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Meu novo gadget: Notebook Positivo Duo ZX3060

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Eu acho o meu novo notebook Toshiba SATELLITE C75-A-156 um excelente produto. Estou para dizer que é o melhor notebook que tive na vida, apesar de suas peculiaridades. Mas ele tem uma tela enorme de 17.3 polegadas, que é excelente para a produtividade, mas que impede um melhor transporte do produto.

Precisava de um segundo notebook que fosse leve e pequeno o suficiente para ser levado na mochila o tempo todo, e que tivesse um desempenho bacana para a maioria das minhas necessidades como usuário móvel.

É claro que pensei em um ultrabook, mas não estou podendo nesse momento. Aí, apareceu o Positivo Duo ZX3060, pelo atrativo preço de R$ 600.

 

Os motivos para a compra

Positivo Duo ZX 3060

 

Um deles eu já citei: a necessidade de um notebook pequeno para as tarefas mais básicas.

Uso o Positivo Duo ZX3060 para produzir textos nos blogs, responder e-mails, uso das redes sociais e consumo multimídia.

Pesquisei sobre o produto, e li boas avaliações do mesmo. Por isso, resolvi arriscar.

Além disso, era um produto no atraente formato 2 em 1. Quando eu precisasse, eu poderia ter um notebook para a produtividade e um tablet para consumo de conteúdo multimídia.

O melhor de dois mundos em um produto leve, compacto e funcional.

Por fim, entre um netbook com alguns anos de vida e um produto como esse, que não tem um ano de mercado, não foi difícil decidir qual dos dois comprar.

Detalhes a se considerar

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Não espere que o Positivo Duo ZX3060 entregue para você a mesma produtividade que o seu notebook principal.

Tenha sempre em mente que esse produto é uma solução que oferece mobilidade básica, e no meu caso, está resolvendo muito bem o meu problema.

Sem falar que, depois de muito refletir, entre esse produto e um Chromebook, eu ainda prefiro a versatilidade do Windows 10.

Além disso, o dispositivo apresenta alguns problemas estranhos, como o touchpad ficar maluco, ou a falta de orientação adequada na troca rápida entre os modos notebook e tablet.

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De qualquer forma, o Positivo Duo ZX3060 é um produto surpreendentemente interessante. Cumpre o que promete, dentro de suas possibilidades.

Provavelmente ficarei com ele como segundo notebook mesmo. Posso levá-lo em qualquer lugar para trabalhar, sincronizando meus dados na nuvem e usando como dispositivo de entretenimento quando necessário.

Com certeza farei um review dele no TargetHD.

E sim… esse post foi escrito com o produto em questão.

Surface Book, a grande surpresa da Microsoft

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Pelo visto, o departamento subterrâneo que a Microsoft construiu para manter os seus projetos mais secretos longe do mundo está funcionando muito bem. Não é a primeira vez que a gigante de Redmond esconde uma novidade de todo mundo, e o Surface Book pegou todo mundo de surpresa na apresentação de hoje. E por algumas vezes.

Para começar, este é o primeiro notebook da história da Microsoft. Eles levaram muito tempo para fazer algo que poderiam ter feito há pelo menos dez anos. Mas eu entendo a Microsoft. A empresa não tinha a filosofia que tem hoje, e era focada mais no software (sistemas operacionais e pacotes de escritório) do que qualquer outra coisa. Hoje, a empresa dirigida por Satya Nadella tem outros propósitos, objetivos, desafios. Aliás, o principal deles é seguir sendo relevante no mundo da tecnologia.

Digo isso porque o Surface Book também representa a aposta definitiva da Microsoft que eles podem efetivamente liderar o mercado de computadores tradicionais, sendo o ponto de partida de uma reinvenção de conceito e uso. Nem tanto pela proposta de um notebook no formato 2 em 1, pois isso já existia há tempos. Mas fazendo bem o que a Apple fez com outros segmentos de produto: sendo o parâmetro, a referência, o exemplo a ser seguido e copiado.

