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O iPad mini 3 é a maior picaretagem da história da Apple!

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Aí, Apple… me ajuda a te ajudar! Desse jeito, fica impossível! Não bastasse uma apresentação de novos iPads tão empolgante quanto o terço bizantino que a minha avó e suas amiguinhas fazem toda terça-feira no final de tarde, a empresa comandada por Tim Cook teve a cara de pau de apresentar um novo iPad mini que, convenhamos, não faz o menor sentido de existir. Na verdade, faz sentido sim: o iPad mini 3 recebe o título de maior picaretagem da história da Apple.

E você, que não concorda com isso, nem perde seu tempo me criticando. Defender a Apple é uma coisa. Fechar os olhos para essa tentativa de golpe financeiro é outra (é burrice).

A única diferença do iPad mini 3 para o iPad mini com tela Retina (agora chamado de iPad mini 2… ‘por que será?’) é o sensor Touch ID, que faz a sua estreia no novo tablet. Sim, amigos… essa é a ÚNICA DIFERENÇA ENTRE OS DOIS MODELOS. E custa US$ 100 a mais que o modelo anterior.

Ok. O Touch ID é um recurso bacana, ainda mais em tempos onde tem muita gente preocupada com a segurança dos seus dados pessoais, e trabalhando com o Apple Pay (que não existe no Brasil), temos um eficiente método de pagamento. Mas, convenhamos: essa p*rra serve para mais alguma coisa?

Para mais nada, certo?

Sim, amigos. O iPad mini 3 não faz o menor sentido de existir. Por que diabos a Apple não mudou absolutamente nada nas especificações técnicas desse novo tablet? Nem mesmo o processador foi alterado (estagnou no Apple A7)? Para quê investir dinheiro em um produto que só evoluiu um item? E, na boa? Nesse caso em específico, estou levando em consideração que estamos no Brasil.

Aliás, até mesmo nos Estados Unidos questionam esse infeliz lançamento da Apple.

Para piorar, o primeiro iPad mini (que com o iOS 8 ficou uma grande porcaria em termos de desempenho) teve o seu preço ‘reduzido’para US$ 249. Apenas US$ 50 a menos que o iPad mini com tela Retina. Sério, Apple… que p*rra é essa? Por que não oferece a primeira versão por US$ 199, criando uma dor de cabeça para a concorrência (aka tablets Android), que são tão bons quanto (ou melhores) e custando menos?

Sério, Apple… me ajuda a te ajudar!

Meu conselho para quem tem alguma grana no final do ano: se você ainda está interessado em comprar um iPad mini com tela Retina, compre enquanto ele ainda está disponível. Não estou dizendo que esse modelo vai sair do mercado de imediato, mas levando em consideração que a atualização do produto anunciada nessa semana nada mais é do que uma forma patética de enganar os mais trouxas, a melhor opção agora é comprar o modelo lançado no ano passado.

O iPad mini com tela Retina já teve o seu preço reduzido pela própria Apple no Brasil, e com a proximidade da Black Friday, a hora de comprar esse modelo é agora. O primeiro iPad mini passa a ficar descartado (a não ser que você fique com ele no iOS 7), e o iPad mini 3 é uma perca de tempo e dinheiro.

E sim, Apple… não tente chamar o consumidor de burro. A essa altura do campeonato, a maioria não cai mais em um Touch ID como ‘novo modelo’.

IFA 2014 | Sobre o Sony Xperia Z3 Tablet Compact

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A Sony estava mesmo ensaiando lançar um tablet com tela menor, para competir com os modelos menores da Apple, Samsung e LG. O que talvez ninguém esperava era que o modelo apresentado fosse ser tão fino e leve. Mais: ele é submergível. Com tudo isso, como não ficar minimamente atraído pelo Sony Xperia Z3 Tablet Compact?

Pesando apenas 270 gramas e com uma espessura de míseros 6.4 mm, o Xperia Z3 Tablet Compact não só deve ser confortável para o uso geral, mas principalmente, para o transporte, sem ocupar muito volume dentro da mochila. Além disso, o seu agarre tende a ser o melhor possível. É o dispositivo recomendado para quem pensa em ler livros por várias e várias horas, ou para quem não quer se sentir incomodado na hora de visualizar vídeos por streaming.

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Mas nem tudo no Xperia Z3 Tablet Compact se resume à sua baixa espessura. A sua tela IPS LCD de 8 polegadas (1920 x 1200 pixels) também promete. Algo que pode ser considerado essencial para um dispositivo que, de forma prioritária, serve para consumo de conteúdo (principalmente para as atividades de multimídia). Sem falar que a produção de vídeos em Full HD e 4K começa a aumentar de forma considerável (lembre-se: alguns dos smartphones top de linha já gravam vídeos em Quad HD).

A estética do Xperia Z3 Tablet Compact não me agradou muito – tenho que admitir -, mas posso ignorar isso por completo para receber os benefícios de design já destacados nesse texto. Aliás, estou ficando cada vez mais tolerante em relação ao exterior de certos produtos, e priorizando as qualidades técnicas e de desempenho dos dispositivos.

Se os produtos conseguirem combinar a beleza e o desempenho, ótimo. Se priorizarem o desempenho, deixando de lado a beleza, tudo bem. Só não pode ser bonito por fora e uma porcaria por dentro.

