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TIM, mudar a marca não resolve. Melhorar os serviços… isso sim resolve!

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“Evoluir é fazer diferente”. Eu concordo plenamente com essa frase.

A TIM apresentou uma nova marca, com um objetivo bem claro: deixar de ser odiada. Não sou eu que estou falando isso, mas sim Rodrigo Abreu, CEO da operadora no Brasil. E se é ele que está falando isso, quem sou eu para discordar? E olha que tem gente que defende a TIM com unhas e dentes, por conta dos generosos planos que a operadora possui. Mas… isso é o suficiente?

Quero dizer… mudar a marca é o bastante? A TIM não precisa fazer mais nada? Mudar a marca, criar um slogan que beira o óbvio e oferecer uma nova filosofia (teórica) é o que a operadora precisa para avançar posições no mercado?

Particularmente, acho que não.

A imagem da TIM é bem queimada em várias regiões do Brasil. Em São Paulo, a sua internet móvel fica atrás das concorrentes, e a sua banda larga fixa, a Live TIM (em breve, TIM Live), alterna entre dias de constância e dias consecutivos de indisponibilidade. Não sou eu que falo, são meus colegas blogueiros que utilizam o serviço. Eu mesmo tentei utilizar a internet móvel da operadora por alguns dias, e qualifiquei aquilo como “uma grande porcaria”, que não contava com conectividade 4G em vários pontos da capital paulista.

Aqui no Paraná, eu só uso a TIM porque sou obrigado, já que um monte de gente tem por conta dos planos de telefonia com benefícios de chamadas “ilimitadas” (sim, agora temos que colocar essa palavra com aspas) e, mesmo assim, só uso a operadora na parte de telefonia mesmo. Na internet, continuo utilizando a minha linha da Vivo que estava ativa em Araçatuba (SP), não só por conta da comunicação com meus parentes, mas porque o meu número do WhatsApp está ativo nele há 3 anos pelo menos, e não pretendo trocá-lo. E porque a Vivo funciona razoavelmente bem aqui.

A TIM sofre do mal de ter uma grande base de clientes, mas entregando um serviço considerado meia boca. Se tem gente contente com isso, OK. Mas respeitem os descontentes. O slogan “Evoluir é fazer diferente” mostra claramente que até a operadora está ciente dos seus erros, e que está proposta a mudar para melhorar o seu desempenho entre os descontentes. Ao menos propõe investir no marketing positivo, que por sua vez pode vir através de mudanças nas suas propostas, valores e objetivos, que podem atrair clientes desertores e outros usuários que até se interessam pelas suas propostas, mas barram na má qualidade dos serviços entregues.

Pode ser que a TIM funcione bem na sua cidade. Acontece. Mas é difícil encontrar alguém realmente satisfeito com a operadora. E por conta dos blogs eu converso com muita gente. E é muita gente descontente com a operadora.

Esperamos mesmo que a TIM faça diferente daqui para frente. Que a operadora aprenda com os erros. Que mude para evoluir. Até mesmo para oferecer uma melhor competição no mercado de telefonia e internet móvel no Brasil. Não pode ir apenas nos números. Tem que ir além no conjunto da obra.

Fazer diferente para evoluir, TIM.

Eu experimentei | ClubHouse (Signature) by McDonald’s

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E lá fui eu, muito corajoso, experimentar o ClubHouse, primeiro lanche da nova linha de lanches do McDonald’s, a Signature. Essa linha tem como principal objetivo oferecer um lanche que reproduzisse a experiência de um autêntico hambúrguer de um food truck, com um tempero especial, carne 100% bovina e ingredientes especiais.

Eu me lembro que na propaganda da televisão, o McDonald’s vendeu o seu “lanche artesanal” disfarçado de lanche de fast food, apenas para enganar os haters. No comercial eles alcançaram o seu objetivo. Porém, o mundo real é bem diferente de uma propaganda televisiva. Por isso existem pessoas como eu, que procuram aventuras como essa. É quase um review de comida, mas… quem não gosta de fazer isso?

