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Xiaomi Redmi Pro, um linha média com jeito e cara de top de linha

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A Xiaomi está se especializando em entregar aquilo que as massas querem. E o Xiaomi Redmi Pro é uma prova clara disso.

O modelo de linha média premium chama a atenção pelo design, acabamento de alta qualidade e especificações técnicas que o colocam como sério candidato ao novo queridinho da turma que não quer perder um rim para comprar um smartphone de qualidade.

Como a Xiaomi consegue?

Xiaomi Redmi Pro

Eis o mistério da fé.

Para começar, é um milagre de todo o mercado asiático. A grande maioria dos fabricantes da região consegue oferecer smartphones competentes (no papel) com preços muito competitivos. Em alguns casos muito melhores que aqueles oferecidos por gigantes do setor.

Há quem diga que a Xiaomi e outros fabricantes chineses utilizam componentes “meia boca” ou recondicionados em seus produtos. Mas… em larga escala? Não penso nessa teoria. Prefiro acreditar em uma margem de lucro menor para ganhar visibilidade.

Também tem o fato de muitos modelos não saírem da Ásia, o que reduz consideravelmente os custos de distribuição e regionalização dos produtos. Não precisar ter uma distribuição internacional acaba sendo mais barato para o consumidor final desses modelos.

 

Mesmo assim… eles conseguem o bom, o bonito, e o barato

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A versão mais cara do Xiaomi Redmi Pro custa US$ 300, e recebe o promissor processador MediaTek Helio X20 com 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Convenhamos, para a imensa maioria dos usuários, isso é simplesmente o paraíso na Terra.

O usuário médio nem precisa de tudo isso, e na maioria dos modelos disponíveis no mercado de linha média premium não conseguem ter tudo isso por esse preço. Sem falar no acabamento com carcaça de metal e na câmera dupla, esta última uma tendência de mercado que, até agora, só está em poucos modelos premium.

É claro que muito provavelmente o preço internacional do Xiaomi Redmi Pro será maior do que o adotado na Ásia, e que esse modelo no Brasil (se chegar) vai custar relativamente caro.

Mesmo assim… como não amar?

Mi Notebook Air, ou o MacBook da Xiaomi com Windows 10

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Quase um clone. Ou um clone. Como você preferir. É impossível não afirmar que o Mi Notebook Air apresentado pela Xiaomi é totalmente inspirado no MacBook da Apple. Até porque eles mesmos comparam o seu produto o tempo todo com o portátil da gigante de Cupertino.

A aposta da Xiaomi é arriscada por dois motivos. Primeiro, pelo festival de críticas que vão receber dos fanboys desocupados. Segundo, porque este é um notebook, e não um conversível, formato mais popular no mercado de PCs.

Nem me importo tanto com a clonagem

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A essa altura do campeonato, nem me importo dele ser quase um clone do MacBook. Quer copiar? Copia. Todo mundo copia todo mundo hoje, e isso deixou de ser uma discussão ética para virar combustível de fanboy.

Nesse aspecto, o Mi Notebook Air (caraca, até o nome é parecido) é um notebook fino, bonito e elegante. É redundante dizer que produtos desse tipo me agradam e muito. Eu mesmo tenho um ultrabook e adoro, não só pela mobilidade, mas principalmente pelo design.

O que realmente interessa é se o produto cumpre o que promete. Será difícil dizer uma vez que ele não deve chegar ao Brasil. Mas no papel, não são especificações ruins: Intel Core i5 de sexta geração, 4 GB de RAM, slot para uma segunda SSD, áudio assinado pela AKG, tela com proteção de cristal, entre outras características.

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Em tese, a Xiaomi fez um bom trabalho com o Mi Notebook Air. Apostou no Windows 10, deixando de lado parte dos rumores que apontavam para o uso do Linux. Pensou no grande mercado do que agradar aos nichos específicos. Porém… é um notebook, e não um conversível.

Os usuários de PCs hoje buscam essa versatilidade de uso. Até compreendo que o Mi Notebook Air é pensado nos geeks mais avançados, produtores de conteúdo, usuários que priorizam a mobilidade, entre outros segmentos que fogem do usuário básico.

