Tag Archives: Microsoft Surface

Quatro anos do lançamento do Microsoft Surface

by

surface

No dia 18 de junho, completou-se quatro anos do lançamento do primeiro Microsoft Surface, um produto que no seu início gerou sensações contrapostas e até chegou a ser muito criticado por empresas como a Apple, que via o dispositivo como um híbrido desnecessário, mas que anos depois deu o braço a torcer, “pegando emprestado” o conceito para lançar o seu iPad Pro.

 

Aposta ambiciosa que deu certo com o passar do tempo

A aposta inicial da Microsoft foi muito ambiciosa, e por isso acabou lançando um modelo baseado na arquitetura ARM e Windows RT, com um custo acessível, além de outro modelo x86 com Windows 8. O primeiro modelo não teve muito sucesso nas duas primeiras gerações, e acabou sendo descontinuado com certa facilidade.

Já a linha baseada em CPUs x86 seguiu adiante, e experimentou uma pequena evolução, onde a Microsoft foi polindo o conceitou aos poucos, ajustando pequenos detalhes e incluindo componentes mais modernos e potentes.

Podemos dizer que o Surface marcou sim um “antes e depois” no mundo dos computadores portáteis, mostrando efetivamente o valor único que poderiam oferecer os equipamentos no formato 2 em 1, e confirmando que era possível sim desfrutar de toda a potência de um PC de verdade em um equipamento que pesa menos de um quilo.

Aqueles que compraram o Microsoft Surface ainda contam com um dispositivo muito capaz e potente, uma vez que utilizam um processador Intel Core de terceira geração (Ivy Bridge) fabricados em 22 nanômetros, acompanhados de 4 GB de RAM e telas com resolução de 1080p.

Com isso, a Microsoft cumpriu o seu objetivo, mesmo com as reticências iniciais, já que não só popularizou um novo conceito de equipamento portátil, mas também serviu de inspiração para outros fabricantes do setor.

US$ 650 por um MacBook Air: é o que a Microsoft oferece para você comprar o Surface Pro 3

by

us650tradeMacBookforSurface

As lojas Microsoft Store dos Estados Unidso e Canadá abriram um plano de troca válido entre os dias 20 de junho e 31 de julho, onde serão oferecidos nada menos que US$ 650 para todos os usuários que visitarem as lojas, entregar o seu MacBook Air e adquirir imediatamente um novo Surface Pro 3.

A ideia da promoção é demonstrar que o tablet da Microsoft pode substituir perfeitamente um computador portátil (ainda mais um da concorrência), e ainda que não esteja especificado qual é o modelo do MacBook Air que eles estão aceitando, a única exigência que eles fazem é que o computador da Apple esteja ao menos funcionando.

Mais uma vez, a Microsoft volta a se centrar no MacBook Air, já que como vocês bem se lembram, foi o modelo da concorrência que sofreu as diversas comparações na apresentação do produto pela Microsoft.

Será que vai dar certo? Descobriremos em 01 de agosto.

Via ZDNet

Mercado brasileiro nunca verá um tablet Microsoft Surface. E ninguém se importa com isso

by

Microsoft-Surface-Pro-3-11

E vemos de novo a Microsoft tentando de novo emplacar os seus tablets no mercado. Hoje (20), eles apresentaram o Microsoft Surface Pro 3, a terceira geração do produto, que tem mais cara (e conceito) de notebook do que de tablet. No Brasil, o produto não desembarcou em nosso mercado, e pelo andar da carruagem, não vai chegar. Mas… quem se importa, não é mesmo?

Não estou criticando o produto ou o consumidor brasileiro. O Windows é o sistema operacional para computadores mais utilizado no Brasil, e a proposta geral do Surface até me agrada. Porém, apesar dos esforços da Microsoft em dar uma sobrevida ao conceito de “posso ser produtivo em qualquer lugar”, a aposta sobre uma possível migração dos usuários de laptops para o conceito do Surface se mostra cada vez menos próspera.

