No final do mês de agosto, eu literalmente acabei detonando um mouse sem fio, adquirido na Brasil Consumer Electronics Expo 2011, de um chinês que estava vendendo as bugigangas que ele não queria levar para casa no final do evento. Custou baratinho (R$ 20), mas durou dois anos de uso intenso. Não tive do que reclamar. Porém, como trabalhei de forma mais intensa na manutenção dos blogs em agosto, por conta de vários cliques, acabei por acelerar o processo de falecimento do periférico.

Logo, fui atrás de um produto que pudesse atender as minhas necessidades. E, na falta de um, encontrei dois. Nas promoções online, os dois produtos custaram aproximadamente R$ 50 cada, o que achei um preço justo para as características dos produtos, e para aquilo que eu estava procurando em um mouse para o dia a dia.

Em comum, os dois mouses são sem fio, contam com longa autonomia de bateria prometida, são compactos e relativamente baratos. A seguir, os dois produtos que escolhi.

Logitech-M185

O primeiro foi o Logitech m185. O modelo chamou a atenção por contar com uma chavinha para ligar/desligar o sensor óptico, algo que, para mim, faz todo o sentido no meu uso diário, pois normalmente deixo o notebook ligado ao longo da madrugada, e o mouse antigo ficava com o tal sensor ligado o tempo todo. Com linhas discretas e uma ergonomia interessante, ficou sendo o mouse principal, para uso no escritório.

A adaptação ao produto foi bem rápida, com um clique eficiente dos botões, e uma resolução bacana para o uso com o Windows 8 e os navegadores instalados no notebook. Algo que realmente eu precisava para trabalhar de forma mais intensa. Sem falar que ele é compacto o suficiente para ser transportado de forma cômoda na mochila de viagem.

Mas eu não me dei por satisfeito. Encontrei outro produto que, de tão interessante para os meus propósitos, acabei colocando no carrinho de compras.

Microsoft-Wireless-Mobile-Mouse-1000-6

O segundo mouse que adquiri foi o Microsoft Wireless Mobile Mouse 1000, que me chamou a atenção por alguns motivos bem específicos. Primeiro, porque era um mouse da Microsoft – que sabe fazer um bom hardware (em alguns casos, até melhor do que alguns softwares da empresa), e essa era a minha chance de ter um periférico deles. Segundo, porque estava com quase 50% de desconto em relação ao seu preço oficial (encontrei por R$ 99, mas paguei R$ 54). Terceiro, o seu design compacto. E quarto, porque atendia as minhas necessidades.

Na prática, o produto atendeu minhas expectativas. Por ser menor que o modelo da Logitech, acabei deixando esse modelo para ser utilizado quando eu estiver fora de casa, para aqueles usos eventuais em shoppings, eventos de imprensa ou em hotéis durante as viagens. Por ser menor, é mais compacto e portátil. Possui as mesmas características de uso do m185, e com uma autonomia de bateria prometida para até 1 ano de uso. Não poderia pedir mais do que isso pelo preço que paguei, certo?

No final das contas, eu recomendo os dois modelos. Preferi utilizar o modelo da Logitech no dia a dia por uma questão de comodidade. Mas isso não quer dizer que o mouse da Microsoft não seja uma boa escolha. Pelo contrário. Espero poder utilizá-lo durante minhas viagens ou blogagens fora de casa de forma plena.

E sim, faz uma grande diferença ter um mouse novo para trabalhar. #eurecomendo