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Quem diria… o “killer app” do Apple Watch é a quantificação pessoal

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Poderia parecer que o Apple Watch foi um pequeno fracasso da Apple, mas os números mostram o contrário.

O Apple Watch transformou a Apple na segunda empresa do mundo em receita no mercado de relógios, ficando atrás apenas da Rolex.

Isso não isenta o produto das críticas como falta de foco ou não contar com um “killer app” que justificaria sua compra. Mas o lançamento do Apple Watch Series 2 pode mudar tudo, por conta de uma mudança de foco radical da Apple.

Deixou de lado os aplicativos para oferecer um alucinante quantificador pessoal.

 

WatchOS 3 deve ajudar e muito

 

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Em junho, a Apple antecipou na sua conferência para desenvolvedores como a nova versão do seu software para seu smartwatch dava um importante passo adiante em várias áreas.

O WatchOS 3 é muito mais rápido, principalmente na inicialização dos aplicativos, mas já aponta para o maior foco da quantificação da nossa atividade física através de novas esferas.

À isso, unimos outra das novidades do sistema operacional: a Activity Sharing, que compartilha nossos avanços nessa atividade física com nossos contatos.

Melhorias de hardware dedicadas à atividade física no novo Apple Watch Series 2

 

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A apresentação do Apple Watch Series 2 deixou claro que pouco mudou no design do produto, apesar do novo modelo ser um pouco mais espesso, e por bons motivos.

Uma bateria maior e a integração do sensor de GPS tornam o produto mais relevante para os esportistas. Além disso, o processador do novo relógio é mais potente e conta com um acelerômetro que também amplia as possibilidades de quantificação pessoal.

Por fim, a Apple adicionou a resistência à água, o que o torna especialmente interessante para os adeptos dos esportes aquáticos, especialmente no caso da natação.

 

Fitbit e os demais deveriam ficar preocupados

 

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Até o momento, o Apple Watch parecia estar em outra escala de dispositivos, e a própria Apple deu muita ênfase nos aplicativos e notificações como diferenciais do seu smartwatch.

Agora, o cenário claramente mudou. De repente, a Apple orienta seu relógio especialmente para um público cada vez mais preocupado com o tema da atividade física. Se você é um esportista ou não, ter um Apple Watch oferece um plus em relação aos outros relógios inteligentes.

Isso pode ser um problema para os fabricantes tradicionais de pulseiras quantificadoras. A ambição da Apple é enorme, e mesmo com dispositivos mais caros que produtos da Fitbit, Garmin e Xiaomi, que apostaram pesado nesse mercado, com preços competitivos.

O Apple Watch Series 2 pode mudar tudo em um segmento que hoje os usuários podem ver com muito bons olhos o interesse da Apple por um mercado que antes era deixado em segundo plano.

Se à isso somarmos as parcerias como a feita com a Nike, temos diante de nós uma grande mudança de acontecimentos que podem impulsionar este smartwach a ser uma referência em um mercado que as pessoas ainda não investem muito dinheiro.

Não… furar seu iPhone 7 com furadeira não vai te devolver a porta de 3.5 mm

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Quando você acha que já viu de tudo nesse mundo, chega a internet e volta a te surpreender.

Um YouTuber enviou para o seu canal um vídeo onde ele garante que a porta de 3.5 mm pode ser recuperada no iPhone 7 com a ajuda de uma furadeira.

Isso mesmo que você leu…

Mais: ele não só fala como demonstra isso.

 

Estupidez no seu estado mais puro

O cidadão fez um buraco com uma furadeira na base de um iPhone 7, e depois insere um conector de fones de ouvido no buraco.

Se era brincadeira ou não, o que importa é que o vídeo viralizou rapidamente, e muita gente bem ingênua acreditou no seu conteúdo, tentando a mesma coisa e, por consequência bem óbvia, destruindo o seu novo smartphone.

O YouTuber sequer se desculpa o adverte sobre as consequências de tentativa da técnica, e nos comentários várias pessoas se queixam de ter ficado sem o iPhone depois da tentativa.

