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Disney registra patente de sabre de luz que desvia raios de luz

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Se você algum dia sonhou em ser um Jedi, saiba que o seu sonho esta mais próximo de se tornar realidade a partir de agora.

A Disney registrou uma patente de um sistema que cria um halo de luz muito parecido com o sabre de luz mundialmente conhecido por causa da franquia de filmes Star Wars.

Na verdade, o que temos aqui não é uma arma, mas sim um dispositivo mais cenográfico. Um drone lança raios laser que podem ser desviados com esse sabre.

O resultado seria parecido com os combates clássicos vistos no cinema.

 

Como funciona esse sabre de luz?

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Para tudo funcionar, a patente mostra um sistema de drones voadores, LEDs e dispositivos infravermelhos.

Os drones voam ao redor do usuário, enchendo o ar de vapor d’água, água condensada ou nitrogênio líquido, criando uma atmosfera nebulosa que favorece o efeito criado pela espada.

As empunhaduras incluirão LEDs infravermelhos que transmitirão luz até os drones, que por sua vez também estarão equipados com eles.

O sistema de LEDs não só farão parecer que as empunhaduras contam com um fio de laser, mas também criam um campo onde pode mover esse fio em três dimensões.

Utilizando as partículas ao nosso redor, os drones ou figuras animatrônicas poderão lançar raios laser até o sabre, podendo assim desviar deles. Se isso não te parece suficientemente real, a empunhadura terá uma retroalimentação háptica, que fará vibrar a cada vez que ligamos o sabre laser ou desviamos dos disparos.

O sistema pode ser utilizado em peças de teatro, concertos e parques de diversão. Mesmo não ficando claro qual é a finalidade da Disney, é fácil imaginar essa solução em um dos seus parques temáticos dedicados a Star Wars.

Via Quartz

Apple aceita pagar US$ 24 milhões para quitar um processo

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Pau que dá em Chico…

A Apple concordou em resolver um dos processos que formam a sua longa lista de litígios pela módica quantia de US$ 24.9 milhões (valor do frappucchino do Tim Cook na Starbucks). O processo é de 2012, quando a empresa Dynamic Advances alegou que o Siri infringe uma patente pertencente ao Instituto Politécnico de Rensselaer, uma universidade privada de pesquisa em Troy, Nova Iorque.

A solicitação da patente de Rensselaer foi aprovada em 2007, muitos anos antes do lançamento do Siri, e a Dynamic Advances tem os direitos exclusivos dessa patente. O processo deveria ir a julgamento em maio, mas os termos do acordo obrigam que o demandante abandone o caso em definitivo.

Em troca dos US$ 24.9 milhões, a Apple terá a permissão para seguir instalando o Siri nos seus dispositivos, alémd e ter a tranquilidade de que não vai ser processado pela mesma patente nos próximos três anos. A Dynamic Advances recebeu US$ 5 milhões em um primeiro pagamento para cancelar o processo, e receber o restante mais adiante. É esperado que a metade do valor que falta vá para o Instituto Rensselaer, e os advogados e outras entidades envolvidas no caso recebam a outra metade.

Via The VergeAlbany Business Review

A Amazon vai “prever” o que vamos comprar. E entregar no menor tempo possível!

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Começo a ficar com medo do senhor Jeff Bezos. Primeiro, ele quer povoar as grandes metrópoles do planeta com pequenos drones que farão o papel de entregadores de encomendas. Não satisfeito com isso, ele quer prever o que vamos comprar, para antecipar as entregas de nossos pedidos.

Eu pago um pau para a Amazon. A empresa define o que é hoje conhecido como “comércio eletrônico”. Jeff Bezos pode não ter criado esse formato, pois tenho quase certeza que já haviam empresas de compra e venda de produtos e serviços na internet, mas com certeza foi Bezos que estabeleceu a melhor forma desse formato dar certo e prosperar na web. A prova disso é que a Amazon é, hoje, a maior e-commerce do planeta, e tem o respeito da esmagadora maioria dos seus clientes.

Não só pela competência, mas pela qualidade do serviço. Uma compra na Amazon é uma experiência tão profissional que faz parecer que os e-commerces nacionais (a maioria deles) ainda precisam aprender a fazer esse negócio.

Agora, eles solicitaram uma patente que consegue “prever” a nossa futura compra no site, permitindo que o processo de entrega seja agilizado, agradando ainda mais os clientes. Bom, mais ou menos.

Vai funcionar da seguinte maneira: todo o seu histórico no site será considerado. Compras e buscas feitas na Amazon já são utilizadas para que o sistema de divulgação de produtos ofereça itens do seu interesse. Como a porcentagem de compras a partir dessas sugestões é considerada elevada, a Amazon decidiu implementar o sistema, para ficar “um passo a frente” do consumidor, reservando a unidade do produto sugerido, e já despachando o mesmo para um centro de distribuição próximo da residência do cliente.