Bom, eu gostaria de ser pago por isso. Mas isso é outra história. Enquanto isso não acontece, a brincadeira segue saindo do meu bolso.

Vamos lá.

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O ClubHouse foi adquirido no combo (até porque era hora do almoço), com batatas fritas (médio) e refrigerante (Coca-Cola Zero). Podemos pular sem problemas o refrigerante a batata frita, pois os dois não estão em avaliação aqui (e ambos contam com aquela qualidade que vocês já conhecem). Vamos direto ao que interessa: o ‘lanche artesanal’ do McDonald’s.

Que, de artesanal, não tem muito. Como qualquer outro lanche dessa rede de fast food, ele vem pré-preparado, tal como manda o manual de etiqueta do Ronald McDonald, com o simples objetivo de liberar o lanche mais rápido para o cliente. Se você está com pressa, ótimo. Se você esperava um lanche com maior cuidado no seu preparo, sua decepção começa antes mesmo de receber o produto.

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Não se se é um efeito placebo ou se realmente temos um diferencial relevante no ClubHouse, mas ver essa folha de alface revestindo algumas rodelas de tomate até me animou. Não que eu esteja necessariamente procurando um lanche saudável no McDonald’s, mas ao menos na minha cabeça eu imagino ter visto algo de melhor qualidade, além de ser mais atrativo na sua estética.

Outro aspecto positivo é esse pão tipo brioche, que até que é bonito vendo de longe. Ao menos não tem aquela aparência pálida de um lanche comum. Ou seja, ao menos na aparência, o ClubHouse é diferenciado em alguns aspectos.

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É um lanche alto. E aqui temos uma faca de dois gumes (que não ajuda a cortar esse lanche).

Por um lado, temos dois hambúrgueres e uma considerável quantidade de bacon nesse lanche (aliás, saiba que, por R$ 1, você pode colocar mais molho ou mais bacon), o que é algo sempre bem vindo. Isso quer dizer mais sabor, mais carne a ser mastigada. E todo carnívoro convicto gosta disso.

Por outro lado… lembra do tomate que te falei mais acima? Então… lembre-se dele, do molho especial desse lanche e das cebolas caramelizadas. Ah, e lembre também do pão tipo brioche mais fino que o ideal. Some tudo isso, e você terá um dos lanches mais escorregados do McDonald’s. Mesmo.

Sem falar que em um determinado ponto, algo vai escapar das duas finas camadas de pão, e você ou vai precisar sujar as mãos para não desperdiçar aquela carne toda, ou vai precisar de garfo e faca para terminar de comer o seu lanche.

 

Vale a pena?

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O ClubHouse tem pontos positivos e negativos.

O positivo é que a carne está muito bem temporada, sem aquela impressão de ser um hambúrguer congelado. O sabor da carne está realçado, e parece mesmo que tem 100% de carne bovina nesse lanche. É claro que o bacon sempre ajuda, e o pão do tipo brioche tem realmente um paladar bem diferenciado. Sem falar no já mencionado aspecto visual, pois uma bela folha de alface e uma bonita rodela de tomate podem fazer a diferença nesse aspecto.

Já o lado negativo está nos pontos que eu já citei nesse post. O lanche basicamente se desmancha na sua mão, já que as duas camadas de pão são muito pequenas para acondicionar tanta coisa. O molho especial/secreto do lanche não é algo memorável (como foi o McArgentina oferecido durante a Copa do Mundo de 2014 #saudades…), e as cebolas caramelizadas são dispensáveis.

No final das contas, o ClubHouse até que passa de ano, mas tem aquelas falhas que mostram onde e como o McDonald’s precisa melhorar para não perder para o Burger King, para o Habib’s e até para o Zezão Lanches. O que mais peca é que eles vendem esse lanche como ‘artesanal’, e nesse aspecto, de artesanal ele não tem muita coisa. Seria efetivamente artesanal se corrigisse parte dos problemas detectados por mim.