Porém, poderia ter sido uma aposta mais segura lançar um modelo que também pudesse atuar como tablet. E olha que o preço desses notebooks são bem interessantes (US$ 500 para o modelo com tela de 12.5 polegadas, US$ 700 para a versão com 13.3 polegadas).

De qualquer forma, entra para a minha lista de desejos.

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Não será surpresa se a Xiaomi deixar o Brasil

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A notícia do dia de hoje (6) é o rumor da saída da Xiaomi no Brasil, algo que a assessoria de imprensa da fabricante já negou em comunicado oficial. Logo, por enquanto, a empresa não deve sair. Mas, se o fizer, não será nenhuma surpresa.

Teorias das mais diversas são ventiladas para explicar uma possível desistência da empresa ao nosso mercado, incluindo o modelo de negócio que eles adotaram, baseado na venda direta de dispositivos pelo site da empresa, com vendas exclusivas no cartão de crédito. Isso mudou com o passar do tempo, e agora a empresa já aceita pagamentos via boleto bancário e até fechou parcerias com diferentes e-commerces e operadoras para comercializar os seus produtos.

Mas o grande problema para a Xiaomi e outras tantas fabricantes é o atual cenário econômico brasileiro, além do comportamento do consumidor para os produtos de tecnologia. Já observei que o brasileiro tem uma certa resistência às marcas estrangeiras e/ou desconhecidas. Senti essa resistência à Quantum e Lenovo, e o mesmo deve acontecer com os chineses, que são mais conhecidos pelo público geek.

Além disso, para quem acompanha o cenário econômico brasileiro com o mínimo de isenção sabe que o mercado está retraído em várias esferas. Hoje temos a notícia que as Lojas Americanas registrou prejuízo de R$ 23,9 milhões no primeiro trimestre de 2016. Isso mostra como o mercado como um todo está complicado, e como o cenário geral está crítico.

Sem falar que o fim das isenções fiscais da Lei do Bem deixou a situação dos dispositivos da faixa de preço que normalmente a Xiaomi oferece ainda mais complicada, deixando de ter uma relação custo-benefício tão favorável assim. E isso porque não estamos falando dos problemas com as baterias Mi Power Bank, que não podem ser vendidas no Brasil porque Anatel encontrou irregularidades técnicas nas mesmas.

Oficialmente, a Xiaomi nega a sua saída do mercado brasileiro. Mas se isso acontecer, será algo bem compreensível e mais do que explicado. Não por causa do tamanho da empresa ou da sua capacidade de distribuição de produtos. Mas sim porque tem muita coisa jogando contra. Nada está ajudando, e você não entra em nenhum tipo de negócio para perder. Ainda mais esta empresa, que até o ano passado estava ganhando e muito com os seus smartphones atraentes.

O tempo vai dizer o que vai acontecer. Fico na torcida para que a empresa não deixe o nosso mercado. Já vimos o que é chato ver por exemplo a HTC deixando o Brasil, com smartphones interessantíssimos lançados lá fora. Se bem que a HTC paga caro até hoje por suas decisões equivocadas. Mas essa é outra história.

O ‘tablet’ da Xiaomi que é um Transformer

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Sim, é de verdade. Esse aqui é mais um brinquedo da Xiaomi. Isso mesmo. A Xiaomi também fabrica brinquedos.

A empresa une forças com a Hasbro para apresentar um produto cujo sucesso dependerá do interesse das pessoas na plataforma de crowdfunding onde o mesmo está disponível. Temos aqui uma versão de 190 mm do popular transformar Soundwave (um dos Decepticons) que pode se transformar em um tablet Mi Pad 2 com apenas 7 mm de espessura com ‘apenas’ 30 movimentos. Quem comenta sobre o projeto é Hugo Barra em sua conta no Facebook.

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Nem preciso dizer que esse tablet não é funcional, mas pode fazer a alegria de alguns. A Xiaomi se esforçou para alcançar os mesmos detalhes, cor e sensação nas mãos que o verdadeiro Mi Pad 2.

O transformer em questão custa nesse momento 169 yuanes (ou US$ 23), e seu preço final quando chegar ao mercado não foi revelado (a meta de financiamento foi superada). Mas não deve custar caro se levarmos em conta o fabricante em questão.

