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R$ 3.500: é o ‘número mágico’ para smartphone premium no Brasil

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Ontem (1) eu estive em São Paulo (SP), a convite da LG do Brasil, para o lançamento do novo smartphone top de linha da empresa no mercado brasileiro, o LG G5 SE. Além das questões evidentes sobre os motivos que levaram o fabricante a trazerem para o nosso mercado o modelo ‘capado’ (sério, foi o que mais ouvi durante a coletiva de imprensa), outra discussão frequente entre os presentes foram os motivos que levaram ao fabricante a chegar no valor de R$ 3.499 para um produto que não é o top de linha de sua categoria.

A LG aqui está competindo com modelos como o iPhone 6s e o Samsung Galaxy S7. Tirando as diferenças técnicas entre os modelos (uma vez que a Apple otimiza o seu software ao extremo, o que dispensa o uso de uma hardware tão poderoso), são dois autênticos tops de linha, e de forma indiscutível. Porém, o LG G5 SE, não. O modelo principal, o LG G5 lançado lá fora, esse sim traz o top do top que os sul-coreanos imaginaram originalmente, oferecendo o máximo de performance. Não que o modelo SE não ofereça isso: o tempo que experimentei o dispositivo foi suficiente para me deixar ótimas impressões. Mas fica aquela impressão clara que, se era para cobrar R$ 3.499 em um smartphone, por que não trouxe logo de uma vez o modelo top de linha de verdade, com processador Snapdragon 820 e 4 GB de RAM?

Será que a diferença de preço seria tão grande assim?

Mas essa não é nem a questão. Deveria ser, mas vai ficar para o post de amanhã.

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Hoje (2), a Vi, que representa a marca Meizu no Brasil, anunciou que o Meizu Pro 6 estará disponível no mercado brasileiro em junho, com preços de R$ 3.699 para o modelo com 32 GB de armazenamento, e R$ 3.999 para o modelo com 64 GB de armazenamento. Aqui, podemos dizer que estamos mais próximos de um top de linha, já que o processador Helio X25 deca-core da MediaTek é, em teoria, mais poderoso que o Qualcomm Snapdragon 652 presente no LG G5 SE.

Mas, de novo, esse não é o ponto.

A grande questão é: R$ 3.500 virou o ‘número mágico’ para os smartphones top de linha no Brasil?

Em 2012, eu considerava essa barra limite de produto premium como algo na faixa de R$ 2.000. Com o passar dos anos, essa margem de preço foi subindo, aumentando em média R$ 500 por ano: R$ 2.500 em 2013-2014, R$ 3.000 em 2015, e R$ 3.500 em 2016. É uma progressão matemática que acompanha o momento complicado da nossa economia, além de ser naturalmente impulsionado pelo fator inovação adotado por alguns fabricantes.

Mas… vale o quanto pesa? Você tem coragem de pagar esse valor por um smartphone?

Sabe qual é a pior parte dessa equação?

É que o aumento de preços dos modelos premium/top de linha arrastou para cima o preço do chamado ‘smartphone de linha média ou intermediário’, criando assim a ‘linha média premium’, algo meio bizarro e contraditório em alguns casos. Ver o Moto G4 Plus custar R$ 1.499, a mesma coisa que um Moto X Play e um Lenovo Vibe A7010 é algo que discuti com alguns colegas blogueiros, pois mostra como a Lenovo (por exemplo) bate cabeça com esse novo conceito. A Samsung, com a série Galaxy A, até mandou bem, mas… o que fazer com as séries Galaxy J, Gran Prime…

Sem falar na Sony, que foi para as duas pontas: lança a série Xperia X e renova a série Xperia E, e deixa o meio de lado. Aliás, nem quero imaginar quanto que a Sony vai cobrar no Brasil pelos seus novos tops de linha.

Ou seja, sinal dos novos tempos. Ou a gente se conforma que a faixa de preço para produto premium é R$ 3.500, ou começamos a buscar alternativas, como por exemplo o mercado de segunda mão/desapego, ou até mesmo encarar os modelos de linha média premium, mesmo eles só sendo premium por fora, e não por dentro. Acho que passou da hora de alguns fabricantes repensarem suas estratégias, pois o mercado está no limite, e a relação custo-benefício não se sustenta mais. E esse é um dos fatores que mais contribui para o sucesso ou fracasso de um determinado produto.

