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iBall Cobalt Solus 4G, mais um smartphone Android para mercados emergentes

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A iBall apresenta o Cobalt Solus 4G, smartphone simples com processador Cortex A53 de 1 Ghz, tela de 5 polegadas IPS (1280 x 720 pixels), 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansível).

O dispositivo dual SIM conta com câmera frontal de 8 MP, câmera traseira de 13 MP com flash LED, rádio FM e bateria de 2.000 mAh. Possui conectividade 4G LTE/3G HSPA+, WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.0 e sistema operacional Android 5.1 Lollipop.

O iBall Cobalt Soluss 4G está disponível na Índia, nas cores branco e azul, com preço sugerido de US$ 182.

Via Fone Arena

Z4 Android 5.1 TV Box, mais uma caixinha para transformar sua TV em Smart TV

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Transforme a sua HDTV em um dispositivo Androi com a Z4.

A caixinha conta com o sistema operacional Android 5.1, e mede 147 x 119 x 20 mm, com peso de 187 gramas. O dispositivo conta com um processador RK3368 Cortex-A53 octa-core de 1.5 GHz (64 bits), 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via slor micro SD de até 32 GB).

Além disso,possui suporte aos modos XBMC/KODI, duas portas USB, porta microHDMI, porta OTG, saída AV e uma porta LAN, além de conectividades WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.0 e DLNA.

O Z4 tem preço sugerido de US$ 75.

O smartphone seguro (com Android) é o novo desafio

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A BlackBerry sempre foi sinônimo de excelência em segurança nos dispositivos móveis. Suas soluções não eram utilizadas por altos executivos e chefes de estado apenas pelo design compacto e teclado físico QWERTY muito confortável, mas sim porque garantia uma proteção considerada vital para as informações dessas pessoas.

Dois exemplos disso? Pois não: na ocasião do vazamento dos dados da Sony, executivos e funcionários da empresa pegaram os seus velhos e empoeirados BlackBerrys das gavetas e estoques da empresa para estabelecerem uma comunicação mais segura. Além disso, todo mundo sabe que o smartphone preferido do presidente dos Estados Unidos Barack Obama é um BlackBerry.

Porém, o tempo passou, e BlackBerry não viu o tempo passar. Ficou para trás, onde o Android e o iOS dominaram o mercado. Em especial, o sistema da Apple conseguiu se estabelecer como solução corporativa mais interessante e completa, mesmo não oferecendo uma segurança de dados tão eficiente. Agora, os canadenses tentam de todas as formas um espaço no mercado, especialmente no mercado empresarial, que era o que eles dominavam há 10 anos.

O “tiro de misericórdia” da BlackBerry é o BlackBerry Priv, o primeiro smartphone da empresa com o sistema Android, mas que está customizado com as suas soluções de segurança. Eles esperam dessa forma atrair de volta a atenção daqueles usuários que buscaram uma plataforma mais universal, com um maior arsenal de aplicativos.

John Chen, CEO da BlackBerry, tem pressa nesse lançamento. E ele tem razão. O BlackBerry Priv está chegando ao mercado bem tarde. Esperar até 2016 pode ser um problema ainda maior para os canadenses. E esse problema só fica pior com o lançamento do Blackphone 2.

Blackphone 2-01

O Blackphone 2 vem da relativamente desconhecida Silent Circle, e apesar de ser apenas o segundo smartphone da empresa, ela já faz barulho por também oferecer uma proposta de smartphone Android 100% seguro. O dispositivo usa o sistema operacional Silent OS, um fork do Android compatível com a Google Play, cujo principal predicado é oferecer diferentes perfis de uso, cujos dados não se cruzam em momento algum, além de soluções complementares de proteção de dados.

A BlackBerry ofereceu algo semelhante no BlackBerry OS, lançado ainda nessa década, mas que não vingou, apesar de oferecer uma compatibilidade com aplicativos Android (através de um port via software). Os canadenses entenderam que as pessoas queriam mesmo usar o Android, e não soluções adaptadas. E eles decidiram apostar naquilo que eles já tinham como diferencial: a segurança de dados.

Mas agora, a BlackBerry não está sozinha. O Blackphone 2 pode não ter o mesmo potencial de distribuição da empresa de Waterloo. Por outro lado, o porte das duas empresas hoje no mercado é semelhante. A visibilidade da BlackBerry é maior por conta dos anos de tradição, mas já está mais que provado que a fidelidade dos seu usuários acabou a algum tempo. Logo, nada impede que uma marca menor ocupe o seu espaço em uma batalha direta.

De qualquer forma, temos duas empresas se enfrentando em um propósito muito específico: oferecer a segurança máxima em smartphones Android. Bem sabemos como o sistema da Google e suscetível às diversas ameaças de software. Se uma delas vai alcançar esse objetivo, é cedo para dizer. Mas se conseguir, consegue um filão de mercado que não deve ser desprezado jamais.

