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Por que os estados da Califórnia e Nova Iorque querem proibir a venda de smartphones codificados?

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O tema da privacidade volta a ficar em evidência nos Estados Unidos, um país onde as pessoas estão ficando mais preocupadas em proteger os seus dados. Na semana passada, o governo de Nova Iorque anunciou um projeto de lei que obriga a todos os fabricantes de smartphones a ter backdoors nos seus dispositivos vendidos dentro daquele estado.

Agora, o estado da Califórnia fez praticamente o mesmo, copiando palavra por palavra o projeto de lei anunciado pelo estado da Big Apple. Nos dois casos, se trata apenas de uma proposta, mas no caso de ser aprovada, empresas como Apple e Google teriam duas opções: deixar de vender os seus smartphones nos dois estados, ou instalar métodos que permitem decifrar as informações contidas no dispositivo.

No caso de Nova Iorque, a lei menciona que, a partir de 1 de janeiro de 2016, todos os smartphones que serão vendidos dentro do estado deverão contar com “as tais facilidades” para acessar o conteúdo pessoal do usuário, como contas bancárias, locais visitados via registro de GPS, chamadas e mensagens recentes e informações de contatos, assim como fotografias e contas de e-mails.

Ou seja, o fim da privacidade como um todo, basicamente. O pesadelo de todo paranoico. Ou reservado. Ou qualquer um mais preocupado com a privacidade, o que não é um crime nenhum.

O mais sério do assunto na lei de Nova Iorque é que a iniciativa já passou pelos dois primeiros filtros legais, e se encontra nas mãos da assembléia legislativa, que vai decidir se ela vai passar ou não ao senado para a sua aprovação. Os moradores do estado poderão acessar a página do senado e votar para que os legisladores conheçam a opinião dos cidadãos.

No caso da Califórnia, o membro da assembleia Jim Cooper apresentou a sua proposta de lei, que no mesmo caso de Nova Iorque, exige que fabricantes, prestadoras de serviço ou desenvolvedores dos sistemas operacionais, tenham a capacidade de decifrar e desbloquear equipamentos de comunicação móvel no caso de que a lei assim exija.

Diferente de Nova Iorque, na Califórnia a lei se aplicaria em dispositivos vendidos a partir de 1 de janeiro de 2017. Qualquer smartphone vendido no estado depois dessa data que não puder ser decodificado, terá uma multa de US$ 2.500 para o fabricante ou responsável do software.

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De acordo com as palavras de Cooper, esta medida obedece ao que a polícia pede, por não poder fazer o seu trabalho de forma correta, por conta das empresas de tecnologias bloquearem a aplicação da lei. Nos Estados Unidos, os juízes podem ordenar o bloqueio de contas bancárias ou ordens de registro em casos suspeitos, mas por mais incrível que pareça, não existe uma maneira de ordenar que acesse a informação contida em um smartphone.

Obviamente isso é um grave problema para empresas como a Apple, que já esclareceu por diversas ocasiões que o iOS possui codificação que nem a Apple pode romper. O mesmo vale para a Google, que nas mais recentes versões do Android, conta com codificação para os dados armazenados no dispositivo.

O mais curioso é que, se a lei for aprovada no estado da Califórnia, Apple e Google não podem vender os seus dispositivos dentro do estado onde se encontram os seus respectivos quarteis generais. Agora o próximo passo é esperar a decisão do comitê no caso da Califórnia, enquanto que em Nova Iorque tudo recai sobre as mãos da assembléia legislativa.

Já pensou se a moda pega?

Fragmentação no iOS? Isso não existe!

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O grande pesadelo do Android responde hoje pelo nome de fragmentação. E esse pesadelo é, ao mesmo tempo, o principal argumento da Apple para promover o iOS como a plataforma ideal para a maioria das pessoas. Até porque a fragmentação no iOS é algo que, convenhamos, não existe.