Por que a Xiaomi poderia ter aborrecido a Samsung na MWC 2016?

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Durante o evento de apresentação do Xiaomi Mi 5, havia a clara impressão que Hugo Barra nos surpreenderia a qualquer momento com um algum tipo de ‘One More Thing’. Isso estava bem claro. A tampa traseira com cristal curvado foi uma mostra que a Xiaomi não está para brincadeira.

Na verdade, eles queriam dizer “Olha, Samsung, nossa curva sim é real, nada de bordas retas”.

Não disseram com essas palavras, mas a imagem abaixo não deixa dúvidas: a Xiaomi quer se comparar com os coreanos. Mas… o que teria acontecido se a tela do Mi 5 também tivesse bordas curvadas?

Talvez a Samsung estaria envolvida em um sério problema.

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A Samsung tem hoje uma carta debaixo da manga, e ela ainda mantem com essa carta o jogo a seu favor. É a única capaz de fornecer um smartphone com design realmente futurista, se destacando dos demais, empenhados em fazer do alumínio com bordas polidas um novo padrão que aos poucos deixa de lado o plástico, que incomoda muita gente.

Seja pelo poder econômico, capacidade de produção ou, quem sabe, por causa das patentes, a Samsung é há pelo menos um ano o único fabricante que conseguiu que um smartphone com tela curva vingasse no mercado (ninguém se lembra do BlackBerry Priv). Mas… e se eles perdessem essa exclusividade?

 

Aqui é onde parecia que a Xiaomi estava prestes a entrar. O vídeo de apresentação do Mi 5 teve momentos que não estava claro se eles estavam mostrando a tela ou a tampa traseira, e todos começaram a pensar na Samsung. O lançamento de um ‘Mi 5 Edge’ teria sido um golpe duríssimo para os coreanos, que precisam melhorar as vendas de seus smartphones premum, que estão estancadas pela maduração da linha média e pelo crescimento das marcas chinesas.

De qualquer forma, a Xiaomi ainda causará danos colaterais com o Mi 5. Basta compará-lo com o Galaxy S7 com tela plana para ver que os dois modelos estão no mesmo nível, onde a grande diferença está no preço (235 euros do Xiaomi Mi 5, contra o Samsung Galaxy S7, que custa 719 euros).

A Xiaomi teria que começar a comercializar o seu smartphone em muitos países para poder alcançar a Samsung, mas não resta dúvidas que. no papel, o Mi 5 é tão capaz quanto o Galaxy S7. Restam dúvidas sobre o seu desempenho fotográfico, mas em linhas gerais estamos diante de um smartphone que rapidamente vai chamar a atenção dos usuários com um espetacular preço de 235 euros.

Na China, o caos reina nos escritórios da Xiaomi, uma vez que no momento em que esse post foi produzido já haviam sido feitas no país 10 milhões de reservas do Xiaomi Mi 5, e isso em apenas dois dias.

Será que em algum momento a Xiaomi vai lançar um telefone com tela curvada? O que teria acontecido se um ‘Mi 5 Edge’ tivesse sido anunciado. Certamente a Samsung está fazendo essas mesmas perguntas.

Estamos levando mais tempo para trocar de smartphone

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Durante os últimos dias, tivemos mais uma edição da Mobile World Congress em Barcelona (Espanha). A edição de 2016 da MWC foi uma das mais importantes dos últimos anos, uma vez que pelo menos dessa vez nos tivemos dois protagonistas fortes no evento: Samsung e LG, com os seus novos Galaxy S7/Galaxy S7 Edge e LG G5. Esses dois fabricantes (e os demais) contam com um ritmo de renovação de dispositivos que é anual. Porém, os usuários não estão mais acompanhando essa velocidade.

Apenas os geeks realmente convictos e endinheirados trocam os seus smartphones todos os anos. Teve um tempo da minha vida que eu trocava de smartphone a cada seis meses. Agora, esse ritmo desacelerou drasticamente para 18 meses. Basicamente o ciclo de vida imposto pela Google para manter a atualização de um dispositivo, algo que no meu caso já está próximo, já que a Motorola (ao que tudo indica) vai deixar o Moto Maxx abandonado no Android 5.0.2 (apesar do update para o Android 6.0 Marshmallow já estar garantido).

