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Pode parecer besteira em tempos de dispositivos com o recurso easy swap (ou troca rápida de chips), mas essa pode ser uma dica útil para quem tem mais de um smartphone, e que por diferentes motivos, precisa trocar o chip da operadora entre os aparelhos.

Esse foi o meu caso nos últimos dias. Desde que adquiri o Motorola RAZR i, fiz diversos testes para definir qual vai ser o telefone que vai ficar com o chip de trabalho, e qual vai ser o smartphone que vai ficar com a linha pessoal. Depois de um pouco mais de uma semana de uso, optei pelo iPhone como o telefone pessoal, por ter todas as músicas/podcasts armazenados lá, e por um gerenciamento mais objetivo dos meus contatos e compromissos. Deixei o RAZR i como modelo de trabalho, por causa de sua câmera (um pouco melhor, mas não muito melhor), pelo SwiftKey (que nas coberturas de imprensa, facilita e muito a vida de quem precisa escrever vários tweets em pouco tempo) e pela conexão HSPA+, mais rápida que a HSPA do iPhone.

Mas isso não vem ao caso. O que importa é que, ao realizar as trocas de chips, eu me dei conta que os dois smartphones (principalmente o iPhone) começaram a se comportar de forma irregular. Não só os aplicativos que dependiam do registro correto do número do chip, mas também por causa do consumo de bateria anormal.

Os dispositivos móveis dependem de informações da rede para que alguns programas funcionem de forma correta. O iPhone, por exemplo: alguns dos seus registros e aplicativos dependem do número do chip (o WhatsApp é o caso mais clássico), e quando ele se dá conta que o número do chip recém inserido não é o mesmo daquele previamente cadastrado pelo usuário, o seu comportamento se torna anormal, aumentando o consumo de rede e bateria do dispositivo.

Por isso, vale a pena reiniciar o dispositivo depois da troca do chip, ou até mesmo fazer a troca com o chip desligado. Eu sei… na pressa, você simplesmente deixa o smartphone no modo avião, e faz a troca do chip tranquilamente. Mas desligar a rede do aparelho momentaneamente é diferente de desligar o dispositivo completamente. Até porque, ao desligar o smartphone, ele é reorganizado em todas os seus recursos nas reinicializações, e todos os aplicativos que antes estavam ativos no dispositivo já vão utilizar as informações com a nova linha ativa.

Sim, é algo meio besta. Mas funciona.


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