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A maioria das pessoas simplesmente ignora os termos de condições de um serviço, clicando em “aceito” sem pensar duas vezes. Mas se você vai aderir ao plano de troca de iPhones da Apple, é altamente recomendado você perder alguns minutos lendo os termos.

A ideia de vender o iPhone como um serviço, com direito a troca por um dispositivo novo a cada ano está em prática nos EUA, e pode ser compensador para quem já compra um iPhone por ano, e para quem não quer se preocupar com a venda do telefone antigo para amortizar a compra do próximo.

Porém, os que aderem ao plano rapidamente se deparam com um cenário bizarro: em uma das seções onde é necessário aceitar os termos para prosseguir com o processo, os clientes são obrigados a aceitar condições que só são apresentadas na página seguinte do documento!

Ou seja, a Apple pensou: “já que a maioria não lê mesmo o que aceita, vamos fazer eles aceitar termos que sequer podem ser lidos previamente”.

É uma questão de tempo para que os processos comecem a aparecer. Ou que outras empresas malacas façam a mesma coisa.

Já pensou se a moda pega? Você vai a um supermercado e, antes de entrar no estabelecimento, você assina um termo onde você concorda com os preços que só serão anunciados na saída da compra, ao passar os produtos no caixa.

Melhor não, né?

 

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