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Alguma coisa está fora da ordem

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Tá… eu imagino que esta TV deveria estar instalada na vertical.

Mas também imagino que ela retrata o quão tombado está nosso país em vários aspectos.

Essa foto foi registrada em uma lotérica da cidade de Ponta Grossa (PR), um dos locais onde as pessoas comuns estão tentando pagar as suas contas. Isso é, aqueles que estão conseguindo fazer isso.

Por outro lado, temos uma greve de bancos que pode ter desacelerado a economia, mas que não está criando grandes impactos na vida de muitos brasileiros.

Muita gente (eu, inclusive) aderiu ao internet banking para resolver as suas questões financeiras, enquanto que outros buscaram lotéricas e bancos que não entraram na brincadeira da greve.

 

Eleições vem aí… e daí?

Domingo tem eleições municipais. Mais uma chance de tentar arrumar a casa em vários aspectos.

Porém, o sentimento que tenho é que, pela falta completa de opção, as pessoas não estão se importando muito com a brincadeira.

Não é descaso político. É falta de opção mesmo. É aquela sensação que nada vai mudar, e que somos obrigados a votar no menos pior sempre.

Muita gente vai falar que sempre foi assim. Mas acho que dessa vez a sensação é pior.

É uma descrença, uma falta de norte para qualquer pessoa que queira ver algo um pouco melhor.

Deixando um gosto amargo na boca de pouca esperança.

Quem dera se o Brasil fosse apenas uma TV tombada. Seria tão fácil de consertar…

A rainha louca

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Era uma vez uma rainha. A rainha tinha no seu reino uma série de súditos que eram bem cuidados, mas constantemente enganados pela política de “pão e circo” adotada pelo rei que governou antes dela. Como a população gostava do rei, aceitou a rainha de braços abertos.

A rainha não tinha pulso firme, não era articulada, não conseguia coordenar as ideias de forma rápida. Mas adotou as mesmas políticas do rei. Recebeu aceitação desse mesmo povo que, apesar de viver na base do “pão e circo”, acreditava que a rainha era o melhor para todos. Mesmo que todos não concordassem com isso.

Porém, a rainha começou a cometer alguns equívocos. Começou a se envolver com algumas pessoas erradas, tomar decisões desastrosas e, agora, quer até tomar alguns “atalhos” para seguir na governança. Parte do povo (boa parte do povo… para bem dizer a verdade, a maioria do povo) é contra os atos arbitrários dessa rainha, e alguns já entendem que, além de não ser uma boa governante, ela está naquele estágio onde podemos qualificá-la como louca.

Isso mesmo. Uma rainha louca.

Afinal de contas, só uma rainha louca assina contratos sem ler, coloca como aliados pessoas com comportamento suspeito, finge que não sabe de nada, faz declarações absurdas, usa de distorção da realidade para encobrir seus erros, mente para o seu povo, vendendo um país que não existe, age de arrogância e prepotência com aqueles que não concordam com o seu modo de governar, gasta o dinheiro do povo de forma irresponsável, não faz prestação de contas desses gastos…

A lista é longa.

A última loucura dessa rainha? Nomear o antigo rei como seu primeiro-ministro.

Com isso, ela vai virar uma figura decorativa. Um fantoche. Aliás, ela sempre foi. Jamais foi uma rainha capaz de sequer gerenciar direito os armários de casa, que dirá um país inteiro.

Mas o povo não vai deixar.

O povo vai lutar.

#NÃOVAITERGOLPE

Quer comprar um novo produto de tecnologia? É melhor correr…

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Estou dizendo o óbvio. Já tem post na internet falando disso. Mas só estou reforçando, dando aquele conselho de amigo, aquele “toque que não é por trás”. Se pensa em comprar um novo gadget, smartphone, tablet, notebook, videogame ou qualquer outra coisa que usa bateria e tomada? Corra enquanto é tempo: em dezembro, acaba os benefícios da “Lei do Bem” (obrigado, Dilma, por ter f*d*d* com o Brasil), e os preços vão aumentar, em média, 10%.

Fabricantes e e-commerces se movimentam para minimizar o estrago. Contatos nas internas de assessorias de imprensa afirmam que nem os fabricantes de produtos sabem direito o que fazer, pois foram pegos de surpresa. O fim da isenção fiscal estava previsto para o final de 2018, mas como o Brasil precisa recuperar a economia (e tirar dinheiro de onde pode para pagar a gastança do executivo), o fim do benefício foi antecipado para dezembro de 2015.