Comeria de novo? Não. Até porque não creio que ele valha tanto os R$ 29,50 cobrados pelo combo.

O ClubHouse é apenas o primeiro da linha de lanches Signature by McDonald’s. Outros lanches dessa série serão apresentados, e esperamos que os futuros lançamentos corrijam ao menos em parte aqueles problemas detectados.

P.S.: a bandeirinha tem escrito no verso “retire antes de comer”. É um ‘belo aviso’. Jamais poderia imaginar que seria uma notícia tão importante. Acho que vou publicar nos jornais. O mundo precisa saber disso.

Internet da Vivo em Araçatuba continua dominante (em dezembro de 2015)

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Alguns de vocês sabem que eu estou em Araçatuba (SP), passando as festas de final de ano (Natal e Ano Novo). Um período do ano que é perfeito para descansar, mas também para eventualmente testar a tecnologia que está ao seu redor, de alguma forma. Novos gadgets, eletrodomésticos, eletrônicos… e a telefonia móvel da cidade.

Quando me mudei para Ponta Grossa (PR) em agosto, eu utilizava a Vivo como minha linha principal de celular (plano SmartVivo Controle). Aliás, fiz a mudança em 2011, depois que fiquei praticamente desconectado em Balneário Camboriú (SC) durante as festas de final de ano, já que a Claro operava muito mal na cidade. De lá para cá, são quatro anos bem satisfeito com os serviços da operadora, principalmente no que se refere à cobertura de sinal.

Em maio, o 4G da Vivo chegou em Araçatuba, e apesar do sinal só alcançar essa velocidade no centro da cidade e em pontos mais estratégicos, ao menos era um 4G efetivo. Era uma alegria poder utilizar a internet em velocidade muito superior ao 3G da mesma operadora, que em determinados pontos comerciais simplesmente zerava o sinal. Eu abandonei a Claro por conta dos problemas já citados no parágrafo anterior, e a Oi não tinha qualquer tipo de loja oficial na cidade, o que tornava essa uma opção inviável para mim em caso de problemas.

A TIM eu não considero como opção nem mesmo para chamadas de voz. Sou obrigado a ter uma linha da operadora por conta de alguns amigos e contatos comerciais que utilizam essa operadora. Infelizmente.

Ao retornar para Araçatuba para as festas de final de ano, decidimos participar de uma brincadeira, chamada Cubo do Conhecimento, idealizado pelo Uni Toledo. Quem encontrasse o tal cubo ganharia prêmios interessantes, incluindo um carro zero quilômetro. Enfim, esse foi o motivo para nos deslocarmos para um local relativamente afastado do centro da cidade, a 14 km do perímetro urbano, em uma velha estação férrea desativada. E lá eu pude comprovar como sinal de internet móvel da Vivo segue superior em relação aos demais.

Quando chegamos ao nosso destino, eu precisava consultar informações adicionais sobre as pistas buscadas na brincadeira. De forma (quase) não surpreendente, o 3G da Vivo ainda estava funcionando, mesmo com certas dificuldades para abrir as páginas (a ponto da Google acionar o modo de baixo consumo de dados, por detectar uma conexão mais lenta). O smartphone que utilizo essa linha da Vivo é o Motorola Moto Maxx.

Já o meu sobrinho, que me acompanhava no carro, possui uma linha da Claro, e ao tentar utilizar o seu iPhone 6 para realizar a mesma pesquisa, se deparou com um sinal completamente zerado. Ou seja, sem rede móvel ativa, e sem a possibilidade de navegação na internet.

O mesmo aconteceu com a linha da TIM, que utilizo para testes nesse momento com o Lenovo A7010. Aliás, mesmo no centro de Araçatuba, a TIM não consegue oferecer nem mesmo um 3G decente. Logo, não poderia imaginar outro resultado da operadora nesse aspecto.

No segundo semestre de 2015, o 4G da Vivo chegou em Ponta Grossa. Repetindo os momentos iniciais de sua implantação em Araçatuba, o sinal em alta velocidade só esteve presente em determinados locais da cidade (normalmente os mais importantes), mas com o passar dos meses ele está expandindo para os demais bairros.