O Surface Book é vendido como o “notebook definitivo”, e não por acaso. É um dos computadores portáteis mais potentes de todos os tempos, e que não tem um design pensado para um público específico. Não é um notebook com design exclusivamente pensado nos gamers, ou nos usuários com perfis de trabalho pesado, para tarefas pesadas de produtividade, apesar de ser um computador perfeito para essas tarefas. “Qualquer pessoa” poderia usar o Surface Book no seu dia a dia, por conta de suas linhas elegantes, e sua proposta de versatilidade.

E isso, sem deixar de lado a alta performance. Temos outros produtos no mercado com propostas similares, mas poucos (ou nenhum) são tão completos no hardware como o Surface Book. Aqui, a Microsoft deixa claro que o público que ele quer alcançar com esse produto é o usuário mais exigente, o profissional, que certamente compraria um MacBook Pro pela experiência combinada, mas que não consegue ter um hardware tão poderoso.

Eu bem sei que um MacBook Pro continua a ser uma excelente opção para os mais produtivos. Acho até que quem já tem um MacBook Pro não vai deixar esse produto para comprar um Surface Book. Mas entendo que quem ainda não fez uma opção, e já pensava em um computador com esse nível de versatilidade com o Windows 10, vê na opção apresentada pela Microsoft hoje como uma opção real e válida para atender essas necessidades de produtividade, combinadas com a versatilidade de uso.

Eu mesmo gostaria e muito de ter um Surface Book. Não tanto pela versatilidade que o produto oferece (que seria bem vinda sim em diferentes situações), mas principalmente pelo desempenho. É um dispositivo muito completo, que deve ter um desempenho impecável com um sistema operacional tão flexível e otimizado como é o Windows 10. Poderia sim ser o meu notebook definitivo para todas as minhas principais atividades de produtividade.

É claro que o Surface Book não é para todos. Seu preço inicial sugerido de US$ 1.499 é pensado nos profissionais, nos criativos, nos produtivos e nos gamers. Para esse público, e por esse preço, ele entra na briga sim pelo título de melhor notebook de 2015. Pode parecer estranho para muita gente ver a Microsoft lançando um notebook 2 em 1 no mesmo dia em que apresenta ao mundo um novo Surface Pro 4, mas entendo que é a empresa chamando para si a responsabilidade de tentar revitalizar o mercado de PCs tradicionais, que dá sinais de declínio evidente nos últimos anos.

Quem sabe a Microsoft não consegue esse objetivo. Não exatamente com o Surface Book, mas com a diversidade dele com o Surface Pro 4. Oferecer alternativas para diferentes públicos, e combinar o melhor do tablet e do notebook em um único produto. E dar a liberdade de escolha para o usuário, que vai decidir o que usar, na hora que quiser.

Microsoft Surface Pro 4: mais performance para seguir como referência

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Uma coisa é certa: a Microsoft foi muito persistente no projeto do Surface. O dispositivo foi muito criticado por tudo e por todos, em partes por não oferecer um Windows completo em algumas versões, ou também por ser um dispositivo considerado caro demais para o que oferecia. Porém, algo que todo mundo teve que reconhecer (principalmente a Apple) é que essa proposta de tablet produtivo com caneta e case-teclado vingou.

Não que o Surface seja um campeão de vendas. Mas você há de concordar comigo que, se ele fosse um grande fracasso, a Microsoft iria parar com a brincadeira, e não teria apresentado hoje a quarta versão desse dispositivo. Se o Microsoft Surface Pro 4 foi anunciado, é sinal que a própria Microsoft entende que o produto vai bem nas vendas, o conceito é vendável dentro do seu público-alvo, e que os erros das primeiras versões foram corrigidos.

Aliás, não tem credencial maior de que a Microsoft tinha razão em apostar no produto quando vemos a Apple – que criticou o Surface Pro no passado – lançar um iPad Pro, com um case-teclado chupinhado copiado altamente inspirado no Surface, e mais: com uma caneta apontadora, para melhor interação com o dispositivo. Tal como a Microsoft sempre propôs nesse tipo de produto.

Mas, deixando isso de lado, a Microsoft apresentou o Surface Pro 4, com melhorias interessantes. Ele é mais fino, mais leve, conta com uma generosa tela de 12.3 polegadas, com uma elevada resolução, e um desempenho que promete ser pelo menos 50% maior que o MacBook Air. São credenciais interessantes para um produto que tem como principal missão de substituir o seu computador portátil.