As vendas de Natal podem ser seriamente prejudicadas, e muitos apostam na Black Friday (que acontece na última sexta-feira de novembro) e na Cyber Monday (que, por sorte, acontece nesse ano em 30 de novembro) como as datas que vão neutralizar as quedas de vendas no varejo brasileiro. Além disso, os e-commerces criam janelas de promoções fora de época, como é o exemplo da já tradicional “Black Night”, realizado pelas lojas virtuais da B2W.

Para o consumidor final que pensa em trocar o seu dispositivo ou adquirir um produto novo, virou uma corrida contra o tempo. Meu conselho (e aí você segue se você quiser) é: se você está com o dinheiro no bolso, e encontrou o seu produto em um preço bacana em uma promoção, não espere e compre agora. Os preços na “Black Friday” não devem ficar muito abaixo disso, e as grandes promoções serão apenas dos produtos que terão estoques esvaziados ou que serão descontinuados.

A partir de dezembro, tudo muda. Infelizmente. E como já vamos pagar a conta por causa do aumento de impostos (que será inevitável) e do aumento da cobrança dos serviços considerados fundamentais, prevejo que os tempos serão difíceis para todos. Vai ficar bem mais difícil comprar eletrônicos depois disso.

Para meu azar.

Quantum: mais uma tentativa da Positivo Informática se consolidar no mercado brasileiro de smartphones

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Depois da parceria com os japoneses detentores da marca Vaio, a Positivo Informática lança a Quantum, sua nova divisão de smartphones, que tem como objetivo buscar algum espaço entre os fabricantes internacionais já consolidados. Além disso, é mais uma tentativa da empresa de Curitiba ‘ser levada a sério’ dentro desse segmento.

Na verdade, a Positivo Informática carrega uma estigma de fazer produtos com qualidade de gosto duvidoso. Não digo nem abaixo da concorrência, já que algumas pessoas simplesmente ignoram a empresa quando se refere à parte de computadores. Bom, devo dizer que eu comecei a minha vida de blogueiro e podcaster escrevendo em computadores e notebooks da Positivo Informática, e eles até que me serviram bem. Principalmente o desktop, que sobreviveu por três anos, até que entendi que precisava de um equipamento mais potente.

Dito isso, a Positivo se lança ao mar dos tubarões chamado ‘mercado mobile brasileiro’ em um momento nada favorável. Além da concorrência estrangeira já ter anunciado produtos igualmente interessantes (que o diga a Motorola e a Asus, em especial), o Governo Federal decidiu acabar com a isenção fiscal do PIS/Cofins, o que seria um grande trunfo para eles em relação aos adversários.

Mesmo assim, a Positivo aposta na Quantum. Uma nova marca, uma nova proposta. Bom, na verdade não é uma proposta tão nova assim. Temos aqui uma reformulação de marca (para afastar a má impressão que o grande público tem sobre a Positivo), e um modelo de negócios que é o mesmo adotado pela Xiaomi, que é a venda direta para o consumidor final, sem passar necessariamente pelo e-commerce brasileiro.

Os modelos Quantum apostam na relação custo-benefício e no design bem ajustado para convencer o consumidor de que esses dispositivos merecem ser olhados com outros olhos. A grande diferença entre os dois smartphones Quantum GO apresentados hoje (02) em São Paulo estão na conectividade 3G ou 4G. Fora isso, são modelos muito similares, com processadores diferentes (ambos abraçando a MediaTek, que virou a rainha dos fabricantes que buscam um lugar ao sol), câmeras que prometem ser ajustadas para boas fotos e selfies, slots para microSD, e um design fino e leve.

Com preços a partir de R$ 699, a Quantum entra na briga daquele que é chamado de ‘linha divisória entre mercado de entrada e mercado de linha média’, em uma faixa de preço que o muito bem sucedido Motorola Moto G não mais pertence, mas que outros fabricantes querem conquistar. Talvez para o público menos exigente, ou para aquele usuário de entrada que vai comprar o primeiro smartphone de linha média, a Quantum aparece como mais uma das opções.

Porém, só poderei ter certeza absoluta disso quando testar os produtos lançados hoje.

Me ajuda a te ajudar, Positivo Informatica! Manda os brinquedinhos para o titio aqui fazer review, vai!