E olha, que eu não acho a ideia ruim. Porém, pouco prática. Só agora a Microsoft corrigiu alguns problemas bem evidentes presentes no primeiro modelo, como adicionando dessa vez um teclado mais rígido, uma maior variação de posições para deixar o produto sobre uma mesa, e um hardware mais potente, para quem quer efetivamente ser produtivo.

Porém, não é todo mundo que vai embarcar nessa. OK, o Surface é mais barato que muitos dos principais laptops (o valor do modelo básico desse tablet lá fora é de US$ 799), e consideravelmente mais barato que os ultrabooks. Porém, mesmo olhando para o fato desse produto ser um “híbrido” e um laptop ainda ser um laptop, eu acho difícil convencer alguém a trocar o seu caro laptop, pago em suaves prestações, por um tablet que não oferece toda a funcionalidade de um notebook tradicional (na teoria; quem sabe eles melhoraram nesse aspecto).

Sem falar que ainda tem muita gente que entende que os tablets não foram feitos para atividades mais complexas, ou que naturalmente exigem um hardware mais robusto para realizar tais tarefas. É evidente que você pode encontrar soluções e atividades para o produto, o que pode se reverter em algo útil para a sua vida (e isso também se chama produtividade). Mas em via de regra, os tablets são produtos mais inclinados para o consumo de conteúdos.

E quem quer trabalhar com o tablet, acaba escolhendo o iPad.

Por falar no iPad… ninguém aí estranhou que a Microsoft não lançou uma versão menor do Surface Pro? Pelo contrário: aumentou a tela do produto. Faz sentido: se você cria um produto pensado na produtividade, e quer extrair o máximo disso, aumentar o tamanho da tela passa a ser algo fundamental, aumentando a interação do usuário com o sistema operacional.

De qualquer forma, a impressão clara que dá é que o geek brasileiro está “andando” para o Surface Mini. Resta saber como será o desempenho em vendas e a aceitação dos consumidores em outros mercados. Se levarmos em conta que o primeiro Surface Pro foi uma verdadeira piada em vendas, e que o segundo não foi algo promissor, entendo que a terceira é “ou você a certa, ou vamos parar com essa palhaçada de investir em produtos que as pessoas não se importam com ele”.

E não falo só no Brasil. As lojas que vendem o Surface estavam vazias no lançamento anterior. O que vai acontecer com o produto apresentado hoje? Só o tempo vai dizer…

COMBO! Samsung (de novo) faz piada: dessa vez, do iPad, do Surface e do Kindle (vídeo)

by

A Samsung criou um novo anúncio em vídeo, que não só ataca o seu principal rival, a Apple, com o iPad mas também faz piada do Surface da Microsoft e o Kindle, da Amazon. O objetivo? Promover os seus tablets, é óbvio.

Os novos tablets Galaxy Note Pro e Tab Pro são pensados especialmente para usuários empresariais, mas a Samsung quer ampliar esse alcance, mostrando que podem ser úteis para qualquer tipo de usuário. Para isso, eles comparam o modo multitarefa dos seus equipamentos com o iPad, o seu design fino e leve com a espessura do Surface, e a suas possibilidades de uso diante da limitação do Kindle.

Vídeo abaixo (em inglês, mas as imagens falam por si).

 

Faz sentido a Nokia competir com a Microsoft no mercado de tablets?

by

klil

Agora que o tablet Nokia Lumia 2520 foi lançado, essa é uma pergunta que muitos estão se fazendo: qual é o sentido da Nokia competir com a Microsoft no mercado de tablets com Windows RT 8.1? Ainda mais depois do anúncio da compra da fabricante finlandesa pela gigante norte-americana. Teria a Nokia com alguma boa carta por baixo da manga, que diferenciaria o seu dispositivo no mercado? Tem (e falo disso mais adiante), mas mesmo assim… faz sentido essa “competição”?

