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Puma BeatBolt, uma lebre robótica para derrotar Usain Bolt

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A Puma apresentou o BeatBolt, um pequeno dispositivo que corre pela pista de atletismo na mesma velocidade que Usain Bolt.

É evidente que o invento tem a sua parte promocional, mas também tem a sua validade a partir do ponto de vista tecnológico, e não se trata de um gadget isolado, uma vez que será utilizado pelos esportistas patrocinados pela Puma. O BeatBolt foi desenvolvido por três estudantes do MIT em parceria com um engenheiro da NASA, e é um elemento motivacional nas corridas de alta performance, já que é possível configurar o tempo concreto a ser estabelecido, obtendo assim um referencial perfeito para alcançar as marcas.

O BeatBolt é programável, mas também possui sua dose de independência, já que sabe se mover dentro de sua raia na pista. As informações que queremos passar para a lebre robótica, como distância, velocidade e tempos são enviadas via aplicativo para smartphones.

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No seu interior, encontramos um chipset Arduino, e no seu exterior, encontramos LEDs para melhor identificação em baixa luminosidade. Mais interessante de tudo é saber que o dispositivo conta com duas câmeras GoPro, uma para cada sentido da corrida, com o objetivo de gravar a disputa com o competidor humano.

Dispositivos como o Puma BeatBolt são raros de serem encontrados, mas existem. É uma forma muito interessante da tecnologia melhorar o desempenho esportivo. Se bem que dificilmente simula a emoção de bater um recordista humano das provas de 100 metros rasos.

Por enquanto, a Puma não vai colocar o produto para venda junto ao grande público. A empresa criou uma série de unidades que serão distribuídas exclusivamente para os seus atletas.

 

Via TechCrunch

Muito obrigado, Peyton Manning

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Eu assisto futebol americano desde os anos 80, quando passava na Bandeirantes. Fiquei um tempo sem assistir, até que em 1999 adquiri o meu primeiro serviço de TV por assinatura. Logo, pude ver todas as 18 temporadas desse extraordinário jogador chamado Peyton Manning. E assim, me apaixonar definitivamente pelo esporte.

Peyton Manning, filho de Archie Manning, ex-quarterback do New Orleans Saints, vindo da Universidade do Tennessee, chegou na NFL pela porta da frente. Foi o número 1 do draft do seu ano, escolhido pelo Indianápolis Colts. Lá, ajudou a fazer de um time com campanha 3 vitórias e 13 derrotas ser um time de 13 vitórias e 3 derrotas, e um forte candidato a título na AFC.

Lá, Manning venceu o Super Bowl XLI e estabeleceu alguns dos seus maiores recordes. Com as contusões atrapalhando, foi dispensado e recrutado pelo Denver Broncos, para lá seguir estabelecendo marcas que fatalmente o colocam no Hall da Fama do esporte, inclusive com o recorde de passes para touchdown (509). Tem a honra de dizer que é o QB campeão do histórico Super Bowl 50, mesmo com a sua pior temporada na carreira em números.

Peyton Manning se aposenta para virar lenda do futebol americano. Na minha opinião, não superou Joe Montana (ao meu ver, o melhor de todos os tempos). Talvez não supere Tom Brady, que tem quatro títulos de Super Bowl. Mas foi, sem sombra de dúvidas, o melhor quarterback que vi jogar na NFL.

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Na verdade, não são os números, que no caso de Manning, são impressionantes. Mas sim a forma como ele mudou o jogo.

Peyton Manning era um técnico dentro de campo. Literalmente. É o QB mais inteligente que já pisou em um campo da NFL, por conta de sua capacidade absurda de ler o posicionamento da defesa adversária, e modificar a jogada previamente determinada. E em uma janela de tempo de apenas 40 segundos. Ninguém na liga é capaz de fazer isso tão bem como ele.

Peyton Manning viveu o jogo intensamente. Cada segundo. Sofreu as dores físicas das contusões, as dores emocionais em perder jogos importantes (principalmente nos playoffs), as finais da AFC, os duelos contra Tom Brady. Soube lidar com o fracasso de ser dispensado pelo time que defendeu boa parte de sua vida, o triunfo de voltar ao topo (e reconhecer que isso só aconteceu por causa de sua defesa), e a sabedoria de encerrar sua trajetória no topo.

