@oEduardoMoreira

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O iPad mini 3 é a maior picaretagem da história da Apple!

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Aí, Apple… me ajuda a te ajudar! Desse jeito, fica impossível! Não bastasse uma apresentação de novos iPads tão empolgante quanto o terço bizantino que a minha avó e suas amiguinhas fazem toda terça-feira no final de tarde, a empresa comandada por Tim Cook teve a cara de pau de apresentar um novo iPad mini que, convenhamos, não faz o menor sentido de existir. Na verdade, faz sentido sim: o iPad mini 3 recebe o título de maior picaretagem da história da Apple.

E você, que não concorda com isso, nem perde seu tempo me criticando. Defender a Apple é uma coisa. Fechar os olhos para essa tentativa de golpe financeiro é outra (é burrice).

A única diferença do iPad mini 3 para o iPad mini com tela Retina (agora chamado de iPad mini 2… ‘por que será?’) é o sensor Touch ID, que faz a sua estreia no novo tablet. Sim, amigos… essa é a ÚNICA DIFERENÇA ENTRE OS DOIS MODELOS. E custa US$ 100 a mais que o modelo anterior.

Ok. O Touch ID é um recurso bacana, ainda mais em tempos onde tem muita gente preocupada com a segurança dos seus dados pessoais, e trabalhando com o Apple Pay (que não existe no Brasil), temos um eficiente método de pagamento. Mas, convenhamos: essa p*rra serve para mais alguma coisa?

Para mais nada, certo?

Sim, amigos. O iPad mini 3 não faz o menor sentido de existir. Por que diabos a Apple não mudou absolutamente nada nas especificações técnicas desse novo tablet? Nem mesmo o processador foi alterado (estagnou no Apple A7)? Para quê investir dinheiro em um produto que só evoluiu um item? E, na boa? Nesse caso em específico, estou levando em consideração que estamos no Brasil.

Aliás, até mesmo nos Estados Unidos questionam esse infeliz lançamento da Apple.

Para piorar, o primeiro iPad mini (que com o iOS 8 ficou uma grande porcaria em termos de desempenho) teve o seu preço ‘reduzido’para US$ 249. Apenas US$ 50 a menos que o iPad mini com tela Retina. Sério, Apple… que p*rra é essa? Por que não oferece a primeira versão por US$ 199, criando uma dor de cabeça para a concorrência (aka tablets Android), que são tão bons quanto (ou melhores) e custando menos?

Sério, Apple… me ajuda a te ajudar!

Meu conselho para quem tem alguma grana no final do ano: se você ainda está interessado em comprar um iPad mini com tela Retina, compre enquanto ele ainda está disponível. Não estou dizendo que esse modelo vai sair do mercado de imediato, mas levando em consideração que a atualização do produto anunciada nessa semana nada mais é do que uma forma patética de enganar os mais trouxas, a melhor opção agora é comprar o modelo lançado no ano passado.

O iPad mini com tela Retina já teve o seu preço reduzido pela própria Apple no Brasil, e com a proximidade da Black Friday, a hora de comprar esse modelo é agora. O primeiro iPad mini passa a ficar descartado (a não ser que você fique com ele no iOS 7), e o iPad mini 3 é uma perca de tempo e dinheiro.

E sim, Apple… não tente chamar o consumidor de burro. A essa altura do campeonato, a maioria não cai mais em um Touch ID como ‘novo modelo’.

IFA 2014 | Sobre o Sony Xperia Z3 Tablet Compact

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A Sony estava mesmo ensaiando lançar um tablet com tela menor, para competir com os modelos menores da Apple, Samsung e LG. O que talvez ninguém esperava era que o modelo apresentado fosse ser tão fino e leve. Mais: ele é submergível. Com tudo isso, como não ficar minimamente atraído pelo Sony Xperia Z3 Tablet Compact?