De qualquer forma, não vou falar por mim. Vou falar de uma tendência de comportamento que está atingindo a maioria das pessoas, e nem falo dos heavy users. A maioria das pessoas que eu conheço não estão mais trocando os seus smartphones com a mesma frequência que acontecia em um passado não muito distante. E não necessariamente os motivos estão relacionados à crise econômica que o Brasil passa. Bom, quero dizer, também tem isso. Mas não é o motivo principal.

Para começar, fabricantes e operadoras de telefonia estão oferecendo uma quantidade menor de modelos e alternativas, até mesmo sentindo esse momento de saturação do mercado, onde as pessoas já fizeram os seus investimentos, estão com suas opções feitas, e não pretendem se desfazer delas até que o seu dispositivo fique em um estado semelhante ao que vemos na foto que ilustra esse post. Antes disso, a pessoa vai usar até acabar. O que pode demorar, uma vez que temos smartphones mais resistentes e com melhor qualidade nos materiais.

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Além disso, o usuário médio tem hoje a clara percepção que, nos últimos tempos, os smartphones não avançaram tanto na sua evolução. Sabe, temos melhorias nos processadores, sensores de câmera, na tela, maior quantidade de RAM… mas nada que realmente pontue como diferencial essencial que justifique a troca. A não ser que o seu smartphone foi adquirido em 2012 ou 2013, pois aí você já está pelo menos três gerações defasado na evolução tecnológica, e até mesmo para usar os recursos conectados de hoje você teria a sua vida bem complicada.

A tendência do “eu resolvi esperar” é mundial. Países como Estados Unidos, França ou Grã-Bretanha também observam uma maior vida útil dos smartphones, onde os ingleses são os mais calmos. Por outro lado, dois países viram o seu tempo de substituição cair. Um deles é a China, que depois de um aumento em 2014, voltou a cair para abaixo dos 20 meses em 2015. Isso pode ser explicado pelas recentes aberturas naquele país em relação ao mercado, com a Apple comercializando oficialmente seus produtos no país. Sem falar que aquele é um mercado muito cobiçado por todos, o que estimula a competição e, consequentemente, um maior fluxo de alternativas para o consumidor.

O outro país é a Itália, em um caso mais raro ainda, pois o tempo de substituição de dispositivos está abaixo de 18 meses. Sem uma explicação muito clara do por que isso está acontecendo.

Quem mais sofre com isso são as lojas de vendas de smartphones, que não passam por um bom momento. Não ajuda em nada a notícia da chegada do eSIM (ou SIM virtual), o que deve reduzir ainda mais o fluxo de clientes nas lojas físicas das operadoras, já que não será necessário passar por elas para realizar uma eventual portabilidade. Some tudo isso ao fato que demoramos mais e mais para trocar o nosso smartphone, e o futuro parece ser complicado para esses estabelecimentos.

E você? Quanto tempo está levando para trocar o seu smartphone?

Bancada de Testes | LG K10

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No dia 16 de fevereiro, eu estive em São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil, para o evento de lançamento de sua nova série de smartphones, a série K. Essa série é composta pelos modelos LG K10, LG K8 e LG K4. E a LG decidiu oferecer para os presentes uma unidade do seu modelo mais completo, o LG K10, que chega na bancada de testes para um futuro review no TargetHD.net.

Dessa vez, a LG caprichou na oferta do kit de testes, deixando o mesmo em uma caixa de madeira, e protegido por um cadeado. Algo que mostra que eles querem mesmo “partir para o novo”. Faz tempo que não vejo um fabricante ter tanto cuidado para com a empresa na hora de apresentar um dispositivo. E olha que estamos falando de um produto de linha média.

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Sim… para quem ainda tinha dúvidas que eu recebia produtos de assessoria de imprensa… acho que essa caixa elimina todas as dúvidas pendentes…

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O lance do cadeado foi excelente. Gostei dessa sacada. Até porque vou aproveitar esse cadeado para o meu uso pessoal (menos uma chave pequena para perder em viagens).

