.

Logo, acabei comprando um teclado genérico. Simples, de custo baixo (R$ 30). Porém, um teclado básico tem os seus efeitos colaterais. Um deles é utilizar um teclado “old school”, das antigas, com um formato de tecla que eu não estava mais acostumado a utilizar na minha rotina diária.

O resultado disso? Isso mesmo: curva de aprendizado.

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O formato de teclas do teclado do Dell Vostro é o achatado. Estou usando esse tipo de teclado nos últimos seis anos de minha vida. Ou seja, já estou perfeitamente acostumado ao formato. Me agrada mais, já que o tempo de acionamento de tecla é menor, o digitar é mais confortável e é um teclado naturalmente mais silencioso.

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Já o formato de tecla do teclado USB genérico é no estilo “das antigas”, lembrando uma máquina de escrever elétrica. Não seja algo ruim, já que por um tempo da minha vida eu usei uma máquina de escrever (aliás, aprendi a digitar em uma velha máquina de escrever Olivetti), sem falar que os computadores onde iniciei a minha vida com a informática contavam com teclados bem piores.

Porém, com o passar do tempo você acaba cansando os dedos, tornando o ato de digitar algo desconfortável. Sem falar no barulho, que é até agradável para quem está trabalhando (eu confesso que gosto), mas para minha mãe, que queria um pouco mais de silêncio à noite, pode ser algo irritante.

Mas isso não vai perdurar por muito tempo. Já encomendei um novo conjunto superior para o notebook Dell, que deve chegar até mim na próxima semana. Devo providenciar a troca no próximo final de semana, e aí o notebook está novo de novo. Porém, é curioso como vir para Araçatuba representou de alguma forma uma “volta ao passado”, em um sentido mais amplo do que eu imaginava.

Qwerkywriter, o teclado retrô definitivo

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Algumas vezes, a estética simplesmente passa por cima da funcionalidade. Isso é especialmente válido quando falamos de gadgets em estilo retrô e/ou em modo steam punk em gadgets modernos. O Querkywriter é um bom exemplo disso.

Esse teclado com design um pouco retrô, um pouco steam punk, tenta imitar uma máquina de escrever do começo do século passado, combinando o seu uso com dispositivos atuais, como computadores e tablets, sem maiores problemas. O resultado é simplesmente genial!

Talvez o seu único inconveniente seja mesmo o preço. O Qwerkywriter custa US$ 289 para aqueles que decidirem apoiar o projeto na Kickstarter. Porém, para os apaixonados pelo conceito, entendo que todo investimento nesse sentido vale a pena.

Vídeo de apresentação do produto e mais fotos a seguir.

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O teclado Lego da Art Lebedev que queria se parecer com o Optimus Maximus

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Estamos diante de um teclado 100% funcional, fabricado com peças Lego, pelas mãos de Jason Alleman. O produto é baseado em um teclado normal, mas com um toque totalmente personalizado, e altamente inspirado no teclado Optimus Maximus da Art Lebedev. A seguir, veja um vídeo onde Jason explica como ele conseguiu fabricas as teclas, e até mesmo ver com detalhes alguns dos curiosos blocos utilizados no design.

 

O prazer em digitar textos em um teclado físico (e por que eu nunca vou te abandonar, notebook)

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O teclado. Ele é o melhor amigo do produtor de conteúdo, seja ele qual for. É o centro das atenções de qualquer blogueiro, jornalista, programador ou profissional de tecnologia. E mesmo com toda a evolução tecnológica, com as telas sensíveis ao toque e as inovações biométricas e hápticas nesse sentido, pelo menos por enquanto, o teclado físico ainda é insubstituível.

Eu me lembro que, quando eu era mais novo, eu era simplesmente fascinado pelas máquinas de escrever. Quando via o meu pai digitando matérias em uma velocidade assustadora, achava aquilo genial. Moderno. Algo que só as pessoas inteligentes poderiam fazer. Hoje eu vejo que qualquer zé mané que nem eu consegue digitar em uma velocidade razoável. Mesmo assim, é uma alegria poder sentar diante do computador e produzir textos. Com um teclado físico, é claro.

Eu nem preciso falar muito sobre a precisão oferecida por um teclado físico. Esse é um item fundamental para a produtividade de qualquer pessoa que se dispõe a produzir conteúdos para qualquer finalidade. Essa precisão nem de longe é oferecida pelas telas sensíveis ao toque. E olha que eu já tentei substituir meu netbook (na época) por um iPad. Não deu certo.

Eu sei que tem algumas pessoas que conseguem produzir textos simplesmente digitando diretamente na tela do iPad. Admiro essas pessoas, justamente porque eu não tenho tal habilidade e, principalmente, a paciência. Não acho o recurso de previsibilidade de palavras do iOS algo tão bom assim (o teclado virtual do SwiftKey do Android simplesmente humilha nesse aspecto), e não iria me acostumar com o fato de colocar o dedo em um lugar onde está uma determinada letra, e ver que na tela foi impressa a letra do lado ou acima.