Enfim, os fãs da Sony podem ficar satisfeitos com os resultados apresentados pelo Xperia Z3 Tablet Compact. É uma das gratas surpresas da IFA 2014 – nem tão surpresa assim para muitos, pois já era sabido que um tablet pequeno seria apresentado -, e um dos produtos que já deve criar certa ansiedade naqueles que ainda pretendem adquirir um tablet no final do ano. E digo isso pelo fato dos phablets cada vez mais estarem em evidência, canibalizando o mercado dos tablets menores.

Bancada de Testes | Gradiente Tegra Note 7

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A assessoria de imprensa da Gradiente enviou para cá uma unidade do tablet Gradiente Tegra Note 7, lançado no Brasil no final do ano passado. O dispositivo veio com alguns acessórios – pensado nas vendas do Dia dos Pais, mas que podem ser adquiridos individualmente -, e o modelo será testado por mim nas próximas duas semanas. O review completo do produto você vai conferir em breve, no TargetHD. O vídeo a seguir mostra as minhas primeiras impressões com o produto.

 

Com um teclado físico… até encaro trocar meu notebook por um tablet!

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Enquanto você fica aí esperando o jogo do Brasil contra o México, eu reflito sobre o meu futuro de usuário de tecnologia. É claro que é um futuro hipotético, pois estou feliz com o meu ultrabook, e não pretendo mudar isso. Porém, em um exercício de futurologia do mundo de faz de conta, se eu dependesse de ficar com uma mochila pesada nas costas, andando de um lado para outro com um notebook que pesaria pouco mais de dois quilos, eu já estaria pensando na combinação “tablet + teclado físico”.

Os motivos são bem simples. O primeiro é o mais óbvio: o peso. Não faz mais sentido levar um notebook pesado nas costas para produção de textos. Hoje, para produzir nos blogs, um tablet (um iPad ou um Galaxy Tab com tela de 10 polegadas – quem sabe o novo Galaxy Tab S de 10.5 polegadas) com um teclado físico resolveria muito bem o problema. Afinal de contas, é um trabalho de produção de conteúdo direta, sem frescuras.

Segundo motivo: custo.

Os custos são mais baixos nessa equação. Tá, se eu escolhesse o iPad ele poderia ser mais caro do que um bom ultrabook. Mas aí a gente volta para o primeiro item (peso), e uma combinação de um teclado da Logitech com o tablet da Apple sairia vencedor.

Terceiro: tendência de comportamento de uso.

Alguns colegas blogueiros estão adotando esse expediente, não apenas pelos fatores previamente citados, mas principalmente pela versatilidade oferecida por essa combinação. E não falo pelo fator peso ou produtividade apenas. Falo também pelos momentos em que queremos utilizar o computador apenas e tão somente como um tablet, mas não podemos destacar a tela do corpo do produto. Com o conjunto tablet + teclado, isso é possível.

É claro que alguns pequenos detalhes ainda me impedem de fazer isso. Por exemplo, se preciso editar um podcast em um tablet (dificilmente faço isso enquanto estou em trânsito, mas isso ainda pode acontecer), isso ainda é relativamente impossível. Da mesma forma que editar vídeos no Windows ou no Mac OS ainda é algo mais prático do que no iOS ou Android. Também coloco nessa conta a edição de imagens, mas nesse caso em específico, sei que algumas soluções para plataformas móveis podem substituir bem as ferramentas que uso nos meus computadores portáteis.

De qualquer forma, um sistema operacional completo ainda me oferece maiores possibilidades nessas tarefas em específico.

Enfim, uma breve reflexão/ponderação sobre o meu futuro geek. Pode ser que no futuro em faça essa combinação funcionar a meu favor (ainda tenho que comprar o meu iPad mini… #shameonme). Mas antes, tenho outras prioridades.

Chega. Bom jogo para todo mundo.

Mercado brasileiro nunca verá um tablet Microsoft Surface. E ninguém se importa com isso

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E vemos de novo a Microsoft tentando de novo emplacar os seus tablets no mercado. Hoje (20), eles apresentaram o Microsoft Surface Pro 3, a terceira geração do produto, que tem mais cara (e conceito) de notebook do que de tablet. No Brasil, o produto não desembarcou em nosso mercado, e pelo andar da carruagem, não vai chegar. Mas… quem se importa, não é mesmo?

Não estou criticando o produto ou o consumidor brasileiro. O Windows é o sistema operacional para computadores mais utilizado no Brasil, e a proposta geral do Surface até me agrada. Porém, apesar dos esforços da Microsoft em dar uma sobrevida ao conceito de “posso ser produtivo em qualquer lugar”, a aposta sobre uma possível migração dos usuários de laptops para o conceito do Surface se mostra cada vez menos próspera.

E olha, que eu não acho a ideia ruim. Porém, pouco prática. Só agora a Microsoft corrigiu alguns problemas bem evidentes presentes no primeiro modelo, como adicionando dessa vez um teclado mais rígido, uma maior variação de posições para deixar o produto sobre uma mesa, e um hardware mais potente, para quem quer efetivamente ser produtivo.

Porém, não é todo mundo que vai embarcar nessa. OK, o Surface é mais barato que muitos dos principais laptops (o valor do modelo básico desse tablet lá fora é de US$ 799), e consideravelmente mais barato que os ultrabooks. Porém, mesmo olhando para o fato desse produto ser um “híbrido” e um laptop ainda ser um laptop, eu acho difícil convencer alguém a trocar o seu caro laptop, pago em suaves prestações, por um tablet que não oferece toda a funcionalidade de um notebook tradicional (na teoria; quem sabe eles melhoraram nesse aspecto).