Bom, há muitas pessoas que vão preferir levar ele do que o notebook na mochila. Talvez eu tenha algumas dúvidas sobre os segmentos produtivos que vão aproveitar melhor de suas capacidades e características. Eu, particularmente, prefiro um notebook, mas compreendo que o Surface Pro 4 pode ser muito bem vindo para tarefas e segmentos específicos. Para o meu dia a dia, eu ainda preciso de um teclado e mouse.

E talvez só por isso que eu não me imagino com um Surface (ou qualquer tablet) como substituto do meu notebook. Ainda dependo de um teclado de verdade para melhor escrever em meus blogs, de um mouse para uma maior precisão para essas atividades, e sempre que participo de coletivas, de forma invariável, eu acabo com o notebook no colo para produzir os textos no local. Ter um tablet para produzir textos com a tela sensível ao toque não é exatamente o que podemos chamar de “produtivo”.

Mas isso sou eu. Acho que em outros segmentos profissionais, o Surface Pro 4 é muito bem vindo. Mesmo em um momento mais eventual, em uma edição de áudio ou vídeo mais rápida, ter um equipamento com todo o poderio técnico que o tablet da Microsoft oferece (processador Intel Core Skylake, até 16 GB de RAM, e até 1 TB de armazenamento flash) pode ser algo muito bem vindo.

Entendo que o Surface Pro 4 é mais um acerto. Ou pelo menos mais um dispositivo que entra na briga pelo substituto do notebook. com um preço inicial de US$ 899, e trabalhando com uma nova caneta com 1024 níveis de pressão e bateria com autonomia de um ano (Surface Pen), esse produto pode fazer a alegria dos mais produtivos em vários aspectos. Pode fazer barulho dentro do segmento, e quem sabe tirar o sono de uma empresa da maça mordida.

iPad Pro: é a Apple dando razão ao Surface em tudo, menos no sistema operacional

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Muito se falou sobre um iPad de grande tamanho, e a Apple tornou isso uma realidade, com o iPad Pro. O produto era tudo o que se esperava, e resta saber se o resultado prático será o que a Apple espera. Mas à princípio é inevitável a comparação do iPad Pro com o Surface Pro 3 da Microsoft.

Os dois são tablets conversíveis com teclado e caneta stylus, e oferecem uma experiência focada na produtividade. Os dois contam com telas touch, um case-teclado dobrável e são uma alternativa aos notebooks tradicionais. A grande diferença é que o produto da Microsoft tem um sistema operacional completo (Windows), enquanto que o tablet da Apple faz uso de uma plataforma móvel (iOS), que quer ser maior e conquistar um terreno cujo representante é o OS X.

 

Faz sentido o iOS nos desktops?

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Essa é uma das principais perguntas que envolvem o iPad Pro, que não surpreendeu nas cópias de características de outros produtos. Afinal de contas, no mundo da tecnologia, TODOS COPIAM TODOS (conformem-se com isso). O iPad Pro é uma adaptação explícita do Surface Pro 3, e muitos entendem que essa é uma das últimas tentativas da Apple para revitalizar a sua divisão de tablets.

As vendas desses dispositivos seguem em queda livre, e o iPad Pro é o único formato que restava para a Apple explorar. O iPad original foi um sucesso, mas eles demoraram para ver que a tendência eram os tablets de pequeno formato. A atualização do iPad mini 4 recebeu pouquíssimo destaque, e isso parece deixar claro o pouco interesse da Apple no segmento. E isso porque não mencionamos que o iPad Air não foi atualizado, e não devemos ter novos eventos da empresa em 2015.

Assim, podemos estar diante do ‘canto do cisne’ da Apple no mercado de tablets. O mais curioso disso é que a proposta deles se baseia no iOS, e não no OS X, algo que parece querer validar o fato da plataforma móvel também ser útil para tarefas de produtividade.