Alcatel Onetouch Hero 2C

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A Alcatel segue expandindo as suas propostas de smartphones no mercado brasileiro, e o Alcatel Onetouch Hero 2C é um modelo de linha média, pensado na melhor relação custo-benefício possível.

O modelo conta com tela de 6 polegadas com resolução HD, com touchscreen de alta sensibilidade, prometendo uma maior precisão na interação com o sistema operacional, aplicativos e jogos. Sua interface conta com o recurso dual screen, que permite a ‘divisão’ da tela do celular, exibindo dois aplicativos ao mesmo tempo.

O Alcatel Onetouch 2C possui uma câmera traseira de 13 megapixels, com gravação de vídeos em HD, além de câmera frontal de 5 megapixels, pensado nas selfies e maior qualidade nas videochamadas. O modelo conta com um processador quad-core e conectividade 4G, o que pode garantir uma experiência de alta qualidade com o sistema operacional, e um melhor desempenho durante a navegação na internet.

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Outra novidade do Alcatel Onetouch Hero 2C é o aplicativo DJ Cross, que faz a mixagem das músicas armazenadas no smartphone, além de interagir com as playlists de outros dispositivos da Alcatel sincronizados no local.

Por fim, outro recurso desse smartphone é a conexão com a TV via Miracast WiFi Display (desde que a TV seja compatível com o recurso). Com ele, é possível visualizar fotos, vídeos e outros arquivos em uma tela de grandes dimensões.

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Lenovo Yoga Tab 3 Pro, com projetor integrado para os profissionais

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Os fabricantes parecem ter entendido (finalmente) que o segmento de tablets pode ser melhor aproveitado para as aspirações profissionais, já que os usuários domésticos abraçaram os phablets. Pensando nisso, a Lenovo apresentou na IFA 2015 o Yoga Tab 3 Pro, atualização da interessante linha de tablets ‘versáteis’ da empresa, que tem como diferencial um projetor integrado.

O recurso também teve sua proposta remodelada. Alguns modelos do Yoga Tab já lançados também contavam com um projetor, mas ele ficava em uma das extremidades da base esférica – que serve como apoio para o dispositivo nas superfícies -. Agora, a Lenovo posicionou o projetor no centro esfera, o que para mim faz todo o sentido do mundo. Muito melhor para projetar as imagens em qualquer tipo de parede.

Ter um projetor em um tablet é uma boa sacada, levando em conta que estamos pensando em um público profissional. Quanta e quantas vezes nós já vimos os profissionais levarem um notebook (que não é tão leve quanto um tablet) para uma apresentação cheio de pendrives ou arquivos de Power-Point salvos, com alguns cabos para ligar no projetor… e tudo isso falhar?

Eu já vi isso acontecer mais de uma vez.

Com um projetor integrado ao dispositivo, esses riscos caem drasticamente, já que tudo está integrado. Sem falar que a interação do usuário na tela sensível ao toque é mais intuitiva e direta, podendo tornar a apresentação algo mais dinâmico e funcional.

O projetor integrado no Lenovo Yoga Tab 3 Pro pode reproduzir imagens de até 70 polegadas na parede, algo que é bem vindo não só para os aspectos profissionais, mas até mesmo para um uso pessoal. Já pensou em assistir a sua série ou filme salvo no dispositivo em uma tela com esse tamanho?

Eu já. Seria sensacional.

É uma pena que uma proposta como a do Yoga Tab 3 Pro dificilmente chegará ao mercado. É um produto muito específico, bem focado para profissionais de diferentes segmentos. E, se pensarmos que em dezembro acaba a isenção fiscal do PIS/Cofins… bom, melhor não lembrar disso, pois dá depressão profunda.

Sony Xperia M5: mais um que promete ‘a melhor câmera em smartphone Android’

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Bem sabemos que a Sony possui alguns dos melhores sensores fotográficos para smartphones Android do mercado (e, talvez, do mercado mobile de um modo geral, independente do sistema operacional). Logo, eles precisam fazer marketing disso. O resultado: mais um smartphone de linha média que promete as melhores fotos em um telefone celular que o seu dinheiro pode comprar (ou não, se você for um quebrado que nem eu).

O Sony Xperia M5 vem basicamente calcado nas suas duas câmeras. A traseira, de 21.5 megapixels, é a que mais promete milagres, com um sensor Clear Image Zoom, capacidade de gravação de vídeos em 4K e um sistema de foco automático híbrido, que tem um tempo de resposta inferior a 0.25 segundo. Sim, isso é bem rápido. Mais rápido que o piscar do olho humano (em média, 0.3 segundo). Mas… o Xperia Z5 (e seus derivados apresentados na IFA 2015) já não contam com um sensor cujo foco se ajusta em assustadores 0.03 segundo? Não seria mais rápido?