Por mostrar uma paixão única pelo futebol americano, por apresentar uma postura impecável e exemplar, e por despertar inclusive o ódio de torcedores adversários, não resta dúvidas que Peyton fará muita falta para uma liga que tem muito a agradecer à ele. A NFL é hoje o esporte número um de muita gente por causa de Manning. Muita gente acha esse esporte fantástico por causa da genialidade desse cara.

Eu sou um deles. Por isso digo… muito obrigado, Peyton Manning. Fará muita falta na NFL na próxima temporada.

Ou… até breve… quem sabe… na sideline!

Prêmios da NFL

  • 5x NFL MVP (2003, 2004, 2008, 2009, 2013)[6]
  • Best NFL Player ESPY Award (2004,[5] 2005[5] )
  • 12× selecionado para o Pro Bowl (1999–2000, 2002–2009, 2010, 2012)[7]
  • 7× First-team All-Pro (2003, 2004, 2005, 2008, 2009, 2012, 2013)[5] [5] [8]
  • 3× Second-team All-Pro (1999, 2000, 2006)[9] [10] [11]
  • Bert Bell Award (2003, 2004)[12]
  • 1998 NFL All-Rookie First Team[7]
  • 2004 AFC Offensive Player of the Year[6]
  • 2004 Fedex Express Player of the Year[13]
  • 2005 Best Record-Breaking Performance ESPY Award[5]
  • 2005 Walter Payton Man of the Year Award[6]
  • 2005 Byron “Whizzer” White Humanitarian Award[7]
  • 2005 Pro Bowl MVP[6]
  • 2007 Super Bowl MVP[14]
  • 2007 Best Championship Performance ESPY Award[6]

Smart Rope mostra nosso desempenho nas atividades físicas no ar

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A Smart Rope é uma corda de pular inteligente e conectada, que pode quantificar nossa atividade, mas exibindo as informações no ar. A própria corda se encarrega de dar as informações de acordo com o movimento que produzimos durante as atividades, e seu design dos bastões é rotatório, mostrando o cuidado em cada detalhe do projeto.

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A corda possui uma série de LEDs que podemo exibir até quatro dígitos com os giros promovidos pelo atleta. Pode contar o número de pulos realizados, o tempo gasto ou as calorias queimadas, e um botão nos bastões permite a troca de opções.

A Smart Rope conta com sensores para registrar a nossa atividade, além da tecnologia Bluetooth 4.0 para enviar os dados para um smartphone ou wearable, para melhor análise de nosso desempenho, através do aplicativo SmartGym.

O dispositivo é funcional, mas não está disponível, e nem pode ser reservado. A Tangran Factory (desenvolvedora do produto) deve lançar a campanha de financiamento do produto em breve.

 

Via

Baidu patrocina time de futebol do Rio Claro, que disputa a série A do Paulistão

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A multinacional de tecnologia Baidu fechou patrocínio para apoiar o Rio Claro Futebol Clube ao longo do primeiro semestre de 2015.

O Rio Claro, equipe que disputa a série A do Paulistão pelo terceiro ano seguido enfrentará rivais como São Paulo e Palmeiras em jogos transmitidos pela TV aberta e a cabo. O patrocínio visa dar visibilidade à marca Baidu, empresa que figura entre as 10 maiores companhias de internet do mundo e, no Brasil, já atende 50 milhões de usuários com serviços como buscas na web, antivírus e aplicativos para smartphones Android.

O patrocínio representa o passo inicial da companhia de investir em grandes eventos no Brasil. A Baidu acredita que o esporte é um canal efetivo para apresentar suas tecnologias, buscando mais usuários para experimentarem suas ferramentas gratuitas.

O Baidu distribui no Brasil o software de segurança Baidu Antivírus, o acelerador PC Faster e o navegador Baidu Browser, todos 100% gratuitos.