 

Turno de usuários e desenvolvedores

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A aposta não acontece por acaso. Faz tempo que o segmento de aplicativos para os tablets da Apple mostra a sua capacidade tanto no consumo de conteúdo como no terreno de produtividade. O lançamento do Microsoft Office para o iOS é um dos exemplos mais evidentes de como os tablets da Apple podem ser uma alternativa ao notebook convencional, e a presença do teclado e da Apple Pencil reforça ainda mais essa tendência.

As propostas da Apple se basearam especialmente no terreno da criatividade: editar vídeos e fotos diretamente nos dispositivos será algo muito mais interessante com os novos e potentes processadores Apple A9X, dando margem sobre às tarefas de produtividade convencionais, que são mais exigentes que as de consumo de conteúdo.

A Apple demonstrou isso no evento dessa semana na execução de softwares como AutoCAD 360, UMake e nas novas ferramentas do Adobe, aproveitando o potencial do Apple Pencil. Tudo para deixar bem claro que é sim possível trabalhar com um iPad.

De fato, a proposta da Apple não é muito diferente até mesmo dos modelos anteriores do iPad. Carcaças com teclado para esse tablet já existiam, e canetas compatíveis também.

Então… o que a Apple oferece de tão diferente assim?

Basicamente o tamanho maior (quase 3 polegadas a mais) e a maior potência, dois argumentos de peso para convencer os usuários a escolher o novo modelo no lugar do iPad Air 2, que não foi renovado, reforçando assim a filosofia de vendas da Apple e de outras empresas: potenciar no produto que quer vender para deixar outros produtos do catálogo no passado.

 

 

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Aliás… não é curioso que o preço do iPad Air 2 lá fora não caiu, mesmo sendo um produto do ano passado? No Brasil, aconteceu o contrário: ele ficou mais caro ainda! Essa estratégia não acontece por acaso, amigos.

Quem é o usuário de um iPad Pro?

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Os profissionais. Mas mesmo assim, há alguns que não vão optar por ele.

Se você quer produtividade, o MacBook Air 2015 é uma excelente opção, mas que foi regalado para um segundo plano para colocar o novo MacBook em evidência. Mesmo assim, se alguém necessita de algo mais potente, pode apelar para o MacBook Pro com tela Retina.

Segurar um dispositivo de 12.9 polegadas por muito tempo (tal como você vê na foto acima) não parece ser algo especialmente cômodo. Se queremos interagir com aplicativos de todos os tipos e de forma continuada, um ponto de apoio é algo imprescindível, e nesse aspecto, o notebook oferece mais possibilidades.

Um tablet de 12.9 polegadas é grande, e nas demos e fotos produzidas pela Apple, vimos as pessoas segurando e usando o iPad Pro no ar na maioria das vezes. Não é algo aconselhado nos conversíveis baseados no Windows – muitos pesando menos de um quilo no modo tablet, tal como acontece no iPad Pro -, não só por conta do peso, mas também pelas dimensões.

Se você vai segurar um iPad nas mãos, o iPad Air 2 é uma alternativa mais válida. E se você vai acabar apoiando o produto na mesa, voltamos ao ponto: por que não um MacBook Air ou um MacBook Pro?

É claro que esta é uma avaliação preliminar. Não testamos o produto, e não sabemos se a combinação de produtividade e consumo de conteúdos oferecida pelo iPad Pro é válida ou não, mas sabemos o que o Surface Pro 3 oferece, sendo mais relevante pelo touchpad do teclado, além de oferecer um sistema operacional completo, entregando mais garantias de produtividade.

Mas… o que teria acontecido se o iPad Pro contasse com o OS X, ou se o MacBook fosse baseado em um micro ARM, sendo assim compatível com o iOS? Pela potência do Apple A9X, a escolha foi feita pelo iOS e, pelo menos por enquanto, a Apple parece querer seguir diferenciando tablets de notebooks e desktops através do sistema operacional.

O iPad Pro é especialmente interessante para determinados nichos de mercado, como artistas e designers, mas pouco recomendado para a maior parte dos usuários, que contam com opções mais interessantes, tanto na parte de cima (MacBook Air, MacBook Pro como na parte de baixo (iPad Air 2, iPad Air e até o iPad mini 4). O conceito de tablet conversível não agrada a todos, onde a ideia de um tablet com teclado físico rígido (e não um case) é muito mais adequada para a produtividade que a Apple quer vender com o iPad Pro.