Mas… é tão óbvio que isso iria acontecer que…. francamente…

Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus deixam de lado as portas de fones de ouvido para apostar na unificação de tudo pela porta Lightning. A decisão não foi bem recebida por todos, o que fez com que alguns viessem a tentar os seus próprios métodos para recuperar a porta.

Vale lembrar que os novos iPhones contam com um adaptador para os fones de ouvido tradicionais.

Um conselho? Se você realmente não pode viver sem a porta de 3.5 mm, não compre o iPhone 7. Você não vai morrer por isso.

Vídeo a seguir.

 

 

Via Staff.coYouTubePhoneArena

Por que HTC, Sony e, LG continuam no mercado de smartphones? Não é melhor fugir enquanto é tempo?

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A concorrência é feroz no segmento dos smartphones, e empresas como HTC, Sony ou LG mantém suas apostas ano após ano, mesmo com a realidade berrando para que eles se retirem. Não lucram com o setor, logo… por que tanto esforço?

É a pergunta que muitos se fazem para fabricantes que há muito tempo tentam recuperar uma posição que parece ser impossível de ser recuperada. Hoje, só Apple e Samsung lucram com o setor, os fabricantes chineses são uma incógnita mesmo com o seu crescimento, e as cotas de mercado deveriam convencer HTC, Sony e LG de tomar uma decisão.

Fugir enquanto é tempo pode ser uma vitória em alguns casos. Mas por algum motivo, eles não desistem.

 

Os números são frios e (muito) cruéis

 

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Os números não mentem. O segmento de smartphones é mais disputado do que nunca, e os fabricantes tradicionais não só tiveram que se adaptar ao domínio absoluto de Apple e Samsung, ma tiveram que enfrentar o sucesso dos fabricantes chineses.

Xiaomi, Oppo, Huawei, Vivo ou ZTE se transformaram em gigantes de vendas na China, e a aparição desses concorrentes fez com que a relevância dos líderes do passado fosse dizimada. As cotas de mercado de LG, Lenovo/Motorola, Sony e HTC só caíram nos últimos anos, e isso tem um efeito direto nas suas perdas por dispositivo e suas porcentagens de perda em relação aos trimestres anteriores.

Os dados das empresas chinesas são um grande mistério. A Xiaomi, que parecia ser a grande protagonista há dois anos, viram suas vendas caírem em 2015, e outros fabricantes chineses se aproveitaram disso.

 

Até quando eles vão querer perder dinheiro?

 

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Os números mais uma vez tornam a pergunta inevitável.

A LG é o caso mais crítico: vendem 18,5% dos dispositivos que a Samsung vende em unidades, mas não para de perder dinheiro. Por SETE TRIMESTRES CONSECUTIVOS!

Mesmo assim, é uma das empresas mais corajosas na hora de apresentar novidades. Mas… até quando eles vão recusar a realidade dos números?

A Sony por exemplo centrou seus esforços nas linhas média e alta, e não adiantou de muito: há dois meses vimos como sua divisão móvel tem resultados sofríveis.

A HTC é outra que não vai nada bem, e isso porque eles lançaram o seu melhor smartphone em anos. Mas segue lutando também na média, lançando novos modelos da linha Desire.

Sobre a Microsoft? Sem comentários…

 

O lucro sempre esteve entre os tops de linha

 

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Um dos dados mais alarmantes está no fato que o crescimento em vendas caiu de forma mais ou menos sustentável desde 2011. Os mercados emergentes que pareciam ser a grande oportunidade para vários fabricantes nas linhas de entrada demonstrou não ser algo tão relevante assim.

A linha premium está saturada. Aqueles que podiam comprar smartphones caros já o fizeram, mas agora já não tem novos mercados para vendas nos países emergentes. Tanto, que Estados Unidos, China e Europa Ocidental não só podem enfrentar novas desacelerações nas vendas, como também redução em volume, de acordo com a IDC.

Muitos justificam que, hoje, um smartphone de linha média é o suficiente para 99% da população. A linha média virou uma Terra de Ninguém, e todos os fabricantes Android já se deram conta que cada vez se ganha MENOS dinheiro com esses modelos.