No sistema operacional móvel da Google, a mais recente versão, Android 6.0 Marshmallow, depois de três meses de mercado, não consegue passar de 1% de mercado. Acho que não é exagero dizer que o iOS ultrapassa essa marca na primeira hora de disponibilidade de uma nova versão. Deixemos de lado todos os fatores que dificultam uma maior participação do mercado das novas versões do Android, como por exemplo os múltiplos fabricantes e um universo completo de dispositivos, além de uma lentidão por parte dos próprios fabricantes na oferta das novas versões.

Mesmo assim.

A estratégia da Apple em oferecer as novas versões do iOS para vários modelos do iPhone e iPad ao mesmo tempo, incluindo modelos com mais de dois anos de mercado funciona e muito bem. O usuário se sente prestigiado, com uma experiência de suporte premium, recebendo os novos recursos e funcionalidades desde o primeiro dia, junto com outros milhões de usuários ao redor do planeta.

Pode não parecer grande coisa, mas é. Mais: o usuário atualiza para o novo software se quiser, na hora que mais lhe convir, sem precisar esperar pela boa vontade do fabricante para ter o seu dispositivo atualizado. Esse tipo de suporte faz toda a diferença, e é algo que eu realmente devo tirar o chapéu para a Apple nesse aspecto.

Me pergunto como seria a situação do Android se o comportamento da própria Google fosse algo similar ao da Apple. Não precisa ser exatamente igual, mas semelhante. É óbvio que o sucesso absoluto do Android no mercado mobile foi justamente abrir o sistema operacional para vários fabricantes, dando a possibilidade de cada um deles oferecer a sua “interpretação” do softtware. Isso fez com que o robozinho verde se tornasse dominante, com uma cota de mercado acima dos 80%.

Por outro lado, é inegável que muitos usuários de dispositivos Android estão descontentes com a demora absurda de alguns fabricantes em atualizar os seus dispositivos. Eu sou um deles.

Sou proprietário de um Motorola Moto Maxx (comprado por mim, e não recebido de presente via assessoria de imprensa, diferente de alguns colegas blogueiros), e todos os dias escrevo no TargetHD sobre o cotidiano de atualizações de alguns modelos do portfólio da empresa. Moto E, Moto X Play e Moto G (em algumas versões mais recentes) estão recebendo o update para o Android 6.0 Marshmallow. Porém, o Moto Maxx, que até pouco tempo era o modelo mais completo da Motorola, ainda não saiu do Android 5.0.2. Nem o Android 5.1.1 deve receber, saltando direto para o Marshmallow, o que é uma boa notícia, de qualquer forma. Mesmo assim, a demora é irritante.

O mesmo acontece com os usuários da Samsung. Alguns modelos populares não recebem a atualização para as novas versões do Android, mesmo com requisitos técnicos mais que suficientes para receber a nova versão do software. Os donos do Galaxy S6 só vão receber o Android Marshmallow agora, no primeiro trimestre de 2016, quase meio ano depois da disponibilidade do novo software.

Só citei dois exemplos. Outros fabricantes adotam a mesma estratégia, talvez pelo desejo de praticar a obsolescência programada, tentando induzir o usuário a adquirir modelos mais recentes e com software mais atualizado.

Já a Apple tenta fidelizar o seu cliente com a garantia de que o seu produto será atualizado por, pelo menos, duas gerações de novos produtos, com uma compatibilidade com o novo software de pelo menos dois anos. Em alguns casos, como é o do iPhone 4, o update de software foi feito por quatro anos. Não discuto se o iOS 9 funciona bem ou não nesse modelo que é bem antigo para uma tecnologia atual. Mas só o fato da Apple pelo menos tentar já é algo louvável.

Em resumo: a melhor propaganda que a Apple pode fazer sobre o iOS é bater no peito e dizer: “Fragmentação no iOS? Isso não existe!”.

Sério mesmo que a Apple quer que a gente troque nosso notebook por um iPad Pro com iOS?

