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Sim… por amar música, eu voltei a ter um iPod Touch 3G…

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Ipod touch 3G

Eu amo escrever todos os dias sobre tecnologia. Foi onde eu me encontrei dentro desse mundo. Mas minha paixão pela música é ainda maior. Veio mais cedo na minha vida, e me acompanha desde que eu me entendo por gente. Ganho dinheiro com a tecnologia hoje, mas a música está no meu sangue, é o combustível para seguir em frente. Porém, por mais que eu ame o Motorola Moto X, ele tem um problema sério nesse aspecto: 16 GB de armazenamento, sem a possibilidade de expansão de memória.

Então, eu fui para a solução mais lógica: adquirir um player musical dedicado. Não é a melhor solução para o perfil de uso atual (onde temos smartphones que podem fazer o papel de players musicais, com elevadas capacidades de armazenamento), mas como diz o ditado moderno, “é o que temos para hoje”.

Como meu objetivo era apenas ouvir música e nada mais – nada de jogos, navegação na internet, redes sociais, e-mails, etc -, eu optei pela opção mais barata e funcional possível. Por incrível que pareça, a melhor opção foi o iPod Touch de terceira geração, com 64 GB de armazenamento.

Como eu disse antes, eu não precisava de um produto com elevada performance. Ele tinha que ser competente para reproduzir músicas, leve o suficiente para eu não ter tantos traumas ao lembrar que carrego dois produtos no bolso, um volume de áudio plenamente satisfatório, e uma grande capacidade de armazenamento. Encontrei tudo isso por apenas R$ 300 + frete.

Tudo bem, a parte traseira do player está toda arranhada (e qual iPod Touch não fica assim?), mas isso é algo que pode ser remediado com alguns pequenos truques (a.k.a. gambiarra). O que importa é que agora posso colocar parte de toda a minha biblioteca musical sem maiores problemas, não consumir a preciosa bateria do meu smartphone, e seguir ouvindo as trilhas sonoras da minha vida.

Moral da história: nem sempre o gadget mais caro é aquele que te faz feliz.

O iPod… morreu?

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A cada confirmação de evento da Apple, sempre nos perguntamos quais serão os produtos que eles vão apresentar. Dessa vez, não foi diferente: para o evento do dia 10 de setembro, muitas possibilidades foram levantadas, e todos nos sabíamos que os novos iPhones seriam anunciados. Porém, um grupo de usuários ainda esperava que novos iPods aparecessem, ou ao menos uma atualização dos modelos existentes. E isso não aconteceu.

Mais uma vez, levantamos a importante questão: ainda existe espaço no mercado para esse tipo de dispositivo?

O primeiro iPod foi apresentado ao mundo em 22 de outubro de 2001, e muito do que a Apple é hoje no mercado de tecnologia e eletrônicos de consumo está relacionado diretamente com esse lançamento. Seus players portáteis foram um sucesso sem precedentes, se transformando na porta de entrada do ecossistema da empresa para muitos.

Na época, os produtos da Apple não eram tão “mainstream” como são hoje, com alguns produtos dominando seus respectivos setores. O iPod colocou a empresa de Cupertino em um novo patamar, introduzindo milhões de pessoas ao seu modo de fazer as coisas: combinar hardware e software para oferecer a melhor experiência possível.

Porém, a pergunta persiste: o iPod, assim como outras formas de ouvir música portátil… morreu?

Vejamos…

Sony-Walkman-1980-800x280

Na década de 1970, a Sony apresentou ao mundo o Walkman, um produto que os mais velhos guardam na lembrança com muito carinho. Foi o companheiro de jornada de muita gente, e se valia da popularidade das fitas cassete. Era algo incrível. Eu mesmo me vali muitas vezes do Walkman para me isolar do mundo, e ouvir as minhas músicas preferidas.

Na década de 1980, a mesma Sony lançou o Discman, com o mesmo conceito do Walkman, mas aproveitando a emergente tecnologia dos CDs. Em 1984, eles apresentaram o D-50, e a partir daí, uma nova forma de ouvir música em movimento foi apresentada. Muita gente passou a levar na cintura o tal Discman (mesmo sofrendo com as faixas que saltavam com um movimento mais brusco).