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Não meça esse produto pela suposta utilidade que ele pode oferecer ou não. Aqui, é preciso observar em como a empresa é criativa. Você até pode questionar se eles usam bem ou não os seus recursos, mas que pelo menos eles não se limitam a fazer mais do mesmo, isso é fato.

Vídeo demonstrativo do Transformer da Xiaomi a seguir.

 

Via The Next WebFacebook (Hugo Barra), Xiaomi

 

Por que a Xiaomi poderia ter aborrecido a Samsung na MWC 2016?

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Durante o evento de apresentação do Xiaomi Mi 5, havia a clara impressão que Hugo Barra nos surpreenderia a qualquer momento com um algum tipo de ‘One More Thing’. Isso estava bem claro. A tampa traseira com cristal curvado foi uma mostra que a Xiaomi não está para brincadeira.

Na verdade, eles queriam dizer “Olha, Samsung, nossa curva sim é real, nada de bordas retas”.

Não disseram com essas palavras, mas a imagem abaixo não deixa dúvidas: a Xiaomi quer se comparar com os coreanos. Mas… o que teria acontecido se a tela do Mi 5 também tivesse bordas curvadas?

Talvez a Samsung estaria envolvida em um sério problema.

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A Samsung tem hoje uma carta debaixo da manga, e ela ainda mantem com essa carta o jogo a seu favor. É a única capaz de fornecer um smartphone com design realmente futurista, se destacando dos demais, empenhados em fazer do alumínio com bordas polidas um novo padrão que aos poucos deixa de lado o plástico, que incomoda muita gente.

Seja pelo poder econômico, capacidade de produção ou, quem sabe, por causa das patentes, a Samsung é há pelo menos um ano o único fabricante que conseguiu que um smartphone com tela curva vingasse no mercado (ninguém se lembra do BlackBerry Priv). Mas… e se eles perdessem essa exclusividade?

 

Aqui é onde parecia que a Xiaomi estava prestes a entrar. O vídeo de apresentação do Mi 5 teve momentos que não estava claro se eles estavam mostrando a tela ou a tampa traseira, e todos começaram a pensar na Samsung. O lançamento de um ‘Mi 5 Edge’ teria sido um golpe duríssimo para os coreanos, que precisam melhorar as vendas de seus smartphones premum, que estão estancadas pela maduração da linha média e pelo crescimento das marcas chinesas.

De qualquer forma, a Xiaomi ainda causará danos colaterais com o Mi 5. Basta compará-lo com o Galaxy S7 com tela plana para ver que os dois modelos estão no mesmo nível, onde a grande diferença está no preço (235 euros do Xiaomi Mi 5, contra o Samsung Galaxy S7, que custa 719 euros).

A Xiaomi teria que começar a comercializar o seu smartphone em muitos países para poder alcançar a Samsung, mas não resta dúvidas que. no papel, o Mi 5 é tão capaz quanto o Galaxy S7. Restam dúvidas sobre o seu desempenho fotográfico, mas em linhas gerais estamos diante de um smartphone que rapidamente vai chamar a atenção dos usuários com um espetacular preço de 235 euros.

Na China, o caos reina nos escritórios da Xiaomi, uma vez que no momento em que esse post foi produzido já haviam sido feitas no país 10 milhões de reservas do Xiaomi Mi 5, e isso em apenas dois dias.

Será que em algum momento a Xiaomi vai lançar um telefone com tela curvada? O que teria acontecido se um ‘Mi 5 Edge’ tivesse sido anunciado. Certamente a Samsung está fazendo essas mesmas perguntas.

Xiaomi Mi 5: melhor, mais bonito, mais potente… e mais caro?

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Nós aprendemos a amar a Xiaomi e sua filosofia de apresentar produtos de tecnologia de alta qualidade por um preço que não exigisse do consumidor a venda de algum órgão interno para o mercado negro. Os chineses não só exploraram o fato de conseguirem produzir por um custo menor, mas valorizar a qualidade de materiais e experiência de uso de alta qualidade. Esses elementos combinados explicam muito bem por que a empresa é uma das cinco maiores fabricantes de smartphones do planeta, e em tão pouco tempo.