Sem falar que ainda tem muita gente que entende que os tablets não foram feitos para atividades mais complexas, ou que naturalmente exigem um hardware mais robusto para realizar tais tarefas. É evidente que você pode encontrar soluções e atividades para o produto, o que pode se reverter em algo útil para a sua vida (e isso também se chama produtividade). Mas em via de regra, os tablets são produtos mais inclinados para o consumo de conteúdos.

E quem quer trabalhar com o tablet, acaba escolhendo o iPad.

Por falar no iPad… ninguém aí estranhou que a Microsoft não lançou uma versão menor do Surface Pro? Pelo contrário: aumentou a tela do produto. Faz sentido: se você cria um produto pensado na produtividade, e quer extrair o máximo disso, aumentar o tamanho da tela passa a ser algo fundamental, aumentando a interação do usuário com o sistema operacional.

De qualquer forma, a impressão clara que dá é que o geek brasileiro está “andando” para o Surface Mini. Resta saber como será o desempenho em vendas e a aceitação dos consumidores em outros mercados. Se levarmos em conta que o primeiro Surface Pro foi uma verdadeira piada em vendas, e que o segundo não foi algo promissor, entendo que a terceira é “ou você a certa, ou vamos parar com essa palhaçada de investir em produtos que as pessoas não se importam com ele”.

E não falo só no Brasil. As lojas que vendem o Surface estavam vazias no lançamento anterior. O que vai acontecer com o produto apresentado hoje? Só o tempo vai dizer…

É o “início do fim” da dominância do iPad?

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A Apple revelou ontem (23) os seus resultados financeiros relativos ao segundo trimestre de 2014, e mesmo com números considerados positivos (levando em conta o período do ano, que é naturalmente o mais fraco no comércio como um todo), principalmente por conta das vendas do iPhone – que hoje é o produto mais vendido da empresa -, um detalhe começou a tirar o sono de muitos: a queda nas vendas do iPad, que tem o primeiro sinal claro que sua dominância no mercado de tablets pode estar chegando ao fim.

Foram pouco mais de 16 milhões de unidades vendidas do iPad em todas as suas versões disponíveis no momento. Esse número é inferior ao estimado para o período (19 milhões) e abaixo do volume vendido no mesmo período em 2013 (19.5 milhões), mostrando aqui que os tablets da Apple estão sim em um movimento de retração no mercado. Lembrando que desde o lançamento do iPad, ele sempre foi considerado o tablet dominante.

Motivos não faltam para essa mudança acontecer. O primeiro deles é algo evidente: a concorrência existe, e em grande número. Opções no mercado não faltam, e eu não precismo me prender ao exemplo da Samsung. ASUS, LG, Sony, HP, Amazon, Lenovo, Microsoft (bom, naquelas) e vários outros fabricantes menores oferecem diversas opções de tablets, que atendem perfeitamente as necessidades da maioria dos usuários.

O segundo motivo vem na tabela do primeiro: o fator preço. Não vou discutir qualidade, sistema operacional e experiência de uso. Fato é que todos os concorrentes da Apple oferecem as mesmas funcionalidades básicas, que atendem as necessidades da maioria, mas que custam bem menos que o iPad. E gostando você ou não, esse é sim um fator que influencia e muito o consumidor na hora da compra. Se vai gostar depois do tablet, isso é outra história. Mas que a tendência é ir sempre pelo mais barato, isso é fato.

Um terceiro motivo pode se explicar nessa equação, mas com uma força menor, ao meu ver: a concorrência com os chamados “phablets”.

Com a crescente oferta de smartphones com telas de 5-6 polegadas, alguns usuários estão preferindo abrir mão dos tablets e optando por esses “tablets de bolso”, combinando a experiência de uso de uma tela maior com a portabilidade que um telefone inteligente pode oferecer. Eu coloco esse fator como menos influente porque, na maioria dos casos, um phablet é ainda mais caro que um tablet, e não são eles que prioritariamente estão canibalizando o mercado do iPad.

Por outro lado, vamos tentar ver o outro lado da moeda na questão.

Só agora o iPad está perdendo força no mercado. Durante pelo menos três anos, ele foi o produto dominante no segmento de tablets, e até hoje é considerado o “modelo referência” para o consumidor e para os concorrentes. Acho o iPad Air uma boa reformulação do tablet que era basicamente o mesmo desde o seu lançamento, e o iPad mini é um excelente tablet. Porém, com tanta concorrência – e custando mais caro que a concorrência – fica difícil mesmo manter a liderança no mercado.

Aliás, levando em consideração que é a Apple, com os seus preços “diferenciados”, é até uma vitória que o iPad tenha ficado tanto tempo como líder do seu segmento.

Além disso, é preciso esperar as vendas do segundo trimestre para saber se esse movimento de queda se consolida. É claro que não ajuda muito o fato da Apple não apresentar novos produtos até o segundo semestre (pelo menos), mas como bem sabemos, o primeiro trimestre de qualquer ano é o mais fraco de todos. Vamos esperar para ver o que acontece nesses próximos três meses.

De qualquer forma, (ainda) não é o fim do mundo essa queda do iPad no mercado. É algo até considerado natural, levando em conta os aspectos aqui abordados. As pessoas se esquecem que, tal como tudo nessa vida, o mundo da tecnologia também vive de ciclos. Talvez seja mesmo a hora do iPad encerrar o seu ciclo de dominância no mercado de tablets.