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Na década de 1990, veio o MiniDisc, que não teve muito sucesso com o grande público, mas encontrou um espaço no segmento profissional. Oferecia uma grande qualidade de som, e a possibilidade de gravar várias vezes as músicas no dispositivo, sem perder a sua qualidade.

O MP3 apareceu na mesma época do MiniDisc, e foi nesse momento que tudo mudou em definitivo. As pessoas começaram a converter os seus CDs em MP3, e os pequenos players compatíveis nesse formato começaram a aparecer. A música estava se tornando cada vez mais portátil.

Aos poucos, os fabricantes começaram a oferecer MP3 players com mais e mais espaço de armazenamento, além de um hardware melhor, e com preços mais competitivos.

Aí, veio a Apple, e lança o primeiro iPod em outubro de 2001, criando um ponto de “antes” e “depois” na linha do tempo da música portátil. O primeiro iPod era capaz de armazenar 1000 músicas, uma forma mais rápida de navegar pela biblioteca musical (e olha, que nem era a click wheel do jeito que todos nós conhecemos hoje) e a proposta de ser aquele produto que vai acompanhar você aonde você for. E foi. Depois disso, versões icônicas do iPod apareceram: iPod Classic, iPod Shuffle e iPod Nano. Ou seja, é um produto que já está com o seu nome registrado na história do mundo tecnológico.

Porém, nos dias de hoje, quase todo mundo tem um smartphone no bolso. Será que ainda existe espaço para um iPod (ou qualquer outro player musical)?

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Hoje, a maioria das pessoas contam com um smartphone, e em muitos casos, esse produto substitui até mesmo o computador. Que dirá um player portátil?

Você pode hoje usar o smartphone para fazer e receber chamadas, acesso à internet, câmera, games, etc. Dentro desse grande “etc”, incluímos a reprodução de músicas, já que a maioria dos dispositivos contam com um software dedicado para essa finalidade.

Na prática, uma atualização da linha iPod é algo muito menor que os demais produtos oferecidos pela Apple hoje, e é isso que me leva a perguntar se um iPod ainda vale a pena nos dias atuais. Se o nosso smartphone já oferece a possibilidade de ouvir músicas (combinada com outras atividades), por que eu quero carregar um dispositivo extra comigo?

Bom, cada caso é um caso. Certamente existem muitas pessoas que vão entender que o iPod Touch é indispensável em suas vidas. Porém, acredito que o iPod ainda é um produto perfeito para, basicamente, amantes da música, esportistas e, acredite, as crianças e pré-adolescentes.

– iPod Classic: é o produto de culto. É para os amantes da música que querem carregar consigo toda a sua biblioteca musical, por contar com uma grande capacidade de armazenamento. Perfeito para quem quer ouvir música o dia inteiro, sem se preocupar se a bateria do seu smartphone é consumida no processo.

– iPod Touch: perfeito para crianças e pré-adolescentes que não podem ter um iPhone (evitando assim que os seus pais enlouqueçam com as tarifas de dados), mas querem ter um produto com uma experiência de uso muito similar.

– iPod Shuffle: perfeito para os esportistas, que querem exercer as suas atividades físicas sem precisar carregar o celular por aí.

Nos próximos eventos da Apple, vamos descobrir quais são os planos da empresa para os iPods. Repito: cada um é cada um, e entendo que tem muita gente que acha o iPod um produto indispensável, e segue utilizando esses players, independentemente do fato de ter um smartphone. Na minha opinião, apesar de gostar dos iPods, eu entendo que, assim como outros produtos da história, está fadado ao fim do seu ciclo de vida. Até porque esse é um produto que só registra quedas de vendas nos relatórios trimestrais da Apple.

Com os smartphones com mais e mais funcionalidades, não vejo futuro para os palyers portáteis. E aí nos lembraremos do iPod com o saudosismo peculiar de qualquer produto que foi importante em nossas vidas.

iPad Mini, iPad, iPod Touch: qual dispositivo iOS você deve comprar?