Pesando apenas 270 gramas e com uma espessura de míseros 6.4 mm, o Xperia Z3 Tablet Compact não só deve ser confortável para o uso geral, mas principalmente, para o transporte, sem ocupar muito volume dentro da mochila. Além disso, o seu agarre tende a ser o melhor possível. É o dispositivo recomendado para quem pensa em ler livros por várias e várias horas, ou para quem não quer se sentir incomodado na hora de visualizar vídeos por streaming.

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Mas nem tudo no Xperia Z3 Tablet Compact se resume à sua baixa espessura. A sua tela IPS LCD de 8 polegadas (1920 x 1200 pixels) também promete. Algo que pode ser considerado essencial para um dispositivo que, de forma prioritária, serve para consumo de conteúdo (principalmente para as atividades de multimídia). Sem falar que a produção de vídeos em Full HD e 4K começa a aumentar de forma considerável (lembre-se: alguns dos smartphones top de linha já gravam vídeos em Quad HD).

A estética do Xperia Z3 Tablet Compact não me agradou muito – tenho que admitir -, mas posso ignorar isso por completo para receber os benefícios de design já destacados nesse texto. Aliás, estou ficando cada vez mais tolerante em relação ao exterior de certos produtos, e priorizando as qualidades técnicas e de desempenho dos dispositivos.

Se os produtos conseguirem combinar a beleza e o desempenho, ótimo. Se priorizarem o desempenho, deixando de lado a beleza, tudo bem. Só não pode ser bonito por fora e uma porcaria por dentro.

Enfim, os fãs da Sony podem ficar satisfeitos com os resultados apresentados pelo Xperia Z3 Tablet Compact. É uma das gratas surpresas da IFA 2014 – nem tão surpresa assim para muitos, pois já era sabido que um tablet pequeno seria apresentado -, e um dos produtos que já deve criar certa ansiedade naqueles que ainda pretendem adquirir um tablet no final do ano. E digo isso pelo fato dos phablets cada vez mais estarem em evidência, canibalizando o mercado dos tablets menores.

Bancada de Testes | Gradiente Tegra Note 7

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A assessoria de imprensa da Gradiente enviou para cá uma unidade do tablet Gradiente Tegra Note 7, lançado no Brasil no final do ano passado. O dispositivo veio com alguns acessórios – pensado nas vendas do Dia dos Pais, mas que podem ser adquiridos individualmente -, e o modelo será testado por mim nas próximas duas semanas. O review completo do produto você vai conferir em breve, no TargetHD. O vídeo a seguir mostra as minhas primeiras impressões com o produto.

 

Com um teclado físico… até encaro trocar meu notebook por um tablet!

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Enquanto você fica aí esperando o jogo do Brasil contra o México, eu reflito sobre o meu futuro de usuário de tecnologia. É claro que é um futuro hipotético, pois estou feliz com o meu ultrabook, e não pretendo mudar isso. Porém, em um exercício de futurologia do mundo de faz de conta, se eu dependesse de ficar com uma mochila pesada nas costas, andando de um lado para outro com um notebook que pesaria pouco mais de dois quilos, eu já estaria pensando na combinação “tablet + teclado físico”.

Os motivos são bem simples. O primeiro é o mais óbvio: o peso. Não faz mais sentido levar um notebook pesado nas costas para produção de textos. Hoje, para produzir nos blogs, um tablet (um iPad ou um Galaxy Tab com tela de 10 polegadas – quem sabe o novo Galaxy Tab S de 10.5 polegadas) com um teclado físico resolveria muito bem o problema. Afinal de contas, é um trabalho de produção de conteúdo direta, sem frescuras.

Segundo motivo: custo.

Os custos são mais baixos nessa equação. Tá, se eu escolhesse o iPad ele poderia ser mais caro do que um bom ultrabook. Mas aí a gente volta para o primeiro item (peso), e uma combinação de um teclado da Logitech com o tablet da Apple sairia vencedor.

Terceiro: tendência de comportamento de uso.

Alguns colegas blogueiros estão adotando esse expediente, não apenas pelos fatores previamente citados, mas principalmente pela versatilidade oferecida por essa combinação. E não falo pelo fator peso ou produtividade apenas. Falo também pelos momentos em que queremos utilizar o computador apenas e tão somente como um tablet, mas não podemos destacar a tela do corpo do produto. Com o conjunto tablet + teclado, isso é possível.