Para montar esse quebra-cabeças, temos que voltar um pouco no tempo, para o mês de setembro de 2013, quando a Microsoft anunciou a compra das divisões de dispositivos e serviços, além das licenças e patentes da Nokia. No anúncio oficial, estava confirmado que o acordo estaria concluído no começo de 2014, mais precisamente quando Steve Ballmer anunciar o seu substituto no posto de CEO da Microsoft.

Coincidência? Estou duvidando.

Muito foi especulado sobre o que iria acontecer com a família de smartphones Nokia Lumia com o sistema operacional da Microsoft. Se a maca da Nokia seria removida, se o nome seria trocado, ou diversas teorias que ainda são levantadas, mas sem nenhuma confirmação oficial.

Para o caso da telefonia, ainda que existam algumas dúvidas, já está mais ou menos claro o que vai acontecer (a Microsoft val iniciar a sua produção de smartphones com a marca Lumia, mas sem o selo da Nokia). Porém, com a parte dos tablets, poucos pensaram como a Nokia estava trabalhando nesse aspecto. Para muitos, pode fazer pouco sentido rivalizar com a empresa que comprou a sua marca, ainda mais em um mercado onde o que você mais precisa é ter menos rivais no seu caminho.

A Nokia lançou o seu tablet com a nova versão do Windows RT, se mostrando otimistas com o sistema operacional trabalhando com os processadores ARM. Porém, eles fazem isso dias depois que a Microsoft lançou a segunda versão dos dispositivos Surface, que bem ou mal estão melhores posicionados no mercado, e que oferecem melhorias técnicas em relação à primeira geração.

Entre as muitas perguntas que passam pela cabeça, é preciso também questionar por que a Nokia não esperou o fim do acordo de compra com a Microsoft para lançar um tablet já com o crivo da empresa norte-americana. Ou por que não deixou o Surface em uma exclusvidade praticamente absoluta, já que só a Microsoft oferecia um tablet com Windows RT.

Uma das possíveis respostas que dão sentido à este cenário criado é o fato que, para a Microsoft, a continuidade no mercado do Windows RT é muito mais importante do que o sucesso do seu próprio tablet. É uma difícil escolha, pois parece estar bem claro que, por mais que a Microsoft queira seguir apostando nessa arquitetura, os consumidores finais olham justamente para o outro lado.

A entrada da Nokia nesse mercado (que já é muito reduzido), que se caracteriza por ter a possibilidade de vender dispositivos mais baratos com um aumento considerável na duração de bateria, poderia ser um sopro de ar fresco, já que milhares de consumidores se sentiriam atraídos simplesmente pelo potencial das ideias que a Nokia está gerando nos últimos meses.

Por outro lado, a estratégia da Nokia/Microsoft pode parecer desesperada, com o objetivo de salvar uma ideia que, desde o começo, não deu certo (a ideia, nesse caso, é o Windows RT). Provavelmente um dos mais duros golpes que o Windows RT recebeu foi a aparição dos novos processadores Intel Bay Trail, focados no aumento do desempenho combinado com uma considerável redução no consumo de energia. Além disso, vale lembrar que esses processadores possuem arquitetura x86, o que (na teoria) não resulta em nenhum tipo de incompatibilidade na hora de instalar programas para a área de trabalho do sistema.

Vamos ver o que vai acontecer nos próximos meses. Parece estar claro que a Microsoft segue tirando o peso do Windows RT das suas costas. Pelo menos até a apresentação de um novo sistema operacional.

Vendo o número de vendas e a aceitação do consumidor final, é difícil de acreditar que eles voltem a utilizar esse formato no futuro. Foi uma má ideia, os sócios de hardware não postam nisso, mas a Microsoft terá que seguir dando todo o suporte necessário para esse pequeno público que usa hoje o Windows RT, custe o que custar.