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O iPad Pro chegou ao mercado, com as suas primeiras unidades chegando aos compradores. Logo os veículos de tecnologia vão inundar a internet de reviews, e a própria Apple começou a fazer intervenções um tanto quanto polêmicas para promover o dispositivo.

Recentemente, Tim Cook disse ao The Telegraph que se perguntava por que as pessoas queriam comprar um PC quando “o iPad Pro é o substituto de um destkop ou notebook”. Olha, Tim… temos vários motivos, que serão explicados nesse post.

Para começar, se o iPad Pro é uma ameaça para o PC, ele também é uma ameaça para o iMac e o MacBook. Mesmo assim, Cook se mostrava confiante sobre o assunto, dizendo que a hipotética canibalização do mercado “não importava (a Apple), sempre e quando somos nós que estamos canibalizando”. Logo, vamos descartar essa possibilidade por alguns instantes.

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Em 2010, Steve Jobs participou do evento D8, e falou que as caminhonetes dominaram o parque automobilístico durante décadas nos EUA, mas que no perímetro urbano, os carros foram mais populares. “Os PCs serão como caminhonetes”, garantiu na época o co-fundador da Apple. “Continuarão entre nós, terão muito valor, mas serão utilizados por uma em cada X pessoas”.

No caso do iPad Pro, ele é visto como um carro. O problema é que hoje o iPad Pro está mais para moto mesmo. Muito útil em certas situações, mas pouco apropriado para muitas outras. Você não pode fazer com uma moto o que faz com um carro. Mesmo assim, Cook acha que tem espaço para todos, mesmo com claras quedas nas vendas dos tablets.

O debate sobre a validez desse dispositivo não faz muito sentido quando falamos do hardware. fato é que, em termos de especificações, o iPad Pro é realmente muito bom, com uma CPU e GPU que deixam para trás muitos dos desktops e notebooks do mercado atual.

Essa atenção ao detalhe já é uma constante da Apple, que salvo nas câmeras ou na tela, o iPad Pro é difícil de se criticar. E, de fato, o grande problema desse produto não está no seu hardware, mas sim no software.

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A decisão mais polêmica em relação ao iPad Pro está no fato do produto contar com o iOS, um sistema operacional móvel, e não um sistema operacional completo, tal como acontece em um notebook ou desktop. De fato, algumas coisas justificam essa decisão.

Para começar, os desenvolvedores. O modelo de negócio da Apple Store colocam esses profissionais como o centro das atenções. O crescimento do setor está nas plataformas móveis, e estimular isso é um movimento lógico por parte da Apple. Além disso, mais e mais aplicativos e serviços são executados na nuvem. Aqui, os aplicativos móveis são protagonistas, e o grande catálogo da Apple Store favorece a decisão da Apple.

Outro fator importante é impor uma maior distinção entre smartphone, tablet e computador. É claro que isso pode se voltar contra a Apple no futuro. Por fim, o usuário mudou, e esse é o principal argumento para a manutenção do iOS. O smartphone é o único computador pessoal de muita gente. Esse conceito foi aproveitado pela Microsoft para o Windows 10, e o mesmo é válido para o iOS, plataforma que quer validar esse conceito, além de querer as próximas gerações de tablets e smartphones mais familiares que os PCs tradicionais.

Uma coisa é clara: o tempo parece jogar a favor dos sistemas operacionais móveis. Porém, pode demorar para que os sistemas operacionais completos se consolidem nesse formato mobile. Mas deve acontecer. Ninguém acerta de primeira. Vide o Windows RT e os primeiros Surface. A Apple tem razão em tudo, menos em usar um sistema operacional móvel em um dispositivo com hardware tão poderoso e capaz. É uma decisão quase inexplicável.

O mais grave é que o iOS não é nem preparado ou maduro para competir em produtividade com um notebook tradicional. A gestão de multitarefa é um problema real, mas também é o suporte para a conexão de outros dispositivos, ou algo aparentemente inócuo, como explorar o sistema de arquivos (este último impossível de ser feito em dispositivos iOS).