A coisa muda quando falamos dos modelos top de linha. Os lucros dos fabricantes estão aqui, com margens muito maiores, onde Apple e Samsung são as claras forças dominantes. Poucos podem competir com seus dispositivos estrela, e isso com os modelos top dos demais fabricantes cumprirem todos os requisitos para competir nesse segmento.

Dado que nem Sony, nem LG, nem HTC (nem qualquer uma) pode competir nesse mercado, muitos esperam que alguma delas (ou todas) anunciem em algum momento a sua saída do segmento de smartphones. É muito sacrifício, demanda de recursos, tempo e dinheiro investido para ver os lucros indo para a Apple e Samsung.

O segmento de smartphones está em perigo: menos fabricantes fazem com que exista menos concorrência, mas é fato que os fabricantes não podem perder dinheiro indefinidamente.

New AirPods, by Conan O’Brien

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A zoeira não tem limites. E não deve ter mesmo. Principalmente no mundo da tecnologia.

Conan O’Brien pensou o mesmo que muita gente, e decidiu repaginar o comercial dos novos AirPods da Apple.

O pensamento coletivo foi “são fones de ouvido sem fio e, dependendo da sua empolgação, as chances de você perder esses fones são enormes”.

Então… preciso mesmo explicar mais alguma coisa?

Veja o vídeo, e divirta-se! Afinal de contas, é bem engraçado ver alguém tirando o sarro de um produto caro, que muita gente vai perder por conta da empolgação ao som da música.

 

iPhone 7 Plus: a estreia da câmera dupla e novos recursos

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O novo iPhone 7 Plus manteve o design da versão anterior, mas repete a remoção do conector para fones de ouvido, incluiu a resistência à água e outras novidades. Mas o grande diferencial desse modelo é a câmera traseira com dois sensores.

O corpo metálico é relativamente mais grosso (7,3 mm) e consideravelmente mais pesado (188 gramas), com as faixas das antenas bem visíveis. Novas cores estão disponíveis, incluindo um negro brilhante muito chamativo.

O iPhone 7 Plus é um smartphone que pode ser molhado, já que conta com a proteção padrão IP67. Além disso, um segundo alto-falante na parte inferior oferece um som estéreo melhorado, no local onde antes estava o conector para fones de ouvido.

 

A nova câmera do iPhone 7 Plus

 

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O novo iPhone entra na lista de outros dispositivos que apostam nessa solução. No caso desse modelo, o duplo sensor servirá para dar um zoom de dois aumentos sem perda de qualidade, do tipo ótico, ao usar duas lentes para conseguir isso. Também é possível obter um zoom digital de 10X.

Os dois sensores são de 12 MP (f/1.8), com estabilização ótica. novo ISP da Apple, lente de seis elementos e novo flash com quatro LEDs para um brilho 50% maior.

A câmera frontal agora possui 7 MP (f/2.2), e conta com flash Retina com a ajuda da tela do smartphone e gravação de vídeos em 1080p.

A tela continua a ser de 5.5 polegadas (IPS, 1080p, 401 ppp). Seu processador é o novo chip A10 quad-core, co-processador M10 e uma nova GPU. Sua bateria tem uma autonomia de bateria prometida de duas horas a mais do que o modelo anterior, mas sem o modo de recarga rápida.

O novo iPhone 7 Plus chegará ao mercado no dia 16 de setembro, com preço inicial sugerido de US$ 749. Estará disponível em versões de 32 GB, 128 GB, 256 GB.

 

iPhone 7: resistente a água, novas cores, sem fones de 3.5 mm…

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Habemus iPhone 7.

Um novo smartphone, que dessa vez apresenta diferenças substanciais com o iPhone 7 Plus. As mudanças são importantes, e que podem afetar o bom humor de alguns usuários, mas satisfazer outros tantos que visam estar um passo adiante nos aspectos tecnológicas.

O novo iPhone 7 não muda muito na sua estética em relação ao iPhone 6s, mas traz como principais novidades a retirada do conector de 3.5 mm em lugar dos fones com conector Lightning, além da chegada da resistência à água e uma nova câmera de fotos que visa recuperar  terreno aos concorrentes.

Um iPhone que agora pode molhar

O iPhone 7 agora conta com resistência IP67, por conta de um novo design.

