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Isso mesmo, amigo leitor. Isso vai acontecer!

Se bem que, parando para pensar de forma bem fria e realista, era algo previsível. Os patinetes elétricos melhoraram muito em um curto espaço de tempo, e o “novo normal” fará com que muitos considerem essa uma das melhores alternativas para aqueles usuários que precisam se deslocar de casa para o trabalho, mas que quer (ou precisa) manter o distanciamento social para se manter saudável.

Isso é, menos é claro no Brasil, pois o brasileiro médio é meio vândalo e desleixado. E esse comportamento destrutivo fez com que as empresas que estavam investindo nesse mercado por aqui desistisse de oferecer os seus serviços. Mas isso é assunto para outro post.

Bom, o próximo passo natural nessa lógica era o anúncio do primeiro campeonato de patinetes elétricos. A competição começa em 2021, e terá modelos que podem alcançar os 100 km/h (alguns patinetes elétricos que hoje estão no mercado já alcançam essa velocidade).

 

 

 

Como será o campeonato de patinetes elétricos?

 

A competição foi batizada como eSkootr, e pretende emular os outros campeonatos a motor que já existem, como a Moto GP, a Fórmula 1 ou a NASCAR. As provas vão acontecer em um circuito fechado, onde os pilotos vão dar voltas na pista com os seus patinetes elétricos.

A ideia do campeonato veio da cabeça do piloto de Fórmula E, o brasileiro Lucas di Grassi, em parceria com o ex-piloto de Fórmula 1, Alexander Wurz. O vídeo promocional da categoria mostra que os patinetes não são exatamente iguais aos modelos que circulam nas principais cidades do mundo, mas são imagens atraentes o suficiente para que muitos acabem se interessando pela categoria.

Chama a atenção a estética futurista e o excesso de luzes de neon dos veículos, aproximando a competição de algo mais futurista. Por outro lado, falamos a mesma coisa da Fórmula E, que conta com carros elétricos que mais parecem vindos do game F-Zero (quem teve o Super Nintendo sabe do que eu estou falando). Além disso, o design dos veículos aparenta ser mais resistente, o que é lógico quando pensamos que esses patinetes vão alcançar a velocidade de 100 km/h, o que exige uma maior segurança ao trabalhar com um motor mais potente.

 

 

Ainda não temos muitas informações sobre a competição, muito menos as equipes que vão participar da disputa. É um esporte muito novo, e fica difícil antecipar quais são as diretrizes que seus organizadores vão seguir.

O protótipo do patinete elétrico que será utilizado na categoria será revelado no final desse ano, assim como os detalhes sobre os protocolos de segurança do piloto. Esse último aspecto será muito importante, considerando a elevada vulnerabilidade dos corpos dos atletas sobre os veículos.

O foco da promoção dos patinetes elétricos nesse tipo de competição também terá um papel de conscientização sobre o seu uso nas cidades para apoiar a indústria do setor e, ao mesmo tempo, promover um sistema de mobilidade alternativa. Vamos ver como essa competição vai funcionar, mas na pior das hipóteses todos vão ganhar mais uma categoria esportiva para acompanhar corridas emocionantes com pilotos desenvolvendo altas velocidades.

É claro que eu vou ver isso de perto. Ou você acha que eu, um fã confesso de esportes a motor, iria perder uma iniciativa como essa?

 

 

Via página oficial da eSkootr


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