Enfim, bem sabemos que velocidade de foco não quer dizer necessariamente que teremos a melhor foto registrada. Só quer dizer que a câmera tem um foco rápido, e que as chances de uma imagem ser registrada com melhor qualidade aumentam. Mas não é uma regra. Só na prática saberemos se essa câmera entrega tudo o que promete.

Outro detalhe do Xperia M5 é o fato dele contar com um sensor frontal de 13 megapixels, mas esse sensor não vir acompanhado de um flash LED. Para quem quer vender um smartphone capaz de tirar excelentes fotos, esta é uma ausência sentida. Afinal de contas, já é sabido que as pessoas gostam de registrar selfies em ambientes com baixa luminosidade. Logo, por que não tornar esse item algo popular nos dispositivos?

 

Fora isso, o Xperia M5 traz tudo aquilo que a Sony já oferece em boa parte dos seus dispositivos, incluindo a certificação IP65/68, algo que pode ser interessante para os usuários mais preocupados com a segurança do produto. Mas é um modelo bem focado para quem prioriza a câmera. Mais até do que o Xperia C5 Ultra, que preza mais pela relação custo-benefício. Acho que, por conta desse modelo não apresentar nada que seja realmente um diferencial para a escolha desse produto (exceto o fato de ser um smartphone Sony, pensado nos fãs da Sony), não temos nele uma opção tão interessante assim.

Só por causa de um foco mais rápido que o piscar de olho? Pelo menos para mim, não.

Sony Xperia C5 Ultra: mais um smartphone grande pensado na fotografia

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A Sony pode dizer que oferece alguns dos melhores sensores fotográficos para smartphones do mercado mobile. E o Xperia C5 Ultra é mais um modelo que tenta se promover baseado nisso. São dois sensores de 13 megapixels (frontal e traseiro), com o competente sensor Exmor RS, o que deve garantir uma boa capacidade fotográfica na maioria das situações.

Sem falar que o sensor frontal ainda conta com uma lente especial para selfies, com um flash otimizado. Aliás, demorou para os fabricantes se tocarem que as pessoas não só gostam de tirar selfies, mas que gostam de registrar esses momentos com amigos em locais não muito bem iluminados, como por exemplo as baladas noturnas. Nesse aspecto, a Asus saiu na frente com o Zenfone Selfie, e os demais fabricantes dão a entender que vão no vácuo dos asiáticos.

Outra aposta interessante da Sony para o Xperia C5 Ultra é a sua tela. Com 6 polegadas, padrão IPS, resolução Full HD e tecnologia TV Mobile BRAVIA Engine 2, é uma tela que pode se mostrar muito competente para uma exibição perfeita de imagem, sem precisar apelar para resoluções elevadas e com elevado consumo de recursos e bateria (beijo, Xperia Z5 Premium).

Do mais, temos um modelo de linha média bem honesto, com processador octa-core de 1.7 GHz, conectividade 4G, 16 GB de armazenamento, 2 GB de RAM, entre outros. O Sony Xperia C5 Ultra é, talvez, o smartphone mais equilibrado apresentado pela Sony na IFA 2015, e se vier por um preço competitivo, pode conquistar o coração de muitos que estão atrás de um phablet com boas câmeras para chamar de seu.

Porém – e sem ser repetitivo -, estamos falando da Sony, que já está acostumada a ‘se supervalorizar’ quando colocar os preços nos seus produtos. Eu realmente gostaria de ver valores mais competitivos para esses produtos intermediários, para essas propostas que oferecem diferenciais relevantes para determinados usuários, mas que para o grande público são bem ajustadas.

E eu imaginava que a queda de vendas da Sony na divisão mobile mudaria o perfil da empresa no quesito preço. Mas não vou perder as esperanças. Vamos esperar os próximos meses.

Sony Xperia Z5 Compact (e a Sony só devia ter lançado esse)

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Não me entendam mal, crianças. Eu até gostei do Sony Xperia Z5 apresentado hoje (02) na IFA 2015. Mas como disse antes, eu acho que a Sony vai cometer a burrada de supervalorizar esse modelo, o que pode aumentar as chances do mesmo ser um fracasso comercial, o que pode decretar a ‘morte’ da divisão mobile da empresa japonesa. Então… cara Sony… por que não ficou no Xperia Z5 Compact (com outro nome), e encerrou o assunto por aí?

Nada contra telas maiores, mas a grande diferença entre os dois modelos é apenas a tela. Todo o restante do hardware – incluindo as lentes, o processador e a quantidade de RAM – será o mesmo. Logo, enfatiza naquele produto que pode oferecer a melhor relação custo-benefício, mesmo que com uma margem de lucro menor, e tenta sobreviver no mercado mobile oferecendo alternativas que fujam do lugar comum.