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A resposta mais simples, direta e objetiva para todo fã da Apple é “todos, oras!”. Mas para a maioria, a questão não é tão simples assim. Para a grande maioria, o que pesa nessa equação é o fator preço e a pergunta “o que preciso mais de um determinado dispositivo?”. E essa é uma dúvida bem comum entre os usuários de tecnologia, especialmente os iniciantes. Afinal, a gama de dispositivos ficou bem grande: iPad com Tela Retina, iPad 2, iPad Mini, iPhone 4, iPhone 4S, iPhone 5, iPod Touch de quarta geração…

Confuso, não? Então, esse post serve para ajudar na sanidade mental dos indecisos, que estão com pouco dinheiro no bolso e precisa fazer uma escolha (e apenas uma escolha) dentro do universo de iDevices. A ideia aqui é mostrar as principais diferenças e características de uso entre os dispositivos, indo um pouco além da ideia que um dispositivo faz exatamente a mesma coisa que o outro, e a única diferença está no fato que um tem tela de 3.5 polegadas, outro tem tela com 4 polegadas, aí vem aquele com tela de 7.9, o outro com tela de 9.7, e por aí vai.

iPad Mini

Prós: é um iPad mais compacto e mais portátil, assim como os seus concorrentes de categoria (Kindle Fire HD e Nexus 7), além de contar com total compatibilidade com todos os aplicativos do iPad e do iPhone. Além disso, o modelo possui uma ótima autonomia de bateria (10 horas de uso) para um produto com suas dimensões, e para um produto com os padrões da Apple, tem um preço relativamente baixo (de novo, se levarmos em conta que é um produto da Apple).

Contras: este é o único dos novos dispositivos da Apple com iOS sem contar com a tela Retina, além de contar com um processador bem mais fraco que o novo iPad de quarta geração. Tais restrições foram feitas para deixar o produto mais acessível para a maioria dos potenciais (novos) consumidores.

Quem deve comprar? Todo e qualquer ser humano que precisa economizar dinheiro, obviamente, desde que essa economia resulte em um valor total inferior ao iPad de quarta geração. Também é recomendado para aqueles que não se importa com a presença da tela Retina, ou para quem considera ter um segundo iPad, para um uso mobile. Também é recomendado para quem quer dar de presente para os filhos, e principalmente, para quem sempre quis usar o iPad em qualquer lugar, mas o tamanho e o peso do modelo original sempre impediram que isso acontecesse.

iPad de quarta geração

Prós: é bem mais rápido que os modelos mais baratos, a bela tela Retina e gráficos otimizados para games.

Contras: é mais pesado, é maior que o iPad Mini, e não tem muitas diferenças técnicas para a última (e finada) geração do iPad.

Quem deve comprar? Aquele que nunca teve um iPad antes. Para quem encara o iPad como uma alternativa para o notebook em termos de portabilidade (um dispositivo mais leve que o seu notebook para navegar na internet em qualquer lugar, mas com uma tela boa o suficiente para ter o mínimo de produtividade). É perfeito para leitura e visualização de textos, vídeos e imagens, execução de jogos e para diversos propósitos profissionais de diferentes áreas. Entretanto, se você comprar (ou já comprou) um iPad de terceira geração, você não precisa trocar para o iPad de quarta geração agora. A não ser que você tenha dinheiro sobrando, e não se importe de gastá-lo.

iPod Touch de quinta geração

Prós: possui uma tela Retina de 4 polegadas, assim como iPhone 5, uma boa câmera com LED flash, uma boa autonomia de bateria, praticamente todas as principais funcionalidades que você vai encontrar no iPhone 5, 32 GB de armazenamento de músicas, fotos e vídeos, além de ser um player muito fino.

Contras: não é tão ágil quanto o iPhone 5 na execução de suas funções, por causa de sua restrição de hardware (processador), além da obviedade de não contar com a função de celular.