Colocaram um tablet Microsoft Surface 2 gigante em Londres. Quem sabe eles chamam a atenção assim…

by

surface-2

Para promover o lançamento dos novos tablets Surface 2 e Surface Pro 2 no Reino Unido, a Microsoft decidiu colocar um tablet gigante no meio da cidade. Quem sabe assim as pessoas percebam que ele existe, não é mesmo? Porque, sério, tá difícil para a Microsoft fazer esse produto ser notado.

O pessoal do site The Verge registrou as imagens desse gigante, que nesse momento está instalado na Trafalgar Square, em Londres. E, já respondendo a sua futura pergunta: o produto tem uma tela de 383 polegadas, 27 pés de largura, e 17 pés de altura. E funciona de verdade, tal como um Surface 2 faria em suas mãos.

surface-2-2

A Microsoft convidou algumas crianças das escolas de Londres para testar o tablet gigante (e suas teclas gigantes, que reproduziam ações na sua tela gigante). Se vai ajudar nas vendas do produto, eu não sei. Mas que essa criançada deve ter se divertido, eu não tenho dúvidas.

Via

Steve Ballmer não está satisfeito com as vendas do Surface RT. Também, pudera…

by

surface_black_c.11367094729.original-800x450

Steve Ballmer, CEO da Microsoft, deixou claro durante uma recente reunião interna realizada na última semana no campus da empresa em Redmond, que “não está contente” com as vendas do Surface RT, tablet lançado pela empresa junto com o Windows 8 no final do ano passado, com o objetivo de abrir mais um segmento no seu portfólio de produtos.

Para Steve Ballmer, a chave do pouco êxito nas vendas do Surface é que a Microsoft fabricou muitas unidades do produto, e agora, eles se veem incapazes de vender o estoque restante. A empresa tornou oficial na semana retrasada uma redução de preços de até 30% nos seus tablets, com o objetivo de aumentar o interesse dos consumidores em seus produtos.

Segundo a fonte próxima aos assuntos tratados na tal reunião privada, a Microsoft está fazendo de tudo para melhorar os resultados de vendas do Surface de forma exponencial nesse período do ano (meio do ano, férias no Hemisfério Norte), preparando grandes campanhas de marketing, centradas na volta às aulas, ou para os educadores que voltarão ao trabalho em colégios e universidades a partir de agosto.

Não é segredo para ninguém que a Microsoft já está trabalhando na sua nova geração de tablets. Os novos produtos devem ser anunciados no final de 2013 ou começo de 2014, e contarão com a nova linha de processadores Intel na versão Pro, que devem entregar ao dispositivo múltiplas vantagens, especialmente no que se refere ao desempenho do dispositivo e ao consumo de bateria.

E apesar de nada ser confirmado, é possível que o Surface RT, produto que a Microsoft defende com unhas e dentes apesar de todas as críticas, passe a incorporar os novos processadores Qualcomm Snapdragon 800 em uma nova versão.

Ainda segundo a fonte, durante a tal reunião, também sobrou tempo para falar do Windows Phone 8. Ballmer discutiu abertamente a necessidade do Instagram chegar ao sistema operacional móvel, deixando claro que, para ele, é mais importante ter um aplicativo de qualidade e com tamanha importância como é o caso da rede social de fotos do que um numero maior de aplicativos em sua loja.

Faz muito tempo que o projeto do Instagram para Windows Phone está na mesa de projetos do Facebook. A pergunta é: por que a rede social de Mark Zuckerberg, que possui ótimas relações com a Microsoft, não demonstra ter a intensão de desenvolver o seu aplicativo para o Windows Phone? A única resposta que encontro é “o Windows Phone não tem usuários suficientes para justificar nossos esforços no desenvolvimento do Instagram para o sistema”.

Algo que, particularmente, acho uma bobagem. Afinal de contas, pense no marketing positivo que o Instagram/Facebook poderia ter com o aplicativo sendo utilizado massivamente pelos usuários dos smartphones Nokia Lumia, e suas câmeras de alta qualidade de captação de imagem.

