Nos EUA, as autoridades localizaram o assassino de uma mulher de 67 anos com a ajuda dos dados da pulseira Fitbit da vítima.

O gadget registrou um aumento de frequência cardíaca e posterior interrupção da mesma, no momento em que o suspeito, o seu padrasto de 90 anos, estaria na sua residência.

Não é difícil de imaginar que, no futuro, os wearables estejam integrados em sistemas mais amplos, emitindo alertas imediatos que ativem também a gravação por câmeras de vigilância diante de determinadas situações.

Tudo bem, esse volume de dados desperta o receio para potenciais usos abusivos. Porém, não dá para ignorar que será cada vez mais complicado para os criminosos executarem seus planos sem deixar rastros.

 

Via NYTimes