O botão iniciar é mais integrado, sem partes mecânicas e acionado com o tato, com o uso da tecnologia Taptic Engine. Lembra a tecnologia das click wheels dos primeiros iPods, permitindo diferentes ações de acordo com a pressão ou toques.

 

Fim dos conectores de 3.5 mm

 

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O iPhone 7 não é o primeiro a remover os conectores para fones de ouvido, mas é o primeiro de grande consumo a fazer isso.

A conectividade Bluetooth será a base de comunicação entre os fones de ouvido e o iPhone 7. Com isso, muitas marcas devem oferecer acessórios para o dispositivo em breve. A própria Apple inclusive, com os novos Airpods, fones compactos que prometem várias melhorias em relação aos modelos anteriores, compatível inclusive com o Apple Watch para ouvir músicas.

Tela mais brilhante, com melhor reprodução de cores

 

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A tela do iPhone 7 é 25% mais luminosa, facilitando a visualização em ambientes externos, além de uma reprodução de cores mais ampla. Segue com a tecnologia 3D Touch, que vem melhorada com o iOS 10.

O novo sistema operacional móvel será gerenciado pelo chip Apple A10 Fusion quad-core, que vem acompanhado de melhorias no processador gráfico, cuidando do consumo de bateria e do desempenho geral.

 

Uma nova câmera para o iPhone 7

 

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A câmera do iPhone 7 não é tão inovadora como a do iPhone 7 Plus, mas melhora em aspectos onde o iPhone 6s ficou bem atrás.

A luminosidade melhorou, temos finalmente um sistema de estabilização ótica no modelo menor, e sua abertura passa a ser de f/1.8.

O sistema ótico será composto agora por seis elementos, desenvolvido pela própria Apple. O sensor se mantém com 12 MP, mas com um foco muito mais rápido. O flash agora é composto por quatro LEDs do tipo True Tone, e oferece até 50% a mais de luz.

A câmera frontal também melhorou substancialmente, com um sensor de 7 MP.

O novo iPhone 7 chega ao mercado no dia 16 de setembro, com preço inicial sugerido de US$ 649. As versões disponíveis são de 32 GB, 128 GB e 256 GB.

 

iPhone 7 e iPhone 7 Plus vazaram no site da Amazon

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Já podemos dar como reais os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

Os dois modelos vazaram no site da Amazon dos Estados Unidos, com cases, acessórios e fones de ouvido para o citado modelo.

Já podemos afirmar também que o iPhone 7 contará com uma única câmera, enquanto que o iPhone 7 Plus terá dois sensores. Também está confirmado o desaparecimento da porta de 3.5 mm.

Por fora, o smartphone é bem parecido com o iPhone 6s, o que confirma os rumores anteriores, e aumenta as chances das grandes mudanças acontecerem em 2017, nos 10 anos do iPhone.

O iPhone 7 e iPhone 7 Plus serão anunciados daqui a pouco.

Via Twitter (John Colucci)Gizmodo

 

 

O que eu espero do iPhone 7

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Depois de meses de espera e rumores de todos os tipos, falta pouco para a Apple revelar o novo iPhone 7, produto chave para as vendas da empresa no final do ano.

Tudo indica que não veremos grandes mudanças de design (reservadas para 2017, ano dos 10 anos do iPhone) mas podemos ver novidades importantes no seu hardware.

Esse post mostra o que eu espero do iPhone 7.

 

Um iPhone mais potente

 

Um iPhone é sempre eficiente: apesar de contar com processadores mais lentos e com menos núcleos que a concorrência, os chips desenvolvidos pela Apple oferecem um ótimo desempenho. A otimização do software tem muito a ver com esse resultado, mas é justo reconhecer que poucas empresas são capazes de dar saltos de qualidade versão após versão.

O iPhone 7 vai estrear o processador Apple A10, que mantém a arquitetura de núcleo duplo a 2.4 GHz, que devem oferecer um desempenho até 35% melhor do que o modelo anterior. mas ainda abaixo dos novos tops de linha da Samsung. Na RAM, o modelo básico teria 2 GB, enquanto que o modelo Plus alcançaria os 3 GB.