Via assessoria de imprensa

As hashtags que você deve acompanhar durante o #SuperBowl XLIX

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Daqui a poucas horas acontece no University of Phoenix Stadium em Gleendale, Arizona (EUA) o #SuperBowl XLIX (ou #SB49), a final do campeonato de futebol americano da NFL. Como nos dias de hoje não tem mais muita graça ver qualquer coisa na TV sem comentar nas redes sociais, esse post dá algumas dicas das hashtags que vocês devem seguir durante o jogo, para acompanhar os comentários em tempo real no Twitter, e dois dias depois no Facebook #troll.

Não necessariamente temos que listar itens que são exclusivamente relacionados ao futebol americano. Estamos falando de um evento mundial, com várias referências à cultura pop, ao mundo da tecnologia e ao universo da música. O que torna o #SuperBowl algo acessível para praticamente qualquer pessoa.

Vamos lá? Ok.

A hashtag oficial da #NFL para o #SuperBowl é #SB49. É essa que deve ficar em maior evidência durante todo o jogo. Porém, não será surpresa se as tags #SuperBowl ou #SuperBowlXLIX figurarem nas primeiras posições. Porém, por uma questão de economia de espaço de caracteres, o #SB49 é a mais recomendada.

É claro, temos os dois times envolvidos: Seattle #Seahawks (campeão da NFC) e New England #Patriots (campeão da AFC). Os líderes naturais desse time são os seus dois QBs (ou Quarterbacks), #RusselWilson e #TomBrady (esse último também é carinhosamente conhecido como #Giselo… entendedores entenderão…), mas não são os únicos a receber destaque.

#RobGronkowski (ou simplesmente #Gronk) e #DannyAmendola, ambos dos #Patriots, devem ser observados de perto. Podem decidir a favor do time de New England, e são vozes ativas dentro de campo. Assim como #RichardSherman e #Marshawn Lynch, jogadores dos #Seahawks. Aliás, para Lynch temos mais duas hashtags interessantes: #BeastMode (por ser um running back praticamente indomável, com corridas furiosas contra a linha defensiva adversária) e #Skittles (doce favorito de Lynch; de acordo com a mãe dele, esse é o segredo de sua aptidão atlética).

O #SuperBowl tem como um dos seus atrativos o Show do Intervalo (o #HalftimeShow), que também deve ser acompanhado de perto por muita gente. Nesse ano, a atração musical fica por conta da cantora #KatyPerry, que contará com a ajuda do rocker #LennyKravitz. Esse é um dos momentos onde as hashtags relacionadas ao jogo devem ter um maior volume de mensagens postadas.

Algumas marcas investem pesado no #SuperBowl, seja patrocinando segmentos do jogo ou áreas relacionadas à liga (como é o caso da #Microsoft, que ofereceu pela primeira vez na história da #NFL tablets #Surface, para substituir as tradicionais pranchetas ou folhas de playbooks). Um exemplo do que estou falando é que hashtags da #GoDaddy, #Pepsi, #McDonalds, #Samsung, #Nike e outros anunciantes que tradicionalmente preparam propagandas comerciais especificamente para esse jogo devem ser impulsionadas ao longo da noite de hoje.

Ah, sim, claro… onde você pode ver o #SuperBowl?

Nos EUA, o jogo será exibido pela #NBC. No Brasil, a #ESPNBrasil vai exibir na TV paga, e o #EsporteInterativo fará a cobertura na TV aberta. Ao longo da temporada, a ESPN Brasil utilizou a hashtag #ESPNtemNFL durante os jogos, mas na final, a tag a ser utilizada deve ser mesmo a #ESPNtemSuperBowl49. O Esporte Interativo não definiu sua tag até o momento da produção desse post.

Enfim, acho que é isso. Essas são as principais.

Nos falamos no Twitter (@oEduardoMoreira) a partir das 19h. E bom #SuperBowl para vocês!

…e as câmeras térmicas fazem da F1 algo ainda mais espetacular…

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A F1 continua a ser a top de linha em termos de engenharia e potência automotiva. Uma forma de se comprovar essa afirmação está nas imagens captadas com as câmeras térmicas. A empresa Flir, em parceria com a equipe Infiniti Red Bull Racing, publicou um vídeo de um dos carros com várias dessas câmeras térmicas instaladas.