É claro que alguns pequenos detalhes ainda me impedem de fazer isso. Por exemplo, se preciso editar um podcast em um tablet (dificilmente faço isso enquanto estou em trânsito, mas isso ainda pode acontecer), isso ainda é relativamente impossível. Da mesma forma que editar vídeos no Windows ou no Mac OS ainda é algo mais prático do que no iOS ou Android. Também coloco nessa conta a edição de imagens, mas nesse caso em específico, sei que algumas soluções para plataformas móveis podem substituir bem as ferramentas que uso nos meus computadores portáteis.

De qualquer forma, um sistema operacional completo ainda me oferece maiores possibilidades nessas tarefas em específico.

Enfim, uma breve reflexão/ponderação sobre o meu futuro geek. Pode ser que no futuro em faça essa combinação funcionar a meu favor (ainda tenho que comprar o meu iPad mini… #shameonme). Mas antes, tenho outras prioridades.

Chega. Bom jogo para todo mundo.

Mercado brasileiro nunca verá um tablet Microsoft Surface. E ninguém se importa com isso

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E vemos de novo a Microsoft tentando de novo emplacar os seus tablets no mercado. Hoje (20), eles apresentaram o Microsoft Surface Pro 3, a terceira geração do produto, que tem mais cara (e conceito) de notebook do que de tablet. No Brasil, o produto não desembarcou em nosso mercado, e pelo andar da carruagem, não vai chegar. Mas… quem se importa, não é mesmo?

Não estou criticando o produto ou o consumidor brasileiro. O Windows é o sistema operacional para computadores mais utilizado no Brasil, e a proposta geral do Surface até me agrada. Porém, apesar dos esforços da Microsoft em dar uma sobrevida ao conceito de “posso ser produtivo em qualquer lugar”, a aposta sobre uma possível migração dos usuários de laptops para o conceito do Surface se mostra cada vez menos próspera.

E olha, que eu não acho a ideia ruim. Porém, pouco prática. Só agora a Microsoft corrigiu alguns problemas bem evidentes presentes no primeiro modelo, como adicionando dessa vez um teclado mais rígido, uma maior variação de posições para deixar o produto sobre uma mesa, e um hardware mais potente, para quem quer efetivamente ser produtivo.

Porém, não é todo mundo que vai embarcar nessa. OK, o Surface é mais barato que muitos dos principais laptops (o valor do modelo básico desse tablet lá fora é de US$ 799), e consideravelmente mais barato que os ultrabooks. Porém, mesmo olhando para o fato desse produto ser um “híbrido” e um laptop ainda ser um laptop, eu acho difícil convencer alguém a trocar o seu caro laptop, pago em suaves prestações, por um tablet que não oferece toda a funcionalidade de um notebook tradicional (na teoria; quem sabe eles melhoraram nesse aspecto).

Sem falar que ainda tem muita gente que entende que os tablets não foram feitos para atividades mais complexas, ou que naturalmente exigem um hardware mais robusto para realizar tais tarefas. É evidente que você pode encontrar soluções e atividades para o produto, o que pode se reverter em algo útil para a sua vida (e isso também se chama produtividade). Mas em via de regra, os tablets são produtos mais inclinados para o consumo de conteúdos.

E quem quer trabalhar com o tablet, acaba escolhendo o iPad.

Por falar no iPad… ninguém aí estranhou que a Microsoft não lançou uma versão menor do Surface Pro? Pelo contrário: aumentou a tela do produto. Faz sentido: se você cria um produto pensado na produtividade, e quer extrair o máximo disso, aumentar o tamanho da tela passa a ser algo fundamental, aumentando a interação do usuário com o sistema operacional.