 

Um iPhone que pode molhar (um pouco)

 

Antes tarde do que nunca. Tudo indica que o iPhone 7 contará com a certificação IPX7, garantindo a proteção contra gotas d’água, chuva, neve ou poeira, além de imersões de até um metro por 30 minutos. A experiência com o chassi do Watch pode resultar em um iPhone mais resistente, mas não submergível.

 

Adeus ao conector para fones de ouvido

 

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Faz tempo que a decisão de remover o conector de fones de ouvido foi tomada na Apple, e o conector Lightning é o substituto ideal. Por isso, será necessário usar adaptadores para os fones que temos hoje. Ou a alternativa é se esquecer dos cabos através dos AirPods sem fio, que podem vir de série nos modelos Plus.

 

32 GB para começar (finalmente)

 

O iPhone 7 pode aposentar os 16 GB e dobrar a quantidade de RAM em todas as linhas oferecidas, com versões de 32 GB, 128 GB e 256 GB de armazenamento. Os preços finais do dispositivo não devem variar muito em relação aos atuais, de modo que a relação custo-benefício será mais equilibrada.

 

Nova câmera com lente dupla

 

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A Apple sabe que a câmera é uma variável muito importante nos seus smartphones, e quer dar um grande salto nesse sentido. O iPhone 7 deve estrear uma câmera com dupla lente, permitindo um zoom digital sem perdas de qualidade e efeitos desfocagem, melhor comportamento em condições de baixa luminosidade e efeitos diversos, combinando várias imagens ao mesmo tempo.

Tudo indica que o modelo básico não contará com a dupla lente, mas com uma ótica melhorada, idêntica resolução e estabilização de imagem de série.

 

 

Mudanças importantes no botão iniciar

 

O novo botão de início deixa de lado o funcionamento mecânico por um sensor de pressão, para manter assim um chassi resistente à água. Apesar de não estar confirmado, aposto em algum tipo de solução háptica (similar ao do Apple Watch), para simular o toque físico do botão quando utilizado.

Como JK Scheinberg, engenheiro da Apple, foi recusado na Genius Bar

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JK Scheinberg Genius Bar

JK Scheinberg, um engenheiro da Apple, foi recusado para trabalhar em uma Genius Bar. A notícia foi destaque no The New York Times, e revela a discriminação por idade na hora de conseguir ou manter um emprego.

Genius Bar é o serviço de assistência que a Apple oferece na Apple Store, onde dúvidas ou problemas técnicos são resolvidos, equipamentos são revisados e, dependendo da avaria, até pequenas reparações são realizadas.

Poderíamos pensar que o perfil exigia alguém que saiba profundamente dos problemas de software ou hardware Apple, mas no caso de JK Scheinberg mostra que ser jovem é mais considerado para o posto. O problema de discriminação de idade se estende em diversas outras empresas de tecnologia.

 

JK Scheinberg portou o OS X em um Sony com processador Intel

 

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JK Scheinberg não é um cara qualquer. Ele é um engenheiro que trabalhou 21 anos na Apple, com participação importante na sua história.

Mais especificamente com o projeto Marklar, onde a Apple cancelou a plataforma PowerPC para adotar os chips Intel em toda a linha Mac.

Antes da mudança, diversos testes foram realizados. O mais notável foi quando JK Scheinberg “inventou” uma versão do Mac OS X par processadores Intel, em um notebook da Sony.

O mais impressionante é que o engenheiro levou apenas três horas no máximo para realizar a portabilidade.

Para o teste, foi utilizado o Sony VAIO mais caro da época, e no mesmo dia da compra o OS X já rodava sobre o VAIO.

No dia seguinte, Steve Jobs foi para o Japão para se reunir com o presidente da Sony e o passo para os processadores Intel aconteceu logo depois.

JK Scheinberg se retirou da Apple em 2008, mas logo depois se sentiu inquieto com a aposentadoria. Considerou ser um modesto técnico em uma Genius Bar. Porém, com 54 anos de idade (o dobro dos demais aspirantes ao posto), foi recusado.

Moral da história: a discriminação etária segue latente no mundo empresarial.