Mas aí temos a MWC 2016, e mesmo tendo a LG e a Samsung como principais protagonistas (com o LG G5 e o Samsung Galaxy S7/Galaxy S7 Edge, respectivamente), a Xiaomi consegue atrair boa parte dos seus holofotes com o Xiaomi Mi 5, novo modelo top de linha que substitui o Mi 4 lançado no meio de 2014. 18 meses de espera foram compensados em um modelo que entrega tudo aquilo que se espera de um autêntico top de linha, com melhorias muito interessantes no seu design e no emprego de materiais no seu acabamento.

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Porém, tudo isso tem um preço (até porque não existe almoço grátis). O modelo base do Xiaomi Mi 5 vai custar aproximadamente 300 euros (convertidos), ou um pouco mais do que isso, quando forem aplicadas todas as taxas internacionais e logísticas de distribuição do produto em outros mercados. Ainda será um dos modelos (se não for o modelo) com processador Qualcomm Snapdragon 820 mais barato do mercado. Mas para alguns países menos desenvolvidos (como é o caso do Brasil), esse preço pode não ser um dos mais convidativos. Ou pelo menos não oferecer a assustadora relação custo-benefício dos modelos anteriores.

Algo que é perfeitamente compreensível. Afinal de contas, o mercado é outro, o dólar subiu no mundo todo e, por consequência, o custo de certos materiais também subiu. Sobre isso, não há muito o que se possa fazer. Os fabricantes não podem fazer milagres.

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Por outro lado, se a gente olhar o quanto pode custar modelos como o Galaxy S7 e o LG G5 (que recebem o mesmo Snapdragon 820), podemos dizer que o Xiaomi Mi 5 pode ser também um dos candidatos a modelo top de linha mais acessível do mercado (ou menos caro, dependendo do ponto de vista). E, repito: faz isso sem oferecer especificações que ofendam a inteligência do consumidor. Sem tentar vender o que não é.

O Xiaomi Mi 5 pode receber na sua versão base 32 GB de armazenamento, 3 GB de RAM e o citado Snapdragon 820. São especificações mais do que suficientes para que a maioria dos usuários de smartphones Android extraírem um excelente desempenho para as principais atividades (navegação na internet, uso de redes sociais, consumo de conteúdo via streaming, reprodução de vídeos, jogos…). E esse é o modelo que deve custar em torno de 300 euros.

Deixando de lado todas as comparações que não cabem aqui ser feitas, a versão mais básica do Galaxy S7 vai custar 699 euros. E todo mundo sabe que o fator preço ainda influencia e muito na hora da compra.

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Para não dizer que só estou falando de melhorias internas, o Xiaomi Mi 5 traz consigo um excelente sensor traseiro de 16 MP (IMX298 da Sony) e um acabamento com material cerâmico, que é mais resistente, mas ajuda a torná-lo mais caro. Mas, nesse caso… o quanto mais caro? Acho que vale a pena pagar o que eles pedem por todas essas implementações técnicas inseridas pelos chineses.

Em um conjunto geral, temos um excelente smartphone. Pode ser meio salgado o preço no Brasil? Claro que pode. Afinal, estamos falando do Brasil. Mas… qualquer coisa entre R$ 2.000 e R$ 2.500 é de se comemorar. Afinal de contas, espero algo na casa dos R$ 4.000 para o Galaxy S7. Se a relação for o ‘2 por 1’ para a Xiaomi no seu novo top de linha, qualquer coisa que for a metade do valor dos coreanos é uma vitória para todo mundo.

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Ninebot mini, o Segway da Xiaomi

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A Xiaomi está diversificando os seus campos de atuação, e apresentou o Ninebot mini, algo completamente diferente de tudo que a empresa conta hoje no seu catálogo.

Este é um veículo de duas rodas, 100% elétrico, controlado pelo balanço do corpo, e com alma de Segway. E isso se explica porque o Ninebot mini foi concebido em colaboração com os criadores do Segway. Não foram revelados muitos detalhes sobre o veículo, mas ao menos sabemos que o mesmo alcança a velocidade máxima de 16 km/h, tem autonomia de 22 quilômetros por carga, e subir ladeiras com até 15 graus de inclinação.