O modelo que recebi da LG está na cor azul, o que me agrada muito. Particularmente, eu evito dispositivos na cor branca. A dificuldade em manter um produto de tecnologia em bom estado é relativamente grande. Sempre dependemos de cases e películas protetoras de tela. Agora, imagine quando o seu acabamento é em uma cor que é altamente propenso a ficar encardido rapidamente?

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Uma das coisas que me chamou a atenção positivamente no LG K10 foi essa parte traseira, com um acabamento em relevo. Ele oferece mesmo um agarre mais firme ao dispositivo, o que é bem vindo para o seu público-alvo (os mais jovens, mais propensos aos acidentes). Além disso, é um modelo leve e visualmente bonito, com um design herdado dos modelos top de linha, o que deve chamar a atenção de alguns.

Também merece destaque o fato da LG ter adotado a mesma solução de design dos modelos mais caros, ou seja, deixando os botões de liga/desliga/controle de volume na parte traseira. A identidade que deixou a fabricante com um diferencial no mercado, o que a identificava com mais facilidade em relação às demais está presente nos modelos mais acessíveis. Algo que o fabricante prometeu que faria nos últimos dois anos.

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Uma das dúvidas que pretendo responder no review do TargetHD.net é se o LG K10 é capaz de oferecer um bom desempenho para o uso diário com apenas 1 GB de RAM. Bem sabemos como o Android é um autêntico devorador de recursos, sendo um sinônimo de dores de cabeça constantes para muitos usuários. Por outro lado, esse modelo já conta com o Android 6.0 Marshmallow, onde a Google prometeu otimizar o software ao máximo para um melhor gerenciamento de recursos.

Noves fora, esse smartphone conta com a interface customizada da LG, que em modelos anteriores já se mostrou bem competente nesse aspecto, com recursos interessantes, sem exigir muito do hardware e do consumo da bateria, e com uma fluidez muito interessante. Será que a LG conseguiu a façanha de oferecer toda essa fluidez e flexibilidade com apenas 1 GB de RAM (e um processador MediaTek octa-core de 1.2 GHz)?

Só vamos descobrir no review completo, que estará disponível no TargetHD.net em alguns dias.

Vídeo de primeiras impressões do LG K10 a seguir.

Por que os estados da Califórnia e Nova Iorque querem proibir a venda de smartphones codificados?

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O tema da privacidade volta a ficar em evidência nos Estados Unidos, um país onde as pessoas estão ficando mais preocupadas em proteger os seus dados. Na semana passada, o governo de Nova Iorque anunciou um projeto de lei que obriga a todos os fabricantes de smartphones a ter backdoors nos seus dispositivos vendidos dentro daquele estado.

Agora, o estado da Califórnia fez praticamente o mesmo, copiando palavra por palavra o projeto de lei anunciado pelo estado da Big Apple. Nos dois casos, se trata apenas de uma proposta, mas no caso de ser aprovada, empresas como Apple e Google teriam duas opções: deixar de vender os seus smartphones nos dois estados, ou instalar métodos que permitem decifrar as informações contidas no dispositivo.

No caso de Nova Iorque, a lei menciona que, a partir de 1 de janeiro de 2016, todos os smartphones que serão vendidos dentro do estado deverão contar com “as tais facilidades” para acessar o conteúdo pessoal do usuário, como contas bancárias, locais visitados via registro de GPS, chamadas e mensagens recentes e informações de contatos, assim como fotografias e contas de e-mails.

Ou seja, o fim da privacidade como um todo, basicamente. O pesadelo de todo paranoico. Ou reservado. Ou qualquer um mais preocupado com a privacidade, o que não é um crime nenhum.

O mais sério do assunto na lei de Nova Iorque é que a iniciativa já passou pelos dois primeiros filtros legais, e se encontra nas mãos da assembléia legislativa, que vai decidir se ela vai passar ou não ao senado para a sua aprovação. Os moradores do estado poderão acessar a página do senado e votar para que os legisladores conheçam a opinião dos cidadãos.

No caso da Califórnia, o membro da assembleia Jim Cooper apresentou a sua proposta de lei, que no mesmo caso de Nova Iorque, exige que fabricantes, prestadoras de serviço ou desenvolvedores dos sistemas operacionais, tenham a capacidade de decifrar e desbloquear equipamentos de comunicação móvel no caso de que a lei assim exija.