Resultado: acabei comprando um ultrabook para produzir textos fora de casa.

Acho que os programadores também passam pelo mesmo problema. Programar em tecnologia é algo que requer uma precisão absurda. É um processo quase cirúrgico, que quando colocamos uma aspas fora do lugar, pode simplesmente paralisar o programa inteiro. Passo por isso de vez em quando com a programação dos temas dos blogs. Um “>” a mais, e o blog inteiro fica fora do ar.

Agora, imagine esse processo todo com uma tela sensível ao toque? Simplesmente não dá!

Não posso me esquecer dos gamers. Muitos gamers ainda preferem o teclado físico para poder jogar os seus jogos de campanha, de tiro em primeira pessoa, jogos de RPG, entre outros. Não só pela convenção de anos jogando desse modo, mas principalmente, pela precisão que o teclado físico oferece. Afinal de contas, todo mundo sabe que ali tem uma tecla, e que essa tecla vai fazer alguma coisa que estamos esperando. E não que uma área aleatória da tela pode determinar a ação, mesmo contra a sua vontade.

Por isso… eu nunca vou te abandonar, notebook!

Pelo contrário! É você quem paga as minhas contas hoje. Tudo bem, eu posso preferir o tablet para relaxar, e o smartphone para twittar. Mas para trabalhar, não há outro substituto. Para mim, é uma alegria sentar diante do notebook e escrever todos os dias para quem gosta de tecnologia. E espero poder fazer isso por muitos e muitos anos.

Utilizando um teclado físico, é claro!

Produtos da Razer chegaram para review. Muita coisa para testar nas próximas semanas…

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O trabalho não para. Novos produtos chegaram por aqui para reviews a serem publicados no TargetHD.net (aliás, saiu podcast novo hoje lá). Dessa vez foi a Razer que enviou alguns de seus produtos para testes, que em breve, terão suas análises devidamente publicadas. Conheça cada um deles abaixo.

Começo pelo controla Razer Onza Tournament Edition, que é compatível com PCs e Xbox 360. Um periférico que já ganha pelo quesito peso (ele é mais leve que o controle original da Microsoft), mantendo a mesma pegada e conforto para o usuário. Não vou entrar em muitos detalhes por aqui sobre seu funcionamento, mesmo porque ainda estou testando o controle, mas não é nenhum absurdo dizer que já está na minha #ListaDeDesejos.

O próximo é o mouse para games Razer Naga MMOG.

Este pequeno, porém, poderoso mouse é pensado nos fãs de jogos para PCs, principalmente os jogos de estratégia. Com múltiplos botões de ação e um teclado numérico completo, ele não só se destaca pela quantidade de recursos para tornar o seu jogo mais eficiente, mas também pelos atrativos visuais. Para quem joga no escuro, a retroiluminação é uma ótima pedida. Mostrarei mais sobre seus benefícios no review do TargetHD.

A seguir, os fones de ouvido Razer Orca.

Ergonômico e muito confortável, o Razer Orca é o tipo de fone de ouvido para gamers, fãs de música, e para aqueles que não querem ser incomodados na rua por desconhecidos peguntando “que horas são?”. Sim, porque todo mundo vai ver que você não está ouvindo ninguém que está ao seu redor. Assim como os outros produtos que vimos até aqui, muito rico de detalhes visuais.

Por fim, o teclado Razer BlackWidow Ultimate.

Dos produtos enviados, esse aqui é o que mais prioriza o desempenho no lugar do design, mas ainda assim, segue sendo bem interessante para seus propósitos. O objetivo desse produto é aumentar a eficiência dos gamers durante os jogos. Penso eu que, apesar de ser um teclado comum, logo, funcional para a digitação, pelo fato dele ser um teclado mecânico, ele se torna mais eficiente mesmo durante as partidas. Mas é um produto que, para o seu público, é uma opção a ser considerada.

Os produtos ainda estão em testes, e a análise de cada um desses itens será publicada em breve no TargetHD.net. Fiquem ligados!

[Dica de Software] Siine Keyboard para Android: pensado nos poelgares inquietos

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Um dos pontos mais positivos do Android é que você pode personalizá-lo ao máximo, ajustando o sistema às suas necessidades. Principalmente no caso do teclado. O protagonista de hoje nessa categoria é o Siine, um aplicativo que parece estar destinado aos polegares com trepidante vida social.

Entre outras funções, o teclado permite a introdução de parâmetros, como data e hora, através de acesso direto. Além disso ele conta com um modo que permite a remoção da personalização realizada, caso você mude de ideia. Além disso, o sofrware conta com uma coleção de atalhos para as frases mais utilizadas.

Se interessou? Saiba que ele é gratuito, e você pode fazer o download no Google Play, clicando aqui. Abaixo, um vídeo tutorial do Siine Keyboard.

Via Lifehacker