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Hugo Barra enfatiza a resistência do Ninebot mini, confeccionado em liga de magnésio. O veículo pesa 12.8 kg, que é capaz de suportar um corpo de um ser humano normal e abrigar sua bateria. A principal diferença dele para um Segway está na sua altura, onde a barra vertical alcança no máximo os joelhos do usuário. Na parte frontal, uma série de LEDs servem para iluminar o caminho, e o dispositivo pode se conectar ao nosso smartphone via aplicativo.

O Ninebot mini deve custar em torno de 300 euros.

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Xiaomi Mi4i: um smartphone top de linha disfarçado de intermediário

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Chega logo ao Brasil, Xiaomi! Por que esperar mais? Caramba, o Xiaomi Mi4i anunciado hoje (23) na Índia é tão promissor, que nem parece ser de verdade. Se a Motorola mereceu ser aplaudida de pé por oferecer smartphones de linha média competentes, com bom hardware e desempenho excelente, imagina então um modelo que tem um hardware ainda melhor, e com um preço maravilhoso de 190 euros (R$ 620 na cotação de hoje)?

O Xiaomi Mi4i conta com um processador Qualcomm Snapdragon 615 octa-core de 64 bits, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento, tela de 5 polegadas (1920 x 1080 pixels), câmera traseira de 13 megapixels (f/2.0) com cinco elementos, câmera frontal de 8 megapixels (f/1.8) com 80 graus de ângulo, 7.8 mm de espessura, 130 gramas de peso, e uma espetacular bateria de 3.120 mAh. Todo esse conjunto é gerenciado por uma variante do Android Lollipop com a interface MIUI 6 da Xiaomi.

Sem falar que o modelo é compatível com as redes 4G dual SIM.

Quero tudo isso na minha mesa para ontem!

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É impressionante como a Xiaomi consegue de novo chamar a atenção pelo lado positivo. Oferece o ‘bom, bonito e barato’, sem ter medo da concorrência. Pelo contrário: enfiando o dedo na cara de todo mundo, e mostrando uma opção muito interessante para essa categoria de produto, e mais uma vez levantando a questão: é preciso pagar mais caro para ter um bom smartphone nos dias de hoje?

Tudo bem, eu sei. Eu mesmo escrevi recentemente sobre os smartphones ‘de luxo’, como são os casos do iPhone 6/6 Plus e dos novos Samsung Galaxy S6/S6 Edge, com preços astronômicos no Brasil e lá fora. Talvez essa categoria hoje começa a se consolidar porque tem gente que vai pagar por isso.

Mas aí vem a Xiaomi e oferece o Mi4i, que no papel é maravilhoso (ok, estou empolgado: muito justo, muito bom, excelente) por um preço considerado justo, e que desafia a teoria da ostentação na hora de comprar um dispositivo de tecnologia.

Outros fabricantes precisam com urgência seguir o excelente exemplo da Xiaomi, até por uma questão de sobrevivência. O mercado mobile está no ponto de bolha há muito tempo, e o segmento de linha média é o que se tornou o mais cobiçado entre os fabricantes. E o grande perigo dos gigantes do setor não são os demais gigantes. São os pequenos, que estão fazendo bem feito.

E são pequenos ‘naquelas’, ou ‘porque querem ser pequenos’. Aos olhos de muita gente, a Xiaomi já é grande, pois desafia a lógica de muitos fabricantes de grande porte, com produtos de excelente qualidade, com um custo realmente sedutor.

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Pra criticar, tem que testar. Não é mesmo, Jony Ive?

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Não entendo como o mundo da tecnologia consegue ser tão barraqueiro como o mundo das celebridades. Explico: Jony Ive, o ‘guru’ do design da Apple, se pronunciou nesse final de semana em um evento que o que a Xiaomi fazia não era uma homenagem, e sim, um roubo (em relação ao design dos seus produtos, principalmente sobre a interface de usuário adotada pelos asiáticos. Bin Li, um dos diretores da Mi (ou Xiaomi), respondeu dizendo que presenteará Ive com um dos seus smartphones, para que ele ‘fale com propriedade’ sobre o assunto.

