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A Apple publicou o seu informe sobre diversidade, apresentando estatísticas sobre as diferentes etnias presentes no seu grupo de funcionários, assim como a porcentagem entre homens e mulheres.

Há tempos o setor de tecnologia é acusado de ser machista pela pouca presença de mulheres nessas empresas, principalmente nos cargos de diretoria. Também existem acusações de racismo, uma vez que a maioria das pessoa vinculadas ao setor são brancas. Não vou aqui entrar no mérito do fundamento dessas teorias, mas são debates que existem e devem ser debatidos.

Tim Cook disse que a Apple ‘estava trabalhando duro para expandir seus esforços em recrutamento, e continuam contratando pessoas de grupos que hoje estão pouco representados na indústria.’

Dito isso, a Apple contratou 11 mil mulheres em 2014, contra 6.500 no ano anterior nos Estados Unidos. Contratou 50% a mais de afro-americanos e 66% a mais de hispânicos no mesmo período. Hoje, 70% do grupo dos funcionários da Apple são homens, e 55% do total dos funcionários são brancos. Com o fim de melhorar a diversidade, a Apple decidiu apoiar as universidades que historicamente contam com estudantes negros e outras raças desfavorecidas.

Porém, outras empresas colocaram metas mais concretas. A Intel pretende alcançar uma ‘plena representação a todos os níveis’ em 2020, contando com 3.3% a mais de pessoas de grupos menos representados em 2015. Outras empresas como Pinterest, eBay e Yahoo também contam com projetos de igualdade de gênero, e já contam com números melhores que os da Apple.

60 dos 83 executivos da Apple são homens brancos, e apenas uma mulher, Angela Ahrendts, é diretora. Tim Cook reconhece que ainda tem muito trabalho a ser feito nesse sentido, mesmo avaliando de forma positiva os números publicados hoje.

Via Engadget


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