Via The New York Times

Apple se lembra que tem uma conta no Twitter, e decide atualizá-la

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A Apple atualizou sua conta no Twitter. Isso nem seria uma noticia se eles não fizessem isso desde setembro de 2011, quando a conta foi efetivamente criada.

O avatar e o seu fundo foram personalizados, usando o efeito bokeh adotado no convite para o evento que deve apresentar o iPhone 7 ao mundo.

A pequena mudança fez com que o número de seguidores triplicasse, com mais de 167 mil novos seguidores a mais em um curto espaço de tempo.

 

Nada mais do que se preparar para a semana que vem (valeu, Apple…)

Mark Gurman da Bloomberg aposta que esta mudança não é mais do que uma preparação da Apple para o evento da semana que vem, uma vez que a empresa pode usar a plataforma para contar tudo o que está acontecendo.

Sabemos que a Apple sempre faz streaming de vídeo de seus eventos, mas utilizar o Twitter é algo totalmente novo.

E não só o Twitter. A gigante de Cupertino renovou sua sala de imprensa online, que é de livre acesso aos interessados, mostrando agora as notas de forma muito mais visual, incluindo dados de contatos de imprensa que até agora não poderiam ser vistos.

Em resumo: mais uma distração para os fãs da empresa.

Via Twitter, AppleMark Gurman

O iPhone 7 pode mesmo decepcionar?

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Há quem diga que sim. Steve Grasso, diretor de vendas institucionais da Stuart Frankel, é o profeta do apocalipse da vez, afirmando que não só o iPhone 7 será uma decepção, como vai marcar um movimento de quedas nas vendas do smartphone da Apple que será “perpétuo”.

Palavras fortes!

Tudo bem, o momento não é o mais favorável para o iPhone. Mas não acho que o smartphone da Apple vai cair no caminho das trevas tão já. Seguindo os rumores já divulgados, ele tem muito para decepcionar (mesmo design, remoção do conector 3.5 mm). Mas, mesmo assim, também acredito que fará barulho. Para o bem e para o mal.

 

Público cativo

A base de fãs da Apple é grande demais para que o iPhone 7 passe desapercebido. Se ele vai ser mais do mesmo, aí e outra história.

Outros fatores podem contribuir para o fracasso desse smartphone além da proposta geral, e o principal deles é o preço. Em um mercado premium saturado, será necessária uma certa dose de criatividade para oferecer o novo modelo para o seu público, naturalmente.

Mas daí a dizer que a queda nas vendas será perpétua? Meio trágico demais, não acha?

O grande problema dos analistas de mercado é imporem um cenário de caos para ter ibope. Isso nem salutar é. Que dirá produtivo.

Só vou entender que o iPhone está em crise quando os números mostrarem isso de forma efetiva. Até lá, só posso mesmo esperar.

Mas se o iPhone 7 decepcionar mesmo… me procurem! 🙂

Apple explica o que é um computador em um anúncio do iPad Pro

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A Apple publicou um novo anúncio do iPad Pro, que promove sua capacidade de substituir tablets e computadores portáteis em um único dispositivo.

 

Será que a Apple sabe mesmo?

É uma publicidade semelhante à adotada pela Microsoft para promover o Surface Pro, e a mesma adotada pelos seus parceiros para promover dispositivos do tipo 2 em 1. Se esses dois produtos citados são “um PC” pela sua capacidade de uso, contando com o mesmo hardware e sistema operacional Windows, o iPad Pro se propõe em ir além disso, sendo um tablet fino, elegante  bem construído.

Porém, o iPad Pro gera dúvidas sobre seu potencial de produtividade, por contar com um hardware ARM e um sistema operacional móvel, o iOS, que não permite a execução de aplicativos do OS X/macOS. Para muitos, o dispositivo fica no meio do caminho entre um tablet e um notebook, só contando com um teclado e um lápis ótico para interação com o sistema. O iPad Pro deveria ser um 2 em 1 de verdade, ou um MacBook híbrido com tela touch e desmontável, processadores x86 e OS X.

Vale observar que já temos mais de 440 dias desde a última atualização do MacBook Pro, e muitos acreditam que a Apple simplesmente se esqueceu do que é um computador. Especula-se que veremos novos modelos em setembro, o que é necessário, já que a empresa segue perdendo terreno no setor. Sem falar nos tablets, que registrou quedas de vendas de 9,2% no último trimestre.