Quem deve comprar? O iPod Touch é hoje, por excelência, um iPhone, mas sem a função “Phone” (vocês me entenderam…). Por outro lado, quem tem um iPhone sabe que ele não é o produto ideal para você exclusivamente ouvir músicas. Ele possui o player de música como item adicional, mas não é a mesma coisa de ter um produto exclusivamente pensado para os amantes da música. Logo, o iPod Touch é para quem quer comprar um player musical completo e poderoso, ou para aqueles que não precisam comprar um iPad Mini para ver textos em uma tela, mesmo que seja consideravelmente menor. Também é pensado naqueles que não contam com essa grana toda para comprar um iPhone ou iPad, sem falar na economia que pode ser gerada por não ter que pagar um plano de dados para navegar eventualmente na internet. Pode ser um compacto e-reader, navegador de internet e player musical. Para os menos exigentes.

Algumas recomendações rápidas:

– se você é um usuário Windows, mas tem curiosidade em ver como o iOS funciona, compre um iPad Mini.
– se você quer se exibir com o lançamento mais legal da Apple no ano (não recomendamos isso), compre um iPad Mini.
– se você prioriza um produto com ótimo desempenho, compre um iPad de quarta geração.
– se você tem um desktop, e quer uma alternativa ao laptop, compre um iPad de quarta geração.
– se você tem um MacBook Air e um iPhone, compre um iPad Mini.
– se você quer comprar o seu primeiro iPad, e quer o melhor, compre um iPad de quarta geração.
– se você está comprando o seu segundo iPad, compre um iPad Mini.
– se o seu orçamento está limitado, compre um iPad Mini ou considere a compra do iPod Touch.
– se você é um viciado em música, e não tem um iPhone, compre um iPod Touch.
– se você quer a melhor câmera, compre um iPod Touch.
– se você não tem um smartphone, compre um iPod Touch.
– se você quer um bom e-reader (entre outros recursos), compre um iPad Mini.
– se você quer um dispositivo com tela Retina, mas não quer pagar muito por isso, compre um iPad de terceira geração (procure, que você ainda acha nos e-commerces nacionais).

Electric Friends Speakers podem ser os novos amigos do iPod do seu filho pequeno

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Não só para as crianças, mas para os adultos que gostam de animaizinhos e bichinhos fofinhos. O dock para iPod Electric Friends Speakers pode ser um bom presente geek para você dar para aquele parente mais próximo, ou para aquela amiga que é toda meiguinha.

Para mais informações sobre o preço e especificações do produto, acesse o site oficial dos docks, ou veja o review da IntoMobile.

Suposto case do novo iPod também vaza na internet em fotos, revelando um novo design

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O site GizChina mostram algumas fotos do suposto case para o novo iPod Touch, que deve estar por vir. Aquela que deve ser a quinta geração do dispositivo deve trazer como uma das novidades um flash LED integrado na parte traseira. Um misterioso buraco está na parte inferior do case, onde especula-se que podemos ter um alto-falante ou microfone maior.

A verdade? Só a Apple sabe, mas não conta para ninguém.

Via Ubergizmo

[First Look] Edifier if360, em review na semana que vem, no @TargetHD

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O próximo produto que vai receber um review no TargetHD.net é esse dock para iPod da Edifier, o if360. Testei o produto por algum tempo, e posso adiantar que o modelo me surpreendeu. Apesar de simples em seus recursos, ele é bonito e cumpre o que promete: oferecer um bom som para a sua casa ou escritório, contando com a versatilidade de usar mais de um dispositivo como fonte sonora.

É claro que o foco principal do produto é o iPod, mas ele funciona perfeitamente com o iPhone. O lado mais positivo do produto é que ele trouxe em mim o desejo de buscar uma solução sonora para ouvir as músicas armazenadas no smartphone da Apple. Acredite, ou eu uso a playlist do iTunes no notebook, ou eu dependo de ficar com o iPhone conectado em alguma fonte de energia para passar o dia digitando e ouvindo músicas e podcasts. Com os testes no Edifier if360, vi que preciso de um produto dedicado para isso.