Com isso, ganha-se tempo na entrega, e aumentam as possibilidades de concretização da compra, uma vez que muitos usuários desistem de comprar por conta de um prazo de entrega mais demorado.

Particularmente, eu gosto de ver inovações desse tipo. Mostra que a tecnologia no estilo “Minority Report” está se tornando mais próxima da nossa realidade, e sendo mais objetivo, que a entrega de produtos pode mesmo ser algo menos doloroso e traumático para o consumidor. Na boa, quero ver drones voando pelo ar, entregando meus gadgets.

Porém, até onde essa tecnologia vai coletar dados do usuário? Será que sistemas como esse são seguros e confiáveis o suficiente para não vazarem dados pessoais dos clientes? Sabe, números de cartão de crédito, dados de CPF e outros dados importantes, que ninguém gostaria de ver nos olhos do alheio? Principalmente aquele alheio que quer comprar em lojas utilizando nossos dados?

Tudo bem, tais vazamentos de dados acontecem hoje, e estamos sujeitos a dançar a qualquer momento. Mas tão interessante quanto prever qual é o produto que vamos comprar, para que a entrega aconteça mais rápido, é minimizar a possibilidade de nossos dados vazarem de banco de dados que, teoricamente, deveriam ser altamente seguros.

Não estou dizendo que isso já aconteceu com a Amazon. Mas pode acontecer. Aliás, com qualquer e-commerce hoje. Entendo que é fundamental que os e-commerces pensem nisso com mais cuidado e critério. Até porque temos mais e mais compradores chegando aos e-commerces.

Quero sim receber a minha compra no menor tempo possível, e quero que a Amazon obtenha êxito nessa empreitada. Mas também quero me sentir seguro na hora de comprar um produto na web. O quanto antes possível, também.

Amazon conseguiu registrar uma importante patente: airbag para dispositivos portáteis

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O que era uma outra ideia arquivada no registro de patentes é agora um documento aprovado, e com o selo oficial das autoridades, garantindo assim a sua propriedade intelectual à Amazon. Se você não se lembra, no ano passado, a empresa de Jeff Bezos solicitou a patente de um possível airbag para dispositivos móveis, e agora, essa patente se tornou válida.

Mas isso não quer dizer que a Amazon tem a intensão de colocar pequenos propulsores de ar no Kindle, e sim que não será surpresa se algum dia (que não será nem hoje, nem amanhã, e nem depois), o seu smartphone, tablet ou e-reader acabe se salvando automaticamente de uma eventual queda.

Patente da Microsoft vai exigir que você dê um tapa no seu telefone para desligá-lo

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Um tapinha não dói? Bom, pelo menos na opinião da Microsoft, não. Eles registraram uma patente onde o usuário precisa dar “um pequeno tapa” (ou uma pancada, dependendo da delicadeza do dinossauro que vai utilizar o telefone) para desligar o smartphone. Agora, pense nos estragos que tal recurso poderia produzir no dispositivo, dependendo de quem vai usar esse recurso.

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Microsoft registra patente de um capacete 3D, com micro projetores a laser

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Um dia, no futuro, os capacetes de realidade virtual e os óculos/tela deixarão de ser objetos do passado e motivos de falência dos fabricantes de tecnologia, para alcançar o sucesso que o Virtual Boy não alcançou. Quando isso vai acontecer? Não sei. Mas a Microsoft certamente vai estar lá.

A prova do que estou falando é que a gigante de Redmond solicitou a patente de um sistema de tela portátil para aplicativos de realidade virtual, com o curioso detale que eles não vão utilizar telas LCD ou OLED. O dispositivo, que pode ser fruto das inquietas mentes da Microsoft Research, utiliza dois micro projetores em laser para mostrara imagens em 3D, inclusive sobre superfícies transparentes, tornando possível ver qualquer objeto nas imediações, e adicionar funções de realidade aumentada.

Seria este um complemento para o Kinect? Só o tempo dirá.

Via USPTO.gov

Microsoft patenteia um Windows Phone modular, com peças substituíveis

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Uma nova patente da Microsoft usa o conceito de um smartphone com peças removíveis, deixando os itens de acordo com o desejo do usuário. Se quiser, você pode usar um teclado físico por algum tempo, depois usar a tela de toque, e quando quiser jogar, um módulo com joystick direcional. Segundo indica o registro da patente, alguns dos componentes inclusos poderão funcionar de forma sem fio.

via Unwired View