Tal postura da Vivo só reforça que, ao meu ver, ela é a melhor opção em termos de cobertura de sinal de internet. Não é a melhor relação custo-benefício do mercado, e sei que os resultados podem variar de acordo com a região do Brasil que você vive. Mas chego a conclusão que não posso ficar desconectado, e não estou disposto a arriscar uma mudança nesse momento.

Detalhe: a Vivo não me pagou um centavo para esse post. Opinião 100% isenta.

TIM e Decolar fecham parceria

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Descontos na compra de passagens e reservas de hotéis em destinos nacionais e internacionais. A TIM é a primeira operadora de telefonia brasileira a oferecer esses benefícios aos seus clientes em parceria com a Decolar.com, maior agência de viagens da América Latina e uma das cinco líderes do segmento no mundo.

No primeiro período promocional que começa em setembro, os clientes TIM terão 15% de desconto para “Viagens Rápidas”, opção dentro do aplicativo da Decolar.com, que oferece, inicialmente, ofertas para reserva de hotéis em aproximadamente 800 cidades no Brasil. Os clientes da operadora receberão um SMS, entre os dias 15 e 16, com um código promocional e o link para baixar o aplicativo da Decolar.com e aproveitar a promoção no fim de semana entre 19 e 21 de setembro. Para desfrutar do desconto, basta entrar na seção “Viagens Rápidas” de um aparelho TIM e inserir o código promocional antes de finalizar a compra.

Os clientes da Decolar.com poderão aproveitar ofertas exclusivas de viagens diretamente pelo celular, potencializando ainda mais a mobilidade do nosso usuário. Ao longo da parceria também ocorrerão descontos para voos e hotéis em todos os destinos internacionais disponíveis no app da Decolar.com permitindo aos clientes da operadora programar sua viagem ao exterior em qualquer data futura.

Os clientes TIM poderão conhecer mais sobre a parceria em www.tim.com.br na seção Serviços> Promoções> Parceria TIM e Decolar.com.

Via assessoria de imprensa (TIM Brasil)

Instituto TIM traz O Círculo da Matemática para o Rio de Janeiro

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Estimular o aprendizado da matemática de forma lúdica e participativa entre os alunos. Esse é o objetivo do projeto O Círculo da Matemática do Brasil – que traz ao país a abordagem “The Math Circle”, desenvolvida pelos professores Bob Kaplan e Ellen Kaplan da Universidade de Harvard, já implementado em mais de 60 escolas da rede pública brasileira com apoio do Instituto TIM. Nesse mês, a iniciativa, que já beneficia mais de sete mil crianças, chega à rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, a partir de uma parceria que está sendo firmada com a Secretaria de Educação da cidade.

A metodologia do programa busca o desenvolvimento do raciocínio matemático de alunos do ensino fundamental, com idades entre sete e nove anos. Ela é aplicada em atividades extras da disciplina durante a grade curricular e convida o estudante a construir o seu próprio conhecimento, valorizando o erro como um caminho até encontrar a resposta correta.

Os educadores do projeto recebem capacitação prévia e participam de workshops com os professores Bob e Ellen Kaplan, que acompanham de perto a implantação do projeto no Brasil. O treinamento contempla imersão na abordagem do “The Math Circle”, que considera uma série de atividades que visam instigar o interesse das crianças pela disciplina.

Há um ano em desenvolvimento no país, a iniciativa já está presente em dez cidades: Aracaju, Brasília, Belém, Duque de Caxias, Fortaleza, Porto Alegre, Porto Velho, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Na capital fluminense, a metodologia será aplicada em unidades escolhidas sob a orientação da Secretaria de Educação e deve beneficiar cerca de 750 alunos nessa primeira fase.