Não só isso: como acontece com o Android, o iOS não está pensado em fazer uma transição suave até esse paradigma. Tira o uso do mouse/trackpad/touchpad, omitindo um dos métodos de interação mais poderosos e muitas áreas produtivas.

Já o Windows 10 ainda tem o Continuum, que permite uma convergência mais simples dos modos portátil para desktop. Até porque ele é um sistema operacional completo, puro e simples.

Provavelmente nenhum desses conceitos poderão substituir o PC, mas são duas formas diferentes de constatar algo muito claro: o PC mudou. Para sempre.

iPad Pro: é a Apple dando razão ao Surface em tudo, menos no sistema operacional

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Muito se falou sobre um iPad de grande tamanho, e a Apple tornou isso uma realidade, com o iPad Pro. O produto era tudo o que se esperava, e resta saber se o resultado prático será o que a Apple espera. Mas à princípio é inevitável a comparação do iPad Pro com o Surface Pro 3 da Microsoft.

Os dois são tablets conversíveis com teclado e caneta stylus, e oferecem uma experiência focada na produtividade. Os dois contam com telas touch, um case-teclado dobrável e são uma alternativa aos notebooks tradicionais. A grande diferença é que o produto da Microsoft tem um sistema operacional completo (Windows), enquanto que o tablet da Apple faz uso de uma plataforma móvel (iOS), que quer ser maior e conquistar um terreno cujo representante é o OS X.

 

Faz sentido o iOS nos desktops?

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Essa é uma das principais perguntas que envolvem o iPad Pro, que não surpreendeu nas cópias de características de outros produtos. Afinal de contas, no mundo da tecnologia, TODOS COPIAM TODOS (conformem-se com isso). O iPad Pro é uma adaptação explícita do Surface Pro 3, e muitos entendem que essa é uma das últimas tentativas da Apple para revitalizar a sua divisão de tablets.

As vendas desses dispositivos seguem em queda livre, e o iPad Pro é o único formato que restava para a Apple explorar. O iPad original foi um sucesso, mas eles demoraram para ver que a tendência eram os tablets de pequeno formato. A atualização do iPad mini 4 recebeu pouquíssimo destaque, e isso parece deixar claro o pouco interesse da Apple no segmento. E isso porque não mencionamos que o iPad Air não foi atualizado, e não devemos ter novos eventos da empresa em 2015.

Assim, podemos estar diante do ‘canto do cisne’ da Apple no mercado de tablets. O mais curioso disso é que a proposta deles se baseia no iOS, e não no OS X, algo que parece querer validar o fato da plataforma móvel também ser útil para tarefas de produtividade.

 

Turno de usuários e desenvolvedores

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A aposta não acontece por acaso. Faz tempo que o segmento de aplicativos para os tablets da Apple mostra a sua capacidade tanto no consumo de conteúdo como no terreno de produtividade. O lançamento do Microsoft Office para o iOS é um dos exemplos mais evidentes de como os tablets da Apple podem ser uma alternativa ao notebook convencional, e a presença do teclado e da Apple Pencil reforça ainda mais essa tendência.

As propostas da Apple se basearam especialmente no terreno da criatividade: editar vídeos e fotos diretamente nos dispositivos será algo muito mais interessante com os novos e potentes processadores Apple A9X, dando margem sobre às tarefas de produtividade convencionais, que são mais exigentes que as de consumo de conteúdo.

A Apple demonstrou isso no evento dessa semana na execução de softwares como AutoCAD 360, UMake e nas novas ferramentas do Adobe, aproveitando o potencial do Apple Pencil. Tudo para deixar bem claro que é sim possível trabalhar com um iPad.

De fato, a proposta da Apple não é muito diferente até mesmo dos modelos anteriores do iPad. Carcaças com teclado para esse tablet já existiam, e canetas compatíveis também.

Então… o que a Apple oferece de tão diferente assim?