Por fim, mas não menos importante, Steve Ballmer sinalizou também a decepção ao ver o número de computadores com Windows 8 vendidos desde o seu lançamento. A maioria dos envolvidos nos planos da empresa entendem que o principal problema das vendas do sistema operacional está nos pontos de venda, que precisam se esforçar mais para obter maiores resultados. E, nesse sentido, a expansão das lojas da Microsoft será uma peça chave para a melhora dos números.

Comentários? Pois não!

No caso do Surface, isso era de se esperar. O tablet não está disponível em muitos mercados com considerável potencial (Brasil inclusive), muito em parte por culpa da própria Microsoft. O Surface RT é uma proposta interessante de tablet com Windows, porém, é caro e limitado (já que usa o Windows RT). O seu lançamento no Brasil é algo financeiramente inviável, e acredito que isso acontece em outros países com perfil econômico semelhante. E isso faz com que a Microsoft deixe de ganhar dinheiro com esses mercados.

Sobre o Windows Phone e o Instagram, Ballmer tem um ponto. O Instagram é um dos motivos pelos quais alguns (poucos) usuários de outras plataformas não migram de vez para o Windows Phone. É a cereja no bolo que falta para o sistema entrar de vez na briga. E, de novo: com o advento das câmeras dos modelos Nokia Lumia, o menino Zuck perde uma ótima oportunidade de capitalizar em cima do principal ingrediente do Instagram: a imagem.

Sobre o Windows 8, acho que Ballmer também não leva em consideração a queda de vendas dos computadores ao redor do planeta, algo que influencia de forma direta nas vendas dos produtos com o sistema operacional da Microsoft. As pessoas não compram mais computadores. Estão comprando tablets e smartphones no seu lugar. E muitos que já contam com um PC com Windows ainda não atualizaram para o Windows 8 pelos mais diferentes motivos. Entendo que Ballmer precisa pensar nesse aspecto também.

Mas, caro Ballmer: não fique triste. Dias melhores virão!

Com informações do alt1040.com

Por que o Microsoft Surface não decola no mercado?

by

surface_black_c.11367094729.original-800x450

O tablet Microsoft Surface chegou ao mercado (lá fora) com muitas expectativas. Porém, os resultados de vendas não são tão satisfatórios quanto se esperavam. De fato, por causa dessas fracas vendas, a Microsoft decidiu reduzir o preço do seu tablet em 30% no último domingo (14) nos Estados Unidos, com o objetivo de atrair mais consumidores.

Todo esse movimento levanta uma única questão: por que o Surface está fracassando no mercado? Nem vamos levar em consideração que o modelo não está disponível no mundo todo (inclusive no Brasil), mas levemos em consideração que não é normal que um tablet que no seu lançamento custava US$ 499 tenha o seu preço reduzido para US$ 349 apenas alguns meses após a sua chegada ao mercado.

O primeiro fato a ser constatado é: o Surface não correspondeu às expectativas. E isso é muito óbvio.

Todos são muito conscientes sobre a queda de vendas dos computadores pessoais (PCs, notebooks, ultrabooks, netbooks, etc). Hoje, ainda que alguns entendam que o PC tradicional é um produto essencial, a grande verdade é que a maioria dos usuários domésticos estão apostando em outras alternativas de uso mais confortável e adaptado para o seu uso.

Os tablets, por exemplo, tiveram um aumento de volume de vendas de forma exponencial nos últimos anos, principalmente aqueles que contam com os sistemas iOS e Android. Mas… se os tablets são os produtos do momento, por que o Surface não consegue entrar nessa lista de bem sucedidos?

 

Ele chegou ao mercado tarde demais?

A Microsoft está com problemas sérios para entrar de vez no mercado de tablets. Também é verdade que eles chegaram à esse disputado mercado muito tarde, e esse é apenas um fator de dificuldade adicional para o progresso do Surface no mercado. Porém, esses fatores ainda não são os principais culpados.