A indireta de Bin para Ive vale para todos nós. E não só no mundo da tecnologia. Para qualquer coisa. Antes de sair opinando por aí sobre os diversos produtos, serviços, temas, pessoas e derivados, é altamente recomendado ter o mínimo de conhecimento sobre o assunto, para não cair no ridículo. Não que isso tenha acontecido com Ive, mas justamente para evitar que alguém lance uma frase como essa.

Mas falando especificamente da briga Apple vs Xiaomi que começa a surgir, o executivo da fabricante asiática vai além da simples cutucada. Bin levanta a bola para o fato que qualquer grande fabricante de tecnologia já ‘pegou emprestado’ alguma coisa de outro fabricante.

Inclusive a Apple.

O que é verdade.

No mundo da tecnologia, a linha entre a ‘homenagem’, a ‘referência’ e a ‘cópia’ é muito tênue e subjetiva, e pode mudar a sua distância de acordo com os olhos de quem vê. Está muito difícil determinar onde começa um e termina outro, ainda mais em um universo onde o conceito geral de produtos é muito similar. No caso dos fabricantes com dispositivos Android, o ponto onde os fabricantes mais procuram deixar a sua assinatura é no design de sua interface de uso. E aí as referências vindas de outros sistemas acabam aparecendo.

Ok, vamos combinar que a Xiaomi também força a barra. Alguns elementos visuais presentes na sua interface de usuário são praticamente os mesmos presentes nos smartphones da Apple, e isso tem uma razão de ser: atrair o consumidor. Não pode ser por outra coisa. Por outro lado, a Apple reclama justamente da Xiaomi por ser esta a marca que mais está em expansão no mercado asiático. A gente sabe como a Apple costuma perseguir de forma ostensiva não só quem copia os seus produtos, mas principalmente quem faz isso e está na sua frente (abraço, Samsung), de modo que não será surpresa ver mais uma batalha legal envolvendo as duas empresas em um futuro não muito distante.

Por outro lado… a Apple deveria ‘se conformar’ com isso. Todo mundo copia todo mundo, e a declaração de Ive dá a entender que é praticamente um insulto que as pessoas copiem as propostas da Apple.

Engraçado que o ‘reformulado’ iOS 7 veio com um monto de soluções copiadas do Android e do Windows Phone, e ninguém falou nada.

Conveniente, não?

Xiaomi Mi Key, um botão físico para seu smartphone, mas com um preço matador

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Muita gente conhece o Pressy, um dispositivo que aproveita o conector para fones de ouvido de smartphones e tablets para oferecer um botão físico adicional e configurável. A ideia foi um sucesso na Kickstarter, e outras empresas estão tentando a mesma coisa. A Xiaomi é uma dessas empresas, e apresentou o Xiaomi Mi Click (ou Mi Key).

O dispositivo faz a mesma coisa que Pressey, com a diferença do seu preço ser espetacular (apenas US$ 2 a unidade, contra US$ 27 do Pressy), além de funcionar com qualquer outro dispositivo Android. É difícil competir com os recursos da Xiaomi, principalmente levando em conta a velocidade com que eles desenvolveram o seu projeto.

O Xiaomi Mi Click é capaz de reconhecer até 10 pulsações diferentes, e seu aplicativo permite a configuração de todo o tipo de opções, automatizando tarefas – como ativar a câmera ou a lanterna – com esse botão auxiliar. Que já é muito bem vindo.

Via Reddit

A Xiaomi quer ser a Samsung, mas mais barata

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Quando a Xiaomi começou a dar os seus primeiros passos, vimos uma empresa chinesa que aspirava competir com as gigantes do mundo da telefonia. Eles tinham muita ambição, e desde a primeira geração de smartphones até a atual, eles seguiram com sua filosofia de oferecer um grande produto por um preço mais acessível. E eles conseguiram, mesmo com uma série de “macetes”.

O tempo passou, e a Xiaomi está diversificando seu negócio, introduzido novos produtos. Estrearam nos tablets e anunciaram a sua segunda geração de televisores. Na verdade, eles queriam competir com a Apple, mas todos os seus passos indicam que eles querem enfrentar a Samsung, principalmente no mercado asiático. Tal como os coreanos, eles querem oferecer produtos em todos os segmentos, mas com opções mais baratas, ampliando assim a sua filosofia de negócios.