O Círculo da Matemática do Brasil está alinhado com a missão do Instituto TIM, que visa criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência e inovação, promovendo o desenvolvimento humano no Brasil. Criado em 2013, o Instituto tem quatro pilares que definem sua atuação: Ensino, que tem como foco a educação e a ciência; Aplicações, com o objetivo de desenvolver novas soluções tecnológicas; Inclusão, com a difusão do conhecimento de tecnologias de informação e de comunicação; e Trabalho, criando novas formas de atuação através do conhecimento tecnológico.

Via assessoria de imprensa (TIM Brasil)

Live TIM cria corrida divertida no Mano a Mano com Usain Bolt

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A Live TIM, ultra banda larga fixa da operadora, prepara uma ação bem-humorada para quem comparecer, no próximo domingo (17), ao desafio Mano a Mano, na praia do Leme, no Rio de Janeiro, com a presença do maior velocista do mundo, Usain Bolt.

Durante o Desafio Live TIM Mano a Mano, os participantes poderão percorrer uma pista de 40 metros de comprimento, sendo metade do trecho cheio de obstáculos e a segunda etapa livre. A ideia deste modelo é remeter à alta velocidade do serviço e às dificuldades que um usuário enfrenta com uma internet comum. Além disso, no sábado (16), 20 clientes corporativos da TIM Soluções Corporativas terão a oportunidade única de se encontrar com o corredor jamaicano na área VIP do evento e de tirar fotos com o atleta.

O Desafio Live TIM Mano a Mano será dividido em duas etapas: na primeira, os corredores terão de ultrapassar diversas barreiras, como piso com areia fofa, cinto elástico amarrado ao corpo para dificultar os movimentos, além de subir e descer escada, uma alusão divertida ao tempo de download e upload da internet da concorrência, entre outros empecilhos. Já na segunda metade, os participantes conseguirão completar a prova sem grandes dificuldades e sem pegadinhas, remetendo ao funcionamento da Live TIM, que preza pela transparência e qualidade do serviço.

Ao fim da ação, um cronômetro mostrará as velocidades alcançadas nas duas pistas, uma forma de comparar a diferença de experiência de navegação entre os usuários da ultra banda larga da operadora e dos assinantes das outras empresas. Ao cruzar a linha de chegada, o corredor poderá tirar uma foto e postá-la no Facebook, compartilhando com os amigos sua participação no Desafio Live TIM Mano a Mano.

No dia anterior à corrida (16), 20 clientes da TIM Soluções Corporativas, unidade de negócios corporativos da operadora, terão uma experiência única com o corredor jamaicano, que estará disponível para fotos e autógrafos. Eles se encontrarão com o atleta em uma tenda exclusiva montada pela operadora na área VIP do evento e poderão fazer perguntas para o velocista.

Todos os participantes e seus acompanhantes também ganharão brindes e poderão assistir à etapa classificatória, que será realizada no próprio sábado e levará um velocista brasileiro a competir com Bolt no dia seguinte.

A Live TIM é uma das patrocinadoras do Desafio Mano a Mano, que acontece pela segunda vez no Rio de Janeiro e é organizado pela X3M Sports Bussiness e Dream Factory.

Via assessoria de imprensa (TIM Brasil)

Se o 3G no Brasil já é desse jeito hoje, imagina o 4G na Copa do Mundo?

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Sábado (20/04), eu fiz a minha visita semanal ao centro de minha cidade (Araçatuba/SP), com um objetivo em mente: “namorar” o LG Nexus 4. E posso dizer que estou apaixonado pelo smartphone do Google. Tive que me segurar para não jogar o cartão de crédito na cara do vendedor que me atendeu, mas esse assunto não está em questão agora. O fato é que, antes de fechar a compra, eu queria consultar o meu controle financeiro, em uma tabela salva no Google Drive, pelo smartphone. Mas para minha surpresa, quando eu fui precisar da já citada conexão 3G para buscar meus dados no Google…

Bom, resumindo: controlei o impulso de comprar o aparelho (mesmo testando ele na loja por quase uma hora), até porque não tinha a certeza se poderia ou não bancar a aventura financeira naquele momento. Porque o 3G não funcionou na hora que eu precisava.