Os tablets econômicos vão ganhar ainda mais mercado em 2014

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Os tablets. Parece que foi ontem que a Apple apresentou o iPad, que a Samsung respondeu com o Samsung Galaxy Tab, e pouco tempo depois, Google e Motorola faziam o mesmo em uma parceria que resultou no Motorola Xoom. Todos esses gadgets tinham uma característica em comum: o seu preço elevado (acima de US$ 500 lá fora, mais de R$ 1.500 na época de seu lançamento no Brasil). Todos, exceto o iPad, foram um fracasso, até certo ponto.

Com o passar do tempo, empresas como Barnes & Nobble, Amazon e vários fabricantes chineses deixaram claro que, para a maioria dos usuários, importava muito pouco as extravagâncias das especificações técnicas. Muitos não se permitiam os preços proibitivos dos produtos, e por conta disso, o mercado acabou sendo dominado pelos tablets econômicos.

E essa não é uma tendência passageira. Os últimos trimestres mostram claramente que o caminho tomado por todos os fabricantes é apresentar dispositivos competitivos no quesito preço. Acer, HP e até a Intel apresentaram novos produtos com preços reduzidos, e a toda poderosa indústria chinesa de tablets começa a ver uma série ameaça aos seus interesses, com tantos terminais com preços risíveis e qualidade duvidosa.

As vendas de SoCs chinesas aumentam

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O tempo onde Qualcomm, Texas Instruments e NVIDIA eram as únicas alternativas pra o mercado mobile ficou para trás. Aos poucos, vemos outras empresas se destacando, ao ponto de uma Intel – que não figurava nesse mercado – buscar a sua fatia do bolo.

A principal ameaça para as tradicionais no segmento de SoC móvel é a chinesa MediaTek. A empresa surgiu do nada para buscar uma considerável fatia do mercado, com uma estratégia de desenvolvedor processadores destinados aos modelos top de linha com preços relativamente baixos, na esperança de convencer muitos fabricantes a deixar de lado os processadores tradicionais.

Mas nem tudo é destinado ao segmento de linha alta. É nos modelos de entrada que os chineses encontraram o seu sucesso. Fabricantes como Rockchip e Allwinner também fazem o seu nome, conquistando mercado com consistência.

Recentes relatórios da IDC revelam que no último trimestre de 2013, a Allwinner colocou 18.5 milhões de processadores no mercado. Em contraste, as projeções mais otimistas da Intel para todo o ano de 2014 são de 40 milhões de processadores vendidos. Ou seja, a Allwinner vendeu no final de 2013 metade de toda a projeção da Intel para um ano.

Já a Rockchip tem 9 milhões de processadores distribuídos entre os fabricantes de tablets no último trimestre de 2013, colocando a empresa no mesmo nível da Intel em termos de vendas unitárias.

Mas nem todos os holofotes estão na China.

Empresas como Acer, HP e Dell (enter outras) começam a apresentar tablets com processadores da Rockchip e Allwinner. Esse é o sinal que a estratégia já não está completamente calcada na ideia de reduzir custos, mas também oferecer nos razoavelmente decentes SoC chineses, que são mais baratos, mas igualmente competitivos na relação custo/benefício.

Isso tende a deixar o mercado de tablets de entrada cada vez mais competitivo e atraente para o consumidor. 2014 será um ano de comprovação de todos esses conceitos, onde a tendência é não só um aumento nas vendas, mas também da qualidade desses produtos, que podem finalmente se transformarem no “bom, bonito e barato” do mundo da tecnologia.

COMBO! Samsung (de novo) faz piada: dessa vez, do iPad, do Surface e do Kindle (vídeo)

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A Samsung criou um novo anúncio em vídeo, que não só ataca o seu principal rival, a Apple, com o iPad mas também faz piada do Surface da Microsoft e o Kindle, da Amazon. O objetivo? Promover os seus tablets, é óbvio.

Os novos tablets Galaxy Note Pro e Tab Pro são pensados especialmente para usuários empresariais, mas a Samsung quer ampliar esse alcance, mostrando que podem ser úteis para qualquer tipo de usuário. Para isso, eles comparam o modo multitarefa dos seus equipamentos com o iPad, o seu design fino e leve com a espessura do Surface, e a suas possibilidades de uso diante da limitação do Kindle.

Vídeo abaixo (em inglês, mas as imagens falam por si).

 

A hora perfeita de devolver o Galaxy Note 8 com defeito: o LG G Pad 8.3 chegou no Brasil

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Entre o Natal e o Ano Novo, eu adquiri na Shopfato (uma loja do grupo Muffato, lá do Paraná) um tablet Samsung Galaxy Note 8. Entendi que estava fazendo um bom negócio, pois era um tablet com especificações técnicas bem generosas (ainda é). Porém, quando o produto chegou até aqui, eu percebi um “pequeno detalhe” na tela do produto, que foi algo inesperado para mim.

Bom, melhor do que falar, é mostrar, certo?

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Tenso isso, né?

Não dá para ficar com o produto desse jeito. Logo, optei pela devolução. O pessoal do Shopfato está realizando os procedimentos de recebimento do produto e devolução do valor pago no cartão de crédito e, até o presente momento, não tenho o que reclamar da loja.

E lá fui eu recomeçar a busca por um novo tablet. Estava pensando no Galaxy Note 8 mesmo, pois gostei mesmo do conjunto de especificações técnicas (apesar da TouchWiz da Samsung, elemento que sempre serei contra, em qualquer produto dos coreanos). Porém, venho observando que esse modelo está se tornando cada vez mais raro no mercado brasileiro, o que pode indicar que a Samsung está deixando de produzí-lo para adicionar novos modelos no mercado brasileiro.