O modelo analisado foi o Red Bull RB8, que deu o título de campeão do mundo para Sebastian Vettel em 2012, e é possível ver a quantidade de calor que o interior do carro ou suas rodas podem suportar. Simplesmente sensacional.

 

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Assim é medida a distância percorrida por um jogador de futebol durante os jogos

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Como avaliar o desempenho de um jogador de futebol durante as partidas? As variáveis são muitas: passes dados, gols marcados, chutes à gol, recuperação de posse de bola… porém, dentre todos os itens, um se transformou em uma das principais referências para saber se um jogador foi bem ou mal em um jogo: a distância percorrida.

Muito se questiona o desempenho de um atleta pela quantidade de quilômetros percorridos por ele. Nesse post, falo um pouco do que pode acontecer com um jogador nesse aspecto, e o que o mundo da tecnologia tem a ver com isso.

 

As câmeras perseguem os jogadores (e seus números)

Vamos ver como a UEFA, uma das primeiras a incorporar esses dados de performance, conseguiu medir a distância percorrida pelos jogadores em campo. E a resposta está em uma empresa norte-americana, a Stats, que é de propriedade da Vista Equality Partners.

A Stats baseia o seu negócio no desenvolvimento de serviços de estatísticas para diferentes esportes. Dados de todo o tipo em um painel de controle permite o acesso à todas as informações de uma partida em tempo real. Até aí, nada de espetacular.

O que realmente interessa na Stats é o que eles batizaram de “player tracking”. Essa tecnologia vai além da medição de distância percorrida, e oferece outras variáveis individuais, como velocidade média e máxima, aceleração, velocidade com a bola, mapas de calor, distância total, vezes em que teve a posse de bola, entre outros.

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Os dados se separam entre equipes, jogadores e a bola. E é um volume de dados que disseca o jogo completamente.

Ok, a Stats mede muitos dados. Mas… como eles fazem isso?

Os dados coletados pelo Stats são obtidos por um sistema chamado SportsVU, que é um sistema de câmeras de alta definição que se divide em duas plataformas para fazer o registro dos movimentos em campo. É uma combinação de hardware e software simplesmente incrível.

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O SportsVU SV possui três câmeras que seguem os diferentes objetos do campo, obtendo as informações sobre a posição em três eixos (X, Y, Z), criando assim uma corrente de dados que são enviados em tempo real para computadores que os registram. Já o SportVU MV é um sistema de seis câmeras elevadas, que apóia os resultados enviados pelo sistema SV. Não é uma tecnologia perfeita (margem de erro de 3%), mas é suficientemente confiável para tirar conclusões do que acontece em campo.

Na última Copa do Mundo, foi a empresa italiana Deltatre a responsável pelas estatísticas dos jogos, em colaboração com as demais empresas responsáveis pela realização das partidas. Cada partida foi analisada, com suas informações enviadas em tempo real. De novo: como eles fizeram isso?

O sistema da Deltatre que segue os jogadores é parecido com o da Stats: várias câmeras seguem os movimentos de cada um para calcular a distância percorrida, gerando os mapas de calor. E esse parece ser o padrão para os próximos anos.

 

Fome de dados, falta de apetite para analisar esses dados

O que fica claro nesse ponto é que temos tecnologia de sobra para analisar diversas variáveis do jogo, que enriquecem de forma notável as estatísticas das partidas. Porém, ainda existem os mais céticos sobre a questão.

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Como aplicar esses dados de alguma forma? Além de munir o torcedor de dados para a conversa no bar no dia seguinte com os amigos, algumas estatísticas são realmente irrelevantes. Quem se importa com a velocidade máxima de um atleta durante um ataque? Ok, podemos formar um infográfico com os jogadores mais velozes, mas nada muito além disso.

Indo para o lado profissional, essas informações são bem mais úteis. Ver por onde os jogadores correram mais, analisar como o seu adversário se move em campo, e outros dados que podem oferecer conclusões e soluções para as equipes nos próximos jogos.

No basquete, temos um precedente com o Portland Trail Blazers: a equipe utilizou os dados de jogos anteriores e aqueles recebidos em tempo real para afinar um pouco mais a estratégia de jogo. O resultado? A melhor temporada da equipe nos últimos anos.