Basicamente o tamanho maior (quase 3 polegadas a mais) e a maior potência, dois argumentos de peso para convencer os usuários a escolher o novo modelo no lugar do iPad Air 2, que não foi renovado, reforçando assim a filosofia de vendas da Apple e de outras empresas: potenciar no produto que quer vender para deixar outros produtos do catálogo no passado.

 

 

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Aliás… não é curioso que o preço do iPad Air 2 lá fora não caiu, mesmo sendo um produto do ano passado? No Brasil, aconteceu o contrário: ele ficou mais caro ainda! Essa estratégia não acontece por acaso, amigos.

Quem é o usuário de um iPad Pro?

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Os profissionais. Mas mesmo assim, há alguns que não vão optar por ele.

Se você quer produtividade, o MacBook Air 2015 é uma excelente opção, mas que foi regalado para um segundo plano para colocar o novo MacBook em evidência. Mesmo assim, se alguém necessita de algo mais potente, pode apelar para o MacBook Pro com tela Retina.

Segurar um dispositivo de 12.9 polegadas por muito tempo (tal como você vê na foto acima) não parece ser algo especialmente cômodo. Se queremos interagir com aplicativos de todos os tipos e de forma continuada, um ponto de apoio é algo imprescindível, e nesse aspecto, o notebook oferece mais possibilidades.

Um tablet de 12.9 polegadas é grande, e nas demos e fotos produzidas pela Apple, vimos as pessoas segurando e usando o iPad Pro no ar na maioria das vezes. Não é algo aconselhado nos conversíveis baseados no Windows – muitos pesando menos de um quilo no modo tablet, tal como acontece no iPad Pro -, não só por conta do peso, mas também pelas dimensões.

Se você vai segurar um iPad nas mãos, o iPad Air 2 é uma alternativa mais válida. E se você vai acabar apoiando o produto na mesa, voltamos ao ponto: por que não um MacBook Air ou um MacBook Pro?

É claro que esta é uma avaliação preliminar. Não testamos o produto, e não sabemos se a combinação de produtividade e consumo de conteúdos oferecida pelo iPad Pro é válida ou não, mas sabemos o que o Surface Pro 3 oferece, sendo mais relevante pelo touchpad do teclado, além de oferecer um sistema operacional completo, entregando mais garantias de produtividade.

Mas… o que teria acontecido se o iPad Pro contasse com o OS X, ou se o MacBook fosse baseado em um micro ARM, sendo assim compatível com o iOS? Pela potência do Apple A9X, a escolha foi feita pelo iOS e, pelo menos por enquanto, a Apple parece querer seguir diferenciando tablets de notebooks e desktops através do sistema operacional.

O iPad Pro é especialmente interessante para determinados nichos de mercado, como artistas e designers, mas pouco recomendado para a maior parte dos usuários, que contam com opções mais interessantes, tanto na parte de cima (MacBook Air, MacBook Pro como na parte de baixo (iPad Air 2, iPad Air e até o iPad mini 4). O conceito de tablet conversível não agrada a todos, onde a ideia de um tablet com teclado físico rígido (e não um case) é muito mais adequada para a produtividade que a Apple quer vender com o iPad Pro.

iOS ou Android: qual tem os usuários mais fiéis?

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Essa é a pergunta que a Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) tentou resolver, com resultados surpreendentes se levarmos em conta os tópicos do mundo da tecnologia.

Acredite, se quiser, mas o estudo mostra que os usuários do Android são mais fiéis do que os donos do iPhone. 82% dos possuidores de dispositivos com o sistema do Google voltariam a apostar nessa proposta, enquanto que 78% dos donos de dispositivos da Apple comprariam um iPhone como o seu próximo dispositivo.

Provavelmente o fato de ter uma maior variedade de dispositivos ajude o Android a vencer o estudo, e ainda que se imagine que os smartphones da Apple tenham um grande atrativo, o fato de ter linhas muito limitadas e com preços elevados elimina a possibilidade de oferecer alternativas par ao usuário dentro do seu próprio ecossistema.