Ou seja, já não é uma boa opção, principalmente se ele se tornar um produto descontinuado.

Mas aí, para minha alegria, veio a LG salvar o dia.

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Eles anunciaram ontem (15) o lançamento do LG G Pad 8.3 no Brasil. Eu já havia testado o modelo em um protótipo de forma breve no evento de lançamento do LG G2 em outubro de 2013, e já tinha ficado interessado pela proposta dos coreanos. Tudo bem, eles contam com uma interface tão customizada do que a Samsung, mas o seu conjunto de hardware é tão interessante quanto o do Galaxy Note 8. E isso muito me interessa.

Com uma tela IPS de 8.3 polegadas em HD+ (1920 x 1200 pixels), processador Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno (expansíveis via slot para cartões microSD) e bateria de 4.600 mAh, o LG G Pad 8.3 é tão interessante (para não dizer sedutor) que o Galaxy Note 8 nas suas especificações, prometendo assim um desempenho muito interessante. Sem falar que ele tem um formato bonito e leve.

E tudo isso vai me custar apenas R$ 1.099, na versão WiFi. É um preço muito competitivo. Custa, na pior das hipóteses, o mesmo do Galaxy Note 8, mas é um modelo mais novo e com melhorias nas especificações em alguns detalhes (tela, processador, etc), e mais barato que o iPad mini Retina (ainda não desisti dele, mas pelo menos por enquanto, não dá).

Levando em conta esses fatores, é a minha próxima escolha de tablet Android, e com facilidade. É uma pena que o G Pad 8.3 não estará disponível de imediato na versão WiFi + 3G (de cara, apenas com WiFi). Mas o tethering existe para isso, não é mesmo?

De qualquer forma, apareceu um pouco de sorte na minha vida geek. Pelo menos vou ficar com um gadget minimamente atualizado na minha próxima compra. E vou continuar a fugir da TouchWiz, seguindo assim a minha filosofia prometida para 2014.

Estou vendendo (novo) | Xbox 360 250 GB + Game Forza Horizon + 6 meses de Live Gold a R$ R$ 850

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Sim, amigos… este é o último produto que está disponível para compra. Afinal de contas, ganha eu, que vou ter uma grana extra no final de ano, e ganha você, que vai pagar menos do que o valor sugerido no mercado para cada um desses produtos. Até porque a Black Friday acabou, e essa pode ser a melhor opção de compra para esse item.

O produto a seguir está NOVO, LACRADO, SEM QUALQUER TIPO DE USO, e com as respectiva garantia de fábrica. O produto tem adição de item exclusivo por minha conta, mas apenas com o objetivo de valorizar o kit de venda, e reforçar os valor oferecido no produto.

O iPad Mini já foi vendido, assim como o Xbox 360 com 4 GB de armazenamento. 

Segue a lista:

1) Xbox 360, com 250 GB de armazenamento + controle sem fio + jogo Forza Horizon (via download) + 7 meses de Xbox Live Gold, por R$ R$ 850 (modelo Kinect Ready, mas sem o Kinect incluso). 

IMPORTANTE: 

1. O item que estou vendendo tem um bom desconto em relação ao preço de tabela no mercado para cada um desses produtos. Logo, o argumento do “ah, mas custava bem menos na Black Friday, e…” será desconsiderado, uma vez que a Black Friday já acabou, e que os preços da Black Friday não são os oficiais em relação à cada produto.

2. Se você encontrar um preço melhor nos e-commerces nacionais, posso negociar o valor, desde que eu esteja de acordo com a contra proposta. Caso contrário, recomendo que você compre o produto pelo menor preço que você encontrou (p.s. só aceito propostas feitas mediante envio de links, mostrando que você encontrou uma oferta melhor).

3. Lembre-se: alguns itens dentro desse pacote de venda não são encontrados nos packs vendidos pelas lojas de comércio eletrônico no Brasil. Considere isso na negociação.

4. Forma de pagamento: prioritariamente por DEPÓSITO EM CONTA CORRENTE. Para a segurança de ambos, o comprador terá todos os meus principais dados para prosseguir com a negociação (se bem que cinco anos de exposição na internet com blogs e podcasts diversos já comprovam isso, mas…).

5. Forma de envio: por conta do comprador COM SEGURO INCLUSO NO VALOR DO FRETE (não é recomendado despachar um produto desse preço e desse porte sem seguro), via PAC ou SEDEX.

6. O prazo de entrega dos produtos podem variar, de acordo com a disponibilidade de entrega e do local de envio do produto.

Interessados podem entrar em contato comigo EXCLUSIVAMENTE por e-mail (clique aqui), ou no @oEduardoMoreira no Twitter.

A Intel quer marcar presença no mercado de tablets, custe o que custar

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A Intel estava acostumada a ter uma posição dominante no mercado, mas hoje, se dá conta que os tempos são outros, principalmente no mercado mobile. Os seus concorrentes não param de crescer, e os seus processadores para smartphones praticamente desapareceram. Porém, eles pensam de forma ambiciosa no mercado de tablets.

Durante anos, a Intel dominou sem maiores problemas o mercado de processadores para desktops, deixando a AMD fora desse mercado por mais de uma oportunidade. Infelizmente (para a Intel), algumas mudanças são bruscas. O ARM comprometeu seriamente o negócio da Intel, oferecendo chips com preços competitivos e boa performance.

Mas bem longe de esperar o quadro virar de novo, ou tentar fazer frentes com os seus rivais com os melhores chips produzidos em Santa Clara, Califórnia, a Intel entende que a melhor forma de se recuperar é investindo milhões e milhões de dólares para voltar a estabelecer uma posição dominante no mercado. Mas a partir de uma nova perspectiva: o mercado dos tablets.