E o Lenovo Ideapad MIIX 700, que tem um jeitão de Surface Pro?

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Não quero dizer que temos aqui uma cópia descarada, ou que os advogados da Microsoft deveriam se reunir nesse momento. Mas, convenhamos: o Lenovo Ideapad MIIX 700 é ALTAMENTE INSPIRADO no Surface Pro 3. É claro que tem diferenças substanciais, mas a ideia geral é basicamente a mesma. E não podemos negar isso.

Apesar de ser oficialmente considerado um conversível com tela de 12 polegadas, e o seu case-teclado ter um formato mais ajustado e completo, o seu sistema de fixação magnética do teclado à tela é muito parecido com o que a Microsoft fez no Surface 3. Incluindo a leve inclinação que une de forma mais sólida as duas peças. Algo que não deve causar uma nova ‘guerra de patentes’, mas que é inegável que temos aqui a mesma solução para os dois produtos.

Até aqui, aceitável.

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Porém, o design do Lenovo Ideapad MIIX 700 é muito semelhante ao dos tablets da Microsoft. Nem quero falar muito da presença da caneta stylus na alternativa dos asiáticos, porque esse é um tema desnecessário (a caneta é de uso livre). Falo mesmo das linhas adotadas para o formato do produto, que vendo de longe – e apresentando para alguns mais desatentos -, lembra e muito um Surface Pro da Microsoft.

Da até para achar que a gigante de Redmond lançou um dispositivo com acabamento de metal, apenas para o prazer e deleite dos usuários mais exigentes.

O Ideapad MIIX 700 conta com um hardware robusto, com a presença do novo processador Intel Skylake (Core i7), até 8 GB de RAM, redes LTE e câmera RealSense 3D opcional. Por 799 euros, pode ser uma alternativa interessante aos ultrabooks, que sempre prometeram preços mais competitivos, mas que na prática sempre custaram mais caros que esses já populares híbridos.

Aliás, podemos dizer que o que está ‘salvando’ o mercado de computação tradicional é justamente a presença dos equipamentos híbridos. A flexibilidade de uso desses produtos está convencendo o consumidor de que vale a pena fazer o investimento nesse tipo de produto, e que tal proposta pode vingar, principalmente no aspecto profissional.

Mas cuidado, Lenovo… vá com calma nas ‘homenagens’… não queremos os advogados da Microsoft batendo na porta de vocês.

Lenovo quer nos convencer que 6.98 polegadas ‘é um phablet’!

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Aonde, Lenovo? A-ON-DE que um smartphone com tela de 6.98 polegadas pode ser considerado um phablet? Você realmente acha que, por causa de apenas 0.02 polegada a menos de tela, o Lenovo Phab Plus (e sua variante, o Lenovo Phab) sai automaticamente da categoria de tablets? Nem pensar!

Não vou julgar a qualidade do produto, que parece ser interessante para um dispositivo com um hardware intermediário (carcaça de metal, o onipresente processador Qualcomm Snapdragon 615, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento, câmeras de 13 MP e 5 MP, etc). Talvez a sua bateria de apenas 3.500 mAh é o grande ponto de discórdia, já que estamos falando de um produto com uma tela com grandes dimensões.

Também não vamos falar do seu preço (US$ 299), que até que é honesto para um produto do seu porte.

A grande questão é: você se imagina colocando um produto desse tamanho na lateral do seu rosto para atender uma chamada? Se imagina fazendo isso dentro do metrô ou no meio da rua? Consegue se ver colocando esse produto no bolso dianteiro da sua calça jeans, como faria em um phablet qualquer?

Se a resposta for ‘não’ para as três, é sinal que, para você, esse produto está muito mais para um tablet do que para um phablet. Tudo bem, eu conheço gente que não se imagina fazendo as três coisas com um smartphone com tela de 5.5 polegadas. Mesmo assim, estamos falando de 6.98 polegadas, caramba!

Lenovo… a verdade te libertará!