Diferente de Nova Iorque, na Califórnia a lei se aplicaria em dispositivos vendidos a partir de 1 de janeiro de 2017. Qualquer smartphone vendido no estado depois dessa data que não puder ser decodificado, terá uma multa de US$ 2.500 para o fabricante ou responsável do software.

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De acordo com as palavras de Cooper, esta medida obedece ao que a polícia pede, por não poder fazer o seu trabalho de forma correta, por conta das empresas de tecnologias bloquearem a aplicação da lei. Nos Estados Unidos, os juízes podem ordenar o bloqueio de contas bancárias ou ordens de registro em casos suspeitos, mas por mais incrível que pareça, não existe uma maneira de ordenar que acesse a informação contida em um smartphone.

Obviamente isso é um grave problema para empresas como a Apple, que já esclareceu por diversas ocasiões que o iOS possui codificação que nem a Apple pode romper. O mesmo vale para a Google, que nas mais recentes versões do Android, conta com codificação para os dados armazenados no dispositivo.

O mais curioso é que, se a lei for aprovada no estado da Califórnia, Apple e Google não podem vender os seus dispositivos dentro do estado onde se encontram os seus respectivos quarteis generais. Agora o próximo passo é esperar a decisão do comitê no caso da Califórnia, enquanto que em Nova Iorque tudo recai sobre as mãos da assembléia legislativa.

Já pensou se a moda pega?

Pregnancy Pro: um teste de gravidez que se conecta ao smartphone via Bluetooth

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O Pregnancy Pro é desenvolvido pela empresa norte-americana Chruch & Dwight, e é nada menos que um teste de gravidez que se conecta ao smartphone via Bluetooth.

O objetivo do Pregnancy Pro é oferecer para a mulher uma experiência personalizada e isenta de ansiedade, com instruções precisas e com uma espera mais amena dos minutos gastos para a produção do resultado do teste. Tudo o que a usuária precisa fazer para iniciar o processo é pressionar o único botão do Pregnancy Pro e sincronizar com o aplicativo (depois da coleta de amostra de urina, obviamente).

A partir daí, o aplicativo mostra o processo passo a passo, informando os detalhes de detecção, de modo que a usuária fica segura que os resultados são precisos. Nos três minutos que levam para exibir o resultado, o aplicativo mostra feeds de notícias ou conteúdos multimídia relaxantes. Se o resultado é positivo, o aplicativo oferecerá uma data aproximada para o parto, e uma lista de perguntas que a mulher pode fazer ao ginecologista. Se o resultado for negativo, o app oferece conselhos para aumentar as chances de gravidez.

A Chruch & Dwight garante que o aplicativo não coleta nenhum tipo de informação pessoal, e para aumentar a privacidade, a usuária recebe um código personalizado para que só ela possa acessar os resultados.

O Pregnancy Pro custa entre US$ 15 e US$ 23, dependendo do local onde será comprado.

Via First Response

Smartphones top de linha: ainda faz algum sentido?

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Acho que chegamos no momento de fazer essa pergunta de forma mais enfática e incisiva. Afinal de contas, os smartphones de linha média alcançaram um nível de excelência e relação custo-benefício muito satisfatórios, e até os modelos de entrada estão com propostas interessantes para quem quer ter o seu primeiro smartphone. Logo, por que gastar R$ 3 mil em um smartphone quando você pode gastar R$ 1.5 mil e fazer exatamente a mesma coisa?

Antes de chegar nas respostas mais óbvias (que acho que você, amigo leitor, já imaginou quais são), é preciso lembrar que os smartphones top de linha contam com uma missão muito importante: apresentar as inovações que estarão nos modelos menores nos próximos anos. Os modelos mais avançados antecipam tendências do mercado, e oferecem novas perspectivas sobre os caminhos que o setor vai tomar por conta dessas inovações.

Melhorias nas tecnologias de tela, nos sensores de câmera, no áudio, armazenamento, memória… tudo o que teremos de melhor chegam primeiro nos modelos top de linha para depois serem implementados nos modelos intermediários e (com sorte) de entrada. E essas inovações custam dinheiro, infelizmente. Sem falar que o consumidor também vai pagar pela novidade, pelo simples fato de desfrutar desses recursos antes dos demais.