Hoje, a maioria dos processadores ARM tem um preço unitário para os fabricantes que gira os US$ 20. Já o Intel Atom custa quase US$ 40 a unidade, o que se converte automaticamente em tablets mais caros, o que dificultaria uma concorrência contra a NVIDIA e a Qualcomm. A estratégia da Intel a partir de agora será praticamente presentear os fabricantes interessados com os seus processadores, pedindo aproximadamente US$ 10 por cada unidade do Bay Trail.

Dessa forma, a Intel cumpriria a sua promessa de oferecer tablets com especificações respeitáveis com os seus processadores, e com preços abaixo dos US$ 99.

Tomar uma decisão tão arriscada não será algo nada barato para a Intel, e muitos acreditam que tal movimento pode representar um prejuízo inicial de nada menos que US$ 1 bilhão. E, mesmo que isso soe muito doloroso no começo, a Intel tem que tomar decisões complexas em tempos difíceis. Tudo isso para não se tornar uma presa da ARM no futuro.

Como escolher o tablet ideal para você?

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Simples: basta você fazer três perguntas para você mesmo, e descobrir qual é o tablet que você pode chamar de seu. O mercado de tablets segue em grande expansão, e com razão. É o dispositivo de tamanho perfeito para não ser muito grande ou pesado como um netbook ou laptop, e nem tão pequeno como um smartphone.  E, é claro, permite que você faça um grande tipo de tarefas de forma mias cômoda e rápida possível.

O problema é quando você precisa decidir qual comprar. Há tantas opções, que a missão de escolher um modelo parece ser impossível. Por conta disso, proponho algumas questões que você deve fazer para você mesmo descobrir qual é a melhor opção disponível no mercado para você.

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Pergunta 1: quais são as suas necessidades?

O mais importante para escolher qualquer dispositivo de tecnologia é saber para quê exatamente você vai usar. No mundo dos tablets, existem muitas diferenças entre os modelos, e o mercado está cheio de opções. Logo, é imperativo que você saiba quais são as suas necessidades.

Algumas das perguntas que devem ser feitas nesse caso são:

– Vai levar o produto com você para qualquer lugar?
– Onde você vai transportar o produto? Em uma pequena bolsa ou uma grande mochila?
– Precisa de um aplicativo específico para desenho, edição de vídeos ou imagens?
– Precisa de uma câmera web para videochamadas?
– Precisa de um produto apenas para o entretenimento, apenas para o trabalho, ou para as duas coisas?
– Só vai consumir conteúdos? Ou quer que ele seja um substituto para o seu notebook?
– Você tem acesso ao WiFi em todos os lugares onde você vai?

As respostas para todas as perguntas acima vão afetar consideravelmente a sua decisão final. Por exemplo, se você quer produzir conteúdos com um tablet, é necessário o uso de um teclado físico, pela comodidade. Se o local onde o tablet será transportado é pequeno, deve optar por um tablet de 7 polegadas, pela versatilidade. Se quer levar para todos os lados e nem sempre você tem um WiFi disponível, precisa de um tablet com o 3G, para o seu produto ficar conectado à internet o tempo todo.

Todas essas perguntas são realmente importantes. Responda todas elas, e você começa a ter um caminho definido para a escolha do seu futuro tablet.

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Pergunta 2: qual é o seu sistema operacional preferido?

1. Android

Existem muitos aplicativos disponíveis para os tablets Android, e alguns deles podem ser adquiridos por um excelente preço, ou até mesmo de graça. Escolher um tablet Android é importante para aqueles que usam os serviços da Google de forma preferencial e frequente.

Por outro lado, a seleção de aplicativos que tiram vantagem do tamanho de tela são bem menores do que aqueles disponíveis para o iPad, mas ainda assim, é possível a criação de conteúdos. Uma boa volta pela Google Play Store pode ser uma boa forma de descobrir quais aplicativos são esses.

2. iOS 

É o líder no mercado de tablets, e recentemente, expandiu a sua família de produtos, com os novos iPad Air e iPad mini Retina. Se você já tem outros dispositivos da Apple e gosta dos aplicativos e seu funcionamento, é muito provável que você queira ficar com o mesmo ecossistema de aplicativos. Se você nunca testou um iPad na vida, também pode ser a melhor opção para você.

3. Tablets econômicos (tá, eu sei que não é um sistema operacional, mas mesmo assim…)

A Amazon já apresentou várias versões do seu tablet Kindle, que se destaca principalmente pelo baixo preço. Os modelos Kindle rodam o sistema Android, mas em uma versão muito modificada, que está completamente conectada à Amazon, e desvinculada dos serviços da Google. Os modelos Kindle Fire HD e Kindle Fire HDX servem para o entretenimento em várias esferas e, como era de se esperar, para os amantes dos livros.

4. Outras opções

Existem outras opções no mundo dos tablets, como o Surface, da Microsoft (com Windows 8 e Windows RT) e o Playbook da BlackBerry. Não são produtos tão populares, mas ainda assim são opções válidas.

O Surface é perfeito para aqueles que usam o Windows diariamente, e que já estão familiarizados com a nova cara do sistema. Também são destinados para aqueles que querem substituir o notebook, obtendo a mesma experiência de uso do desktop da sua casa ou escritório.

O BlackBerry Playbook possui suporte para os aplicativos Android, de modo que pode ser uma boa opção para quem gosta da plataforma da BlackBerry e do sistema móvel da Google.

