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#SaudadesGVT

Aqui no Paraná, a GVT se tornou Vivo, e as inflexibilidades da operadora já se fazem bem presentes. Contratei a GVT em dezembro de 2015, e imaginei que o contrato vigente com a operadora me garantiria algumas coisas que vão além da manutenção da internet ilimitada ofertada no ato da contratação do serviço. Ledo engano: a Vivo lança a carta do “essa é a nossa política” para que, em qualquer tipo de expediente, eles possam fazer o que quiser, inclusive mudar o seu contrato com a empresa.

Isso visa prejudicar diretamente o consumidor, que se vê refém das práticas quase criminosas da Vivo. Por exemplo, eu entrei em contato com a operadora na última semana para solicitar o desligamento temporário do meu serviço de TV por assinatura, uma vez que pouco estou vendo o conteúdo ofertado. Para a minha surpresa, a “política da empresa” impede a suspensão temporária de um único serviço, obrigando o cliente a suspender todos os serviços utilizados em uma mesma residência.

Não me lembro de haver isso no meu contrato assinado com a GVT em dezembro de 2015. Contrato esse que ainda vale para aquilo que mais me interessa: a internet sem franquia de consumo, algo que a própria Vivo se comprometeu a manter para os contratos antigos. Porém, garantir isso não quer dizer que eles não dificultem as coisas. E uma das formas de dificultar é essa: “ah, você tem contrato, logo, não conte com a gente se precisar economizar… você terá que pagar na íntegra o que contratou…”.

Outra tática que a Vivo adota para configurar uma mudança de contrato é a alteração de qualquer tipo de serviço dentro da operadora.

Nesse final de semana, entrei em contato com a operadora para solicitar uma mudança no plano de telefonia fixa, já que a minha mãe (com quase 75 anos de vida e alguns problemas de saúde) ainda utiliza telefone fixo, e é mais fácil eu ligar para ela do que ela ligar para mim (para ela é difícil decorar 14 números em sequência… para a maioria de nós também é…). Ao entrar em contato com a operadora para solicitar um plano que me oferecesse ligações ilimitadas para fixo de todo o Brasil, fui informado que meu contrato seria alterado, e que entraria em uma nova fidelização de 12 meses.

Aí não dá, não é, Vivo? Estou pagando a mais, não estou tendo benefício nenhum, e vou ficar preso ao serviço lixo de vocês por mais 12 meses? É de ferrar com o cidadão!

No momento, não estou com essa bala toda na agulha para pagar a multa por quebra de contrato, mas estou com muita vontade de acionar a própria Vivo por quebra de contrato, já que nenhuma dessas práticas estavam previstas no meu atual contrato com a GVT que, é sempre bom repetir, ainda está valendo. A operadora está com raivinha porque Dilmão decidiu postergar “por tempo indeterminado” a palhaçada de bloqueio de franquia que as operadoras gostariam de adotar, e agora eles querem se vingar de todo mundo com práticas desonestas e desleais.

Cara Vivo, com a GVT não tinha essas palhaçadas, e meu contrato com eles ainda vale. É bem simples: ou vocês fazem cumprir o contrato, ou quando dezembro chegar, a mudança será inevitável. Já estava sentindo falta de brigar com a operadora que saiu da minha vida em Araçatuba quando atendente usou de falta de educação no suporte técnico. Não terei qualquer tipo de remorso em repetir o movimento.

Até porque a Copel oferece no Paraná uma internet de excelente qualidade e sem limite de franquia.