O que custa chamar o produto de tablet logo de uma vez? Só porque ele tem a função de telefonia? Outros fabricantes também contam com dispositivos com telas de 7 polegadas, mantém a função telefônica nos mesmos e, mesmo assim, chamam o dispositivo de tablet. Não de phablet.

Não acho que o Lenovo Phab Plus vai confundir o grande público por conta de sua terminologia. Porém, é meio complicado querer tapar o sol com a peneira. Complicado e denecessário. Nesse aspecto, eles poderiam simplificar. Não há motivos para colocar uma denominação para um produto que não recebe essa denominação.

Não é difícil colocar nomes nas coisas, Lenovo. Basta um pouco de criatividade e boa vontade.

Acer Predator 6 e Predator 8: smartphone e tablet poderosos para os gamers

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A Acer ultimamente está toda amiguinha dos gamers. Mas não dos jogadores convictos de desktops. Eles estão apostando nos gamers de dispositivos móveis. Tanto, que apresentou na IFA 2015 dois dispositivos voltados para esse público: o Acer Predator 6, e o Acer Predator 8.

São smartphones com design muito diferenciado, mas que não chamam a atenção apenas pela estética, mas principalmente pelas suas especificações técnicas. O Acer Predator 6 traz como principal chamariz o processador MediaTek com nada menos que dez núcleos físicos (ou deca-core). Todo esse poder de fogo é para que o jogador não tenha a menor sombra de dúvida que o smartphone vai rodar qualquer tipo de jogo com um desempenho simplesmente impecável.

Além disso, o modelo conta com 4 GB de RAM, tela Full HD de 6 polegadas, quatro alto-falantes, arquitetura ARM e uma câmera traseira de 21 megapixels (esse último item é algo meio dispensável, já que não imagino o gamer perdendo tempo tirando fotos enquanto pode ficar jogando por horas e horas).

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O tablet Acer Predator 8 segue a mesma filosofia, com tela de 8 polegadas Full HD, mas um processador diferente, o Intel Atom X7 Z8700, trabalhando com 2 GB de RAM, 32/64 GB de armazenamento e WiFi MIMO 2×2. De novo, temos um hardware capaz de rodar sem problemas os jogos mais exigentes, como é o caso do Asphalt 8 que já vem pré-instalado nesse modelo.

Acho que a tendência dos games móveis é algo cada vez mais presente nos tempos atuais, e é um filão de mercado que desenvolvedoras de games e fabricantes devem apostar com mais ênfase. A época dos consoles domésticos está cada vez mais próxima de um ponto de modificação (extinção eu não digo), e com dispositivos móveis mais e mais capazes, a tendência natural é que os jogos para smartphones e tablets sejam cada vez mais completos, exigindo mais dos dispositivos.

E aí? Você encara o Predator da Acer?

 

Tablet Lenovo Thinkpad 8

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O tablet Lenovo Thinkpad 8 combina mobilidade, alto desempenho e a produtividade que o Windows 8.1 pode oferecer. É pensado naqueles que precisam das funcionalidades de um PC em um produto que oferece a mobilidade e versatilidade de um tablet, permitindo a simples alternância de uso dos modos desktop e tablet do Windows 8 Pro.

 

O Lenovo Thinkpad 8 possui tela de 8.3 polegadas (Full HD) com área de visualização 25% maior que a de produtos similares com o mesmo tamanho, câmera traseira de 8 megapixels com foco automático e flash LED, câmera frontal de 2 megapixels, bateria com autonomia de longa duração, 64 GB de armazenamento em SSD e processador Intel Atom quad core. Todo esse conjunto é pensado para oferecer o melhor desempenho possível no uso diário.

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Os aplicativos do Windows 8 Pro estão otimizados para a sua interface touch, de modo que mesmo em uma tela com dimensões reduzidas ele ofereça uma experiência confortável para o uso, similar ao PC, e com um maior dinamismo de uso. Sua tela suporta até dez toques simultâneos na tela, facilitando assim a sua interação com o sistema, principalmente na hora de digitar textos curtos.