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Pergunta 3: quais as características que o seu futuro tablet deve ter?

1. Tamanho da tela

Você pode encontrar tablets com tamanhos de tela entre 7 e 13 polegadas. Os menores, como o Kindle Fire e o Nexus 7 se assemelham a um smartphone, mas com uma tela maior. São cômodos para segurar nas mãos, e mais que suficiente para a leitura, jogos, consumo de conteúdo e cômodo transporte. Os tablets de 10 polegadas são de tamanho intermediário, e pensados para quem precisa de especificações melhores, porém, não recomendados para segurar com as mãos por muito tempo. A boa notícia é que temos cases e apoios que deixam o produto posicionado para o uso. Basta você decidir qual tamanho atende melhor as suas necessidades.

2. Tela

O ideal é que você compre um tablet com tela Super AMOLED, com Gorilla Glass. Porém, você pode optar com uma tela LCD, mas tenha em mente que vai precisar ter maiores cuidados. A resolução da tela também é algo que deve ser prioridade na sua escolha: pegue um tablet com, no mínimo, 1280 x 800 pixels de resolução. Maior resolução normalmente quer dizer maior preço. Mas isso é um investimento. Vale a pena pagar um pouco mais.

3. Conectividade

É vital saber se você terá o WiFi ao seu dispor o tempo todo ou não. Se a resposta é SIM, você pode comprar um tablet apenas com WiFi, sem problemas. São mais baratos (por conta disso). Por outro lado, se a resposta é NÃO, ou seja, você pretende levar o produto para todos os lados, não tem jeito: deve comprar um produto com 3G ou 4G.

4. Processador

Escolha ao menos um processador dual-core, para o seu próprio bem. Mas os tablets mais recentes vem com um chip com, ao menos, dois núcleos (quando não nos deparamos com um quad-core). Com o primeiro tipo de processador, poderá utilizar todo o tipo de aplicativos sem problemas, inclusive alguns que são mais exigentes, como o Netflix. Se você pretende jogar ou realizar tarefas mais complexas, o ideal é ir atrás de um tablet com um processador quad-core, para evitar maiores problemas.

5. Bateria

A vida útil da bateria é algo muito importante. Considere sempre que, se um tablet recém comprado não te oferece uma autonomia de uso para, pelo menos, dois dias completos, em um ano, esse uso será bem menor. Existem tablets que podem funcionar por até 18 horas consecutivas (como o ASUS Transformer, que funciona com um teclado com bateria integrada, que ajuda na vida útil do dispositivo).

6. Câmeras

A maioria dos tablets contam com uma câmera frontal para videochamadas, e outros ainda possuem uma câmera traseira, para aqueles que acreditam que tirar fotos em um tablet é uma boa ideia (eu discordo). Fato é que esse ponto é algo muito pessoal,  mas escolha um produto que conte ao menos com a câmera frontal, para utilizar o Skype com parentes e amigos.

7. Atualizações

A grande vantagem dos dispositivos da Apple é que eles recebem as atualizações do iOS de forma imediata, assim que o update é lançado. Isso não acontece com o Android, a não ser que você compre um tablet da linha Nexus (e, mesmo assim, dependendo do local do planeta que você comprou, ainda vai esperar alguns dias para receber a atualização).

8. Acessórios

Pesquise se existem bons acessórios para o tablet que mais te agrada, pois desse modo você pode até substituir o seu portátil com maior tranquilidade. Essa não é uma regra para todos, mas sim, para os casos específicos (produtores de conteúdo, principalmente).

9. Preço

Vai partir da pergunta final: quanto você pode gastar? Ou melhor, quanto você está disposto a gastar? Há opções boas na faixa de R$ 500 a R$ 800, e outras ótimas que custam entre R$ 1.000 e R$ 1.500. Só porque um tablet tem um preço baixo não quer dizer que seja de mal qualidade. Tudo depende da perspectiva de quem vai comprar.

A ansiedade pelas atualizações nos smartphones

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Hoje (30/09), o meu Samsung Galaxy S4 Mini (modelo que estou utilizando como smartphone de uso pessoal – surpreendentemente me atende em tudo, e bem… aliás, já leu o review dele no TargetHD?) recebeu a sua primeira atualização desde a compra, no começo do mês de agosto. Eu sempre fico com um pé atrás com as atualizações dos coreanos, mas também percebo por aí que muita gente fica preocupada, esperando pelos tais updates de software.

Eu entendo isso. As atualizações são as pontes de esperança para que alguns smartphones ou tablets recebam melhorias de desempenho das mais diversas. Um software mais ágil, que ofereça uma performance mais fluída, com melhorias em pontos cruciais para um bom uso diário (principalmente na autonomia de bateria)… os updates podem significar uma vida nova para esses dispositivos. E muitos usuários realmente só podem se agarrar a isso mesmo.

Um caso bem claro do que estou falando é a atualização do iOS 7 para os novos iPhones. Para quem tem o iPhone 4, por exemplo, é uma vida muito nova. O aparelho ganhou uma sobrevida razoavelmente interessante, e para muitos que não são muito exigentes em suas necessidades, a troca do iPhone 4 por uma outra versão deve levar mais tempo para acontecer. Aliás, no caso do iOS 7, a mudança é tamanha, que é praticamente uma nova fase para os usuários de iDevices. Um mundo novo. E isso é ótimo.