A operadora em questão (Vivo), nos últimos meses, vem piorando a qualidade dos seus serviços. Na qualidade da internet, eu já estava observando isso a algum tempo, onde, mais uma vez, eu afirmo: o 3G por aqui simplesmente não existe. Tenho que me virar com o EDGE, principalmente quando estou usando o iPhone (no Android, de vez em quando, ele está funcional). Na qualidade de chamadas, nessa semana, deixei de fechar negócios importantes porque a rede da Vivo não completava chamadas para o meu número de São Paulo.

Mas isso não é uma exclusividade da Vivo. A linha da Claro da minha esposa também deixa de receber chamadas, ou não consegue ter uma boa qualidade em algumas ligações. A TIM aqui é um lixo! Não conseguem cadastrar chips para acesso à internet no pré-pago, e poucas áreas da cidade são cobertas com um sinal 3G eficiente. E a Oi sofre de quedas constantes de sinal (segundo algumas pessoas que utilizam a operadora por aqui).

Tá, eu sei que você vai me dizer que sua operadora é ótima no lugar que você mora. Eu digo: “que sorte a sua”, e aconselho que você saia da bolha, já que o Brasil é enorme. Nas últimas semanas, as principais operadoras realizaram lançamentos relacionados ao 4G nas capitais brasileiras, prometeram uma expansão rápida do 4G no país nos próximos anos, além de uma promessa pouco convincente de melhora nas redes 3G. Algo que, particularmente, duvido que aconteça (como em muitas coisas que são prometidas na banda larga móvel brasileira).

Agora, se temos esses problemas hoje, imagina nos próximos anos, com eventos de grande porte acontecendo? Será que realmente todos aqueles que vão visitar o Brasil durante a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos contarão apenas com dispositivos 4G, resolvendo todos os problemas do Governo Federal? É um mundo dos sonhos para as operadoras de telefonia móvel, certo?

Mas… e os atuais consumidores? Aqueles que hoje usam o 3G, que pagam caro por uma conexão de banda larga pós-paga? O que serão deles? Ficarão relegados aos serviços deficientes, sem fiscalização adequada da Anatel, que só sabe aplicar multas (que para as operadoras, é dinheiro de pinga) no lugar de adotar medidas mais drásticas e permanentes? Pelo andar da carruagem, dá para imaginar que sim, uma vez que desde que a Anatel começou a pegar no pé das operadoras, todas elas acabaram piorando o produto final entregue para o consumidor.

Por fim, quem perde com isso é o usuário, que não tem por onde correr. Somos condenados a ficar com aquela que é a “menos pior”, e contar com a sorte que o nosso telefone funcione quando precisamos. Não venha me dizer que seria muito mais prático resolver tudo pela internet ou via Skype. Eu até concordo, mas no Brasil, isso é impraticável. Algumas comunicações são mais objetivas quando feitas por telefone mesmo, e quando você tenta utilizar o Skype pelo smartphone, a sua conexão 3G não funciona, deixando a conversa ininteligível. E fechar negócios pelos chats do WhatsApp ou do Facebook ainda não é uma prática bem vista comercialmente por todos.

Ou seja, se o 3G no Brasil está desse jeito hoje, imagina o 4G na Copa do Mundo? E quem vai pagar o pato (ou elefante na sua sala) dessa conta sou eu, você, e todo mundo que gostaria de uma internet móvel de boa qualidade no país. Ou pelo menos uma internet móvel que a gente pudesse chamar de “razoável”.