Vídeo a seguir.

Com 1 bilhão de iPhones no planeta… qual é o próximo passo da Apple?

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Poderia ser pior para a Apple. Analistas de mercado esperavam resultados financeiros piores e, principalmente, um desempenho de vendas do iPhone ainda pior do que os já alarmantes 23% de queda nas receitas. Logo, o anúncio da quebra da barreira de 1 bilhão de iPhones vendidos deve ser comemorado sim, mas também abre espaço para uma reflexão sobre o que a empresa deve fazer daqui para frente.

Para alguns, esse anúncio é uma forma de dizer que “está tudo bem, não há com o que se preocupar”. Para outros, é uma forma de lembrar para a própria Apple o papel que ela tem dentro do setor.

 

Chegou a hora de mudar a estratégia?

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O iPhone é responsável hoje por 57% das receitas da Apple. Logo, qualquer variação para cima ou para baixo no seu desempenho de mercado acaba afetando de forma muito sensível a condição da empresa como força dominante de tecnologia.

Obviamente, para declarar uma crise na Apple por causa do iPhone, ainda falta muito. Mas são seis meses de quedas nas vendas, enquanto que o principal concorrente (aka Samsung) registrou recordes consecutivos de vendas no mesmo período. E cito esse dado como um simples exemplo.

O objetivo final aqui não é ultrapassar a Samsung, mas sim não perder mercado para eles e, principalmente, para os outros. Os pequenos fabricantes chineses oferecem produtos muito competentes por um preço consideravelmente menor, e o consumidor parece estar menos propenso a pagar mais caro pelo “mais do mesmo”.

Logo, a Apple precisa realmente pensar em uma estratégia diferente. E em médio prazo.

O iPhone SE não foi o suficiente

O iPhone SE foi bem recebido pelos usuários que queriam ficar com um iPhone com tela de 4 polegadas. Foi um bom movimento da empresa, mas não foi o suficiente para recuperar o volume de vendas.

O fator preço entra na equação. Apenas os fãs da Apple mais convictos estão dispostos a investir o seu dinheiro em um novo iPhone. Quem não está com essa grana toda na carteira ou mantém o modelo que já possui, ou acaba indo para o outro lado da força (Android), que faz exatamente o mesmo, mas de outra forma.. E mais barato.

A pior parte é que a tendência de queda nas vendas do iPhone deve se manter, e não só para o próximo trimestre como para o ano de 2017. Com os rumores apontando para um iPhone 7 que deve ser “mais do mesmo”, a própria Apple não acredita que pode recuperar o saldo perdido com a próxima geração do smartphone.

Muitos esperam um iPhone revolucionário para 2017, ano do décimo aniversário do produto. Mas… não seria esperar demais? 15 meses de quedas nas vendas do seu principal produto pode causar estragos consideráveis. De novo: não é um cenário tão apocalíptico assim, levando em consideração a janela de tempo, uma Apple descrente para os próximos trimestres, e o dinamismo do mercado mobile.

Se nessa semana eu disse que a crise era só do iPhone e ainda não era da Apple, daqui a um ano, a conversa pode ser outra.

A crise é do iPhone, AINDA não é da Apple

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Pelo visto, o iPhone não é mais o queridinho da galera, ou o bonitinho da Bala Chita.

A Apple anunciou os resultados financeiros do seu terceiro trimestre fiscal, ou segundo trimestre de 2016, e a queda de vendas do iPhone dessa vez foi contundente: 15% a menos nas unidades distribuídas em comparação com o mesmo período do ano passado, e 23% de queda nas receitas.

O que podemos concluir com esses números? Que o iPhone está em crise. Óbvio. Mas, por enquanto, só o iPhone.

 

Ter esse peso todo para uma empresa traz consequências

Quando o iPad, o Mac ou o iPod registra quedas nas vendas, nada acontece. Quando o iPhone registra quedas de vendas pelo segundo trimestre consecutivo (e, de novo, dessa vez de forma bem acentuada), o botão do pânico é ligado.