De qualquer forma, a impressão clara que dá é que o geek brasileiro está “andando” para o Surface Mini. Resta saber como será o desempenho em vendas e a aceitação dos consumidores em outros mercados. Se levarmos em conta que o primeiro Surface Pro foi uma verdadeira piada em vendas, e que o segundo não foi algo promissor, entendo que a terceira é “ou você a certa, ou vamos parar com essa palhaçada de investir em produtos que as pessoas não se importam com ele”.

E não falo só no Brasil. As lojas que vendem o Surface estavam vazias no lançamento anterior. O que vai acontecer com o produto apresentado hoje? Só o tempo vai dizer…

É o “início do fim” da dominância do iPad?

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A Apple revelou ontem (23) os seus resultados financeiros relativos ao segundo trimestre de 2014, e mesmo com números considerados positivos (levando em conta o período do ano, que é naturalmente o mais fraco no comércio como um todo), principalmente por conta das vendas do iPhone – que hoje é o produto mais vendido da empresa -, um detalhe começou a tirar o sono de muitos: a queda nas vendas do iPad, que tem o primeiro sinal claro que sua dominância no mercado de tablets pode estar chegando ao fim.

Foram pouco mais de 16 milhões de unidades vendidas do iPad em todas as suas versões disponíveis no momento. Esse número é inferior ao estimado para o período (19 milhões) e abaixo do volume vendido no mesmo período em 2013 (19.5 milhões), mostrando aqui que os tablets da Apple estão sim em um movimento de retração no mercado. Lembrando que desde o lançamento do iPad, ele sempre foi considerado o tablet dominante.

Motivos não faltam para essa mudança acontecer. O primeiro deles é algo evidente: a concorrência existe, e em grande número. Opções no mercado não faltam, e eu não precismo me prender ao exemplo da Samsung. ASUS, LG, Sony, HP, Amazon, Lenovo, Microsoft (bom, naquelas) e vários outros fabricantes menores oferecem diversas opções de tablets, que atendem perfeitamente as necessidades da maioria dos usuários.

O segundo motivo vem na tabela do primeiro: o fator preço. Não vou discutir qualidade, sistema operacional e experiência de uso. Fato é que todos os concorrentes da Apple oferecem as mesmas funcionalidades básicas, que atendem as necessidades da maioria, mas que custam bem menos que o iPad. E gostando você ou não, esse é sim um fator que influencia e muito o consumidor na hora da compra. Se vai gostar depois do tablet, isso é outra história. Mas que a tendência é ir sempre pelo mais barato, isso é fato.

Um terceiro motivo pode se explicar nessa equação, mas com uma força menor, ao meu ver: a concorrência com os chamados “phablets”.

Com a crescente oferta de smartphones com telas de 5-6 polegadas, alguns usuários estão preferindo abrir mão dos tablets e optando por esses “tablets de bolso”, combinando a experiência de uso de uma tela maior com a portabilidade que um telefone inteligente pode oferecer. Eu coloco esse fator como menos influente porque, na maioria dos casos, um phablet é ainda mais caro que um tablet, e não são eles que prioritariamente estão canibalizando o mercado do iPad.

Por outro lado, vamos tentar ver o outro lado da moeda na questão.

Só agora o iPad está perdendo força no mercado. Durante pelo menos três anos, ele foi o produto dominante no segmento de tablets, e até hoje é considerado o “modelo referência” para o consumidor e para os concorrentes. Acho o iPad Air uma boa reformulação do tablet que era basicamente o mesmo desde o seu lançamento, e o iPad mini é um excelente tablet. Porém, com tanta concorrência – e custando mais caro que a concorrência – fica difícil mesmo manter a liderança no mercado.

Aliás, levando em consideração que é a Apple, com os seus preços “diferenciados”, é até uma vitória que o iPad tenha ficado tanto tempo como líder do seu segmento.

Além disso, é preciso esperar as vendas do segundo trimestre para saber se esse movimento de queda se consolida. É claro que não ajuda muito o fato da Apple não apresentar novos produtos até o segundo semestre (pelo menos), mas como bem sabemos, o primeiro trimestre de qualquer ano é o mais fraco de todos. Vamos esperar para ver o que acontece nesses próximos três meses.