Aliás, um dos produtos que mais gosto de publicar no blog são os docks dedicados aos dispositivos sonoros. Acho que essa é uma grande sacada que só veio com o lançamento do iPod. E falo do iPod mesmo, porque antes dele, poucos fabricantes pensaram em lançar caixas de som ou aparelhos com entradas USB ou com saídas de som especificamente pensadas aos players portáteis.

E esses são produtos que me atraem principalmente pela capacidade de otimização de espaço. Muitos usuários basicamente precisam de um produto que reproduza a música armazenada nos dispositivos em caixas de som e nada mais. Ok, um som de boa qualidade é um requisito básico para se ouvir música em casa, no escritório, na balada e até em motel (já que muitos precisam de trilha sonora pra transar). Mas em alguns momentos, tudo o que queremos é ouvir música. E é muito prático poder conectar seu player ou smartphone em um produto como esse.

Não sou um profundo conhecedor de qualidade de som (apesar de gostar de música, entender de leitura de partituras musicais, identificar os bons sons, blá, blá, blá…), e reconheço que quem trabalha mais especificamente com qualidade de som, frequência, ajuste de graves, médios e agudos pode avaliar melhor do que eu. Mas eu gostei do som que veio desse produto. Vocês poderão ver no vídeo review que gravei para o TargetHD que o som é forte o suficiente para fazer um bom barulho, e que dependendo do ajuste que você fizer no produto, você tem uma excelente qualidade de graves.

É claro que nem tudo nesse mundo é perfeito. O Edifier if 360 não é um produto portátil. Além de ser mais pesado do que os outros docks (também, pudera, tem dois falantes de 25W RMS), ele não possui nenhuma alça integrada, o que exige que o usuário utilize as duas mãos para transportá-lo. Um produto com tais recursos precisava ter um transporte mais prático. Além disso, alguns recursos básicos não estão acessíveis no seu controle remoto, tirando um pouco da comodidade do usuário na operação do aparelho.

Mas isso não desabona o produto. No review que vai ao ar na segunda-feira (18/06), você terá o produto em detalhes. Vale a pena conferir post.

E vem mais por aí. Principalmente para quem gosta de smartphones. Mais ainda para quem curte o mundo Android.

Bom, chega de spoilers. Vou ali trabalhar, pois o final de semana está chegando.

PoP Video, um microprojetor para o seu iPhone/iPod Touch por US$ 99

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Tudo bem, esse não é o primeiro microprojetor para o iPhone, nem mesmo o mais compacto. Mas é certo que esse PoP Video me chamou a atenção por causa do preço. Afinal de contas, transformar o seu iPhone ou iPod Touch (de terceira e quarta geração) em uma central multimídia, capaz de projetar imagens e vídeos a uma resolução máxima de 960 x 540 píxels, com uma autonomia de uso de 2 horas, por apenas US$ 99? É algo para, pelo menos, dar uma olhada.

Os conteúdos que queremos projetar devem ser acessíveis a partir do seu aplicativo oficial, que permite explorar vídeos baixados a partir do iTunes, imagens da biblioteca, navegar através do seu navegador integrado, ou até revisar a timeline do Facebook.

O acessório já está disponível para reserva.

Via CNET

[Vídeo] Futulele, o aplicativo para iOS que te transforma em um autêntico “rei do ukelele”

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O Futulele é um aplicativo que pode roubar o seu coração. O sintetizador para iOS é capaz de funcionar, de forma simultânea, com o iPhone/iPod e o iPad, de modo que você possa montar um improvisado ukelele, como esse que vemos na imagem acima. O aplicativo permite a utilização de até 12 acordes em cada canção, intercambiando a série de acordes na música e permitindo a gravação de suas expressões musicais.

O aplicativo (infelizmente) não está disponível para download (a empresa promete o lançamento para o começo de abril, e que será uma dos primeiros aplicativos musicais “otimizados para o novo iPad”), e o acessório de montagem do ukelele eletrônico ainda é apenas um protótipo, que deve ser comercializado tão logo termine as negociações com alguns fabricantes.