Não é terrorismo. É fato. Estamos falando do produto que, sozinho, é responsável por 57% da receita da Apple. E nem de longe isso é pouca coisa: é mais da metade da receita de uma das empresas que mais lucram no planeta. Uma queda dessas pode gerar um perspectiva de futuro a médio e longo prazo simplesmente temerária.

Pode ser algo meio apocalíptico, mas é a mais pura verdade. Exemplos de declínio desse tipo não faltam: Nokia, Motorola, BlackBerry… tudo bem, todas empresas só de telefonia. Mas ter metade dos seus lucros dependendo de um único produto tem como consequência um comportamento mais sensível se esse produto não vai tão bem nas vendas.

A Apple afirma que o iPhone SE é um sucesso de vendas. Não duvido. Mas não é o suficiente para compensar as quedas nas vendas dos demais modelos. Sem falar que esse iPhone é mais barato que os demais.

E não é nada animador para Cupertino já receber as críticas do “mais do mesmo” que pode ser o iPhone 7 baseado nos rumores divulgados até agora.

A falta de inovação e continuísmo da Apple começa a ter consequências mais explícitas. A Apple em si não está em crise. Ainda. Receitas de mais de US$ 42 bilhões anda são elevadas demais e, mesmo com praticamente todos os segmentos de produto registrarem quedas nas vendas, as ações da empresa em Wall Street subiram 5%.

Mas isso só aconteceu porque “os resultados foram menos desastrosos que o imaginado”.

Ou seja, nos preparemos para momentos de tensão nos próximos meses para o iPhone. Esse sim está em crise. Que já começa a ser bem séria.

iPhone 4s de 16 GB, mas atualizado para 64 GB?

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Eu estou procurando um iPhone para chamar de meu. Não precisa ser novo, nem um iPhone 6 ou 6s. Me contento com um iPhone 5s ou até um iPhone 5c de 16 GB. Desde que esteja tudo em ordem, com iCloud liberado para ativação de conta, entre outros detalhes. Nessa busca, alguns “para-quedistas” acabam caindo. Com histórias inacreditáveis.

Um cidadão entrou em contato comigo para oferecer um iPhone 4s. Até aí, tudo bem. Não excluo essa possibilidade. Ele mandou fotos do produto, falou que estava “seminovo” (sempre desconfio disso de um produto com dois anos ou mais de mercado), que tinha caixa, nota fiscal, carregador… enfim, o produto estava até decente.

Até aí, tudo bem.

O problema foi quando perguntei a capacidade de armazenamento do produto. E o cidadão mandou essa pérola:

“Ele tem 16 GB, mas foi atualizado e agora está com 64 GB de armazenamento.”

Oi? É isso mesmo?

 

O milagre da multiplicação de espaço de armazenamento no iPhone

Sim. Ao que tudo indica, o amigo atualizou o seu smartphone VIA SOFTWARE, e esse software liberou o triplo de memória de armazenamento inicialmente disponível.

Tudo bem. Em partes.

Eu me lembro que em um passado não muito distante, eu escrevi um texto no TargetHD.net relatando sobre uma manobra que os chineses estavam fazendo, que era forçar uma atualização DE HARDWARE em iPhones, ou seja, eles abriam o smartphone da Apple e trocavam o módulo de memória de 16 GB para capacidades maiores, alcançando até 128 GB. A partir daí, era necessário utilizar um software específico para que o iOS reconheça o novo módulo de memória, para que tudo funcione corretamente.

Mas nunca ouvi falar sequer que a Apple instalava um módulo de armazenamento maior e acabava limitando esse espaço para os usuários, apenas por avareza. Isso para mim não faria o menor sentido: por que uma empresa colocaria de forma nativa um módulo de maior capacidade, limitando o acesso aos dados?

Seria mais caro para a empresa e para o consumidor.

Dei uma pesquisada rápida na internet e não encontrei referências sobre tal técnica. Pode até existir algo similar, ou no sistema que eu descrevi um pouco acima nesse post. Agora expandir espaço de armazenamento em um iPhone que oficialmente não possui esse espaço nativo?

Que milagre de multiplicação é esse?

Alguém pode me ajudar a esclarecer isso?