O 4G no Brasil, e a torcida para que realmente seja bom pra todo mundo

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Nessa semana, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) fez o leilão das faixas de frequências das novas redes de transmissão de dados. As redes 4G devem atender as zonas urbana e rural em pé de igualdade, e devem estar completamente implementadas até o final de 2016. Mas vale ficar atento para alguns detalhes que, ao meu ver, não deixam as coisas tão felizes e vantajosas para o consumidor. Vejamos…

As grandes vencedoras do leitão, ops… quero dizer, do leilão da Anatel foram Claro e Vivo. E isso já era esperado. Com duas empresas multinacionais muito interessadas em investir no mercado de telecomunicações do Brasil (Carlos Slim já deixou isso muito claro – sem trocadilhos – e a Portugal Telecom fez até a finada Telefonica a mudar de nome, só para limpar a sua imagem por aqui), e entendem que o mercado das redes 4G pode ser um excelente negócio a longo prazo. E olha que estamos falando do Brasil, um país onde os smartphones são caros, e a grande maioria vai ter que trocar de aparelho para usufruir das novas velocidades.

Porém, pensando a curto prazo, com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos batendo na porta, as empresas que ficaram com as melhores cotas poderão explorar o potencial comercial dessa nova rede de forma mais imediata, obtendo lucros mais imediatos. Acordos podem ser fechados com o peso do “nós somos capazes de oferecer a conexão com melhor qualidade”, e nesse jogo, as operadoras de telefonia estão de olho nos milhões que podem entrar através dos governos estaduais, dos patrocinadores dos eventos esportivos, e até do Governo Federal.

E para você, que deseja navegar em uma velocidade próxima à banda larga que você tem na sua casa? Quando poderá usar a conexão 4G?

A melhor resposta para isso é: puxe uma cadeira. Melhor, busque a cama mais próxima. Não vai ser tão cedo.

Assim como o processo de migração do sinal de TV analógico para digital (aqui em Araçatuba não existe o sinal de TV digital… sim, eu vivo no fim do mundo), o processo de adoção das redes 4G no Brasil será algo lento. Muito lento. Mais lento que o Rubinho Barrichello. A prioridade está nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, mesmo porque essa é uma das exigências da FIFA (conexão de alta velocidade e qualidade). As cidades adjacentes também devem se beneficiar dessa primeira fase da implantação do 4G no Brasil, mas não criem muitas esperanças sobre isso. É apenas uma tendência, mas nada confirmado.

Outro detalhe importante que o consumidor deve ficar atento: Claro e Vivo compraram as melhores frequências oferecidas pela Anatel (2.5 GHz). Isso não quer dizer que elas vão oferecer o melhor serviço, porém, já largam na frente em relação à TIM e Oi, que ficarão com frequências mais fracas. Esse é um fator que deve ser levado em consideração na hora da contratação do serviço.

Por outro lado, fique atento. Procure ouvir o feedback de outros usuários sobre a qualidade do serviço que a operadora oferece. E isso não vale só para quando o 4G chegar. Utilizar uma rede 3G no Brasil pode ser, em muitos casos, um tiro no escuro, e para muitos, é um investimento relativamente caro demais para ficar arriscando em operadoras que não entregam o serviço prometido, ou que ficam com uma qualidade de serviço e atendimento abaixo do esperado.

Quanto ao 4G no Brasil, eu tenho muito mais fé do que certezas. Tenho fé que o serviço prometido será entregue de acordo com as expectativas dos usuários brasileiros. Tenho fé que operadoras e fabricantes serão no mínimo coerentes para oferecerem smartphones com preços pelo menos razoáveis (não dá pra pedir preços justos, pois essa realidade ainda não existe). Alguns modelos de smartphones que serão compatíveis com as redes 4G já estão circulando pelo mercado nacional. Com preços elevados, é verdade. Mas o tempo passa. Quem sabe lá na frente.

O mais importante: tenho fé que todo esse processo de adoção das redes 4G no Brasil será a menos traumática possível, e que até mesmo as redes 3G melhorem, ou fiquem mais baratas. Mas, repetindo: fé é acreditar em algo que você não tem certeza se existe, ou que vai acontecer. Todos nós sabemos que, no Brasil, a realidade é bem diferente dos nossos sonhos, e esse é um pequeno “obstáculo” no cenário ideal que cada um de nós imaginamos.

Mas, enfim… daqui a quatro anos, vamos voltar a falar nesse assunto.