Ou seja, quando alguém passa do iPhone 5s para o iPhone 6, só vai poder dar um passo adiante depois de um ano e, mesmo assim, para um hipoteticamente caro iPhone 6s. No caso do Android, não é bem assim: você pode optar por um Motorola Moto Maxx, ou se não quer gastar muito um novo Moto X Play, ou se tem bala na agulha apostar no Samsung Galaxy S6… as opções são diversas, e isso influencia decisivamente na fidelidade do sistema operacional.

Lembrando que o post fala sobre a fidelidade ao SISTEMA OPERACIONAL, e não ao FABRICANTE, algo que a Apple é líder disparada.

Para mais informações sobre o estudo, clique aqui.

Post-it Plus, um app para digitalizar os post-its

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O Post-It Plus para iOS é um aplicativo que, apesar de ser relacionado com as notas adesivas, ele permite a captura e digitalização de até 50 post-its, transformando a informação escrita em pequenos pedaços de papel que podem ser “colados” na tela do seu smartphone ou tablet.

Uma das opções permite exportar a informação para ser manipulada pelo Excel ou PowerPoint, compartilhando com outros usuários via PDF ou salvando no Dropbox. Tudo funciona com uma simples foto registrada do post-it, e o aplicativo se encarrega da detecção do texto e conversão para diferentes formatos.

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O Post-It Plus foi desenvolvido pela 3M, e para fazer o seu download, clique aqui.

 

PopKey, um teclado para iOS que é um buscador de GIFs

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Aproveitando que o iOS 8 vai permitir a instalação de outros teclados além do nativo no sistema operacional, apresento para vocês o PopKey, um teclado personalizado, que oferece uma biblioteca de GIFs animados que tornam as suas conversas personalizadas e diferenciadas. O usuário pode inserir inclusive as suas próprias imagens animadas.

O vídeo abaixo mostra como o seu funcionamento é simples, de modo que o sucesso é praticamente garantido. O PopKey não tem data de lançamento definida, mas já anote para o seu investimento futuro.

 

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iPhone 6 e iPhone 6 Plus: quase sem surpresas, mas ainda assim chamativos

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Bem vindo ao meu mundo desde 2012, pelo menos, cara Apple. Já tem bons dois anos que eu simplesmente me recuso a utilizar um smartphone com tela inferior a 4.7 polegadas, e finalmente, em 2014, vocês resolvem deixar para lá todas as crenças e dogmas de Steve Jobs – tomando vergonha na cara nesse processo -, e apresentando aquilo que os seus usuários queriam: novos iPhones com telas maiores. A comunidade agradece.

Os novos iPhone 6 (de 4.7 polegadas) e iPhone 6 Plus (de 5.5 polegadas) deixam para trás de vez a “era Jobs” na Apple. Não me entendam mal: Jobs estará no DNA da empresa para sempre (se Tim Cook for esperto o suficiente para isso), mas seus conceitos mais recentes sobre o mundo da mobilidade já não valem de mais nada a partir de agora. Os novos iPhones buscam correr atrás de uma tendência de mercado clara e definitiva, ou seja, que os smartphones com telas de 4 polegadas estão condenados. Phablets Rules!

Mas nem tudo se resume à grandes telas nos novos iPhones (felizmente). O design do produto foi reformulado, de modo que ele está mais fino que o iPhone 5s (e algumas pessoas já acham que o iPhone 6 Plus está fino demais para ser algo manejável), além de uma nova proposta visual, que se distancia daquela apresentada no iPhone 4. Um corpo de alumínio integrado, com as tais tiras de antenas que as pessoas tanto reclamaram durante os vazamentos.

Particularmente, seu design me agrada, mas entendo quando as pessoas dizem que ele não é tão bonito assim.