De qualquer forma, (ainda) não é o fim do mundo essa queda do iPad no mercado. É algo até considerado natural, levando em conta os aspectos aqui abordados. As pessoas se esquecem que, tal como tudo nessa vida, o mundo da tecnologia também vive de ciclos. Talvez seja mesmo a hora do iPad encerrar o seu ciclo de dominância no mercado de tablets.

Os tablets econômicos vão ganhar ainda mais mercado em 2014

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Os tablets. Parece que foi ontem que a Apple apresentou o iPad, que a Samsung respondeu com o Samsung Galaxy Tab, e pouco tempo depois, Google e Motorola faziam o mesmo em uma parceria que resultou no Motorola Xoom. Todos esses gadgets tinham uma característica em comum: o seu preço elevado (acima de US$ 500 lá fora, mais de R$ 1.500 na época de seu lançamento no Brasil). Todos, exceto o iPad, foram um fracasso, até certo ponto.

Com o passar do tempo, empresas como Barnes & Nobble, Amazon e vários fabricantes chineses deixaram claro que, para a maioria dos usuários, importava muito pouco as extravagâncias das especificações técnicas. Muitos não se permitiam os preços proibitivos dos produtos, e por conta disso, o mercado acabou sendo dominado pelos tablets econômicos.

E essa não é uma tendência passageira. Os últimos trimestres mostram claramente que o caminho tomado por todos os fabricantes é apresentar dispositivos competitivos no quesito preço. Acer, HP e até a Intel apresentaram novos produtos com preços reduzidos, e a toda poderosa indústria chinesa de tablets começa a ver uma série ameaça aos seus interesses, com tantos terminais com preços risíveis e qualidade duvidosa.

As vendas de SoCs chinesas aumentam

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O tempo onde Qualcomm, Texas Instruments e NVIDIA eram as únicas alternativas pra o mercado mobile ficou para trás. Aos poucos, vemos outras empresas se destacando, ao ponto de uma Intel – que não figurava nesse mercado – buscar a sua fatia do bolo.

A principal ameaça para as tradicionais no segmento de SoC móvel é a chinesa MediaTek. A empresa surgiu do nada para buscar uma considerável fatia do mercado, com uma estratégia de desenvolvedor processadores destinados aos modelos top de linha com preços relativamente baixos, na esperança de convencer muitos fabricantes a deixar de lado os processadores tradicionais.

Mas nem tudo é destinado ao segmento de linha alta. É nos modelos de entrada que os chineses encontraram o seu sucesso. Fabricantes como Rockchip e Allwinner também fazem o seu nome, conquistando mercado com consistência.

Recentes relatórios da IDC revelam que no último trimestre de 2013, a Allwinner colocou 18.5 milhões de processadores no mercado. Em contraste, as projeções mais otimistas da Intel para todo o ano de 2014 são de 40 milhões de processadores vendidos. Ou seja, a Allwinner vendeu no final de 2013 metade de toda a projeção da Intel para um ano.

Já a Rockchip tem 9 milhões de processadores distribuídos entre os fabricantes de tablets no último trimestre de 2013, colocando a empresa no mesmo nível da Intel em termos de vendas unitárias.

Mas nem todos os holofotes estão na China.

Empresas como Acer, HP e Dell (enter outras) começam a apresentar tablets com processadores da Rockchip e Allwinner. Esse é o sinal que a estratégia já não está completamente calcada na ideia de reduzir custos, mas também oferecer nos razoavelmente decentes SoC chineses, que são mais baratos, mas igualmente competitivos na relação custo/benefício.

Isso tende a deixar o mercado de tablets de entrada cada vez mais competitivo e atraente para o consumidor. 2014 será um ano de comprovação de todos esses conceitos, onde a tendência é não só um aumento nas vendas, mas também da qualidade desses produtos, que podem finalmente se transformarem no “bom, bonito e barato” do mundo da tecnologia.