Até porque smartphones com telas de mais de 5 polegadas o mercado está cheio, e a Apple está aí para provar que ainda tem gente que prefere dispositivos com telas abaixo disso (senão, o iPhone 6 não teria 4.7 polegadas).

Sem falar que eu mesmo conheço algumas pessoas que gostaram muito mais do Xperia Z3 Compact (mesmo com configurações mais modestas) do que do Xperia Z3. Afinal de contas, não é todo mundo que precisa de um hardware top de linha para realizar suas tarefas diárias. Muita gente só quer um smartphone que funciona bem, com uma boa câmera, e uma tela de tamanho confortável, que não o faça parecer que está utilizando um tablet junto ao rosto durante as ligações.

Logo, considero o Xperia Z5 Compact o grande lançamento da Sony na IFA 2015. Ainda mais pelo fato que eles tiveram a coragem de colocar o mesmo hardware do Xperia Z5 em um modelo com dimensões reduzidas. Por conta disso, o termo ‘Compact’ se encaixa perfeitamente na filosofia do produto, sem ser uma forçada de barra como alguns concorrentes fazem quando adotam o termo ‘Mini’ em modelos que diminuem de tamanho e de especificações.

Nesse caso, o Sony Xperia Z5 Compact é uma bola ‘dentro’ da Sony. É só esse produto não chegar caro demais ao mercado, que as chances de sucesso até que são consideráveis.

 

Conheça a Mirrativ, a nova plataforma de streaming para smartphones

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O streaming está na moda, e plataformas como o Twitch ou o YouTube Gaming mostram isso claramente. Mas eles não estão sozinhos. Existem muitas outras ‘novatas’ que buscam o seu espaço. E este é o caso da Mirrativ, um novo app de streaming desenvolvido pela empresa japonesa DeNA

O aplicativo está disponível hoje ainda em fase beta para Android (iOS no futuro), e permite transmitir ao vivo qualquer conteúdo de um smartphone em modo streaming. Muitos estão defendendo a plataforma como um híbrido entre Twitch e Periscope, com um potencial enorme que apenas começou a deslanchar.

Como principal vantagem, a Mirrativ não está centrada apenas nos videogames, apesar desse tipo de conteúdo ser a prioridade para os seus usuários. Ele poderá transmitir qualquer coisa que é feita no smartphone, incluindo navegação, configuração e troca de mensagens instantâneas. Além de fazer streaming da tela, ele também permite a inserção de uma pequena janela que mostra a face do usuário, através da câmera frontal.

O Mirrativ foi lançado nesta semana, e a DeNA garante que hoje só é possível visualizar umas poucas horas de conteúdo por dia, já que a plataforma ainda está em desenvolvimento. Eles querem se transformar no Twitch dos smartphones, com um app simples e fácil de usar. Vale lembrar que o próprio Twitch já conta a algum tempo com um SDK para smartphones, e não deve demorar muito para eles oferecerem uma alternativa para o mundo mobile.

Para fazer o download do Mirrativ, clique aqui.

 

Via Engadget, WSJDeNA

iOS ou Android: qual tem os usuários mais fiéis?

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Essa é a pergunta que a Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) tentou resolver, com resultados surpreendentes se levarmos em conta os tópicos do mundo da tecnologia.

Acredite, se quiser, mas o estudo mostra que os usuários do Android são mais fiéis do que os donos do iPhone. 82% dos possuidores de dispositivos com o sistema do Google voltariam a apostar nessa proposta, enquanto que 78% dos donos de dispositivos da Apple comprariam um iPhone como o seu próximo dispositivo.

Provavelmente o fato de ter uma maior variedade de dispositivos ajude o Android a vencer o estudo, e ainda que se imagine que os smartphones da Apple tenham um grande atrativo, o fato de ter linhas muito limitadas e com preços elevados elimina a possibilidade de oferecer alternativas par ao usuário dentro do seu próprio ecossistema.

Ou seja, quando alguém passa do iPhone 5s para o iPhone 6, só vai poder dar um passo adiante depois de um ano e, mesmo assim, para um hipoteticamente caro iPhone 6s. No caso do Android, não é bem assim: você pode optar por um Motorola Moto Maxx, ou se não quer gastar muito um novo Moto X Play, ou se tem bala na agulha apostar no Samsung Galaxy S6… as opções são diversas, e isso influencia decisivamente na fidelidade do sistema operacional.

Lembrando que o post fala sobre a fidelidade ao SISTEMA OPERACIONAL, e não ao FABRICANTE, algo que a Apple é líder disparada.

Para mais informações sobre o estudo, clique aqui.