Para falar a verdade, quando você entra em um mercado já saturado, é preciso entrar para desbancar todos aqueles que já estão estabelecidos. É fundamental que esse novo produto conte com um valor agregado, ou um diferencial que a sua concorrência não possui. Não podemos dizer que a Microsoft não se esforçou para apresentar tais diferenciais, já que o Surface é o único produto que é um autêntico híbrido entre tablet e computador tradicional.

Além disso, o Windows 8 é um bom sistema operacional (na minha opinião), com uma interface renovada, que visa unificar a experiência de uso de todos os dispositivos da Microsoft. E tanto o Surface RT quanto o Surface Pro são tablets que podem despertar o interesse daqueles que querem ter esse ecossistema da empresa de Redmond na sua casa.

Entrada-Surface-800x531

O Surface deveria ter sido lançado antes. Agora, muitas pessoas já possuem um tablet em casa, e custa muito mudar de sistema sem um bom argumento. Imagine o que você teria que fazer com todos os aplicativos que você comprou para o seu antigo sistema (passei por isso recentemente). Ainda que o dinheiro investido não pareça muito, posso dizer sem medo de errar que muitos não mudam de sistema porque já estão acostumados com a plataforma atual.

Muitas vezes, ter uma estabilidade na vida é algo bom, e não é todo mundo que busca mudar de sistema operacional para “testar coisas novas”. Mesmo assim, vale a pena destacar que, por ser uma plataforma muito nova, o Windows 8 carece de alguns aplicativos que são considerados essenciais para muitos usuários.

 

O primeiro produto de uma nova leva de produtos

Vamos ser sinceros. Enquanto os demais fabricantes já contam com produtos ajustados no mercado, com atualizações constantes, a Microsoft lançou apenas o seu primeiro tablet. Logo, tudo é uma questão de confiança, também. Tablets com iOS e Android já são produtos consolidados junto ao consumidor. A Microsoft acaba de chegar a esse mercado, com produtos totalmente novos, e isso sempre gera uma grande dose de indecisão.

Não sei qual é a filosofia da Microsoft nesse aspecto. Eles vão lançar novos tablets? Se sim, como serão esses novos produtos? Esses novos produtos vão apresentar melhorias consideráveis em relação aos modelos de primeira geração? Eles vão desistir do mercado de tablets com o fracasso dessa geração de produtos?

Bom, a resposta da última pergunta, nós já sabemos: NÃO. Até porque a própria Microsoft já informou que eles estão trabalhando na próxima geração de tablets Surface.

Da mesma forma, o Windows 8 apresentou uma grande mudança de interface, e ainda tem muita gente que não se acostumou com isso. Os usuários mais experientes não encontraram problemas com essas mudanças. Porém, aqueles não tão íntimos com tantas mudanças encontram dificuldades na hora de utilizá-lo. Logo, é necessário um bom período de adaptação nesse aspecto também.

 

O que manda, no final das contas, é o preço

Surface-Touch-Covers-all_Web-800x449

Todos nós sabemos que o preço é um dos fatores que mais influenciam o consumidor na hora de comprar um produto. E se o preço é elevado demais em um produto que não sabemos exatamente como ele vai funcionar em nossas mãos, as chances de não comprarmos o produto aumentam de forma considerável.

Por causa das fracas vendas do Surface, a Microsoft reduziu o preço do produto em US$ 150. O desconto só é válido para os Estados Unidos, por enquanto. O Surface RT passa a custar US$ 349,99 (antes custava US$ 499,99), e o Surface Pro custa agora US$ 449,99 (antes custava US$ 599).

Porém, não sabemos se a Microsoft vai adotar as mesmas medidas nos demais mercados onde o produto está presente. E não sabemos se essa redução de preço será o suficiente para colocar o produto na briga contra a já acirrada concorrência.

