@oEduardoMoreira

Pessoal e Intransferível

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Uma casa ‘sugestiva’

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“A maldade está nos olhos de quem vê”…

Mas é fato que uma casa representa para os seus inquilinos mais do que um desejo. A empresa alemã Atelier Van Lieshout chama esta casa de ‘Domestikator’, e existe para representar o abuso de poder. Além de alguém sodomizando alguém.

Suponho que alguém que viva em seu interior não pode dizer ‘não’ para nada sem deixar o ambiente pesado, de modo que ela está projetada para viver durante um tempo sem prejuízos de ambas as partes. E sem cachorros. Seria perturbador envolver animais nessa brincadeira.

Via Incredible Things

Uma revisão nos designs mais ousados da Samsung

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A Samsung ao longo dos anos ‘brincou’ com muitos designs diferenciados para os seus produtos. Foi de modelos ‘ultra retangulares’, com projetor integrado e recentemente com tela curva. Esse post faz uma revisão daqueles produtos que mais se destacam pela suas linhas inusitadas, incluindo modelos da linha Galaxy e de outras famílias de produtos.

 

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2006: Samsung X830

O X830 era um smartphone que contava com uma dobradiça giratória, que quando fechada mostrava um simples MP3 player, mas depois de aberto, mostrava um teclado vertical de duas colunas de botões (no lugar de três), oferecendo um design esquisito e raro.

 

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2008: Samsung Cleo, Gloss e Strut

Pense em um smartphone com teclado QWERTY completo em um formato de um porta pó. Pois a Samsung fez isso, lançando três modelos para diferentes operadoras: Cleo, Gloss e Strut. Peculiar, não?

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2009: Samsung Alias 2

A Samsung apresentou com o Alias 2 um design muito peculiar, onde o teclado do tipo e-ink mudava de acordo com a atividade. O mesmo ficava oculto sob a tela, e era revelado em um movimento slide. Uma dupla dobradiça permitia utilizar o smartphone nas orientações vertical e horizontal, de acordo com a preferência do usuário.

 

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2011: Samsung Galaxy Note

A própria Samsung lembrou recentemente que quando eles apresentaram o Galaxy Note, todos estranharam, mas hoje, as 5.3 polegadas de tela são bem comuns nos dispositivos. A Samsung abriu um caminho importante no formato phablet com essa primeira geração, e foi bem sucedida na aposta. Tanto, que já estamos na quinta geração do dispositivo.

 

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2012: Samsung Galaxy Beam

Não é exatamente o smartphone mais útil do mundo, mas ao menos os coreanos tentaram se destacar com o lançamento de um telefone de linha média com um projetor integrado. O resultado foi o Galaxy Beam, modelo que não era tão ruim, mas não é conhecido por ser um campeão de vendas.

 

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2013: Samsung Galaxy S4 Zoom

Uma câmera com um telefone integrado. Ou o contrário? A Samsung tentou de novo sair da caixa com o Galaxy S4 Zoom, modelo que prometia combinar o melhor de um smartphone com o de uma câmera compacta. No final, nem o desempenho do telefone era tão bom, nem a qualidade final das fotos era a esperada.

 

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2013: Samsung Galaxy Round

A LG tem um telefone cuja curva é na orientação vertical, e a Samsung apostou na curva lado a lado. O Galaxy Round é basicamente um Galaxy Note sem S-Pen e com tela curva, com tela de 5.7 polegadas, e que jamais chegou a ser um sucesso junto ao grande público.

 

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2014: Samsung Galaxy Note Edge

E, se no lugar de uma tela toda curva, adicionarmos uma curva na lateral? Alguém na Samsung pensou nisso, e temos o Galaxy Note Edge. O modelo foi bem visto inicialmente por conta desse diferencial, já que é um aliado importante na hora das notificações. Sem falar na presença da S-Pen, aumentando a produtividade.

 

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2015: Samsung Galaxy S6 Edge

O Galaxy S6 Edge é uma evolução direta do Galaxy Note Edge. Foi apresentado na MWC 2015, captando a atenção de todos, e com razão. O smartphone não só é uma grande obra de design da Samsung, mas também um dispositivo de muito bom desempenho, com uma das melhores câmeras do mercado (para não dizer a melhor).

 

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2015: Samsung Galaxy Folder

Parece mentira, mas em pleno 2015, as pessoas seguem fascinadas pelos telefones clamshell… pelo menos na Coreia do Sul. A Samsung lançou recentemente o Galaxy Folder, um dispositivo com um certo ar retrô com Android 5.1. Uma explosiva combinação.