No universo Android, a atualização de um dispositivo para uma próxima versão do sistema pode ser fator decisivo na hora da compra. Aparentemente, ainda existe aquele péssimo hábito em alguns fabricantes em não investirem muito na ideia de atualizar os dispositivos para aqueles consumidores que pagam relativamente caro pelos produtos. Já falamos sobre isso: parte da culpa da fragmentação do Android está também nos fabricantes, que antes lançavam aparelhos de entrada de baixa qualidade, mas que nunca pensavam que esse aparelho poderia receber no futuro as atualizações do sistema.

De certo modo, isso mudou um pouco. Alguns fabricantes estão deixando claro que mesmo um lançamento de entrada pode sim receber no futuro um novo Android. Pode não ser uma mudança drástica, mas é uma mudança que é muito bem vinda. As perspectivas de um smartphone Android razoável ser atualizado para uma versão futura do sistema aumentam, e essa é sempre uma vantagem muito bem vinda para o consumidor.

E isso porque eu não falei do Windows Phone. Mas esse tem um ciclo médio de, pelo menos, dois anos. O que não é ruim, pois esse é o tempo médio que a maioria das pessoas permanecem com um dispositivo em mãos. É difícil alguém ficar com um mesmo smartphone ou tablet por mais de dois anos.

Confesso que me preocupo com isso, mas não em demasia. Mas reconheço que a preocupação de muitos é legítima. Afinal de contas, comprar um smartphone é um investimento a longo prazo, e ninguém quer se ver perdendo dinheiro nessa vida, certo?

E você? Sofre da ansiedade das atualizações?

Quais são as chances da Microsoft ao apostar no Windows 8.1 no mercado de tablets pequenos?

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A Microsoft começa a apostar seriamente nos tablets de pequenas dimensões com o Windwos 8.1. O principal alvo da empresa são os tablets com telas de 10 polegadas ou menos. Como prova dessa aposta, o vice-presidente da divisão de OEM da gigante de Redmond estava lado a lado com os executivos da Toshiba na IFA 2013 de Berlim, na ocasião do anúncio do tablet de 8 polegadas com Windows da fabricante japonesa, o Encore.

No começo do mês de maio, a Acer apresentou ao mundo o primeiro tablet de 8 polegadas com Windows 8 do mercado. E não, não estou falando do Windows RT. Falo do Windows 8, completinho. Esse curioso dispositivo não foi um completo fracasso, porém, teve vendas consideradas muito abaixo das expectativas da própria Acer. E, depois da IFA 2013, ficou meio evidente a sensação que, tanto a Microsoft como fabricantes como Dell e Lenovo (entre outros) irão apostar pesado nesse tipo de dispositivo.

O motivo para isso acontecer? Simples: hoje, os tablets pequenos vendem como água. Os fabricantes sabem disso, e esse segmento de mercado é uma mina de ouro a ser explorada. Porém, são poucos os fabricantes a contar com as picaretas (e até mesmo os mineradores) certos.

O problema maior da Microsoft em fazer os seus pequenos tablets com Windows 8.1 alcançar o sucesso é um erro na base dessa sua escalada rumo ao topo. E isso é fácil de se reconhecer por um único motivo: de forma objetiva, o novo Windows não foi feito para ser executado em telas pequenas.

Desde o começo do projeto, a Microsoft decidiu dividir o seu novo sistema operacional em duas partes bem definidas: a parte de entretenimento, com a nova tela iniciar, cheia de aplicativos, e a parte de produtividade, com a área de trabalho clássica, independentemente do tipo de hardware do equipamento.

Alguns jornalistas que já testaram os pequenos tablets com Windows da Acer e da Toshiba por algumas horas já compreenderam que tal escolha não faz o menor sentido. Por mais que os processadores fiquem melhores, com especificações técnicas mais avançadas, com um chassi reforçado ou preços mais adequados à realidade da concorrência (para chamar a atenção do consumidor), a ideia parece estar fadada ao fracasso desde o começo.

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Os tablets de menor tamanho estão totalmente voltadas para o entretenimento do usuário. Consumo de conteúdo através da navegação na internet, visualização de fotos ou rodar games e aplicativos de consumo multimídia. Uma parte produtiva em um dispositivo com tais dimensões não se encaixa em nenhum lugar. Ok, alguém pode achar algum tipo de uso produtivo em um tablet com tela de 8 polegadas, mas acredite: é a minoria. Lamento para aqueles que tomam a sua exceção individual como regra, mas a verdade é que: para a grande maioria de usuários, tablets pequenos são feitos para o entretenimento e consumo de conteúdos.

Imaginamos não só o fato dos usuários contarem com uma área menor para digitar, alterar planilhas e abrir ou fechar janelas com um “X” mínimo exibido na tela, mas também para as atividades de edição de fotos ou vídeos em telas de menor tamanho, ou trabalhar com nossos documentos do Microsoft Office 2013, que fatalmente virá pré-instalado no dispositivo.

A luz no fim do túnel da Microsoft? A tela iniciar do Windows 8.1.

Esta é a única arma real que a Microsoft conta, tanto para possivelmente anunciar no final do ano um Surface mini, como para os seus parceiros de hardware, que pretendem competir com os seus rivais de peso, já devidamente posicionados nesse mercado com muita antecedência. Estou falando de competir com um tablet como o novo Toshiba Encore, cujo lançamento é esperado para o Natal de 2013 (lá fora), com produtos como o iPad mini, o Google Nexus 7, ou o novo Samsung Galaxy Tab 3.

A missão é bem complicada, e alcançar o sucesso nesse panorama é praticamente impossível. Mas não podemos culpá-los por tentar, não é mesmo?