Enquanto não temos as respostas, o jeito é esperar. No caso do Brasil, esperar deitado, uma vez que não há qualquer previsão de lançamento do Surface para o nosso país.

11 iPads por hora foram vendidos durante a Black Friday. Já o Surface… ficou no zero!

by

Sinônimo de tablet? iPad! Essa é uma verdade que persiste, e os números provam isso. A Black Friday não é apenas uma forma de se fazer dinheiro e vender mais produtos. Também é a forma de você medir o quanto o seu produto vende bem, e o quanto ele é desejado quando você coloca esse preço mais baixo que o normal. A Black Friday 2013 foi mais um exemplo claro que as pessoas desejam o tablet da Apple, e que ele segue como líder de mercado.

O que é curioso é que, mesmo nesse cenário, temos demonstrações do quão bizarra pode ser essa diferença. Segundo um estudo conduzido pela empresa Piper Jaffrey, enquanto uma loja da Apple Store em um shopping na cidade de Minneapolis (EUA) vendia 11 iPads por hora (em média), a Microsoft Store, localizada no mesmo shopping, não conseguia vender uma única unidade do seu primeiro tablet, o Surface.

Isso prova que os norte-americanos não se importam mesmo com o produto de Steve Ballmer e sua turma, mesmo com toda a propaganda maciça que a Microsoft está fazendo com o produto. E, se a propaganda não está dando certo, é a prova clara que o norte-americano está simplesmente sendo indiferente ao Surface.

A coisa fica mais dramática quando observamos o número de vendas em geral nas duas lojas. A Apple estava vendendo 17.2 itens por hora, enquanto que a Microsoft vendeu apenas 3.5 itens na mesma hora. Quer algo mais bizarro? A maioria das vendas da Microsoft eram de jogos para o Xbox 360.

Mas nem tudo são flores para a Apple. As vendas de Macs e iPads caíram em 2012. Ano passado, foram vendidos, em média, 15 tablets iPad por hora, e 6.7 Macs no mesmo período. A queda de vendas na Black Friday foi de 60%. Mas vale lembrar que esses números são de apenas uma loja. Não sabemos qual foi o volume total de vendas da Apple e da Microsoft em todo o território norte-americano.

Via Fortune

Surface: a Microsoft mostrou a sua arma para o mercado de tablets

by

Los Angeles, 18 de junho de 2012. Nesse dia, a Microsoft oficialmente entrou no cobiçado mercado de tablets, no melhor estilo “se quer fazer bem feito, faça você mesmo”. O novo Microsoft Surface (engraçado, esse nome não era para a tal mesa digitalizada?) se mostrou em duas opções claramente voltadas para dois segmentos distintos de usuários, e é a principal aposta da empresa para colocar o Windows 8 como alternativa real de sistema operacional para tablets e desktops (principalmente para tablets). Mas… será que essa proposta pode mesmo bater de frente com todo o universo de tablets Android e, principalmente, com o onipresente e onipotente iPad?

Antes de qualquer coisa, a primeira coisa que devemos dizer é: “agora o Windows 8 faz o total sentido”. Mesmo. Pense bem: a Microsoft cria versões diferentes do seu sistema operacional, para processadores diferentes… a troco de nada? Tudo bem, tem gente que vai dizer que são para equipamentos diferentes, e eu concordo. Mas o principal motivo para essa decisão está nos modelos apresentados ontem nos Estados Unidos. Dois tablets muito específicos, com propósitos e objetivos diferentes, para públicos diferentes, atendendo aos usuários “normais” e ao mercado corporativo.

É cedo para dizer o que esses novos tablets são capazes de fazer em termos de performance. O que sabemos é que o Windows 8, até o momento, se apresenta como um sistema que cumpre o que promete: ser simples e funcional na sua proposta de uso. A interface Metro segue sendo minimalista e funcional, e a aposta da Microsoft em integrar essa experiência de uso em todas as suas plataformas é uma atitude inteligente da empresa. Se apoiar nisso para oferecer uma mesma experiência de uso é uma aposta que pode gerar resultados positivos nas vendas dos produtos.