A Lenovo conseguiu fazer a Samsung ‘parecer uma santa’

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Sério… eu escrevi o post sobre isso hoje (14) no TargetHD, mas não consigo entender como isso está acontecendo. Na verdade, eu entendo: temos uma cópia descarada de um produto. Só não consigo acreditar (ainda) que a Lenovo vai ter coragem de se queimar dessa forma, tornando oficial o modelo Sisley, na esperança de ser chamado de ‘iPhone com Android’.

Talvez eu esteja diante da tática mais estúpida de todos os tempos. Ou a mais genial, dependendo da perspectiva. É claro que tenho que lembrar para vocês que o produto é – pelo menos por enquanto – um vazamento, ou seja, ele não é oficial, e ainda existe a chance de alguém lá dentro da Lenovo evitar que esse desastre aconteça.

E quando falo em ‘desastre’, não estou me referindo aos fatores econômicos envolvidos na questão. Falo do aspecto moral, ético e jurídico da causa. A Lenovo é livre para fazer o que bem entender. Eu não tenho ações da empresa, logo, quero mais é ver o circo pegar fogo se eles colocarem o produto no mercado. Mesmo assim, não consigo deixar de ficar incomodado com isso. Não só entendo que os problemas legais virão, mas como entendo que virão mais rápido que os asiáticos imaginam.

Senhoras e senhores, o produto é praticamente um clone do recém lançado iPhone 6 da Apple. Sobre isso, não há discussão. Nem mesmo as sutis diferenças de design (se é que elas existem) podem evitar a comparação entre os dois produtos. E, nesse caso, a cópia foi feita de forma descarada, sem medo de ser feliz.

Entendo que isso deve ter acontecido pelo simples fato de, em algum momento no passado, alguém lá dentro da Lenovo teve a confirmação que esse seria o design adotado pela Apple para o seu próximo smartphone, passou a ideia adiante para outro alguém que deve dar as ordens dentro da Lenovo, e esse alguém – de forma estúpida – deu o ‘OK’ para que o produto fosse produzido. Mais: levou o projeto adiante. Mesmo sabendo que esse era um lançamento iminente da concorrência.

Honestamente? Ainda não quero acreditar que a Lenovo vai ter a coragem de lançar o produto no mercado. Quero imaginar que alguém vai colocar a mão na consciência, e impedir que essa sandice chegue às lojas. Sim, pois se isso acontecer, será uma enxurrada de processos para cima deles. E com razão.

Dá a impressão que esse pessoal não conhece nada sobre a histórica guerra de patentes envolvendo Apple e Samsung. E olha que eu sempre achei essa disputa estúpida, pois os coreanos ao menos sempre foram discretos, adotando referências de design dos produtos da Apple, e utilizando patentes da gigante de Cupertino que eles não pagaram os devidos direitos de uso. OK, esse assunto está encerrado.

Mesmo assim, nunca vi a Samsung ir tão longe no quesito clonagem. O que a Lenovo fez – por ser a Lenovo -, se for verdade, beira o vergonhoso. Aliás, aqui nem pode ser usada a desculpa do ‘foi um acidente’, pois qualquer empresa minimamente decente não pega um projeto ‘que aparece do nada’ para adotar como um produto seu. Lembrando que não é difícil imaginar como o design do iPhone 6 foi parar nos escritórios da Lenovo – se é que foi assim que aconteceu -, uma vez que os fornecedores de componentes e fábricas que montam os dispositivos são os mesmos em muitos casos.

Sei que sou repetitivo, mas quero mesmo acreditar que esse produto jamais chegará ao mercado, que foi um equívoco, que é um fake querendo queimar a Lenovo, ou qualquer outra teoria que elimine a hipótese desse cenário ser real. Caso contrário, imagino o jurídico dos asiáticos com o tempo muito ocupado pelos próximos anos. A Samsung, por muito menos, enfrentou uma batalha judicial sem precedentes. E diante do Lenovo Sisley, a impressão que tenho é que os coreanos não foram tão copiões assim.

Até porque o clone mesmo de um produto da Apple é esse aí. Os demais são ‘referências criativas’ mesmo.

Como se obrigar a comer metade de sua refeição

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Começo da noite de domingo, e mais uma vez você está prometendo para você mesmo que amanhã (mundialmente conhecida como “segunda-feira da depressão”), você vai começar aquele regime que você sempre acaba se devendo. Aliás, como é “fácil” começar um regime: basta você dizer de forma falsa para sua mente: “ok, amanhã eu começo o regime”. Talvez você precise de uma pequena ajuda.

Vamos supor que o seu regime está calcado no fato que você vai cortar pela metade a quantidade de alimentos que você vai comer. Tudo bem. E como você vai controlar isso? Talvez esse kit Halved, criado pelos designers Jo Djauhari, Fajar Kurnia e Jeremy Chia seja a melhor solução.