Na parte de conectividade, o Lenovo Thinkpad 8 conta com as conexões WiFi 802.11 a/b/g/n e Bluetooth 4.0. Sua bateria tem autonomia prometida de até mais de 8 horas de uso, ou 17 dias em standby (esses números podem variar, de acordo com o tipo de uso e com as conexões ativas do dispositivo).

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Tablet MSI Primo 81

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A MSI promete o ‘bom e barato’ com o seu tablet MSI Primo 81, que pode ser uma alternativa para quem precisa do básico em um dispositivo desse segmento.

O produto conta com tela de 7.85 polegadas, sistema operacional Android 4.2, processador Allwinner A31s quad-core de 1.0 GHz, 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 32 GB), e a capacidade para reproduzir vídeos na resolução Full HD.

O modelo se destaca pelo baixo preço em relação aos seus concorrentes, e a promessa de ser uma interessante relação custo/benefício entre os tablets de entrada.

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Bancada de Testes | LG G Pad 8.3

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Mais um produto para testes e reviews. Mas diferente dos outros, esse vai ficar em casa. O LG G Pad 8.3 é um recém chegado no mercado brasileiro, e não estava nos meus planos de compra. Quero dizer, na verdade, estava. Mas não para esse momento. Porém, como o Samsung Galaxy Note 8 que comprei no começo do ano chegou com um inesperado defeito na tela, a escolha pelo modelo da LG foi algo natural.

O LG G Pad 8.3 chamou a minha atenção pela proposta geral. Primeiro, porque passa a impressão de ser um LG G2 de grandes dimensões. E isso é ótimo, pois o G2 foi um dos smartphones que mais gostei de testar em 2013. Segundo, por oferecer um conjunto de hardware muito interessante (processador Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento – expansíveis via slot para cartões microSD de até 32 GB e bateria de 4.600 mAh), podendo ser um excelente substituto pra os demais tablets Android que já tive até hoje.

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E, pelo visto, não estava enganado nessa análise. Para começar, o LG G Pad 8.3 possui uma construção de melhor qualidade, com uma parte traseira revestida de alumínio, um diferencial que certamente vai agradar aos mais exigentes. O material não só deixa o tablet mais leve, como também mais resistente. Por outro lado, pelo menos nesses primeiros dias de uso, as marcas de dedo foram inevitáveis, o que também pode não agradar muito os mais exigentes.

Também já observo que a câmera traseira está presente “apenas para constar”. Eu não sou um dos adeptos ao registro de fotos e vídeos no tablet, logo, isso não chega a ser um problema. Aliás, viveria bem sem ela. Para os mais entusiastas no assunto, essa câmera serve como um quebra-galho.

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De qualquer forma, o tablet tem um design que me agrada. Como prefiro os gadgets em tom preto, já acho o G Pad um modelo elegante nessa tonalidade. Quando testei o protótipo do modelo em novembro de 2013, no evento de lançamento do LG G2, achei a versão na cor branca muito bonita. Mas aí é uma questão de gosto.

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Além do ótimo desempenho, o LG G Pad 8.3 se destaca pela sua excelente tela. Mais uma vez, a LG acertou de novo ao adotar a mesma tecnologia de tela das suas TVs no seu tablet, e o resultado é uma gama de cores mais vivas, em uma qualidade de imagem excepcional. Aproveitando-se muito bem do fato da sua tela contar com a resolução de 1920 x 1200 pixels, o produto oferece um resultado final impecável para vídeos e jogos.

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Talvez o ponto que pode fazer alguns usuários mais conservadores “torcer o nariz” é a interface altamente customizada adotada pela LG. Mesmo com essa interface oferecer uma usabilidade razoável, compreendo a preferência de muitos pelo Android em estado puro. Isso pode ser resolvido com a troca da launcher Android, ou com a troca da ROM inteira. Ou esperando pela versão Google Play Edition do tablet, algo que resolveria todos os problemas (pena que essa versão ainda não é comercializada no Brasil…).

Por enquanto, as minhas primeiras impressões sobre o LG G Pad 8.3 são muito positivas, mas ainda testarei o produto de forma mais extensa. O review completo vai ao ar nos próximos dias no TargetHD. Por enquanto, fique com o vídeo das primeiras impressões do produto a seguir.

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