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Cuidado: seu cochilo depois do almoço pode ser mortal

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Dormir é uma das melhores coisas do mundo. Principalmente quando se tem muito sono. Sim, eu estou começando este artigo com algo bem óbvio, pois esse é o tipo de realidade que precisa ser reforçada para o bem de todos.

Está comprovado que aquela soneca ou siesta depois do almoço pode ajudar muito na manutenção da sua saúde. Muitos profissionais da medicina certificam a prática, que está sendo adotada por muitas empresas e por várias pessoas nas suas rotinas diárias. Eu mesmo estou abraçando esta possibilidade na minha rotina, pois quero ter uma vida útil após os 60 anos.

O breve descanso durante o dia ajuda a recarregar as suas energias para seguir com a rotina de trabalho, permitindo que você retome a jornada laboral com maior disposição. Porém, alguns cientistas estão advertindo que tais siestas não podem ser muito prolongadas, pois as mesmas podem aumentar os riscos de morte.

 

 

 

Para tudo nessa vida é preciso de um ponto de equilíbrio

 

 

O estudo realizado pelo Dr. Zhe Pan da Universidade Médica de Guangzhou se baseou em outros 20 estudos anteriores monitora os diferentes riscos de morte com as sonecas prolongadas. Dormir menos de 60 minutos durante o dia não gera qualquer tipo de problema para as pessoas. Algo que eu agradeço, pois é basicamente esse o tempo que quero dormir após o almoço sem causar danos para a minha saúde.

Porém, de acordo com o mesmo estudo, um cochilo que dura mais de 60 minutos pode começar a aumentar a porcentagem de chances de morte para o dorminhoco em 30%, independente do motivo para essa soneca durar mais tempo. Mesmo para quem tempo algum tipo de enfermidade cardiovascular, as chances de morrer para quem decide dormir mais podem aumentar para 34%, mas para esse último grupo esse aumento de porcentagem só se aplica se a pessoa não dorme 8 horas durante o sono noturno.

De forma curiosa, as mulheres contam com uma porcentagem 22% maior de morrer se cochilar a mais durante o dia que os homens, enquanto que o acréscimo de periculosidade é de 17% entre as pessoas com mais de 60 anos. Não ja uma explicação científica para isso, e os vários estudos que tentaram explicar o fenômeno são contraditórios.

Pelo sim, pelo não… 60 minutos de sono é o meu limite. Não quero ter minha vida abreviada porque vou dormir mais tempo que isso. E, ainda assim, não posso perder muito tempo dormindo. Tenho muito o que produzir nos meus blogs.

 

 

Via SlashGear


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Publicado emVariedades