COMBO! Samsung (de novo) faz piada: dessa vez, do iPad, do Surface e do Kindle (vídeo)

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A Samsung criou um novo anúncio em vídeo, que não só ataca o seu principal rival, a Apple, com o iPad mas também faz piada do Surface da Microsoft e o Kindle, da Amazon. O objetivo? Promover os seus tablets, é óbvio.

Os novos tablets Galaxy Note Pro e Tab Pro são pensados especialmente para usuários empresariais, mas a Samsung quer ampliar esse alcance, mostrando que podem ser úteis para qualquer tipo de usuário. Para isso, eles comparam o modo multitarefa dos seus equipamentos com o iPad, o seu design fino e leve com a espessura do Surface, e a suas possibilidades de uso diante da limitação do Kindle.

Vídeo abaixo (em inglês, mas as imagens falam por si).

 

A hora perfeita de devolver o Galaxy Note 8 com defeito: o LG G Pad 8.3 chegou no Brasil

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Entre o Natal e o Ano Novo, eu adquiri na Shopfato (uma loja do grupo Muffato, lá do Paraná) um tablet Samsung Galaxy Note 8. Entendi que estava fazendo um bom negócio, pois era um tablet com especificações técnicas bem generosas (ainda é). Porém, quando o produto chegou até aqui, eu percebi um “pequeno detalhe” na tela do produto, que foi algo inesperado para mim.

Bom, melhor do que falar, é mostrar, certo?

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Tenso isso, né?

Não dá para ficar com o produto desse jeito. Logo, optei pela devolução. O pessoal do Shopfato está realizando os procedimentos de recebimento do produto e devolução do valor pago no cartão de crédito e, até o presente momento, não tenho o que reclamar da loja.

E lá fui eu recomeçar a busca por um novo tablet. Estava pensando no Galaxy Note 8 mesmo, pois gostei mesmo do conjunto de especificações técnicas (apesar da TouchWiz da Samsung, elemento que sempre serei contra, em qualquer produto dos coreanos). Porém, venho observando que esse modelo está se tornando cada vez mais raro no mercado brasileiro, o que pode indicar que a Samsung está deixando de produzí-lo para adicionar novos modelos no mercado brasileiro.

Ou seja, já não é uma boa opção, principalmente se ele se tornar um produto descontinuado.

Mas aí, para minha alegria, veio a LG salvar o dia.

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Eles anunciaram ontem (15) o lançamento do LG G Pad 8.3 no Brasil. Eu já havia testado o modelo em um protótipo de forma breve no evento de lançamento do LG G2 em outubro de 2013, e já tinha ficado interessado pela proposta dos coreanos. Tudo bem, eles contam com uma interface tão customizada do que a Samsung, mas o seu conjunto de hardware é tão interessante quanto o do Galaxy Note 8. E isso muito me interessa.

Com uma tela IPS de 8.3 polegadas em HD+ (1920 x 1200 pixels), processador Qualcomm Snapdragon 600 quad-core de 1.7 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno (expansíveis via slot para cartões microSD) e bateria de 4.600 mAh, o LG G Pad 8.3 é tão interessante (para não dizer sedutor) que o Galaxy Note 8 nas suas especificações, prometendo assim um desempenho muito interessante. Sem falar que ele tem um formato bonito e leve.

E tudo isso vai me custar apenas R$ 1.099, na versão WiFi. É um preço muito competitivo. Custa, na pior das hipóteses, o mesmo do Galaxy Note 8, mas é um modelo mais novo e com melhorias nas especificações em alguns detalhes (tela, processador, etc), e mais barato que o iPad mini Retina (ainda não desisti dele, mas pelo menos por enquanto, não dá).

Levando em conta esses fatores, é a minha próxima escolha de tablet Android, e com facilidade. É uma pena que o G Pad 8.3 não estará disponível de imediato na versão WiFi + 3G (de cara, apenas com WiFi). Mas o tethering existe para isso, não é mesmo?

De qualquer forma, apareceu um pouco de sorte na minha vida geek. Pelo menos vou ficar com um gadget minimamente atualizado na minha próxima compra. E vou continuar a fugir da TouchWiz, seguindo assim a minha filosofia prometida para 2014.