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As tradicionais melhorias de hardware estão presentes: processador A8, uma tela Retina HD (com resolução Full HD no iPhone 6 Plus), melhorias nas câmeras frontal e traseira (como gravação HDR, maior captação de luz no sensor frontal e estabilização em modo OIS no iPhone 6 Plus), entre outros ajustes que já estamos acostumados a ver nas atualizações dos dispositivos da Apple.

Uma das mudanças que chama a atenção é a aposentadoria da opção com 32 GB de armazenamento. Agora, você tem que escolher entre modelos com 16, 64 e 128 GB de armazenamento. Entendo que quem vai adquirir esse smartphone nos Estados Unidos terá uma vantagem considerável, pois vai pagara a mesma coisa que pagaria pelo modelo de 32 GB, mas levando para casa o dispositivo com 64 GB. O dobro pelo mesmo valor, basicamente.

Sem falar no iOS 8, com os seus novos recursos. A Aplpe deu muita ênfase para as soluções voltadas para quantificação e monitorização da saúde do usuário (Health Kit e adjacentes) e para as funções de pagamento, como o Apple Pay, que trabalha em conjunto com o TouchID e – por tabela, mais uma novidade dos novos iPhones – o NFC.

Aliás, a chegada do NFC é um dos trunfos da Apple para decolar no mercado de pagamentos móveis. Some isso com a parceria anunciada com Visa, Mastercard e American Express, além dos acordos estabelecidos com 83% dos principais estabelecimentos dos EUA, temos na Apple Pay uma plataforma poderosa de pagamento de produtos e serviços pelo smartphone.

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Agora… se eu gostei dos novos iPhones? Sim, gostei.

Talvez eu lamente um pouco porque o ‘efeito surpresa’ se perdeu conforme os vazamentos foram aparecendo nos últimos meses, e principalmente, com a confirmação de todas as informações. É, a culpa é de alguns asiáticos que não conseguem manter a boca fechada. Mesmo assim, foi um anúncio interessante.

Não achei novo iPhone tão feio assim, e talvez o iPhone 6 Plus seja algo grande demais para mim. O iPhone 6, por outro lado, está no tamanho que considero perfeito, e já tenho interesse sério em adquirir essa versão do smartphone para chamar de minha. O problema é que, tal como todo lançamento da Apple, ele não começa a ser vendido no Brasil na mesma janela de lançamento proposta lá fora (19 de setembro), e quando chegar por aqui, ele vai me custar um rim ou fígado, como a maioria dos lançamentos da Apple no Brasil.

Também entendo que muita gente vai achar que os novos iPhones não oferecem inovações. E não oferecem mesmo. São novos produtos, com muitas atualizações de outros modelos que vendem muito bem (exceto o iPhone 5c, que é um fracasso consumado), pegando conceitos dos bem sucedidos iPad Air e iPad mini, e entregando o que muitos clientes da empresa que migraram para as soluções dos concorrentes (aka Samsung) queriam. Principalmente a tela maior.

É bom ver que a Apple finalmente se rende para conceitos que já eram adotados no mercado desde 2012, pelo menos. Tudo bem, precisou perder cota de mercado para abrirem os olhos. Mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? Até porque eu sei que a Apple não quer ser a Nokia dos próximos dez anos.

De qualquer forma, não dá para detestar os novos iPhones. Entendo que são produtos que representam uma evolução do conceito que já funcionava, e não um produto completamente novo.

Até porque, para isso, eles apresentaram o Apple Watch. Não é mesmo?

Esse aplicativo mede quanto tempo você passa trabalhando

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O Balance é um aplicativo para iPhone que mede quando tempo do nosso dia passamos trabalhando. Com a ajuda dos sensores de movimento do smartphone, ele é capaz de determinado quando o usuário está em movimento ou parado diante do computador.

Para isso, o app usa dados do software de quantificação Moves, e só é realmente interessante se o seu trabalho não envolve alguma atividade física. Mesmo assim, colhe dados interessantes, mostrando em gráficos quanto tempo passamos nos deslocando para o trabalho, o tempo dentro do escritório, e outras estatísticas.

Download: Balance para iOS.