Eles simplesmente cortaram pela metade (literalmente) o prato, a xícara e o potinho de sobremesa, para que você seja obrigado a inserir exatamente a metade de comida que você normalmente come. Você até pode tentar lotar esse meio prato de comida, mas esteja certo que, mesmo assim, você só vai comer a metade de um prato lotado (supondo que você poderia muito bem lotar um prato inteiro de comida, e mandar o seu plano de regime para o espaço). E nessa manobra simples, você já tem algum ganho no seu objetivo de emagrecer.

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O produto ainda é um projeto da Kickstarter, e está em fase de croudfunding. Se alcançar o volume solicitado de doações, vai chegar ao mercado com um preço sugerido de US$ 90. Nada mal, se você levar em conta que é mais barato que os shakes milagrosos ou as rações humanas com um gosto horrível. E, muito provavelmente, é uma medida mais eficiente.

Via Food Beast, Kickstarter

A Apple não copia ninguém? Não é o que a Swiss Federal Railways diz sobre os seus relógios…

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A Apple é famosa por acusar a Samsung por “copiar descaradamente” o design do iPhone, mas é sempre bom lembrar que, de santa, ela não tem nada. Apesar de “alguns veículos especializados em mundo Apple” afirmarem de forma categórica que o que a empresa de Cupertino faz “não é cópia, é apenas referência”, eu e o pessoal da Swiss Federal Railways não concordamos com isso.

Os suíços são famosos pelos seus relógios, e possuem alguns dos relógios mais icônicos do mundo. E o pessoal do sistema ferroviário federal da Suíça não gostou da Apple ter COPIADO DESCARADAMENTE o design dos seus relógios no aplicativo de relógio do iPad. E vai processar a Apple por isso.

Se você colocar os relógios lado a lado, você não vai ter dúvidas que “não foi uma referência”. Os relógios são simplesmente idênticos, exceto pelo logo suíço. Tá na dúvida? Então, veja outra imagem abaixo para notar a similaridade entre os dois designs.

Caraca, Apple… nem pra disfarçar? Até o ponteiro dos segundos é o mesmo!

O relógio suíço acima foi originalmente desenvolvido por Hans Hilfinker, e é um ícone do sistema ferroviário da Suíça, e do próprio país em si. O design do relógio está devidamente registrado pela Swiss Federal Railways, e até oferece a licença desse design para outras empresas. Acontece que a Apple não pediu licença nenhuma para eles fazerem essa cópia.

Resumindo: vê lá se a Apple tem moral para processar alguém! A suja falando da mal lavada! E ainda quer tirar produtos dos outros do mercado, só porque não é capaz de fazer melhor?

Apple, a empresa do “faz me rir”. Até na hora de “usar como referência”. #FAIL, Tim Cook. E dos grandes.

Aliás, falando nisso… Aí, Apple, já resolveu consertar aquela porcaria de Mapas lançado nessa semana? Ou vai pedir arrego para a Microsoft? Ou melhor: pedir misericórdia para o Google?

Via MacRumors, UberGizmo, SlashGear

Conceito de mouse dobrável se encaixa perfeitamente na unidade de DVD do notebook, facilitando o processo

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Se você gosta de usar um mouse junto com o notebook, mas tem preguiça de ficar adicionando volume na sua pasta de trabalho, esse conceito de mouse dobrável pode fazer a sua alegria. Afinal de contas, ele é no formato de um CD ou DVD, ou seja, ele pode ser transportado na unidade de mídia do notebook, acabando com o inconveniente do volume a mais. Simples assim.

Espero que vingue. Ao menos minha unidade de DVD do notebook teria uma utilidade real (hoje, só ocupa espaço no notebook).

Vi no Ubergizmo

Assim eram os primeiros esboços do Google Phone, em 2006

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Se você está lendo esse post, é porque você tem um certo interesse sobre o mundo da tecnologia, de modo que é provável que você se lembre com carinho do Nexus One, o primeiro smartphone do Google, ou até mesmo lembre o G1, o primeiro Android que o mundo conheceu. Porém, a relação do Google com o design vem de muito antes. Alguns dos primeiros designs desenvolvidos pela gigante de Mountain View, datados do ano de 2006, apareceram na internet, para deleite de muitos.

Nos esboços acima, temos um telefone com teclado QWERTY físico, com as melhores configurações da época: um processador de 200 MHz, 64 MB de RAM e ROM, slot para cartões miniSD, câmera de 2 megapixels com botão dedicado, e uma tela que não era sensível ao toque, mas contava com resolução QVGA (320 x 240).

Muita coisa mudou nos últimos seis anos (e vai saber com o que vamos nos deparar nos próximos seis), mas se consegui despertar a sua curiosidade, tenho mais uma imagem desse curioso smartphone logo a seguir.

Via The Verge