Isso, sem falar que a tendência natural é que a maioria daqueles que já contam com o sistema operacional Windows acabem aderindo ao Windows 8. Usuários com necessidades específicas e grandes empresas devem permanecer com o Windows 7 ou versões anteriores, até que a Microsoft prove que o Windows 8 é capaz de atender tais necessidades. Mas esta é uma tarefa que a empresa de Steve Ballmer terá que enfrentar nos próximos meses.

Mas… será que o Microsoft Surface é capaz de bater de frente com o iPad? Ou sequer com os outros tablets Android?

A resposta é: “por enquanto, não. Mas, quem sabe mais para frente?”.

Mesmo que o Windows 8 com sua interface Metro esteja convencendo uma boa quantidade de usuários de desktops em relação à sua experiência de uso, é fato que o novo sistema “começa do zero” no mercado de tablets. A Microsoft aposta muito na integração da interface de usuário. Por outro lado, essa integração é um processo relativamente lento, e não só no desenvolvimento de produtos, mas principalmente, na mudança de filosofia dos usuários que já usam as suas plataformas.

Além disso, o grande desafio do Surface for Windows RT (com processadores ARM), que é pensado no grande público, é ser competitivo não só no seu desempenho, mas principalmente, no seu preço. A gigante de Redmond terá que pensar muito bem na sua estratégia mercadológica para oferecer um produto com um valor competitivo o suficiente para roubar clientela do iPad e do Kindle Fire, o principal tablet Android do mercado (pelo menos no número de vendas). Está mais que provado que desempenho não é tudo nesse mundo. Preço também faz a diferença.

A Microsoft fez uma revolução visual no seu sistema operacional em 1995, e se deu muito bem com isso, dominando o mercado de sistemas operacionais. Se prepara para fazer a mais radical mudança até então, e aposta muitas fichas na palavra mágica do momento: integração. Tudo o que foi feito no Windows Phone e no software do Xbox foram estágios preparatórios para aquilo que vai acontecer no final do terceiro trimestre de 2012. E os tablets são parte fundamental desse processo.

Mas a missão de Steve Ballmer e sua turma é árdua. O sucesso do Surface depende da eficiência da própria Microsoft em mostrar para consumidor que o sistema é confiável, consistente e eficiente o suficiente para garantir a mesma usabilidade existente nos desktops. Se conseguir, a Microsoft crava o seu lugar no mercado de tablets, pois acredito que aquilo que os usuários novos (que é o mercado que todas as empresas querem conquistar) mais desejam hoje é poder ter vários produtos em casa, mas que todos funcionem exatamente da mesma forma.

ExoPC surpreende com o EXOdesk, com superfície multitouch de 40 polegadas

by

A ExoPC pode oferecer uma opção mais barata que a Microsoft Surface. O modelo EXOdesk se apresentou em vídeo, mas sem muitos detalhes informados. Talvez eles estão guardando todo o trunfo para a CES 2012, em janeiro. O que se sabe é que o produto possui uma superfície sensível ao toque de 40 polegadas (que, segundo dizem, é de alta definição), onde widgets de todo o tipo podem ser instalados e controlados com o movimento dos dedos. Preço? Apenas US$ 1.299.



via Engadget

Vídeo: A Surface foi parar na cozinha

by

A ideia aqui foi elaborar uma mesa de cozinha com a mesa interativa da Microsoft, buscando uma relação mais social entre os membros da família, já que a cozinha é o cômodo comum à todos. Já pensou? Você, jantando, e utilizando o Twitter em uma mesa desse tamanho? O mais legal é que o projeto de um dos laboratórios de desenvolvimento de tecnologia do The New York Times. Vídeo abaixo.

via Microsoft Surface Blog