Mesmo assim… não é todo mundo que precisa de inovações.

A maioria das pessoas só precisa de um smartphone que funcione. Muitos desse grupo anseiam por um produto que ofereça uma boa experiência de uso. E isso é possível encontrar em smartphones cujo preço alcança, no máximo, R$ 1.5 mil. Logo, a verdade é uma só: a grande maioria das pessoas simplesmente não precisa de um smartphone top de linha. Simples assim.

Não estou aqui pregando que não precisamos de um modelo top de linha para chamar de seu. Eu mesmo preciso, pois trabalho com tecnologia. Mas a maioria dos usuários só consomem conteúdo de mídia, navegam na internet e nas redes sociais, tiram fotos… enfim, coisas triviais que não necessariamente demandam uma elevada performance. Para esse grupo de usuários, um smartphone entre R$ 800 e R$ 1.500 satisfazem muito bem todas as necessidades implicadas nessas atividades.

Já o usuário mais hardcore vai precisar de performance, muita quantidade de RAM e armazenamento, uma tela de alta qualidade, uma câmera com um sensor poderoso, entre outros itens. Para esses, um modelo mais poderoso é algo necessário, já que não é qualquer modelo que vai satisfazer.

No final, tudo culmina para o “qual é o melhor para você”, e não aquilo que o mercado determina. Nós, que escrevemos sobre o assunto e testamos os produtos, só podemos passar um parecer sobre as nossas impressões sobre os mesmos. Mas a decisão final sobre o que você deve ou não adquirir como seu dispositivo pessoal, só cabe à você.

As opções estão aí, e os perfis de usuário estão bem delimitados. Basta você pegar as informações que tem (e que nós passamos) e optar pela melhor opção.

Para você.

OUKITEL K6000, um phablet 4G com bateria de 6.000 mAh

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Os phablets se tornaram produtos muito populares no mercado de tecnologia móvel. Canibalizaram os tables e inauguraram um novo segmento dentro do setor de mobilidade. Acontece que, tal e como acontece com todo e qualquer produto, serviço (ou, nesse caso, categoria de produto) que está em evidência, os phablets estão supervalorizados, com os modelos de maior destaque contando com preços elevados e proibitivos para a maioria dos consumidores.

Felizmente, algumas alternativas contam com preços competitivos, especificações equilibradas para aqueles usuários que não querem gastar muito, e alguns diferenciais realmente interessantes. Uma dessas opções é o OUKITEL K6000, que é um dos produtos que a Gearbest disponibiliza para compra, com envio para o Brasil com frete grátis. Este é um modelo que não se limitou a ser apenas um phablet. Ele oferece adicionais que o colocam como um ponto fora da curva no mercado intermediário de smartphones.

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O modelo é desbloqueado, e compatível com redes de telefonia de todo o planeta. Ou seja, mesmo sendo vendido lá fora, você pode adquirí-lo que ele vai funcionar com as redes de telefonia móvel do Brasil (em 2G, 3G e 4G). O OUKITEL K6000 possui uma tela de 5.5 polegadas (720p), processador MediaTek MTK6735 quad-core 64 bits de 1.0 GHz, GPU Mali-T720, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento, câmeras de 8 MP (com interpolação de 13 MP) com foco automático e 5 MP, sistema de recarga rápida OTG, entre outros recursos.

Além disso, o OUKITEL K6000 possui sensores de proximidade e luminosidade, além de Bluetooth 4.0, GPS, slot para chips Dual SIM (em standby mode).

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Mas um dos principais atrativos do OUKITEL K6000 é a presença de uma bateria com nada menos que 6.000 mAh de capacidade (por isso o “K6000” do seu nome). Não só pela grande capacidade e autonomia de uso prometida, mas também pelo fato que você pode usar a bateria do smartphone como bateria externa para recarregar o seu smartphone secundário, ou outros dispositivos compatíveis.

Ou seja, apesar de ser um dispositivo relativamente desconhecido para o grande público brasileiro, o OUKITEL K6000 pode sim chamar a atenção de muitos que sempre sonharam em ter um phablet, mas não estavam dispostos a pagar os elevados preços cobrados por marcas consagradas. Além disso, é o sonho de consumo para quem sempre sofreu com os problemas de autonomia de bateria.