Abaixo, vídeo de demonstração do produto.



Via Engadget

Whited00r leva o “iOS 5” para os iPhones “roots” (ou “vintage”, ou “da terceira idade”…)

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Você é um fã da Apple, que guarda com carinho modelos anteriores do iPhone ou iPod Touch quando adquira um novo modelo desses dispositivos, certo? Agora, pense em colocar o iOS 5 (ou algo que pareça com isso) nesse seu velho dispositivo, dando uma sobrevida (ou uma utilidade para algum parente) ao dispositivo? Pois bem, um software chamado Whited00r pode ser a tábua de salvação.

O software oferece algumas das características mais destacadas do iOS 5 para as primeiras gerações do iPod Touch e iPhone 1G/2G/3G. Porém, vale explicar que essa versão nada mais é do que uma custom firmware, ou uma versão personalizada do software de instalação.

No final das contas, é uma versão extraoficial do software da Apple, com alguns detalhes que ficam ausentes, como o acesso para a App Store direto do smartphone (isso, você pode resolver com uma simples instalação da loja pelo iTunes do seu computador), os sistemas de notificação e o iCloud. Além disso, você sempre corre o risco de matar o seu antigo iGadget de vez. Mas, mesmo com todas essa advertências, acho que você pode encontrar mais vantagens com essa firmware customizada do que prejuízos. Vale a pena o risco.

Para saber mais sobre a Whited00r e como fazer o download da firmware, clique aqui.

MSI Afterburner: overclock remoto no seu iPhone, iPad ou iPod

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A MSI adaptou para o iOS o seu aplicativo Afterburner, que antes estava disponível para os dispositivos Android. O app já está disponível na iTunes, e tem como objetivo fazer a análise de velocidade dos gráficos do seu dispositivo Apple. Uma vez instalado, você pode transformar o seu iPhone, iPod ou iPad em uma espécie de controle remoto via WiFi, permitindo o gerenciamento de parâmetros, como temperatura e voltagem do processador, a velocidade do clock e até mesmo a velocidade do ventilador de outros dispositivos. Para mais informações, clique aqui.

Via The Verge

Apple está substituindo iPods nano da primeira geração nos Estados Unidos com problemas de bateria

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Mesmo com os lançamentos atuais, a Apple volta os seus olhos para os problema dos produtos do passado. Nesse caso, um lote do iPod nano vendido nos Estados Unidos vendidos entre setembro de 2005 e dezembro de 2006 entrou em um programa de substituição, já que os modelos contam com baterias defeituosas. As instruções são claras: os usuários que possuem um modelo desses devem deixar de utilizá-lo, e entrar em contato com a Apple para realizar a troca. O problema é que a Apple vai levar seis semanas para devolver o player depois de recebê-lo (não há notícias de qual modelo será enviado para substituir o antigo).

Via Apple

Scosche RDTX permitirá a medição da radiação com o seu iPhone

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Depois dos problemas ocorridos em Fukushima, não é de se estranhar a preocupação pelos níveis de radiação. A Scosche pretende ajudar as pessoas a detectar problemas de contaminação nuclear com a sua barra RDTX, que se conecta ao iPhone ou iPod touch, mostrando os resultados através de um aplicativo. Além de informar se a área analisada está ou não contaminada, o software ainda permite publicar os resultados no Facebook ou Twitter, estendendo o pânico pelo resto do mundo. Sem preço, nem disponibilidade anunciada, mas deve chegar primeiro no Japão.

via DVICE

iZON permite que você espione sua casa pelo seu iPhone

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O iZON Remote Room Monitor permite que você veja e ouça toda a atividade na sua casa ou escritório, de qualquer lugar do mundo com o seu iPod Touch, iPhone ou iPad. A câmera basicamente envia o sinal de vídeo sem fio da sua casa para o seu dispositivo. Você ainda pode configurar para que você receba notificações a cada vez que a câmera detectar algum barulho ou movimento, e pode inclusive enviar todo o conteúdo para um canal privado no YouTube. Preço: US$ 130.



via DVICE