Xiaomi Mi TV 2, uma UHD 4K por apenas US$ 640

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Parece que foi ontem que falamos de como as TVs UHD 4K precisavam receber uma redução drástica de preços para se tornarem competitivos. Ainda precisam ficar bem mais baratas, pois pelo menos no ocidente elas continuam com preços proibitivos para muitos usuários.

Na China, parece que esse cenário é um pouco diferente, já que são líderes de vendas de UHD 4K no mundo. Na CES 2014, vimos algumas empresas asiáticas reduzirem o preço dessas TVs de forma drástica. A Xiaomi fez o mesmo, com sua TV de 49 polegadas, que tem preço inicial sugerido de apenas US$ 640.

30% mais leve que sua predecessora, com 15.5 mm de espessura, um design moderno, diferente dos concorrentes, conta com um sistema de Smart TV e controle por voz para busca de conteúdos… e só custa US$ 640?

É curioso que a Xiaomi ainda faz com que o sistema de áudio do televisor sejam alto-falantes independentes que estão incluídos no pack de venda, conectados via Bluetooth. Vale lembrar que a tela UHD 4K da Xiaomi é fabricada pela LG. Sobre a qualidade de imagem, só “vendo para crer” se vale a economia sugerida.

Xiaomi Mi Tablet: o “eu quero ser um iPad mini”

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Com exceção de movimentos pontuais, o mercado dos tablets Android é algo bem chato. Poucas novidades, estancamento de design, entre outros aborrecimentos. Ainda bem que a Xiaomi existe para nos trazer luz onde existe as trevas.

O Mi Tablet (ou Mi Pad) chega para competir com os principais protagonistas do setor, o iPad mini e o Nexus 7. Por trás de sua tela de 7.9 polegadas (2.048 x 1.536 pixels) temos um processador Tegra K1 a 2.2 GHz e 2 GB de RAM. É o primeiro de sua categoria a usar o novo chip da NVIDIA. Conta ainda com 16 GB de armazenamento (expansíveis via slot para cartões microSD de até 128 GB).

O tablet possui uma versão personalizada do sistema MIUI para tablets (baseado no Android 4.4 KitKat) e estará disponível em seis cores. A Xiaomi afirma que esse não é um produto de fácil desenvolvimento, tanto no hardware como no software. E isso já desperta curiosidade para que eles contem mais detalhes sobre tais dificuldades. Ainda mais com um produto que custa US$ 240 (ou US$ 270, na versão de 64 GB de armazenamento).

A Xiaomi quer ser a Samsung (e a Apple), mas mais barata. Não resta dúvidas disso, e eles mesmos não escondem tal intensão quando falam da concorrência. Porém, eles se esquecem de um pequeno detalhe: a distribuição.

Ninguém duvida da qualidade dos seus produtos. A Xiaomi faz grandes produtos. E quero seguir dizendo que são grandes produtos. Mas quero que eles estejam disponíveis, que sejam acessíveis sem a necessidade de entrar em processos de compras complexas ou lojas online internacionais. Esse é o grande desafio da Xiaomi, apesar deles prometerem que eles estão trabalhando em sua expansão internacional.

Enquanto isso, o seu catálogo de produtos vai aumentando. Smartphones Android, televisores, tablets, set top boxes e até roteadores WiFi. Nesse aspecto, se eles querem mesmo ser a Samsung, estão indo muito bem.

Xiaomi Phone poderá contar com um processador quad-core e tela 720p na sua próxima versão

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Se o Xiaomi Phone superou as expectativas para muitos usuários, se prepare, pois o seu sucessor está a caminho. Segundo os últimos rumores do MIC Gadget, a nova versão do smartphone asiático pode chegar com uma tela de 720p de resolução, um processador Qualcomm de quatro núcleos, flash dual e uma aparência semelhante a estas que você vê nessas fotos de baixa qualidade.

De forma mais precisa, as fotos chamam a atenção para o detalhe que não vemos a presença de uma câmera frontal, o que pode significar duas coisas: ou o produto ainda está em desenvolvimento (e está muito cedo para ver o que realmente ele pode mostrar), ou a empresa quis reduzir custos para manter o modelo na linha dos terminais acessíveis, algo que deu cerno na versão anterior.

Via MIC Gadget