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A Gearbest possui vários outros smartphones disponíveis para venda, com envio grátis para todo o planeta. Você pode encontrar outros modelos clicando aqui.

Gionee Pioneer P3S, smartphone Android Lollipop quad-core

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A Gionee apresentou um novo smartphone Android para o mercado indiano, o Gionee Pioneer P3S.

O Gionee Pioneer P3S é um smartphone com o sistema operacional Android 5.1 Lollipop, que pesa 161 gramas, mede 11.2 mm de espessura, tem tela de 4.5 polegadas (854 x 480 pixels) FWVGA, processador quad-core de 1.3 GHz, 1 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 32 GB).

O modelo vem com slot dual SIM, câmera frontal de 0.3 MP, câmera traseira de 5 MP com foco automático e flash LED, rádio FM e bateria de 2.000 mAh. Por ser um modelo mais simples, possui conectividade 3G HSPA+, WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.0 e GPS. Por fim, o modelo recebe a interface Amigo UI 3.1 por cima do Android Lollipop.

O Gionee Pioneer P3S está disponível por um preço sugerido de apenas US$ 90.

Via FoneArena

Bancada de Testes | Quantum Go

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Faz mais ou menos uma semana que estou testando o Quantum Go, um dos lançamentos recentes no mercado de smartphones. O review deve ir ao ar no TargetHD.net na semana que vem. Mas posso dizer que as primeiras impressões sobre o dispositivo são simplesmente excelentes.

O modelo é uma parceria da Quantum, startup criada por funcionários da Positivo Informática com a própria Positivo, que oferece o suporte técnico em cima do conceito criado por eles. A ideia aqui foi oferecer um smartphone “BBB” (bom, bonito e barato), com um design de dispositivo premium, especificações bem ajustadas e um preço muito competitivo.

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Não só eu, mas os colegas blogueiros e jornalistas de tecnologia afirmam que o objetivo aqui foi alcançado. A primeira impressão que tive do Quantum Go era de um produto muito bem resolvido em termos de design, apesar de muita gente afirmar que ele é parecido com alguns modelos da Sony, e eu concordo. Mesmo assim, o modelo mantém uma identidade própria, e a qualidade final do produto pode suplantar qualquer tipo de comparação.

Sem falar no acabamento, que realmente lembra o de modelos que são relativamente mais caros (entre R$ 1.000 e R$ 1.300). A Quantum acertou em cheio na proposta de oferecer um dispositivo que tenha esse cuidado na qualidade final, mas com um preço que se ajusta ao bolso da maioria dos brasileiros.

Aliás, você sabia que o brasileiro médio paga em torno de R$ 600 em um smartphone novo? É mais ou menos o preço do Quantum Go. Leve isso em consideração.

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O cuidado da empresa em oferecer uma maior qualidade também pode ser vista nos pequenos detalhes. Botões bem posicionados, slots para SIM cards e microSD com acesso fácil, bordas com acabamento metalizado… tudo isso indica claramente a importância que a Quantum deu para esses aspectos que só enriquecem a qualidade do produto.

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Mais um ponto positivo para o Quantum Go é o seu equilíbrio de hardware e software. Obviamente, o dispositivo não é um top de linha, mas é um modelo com especificações técnicas equilibradas o suficiente para oferecer uma boa experiência de uso. O Android Lollipop presente nesse smartphone está com um desempenho muito limpo, sem arrastos e engasgos. E a Quantum já garantiu a atualização para o Android Marshmallow no futuro.

Ainda é preciso testar mais a fundo a qualidade das suas câmeras em diferentes condições de luminosidade, mas já posso afirmar que o Quantum Go tem uma qualidade final de imagem no mínimo similar ao dos seus principais concorrentes do mercado. Nesse aspecto, dentro da sua faixa de preço, ele está dentro da média. Ou oferece o suficiente para você compartilhar as imagens registradas nas redes sociais sem passar vergonha.

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Como disse antes, o review completo do Quantum Go será publicado no TargetHD.net na próxima semana. Mas pelas primeiras impressões, já posso dizer que estamos diante de um dos melhores lançamentos de smartphones Android em 2015. Não por ser um top de linha, mas justamente por ser uma proposta muito equilibrada, oferecendo boas surpresas para o público-alvo desse produto.

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