MercadoLivre integra loja oficial da Disney em sua plataforma

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O MercadoLivre anuncia uma parceria com a Disney, onde os produtos da marca de entretenimento estão na área de Lojas Oficiais do site de vendas virtuais.

A primeira fase da integração da loja oficial já foi iniciada, com cerca de 1.750 produtos licenciados. Estão à venda pelúcias, brinquedos e jogos, cadeirinha de criança para carro, motoca elétrica, fantasias, produtos de decoração como luminárias e pendentes e papelaria. A operação da loja oficial é feita pela Brasil/CT – empresa que representa a marca Disney no Brasil para o varejo online brasileiro.

Com mais de 30 milhões de visitantes únicos por mês, o MercadoLivre conta com 180 lojas que representam grandes marcas em sua seção de Lojas Oficiais. A audiência do site, que possui 132 milhões de usuários cadastrados, faz com que o shopping virtual do MercadoLivre seja atraente para que varejistas incrementem suas vendas online.

Todos os anúncios oferecem o meio de pagamento MercadoPago.

Para conferir os produtos oficiais da Disney, acesse: loja.mercadolivre.com.br/disney.

Plataforma Holidog chega ao Brasil

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O Holidog (http://br.holidog.com/), líder global para serviços online voltados para pet, chega ao Brasil. A plataforma funciona como um marketplace que facilita a vida dos donos de animais de estimação ao conectá-los com cuidadores, passeadores e adestradores. Criada na França em 2012 e já presente em 13 países, a empresa representa uma comunidade de mais de 400 mil usuários em todo o mundo.

Com um modelo totalmente baseado em economia compartilhada, o site disponibiliza aos proprietários de animais quatro tipos diferentes de serviços: hospedagem (GoHoliday), passeadores (GoWalk), petsitters (GoNanny) e adestradores (GoSchool). Em operação beta no Brasil, o site já conquistou mais de 4 mil cadastrados no território nacional.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (AbinPet), o Brasil ocupa a segunda posição entre os países que mais gastam com seus bichos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O setor movimenta aproximadamente U$ 98,4 bilhões por ano. No último ano, o mercado brasileiro movimentou R$ 16 bilhões, o que representa um crescimento de 8,2% em relação a 2013. Calcula-se que a população de animais de estimação em território nacional é de 106 milhões.

Para utilizar a ferramenta, donos de animais e candidatos a tutores só precisam se cadastrar. A plataforma oferece alguns recursos para aumentar a confiança de donos e cuidadores. Antes de fechar uma estadia, por exemplo, o proprietário pode conversar com o candidato para conhecer o perfil e verificar se ele vai atender as necessidades do bicho, enquanto estiver fora. O pagamento acontece somente no momento em que a reserva é confirmada e inclui uma taxa da plataforma e o valor combinado com o cuidador.

Além disso, o Holidog dispõe do seguro de Responsabilidade Civil, que cobre possíveis danos causados a terceiros pelo pet ou petsitter. Outro diferencial em relação aos concorrentes é o seguro adicional Holivet, da Axa Seguros, caso haja necessidade de intervenção veterinária no período contratado, como cirurgia, exames, ambulância ou medicamentos.

7 a 1 foi pouco!

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Um ano se passou. E se você já se esqueceu disso aqui, a culpa é sua também. Um ano depois dos 7 a 1 sofridos pelo time da CBF para a atual campeão do mundo Alemanha, temos um país que sofre as sequelas de sua incapacidade de reconhecer erros. Um povo que esboçou acordar para o que estava errado no país, mas voltou a dormir. Até porque cada povo tem o governo – e o futebol – que merece.

Mas não vou falar de política nesse post. O Brasil está mal, e não por causa do time da CBF. É por causa de outros dementes que não sabem administrar e, ao que tudo indica, roubar direito. Na verdade, não deveriam roubar. São nossos funcionários. Deveriam seguir nossas ordens. Mas fico feliz que um ano depois das vaias (que chamaram de ‘desrespeito’), apenas 9% da população acha que ‘está tudo bem’. Mas como para mim quem apoia bandido é cúmplice, não preciso dar muita importância.

Mesmo porque a mentira pregada na campanha eleitoral é algo muito pior que as vaias e panelaços. Mas vamos mudar de assunto.

Um ano depois dos 7 a 1, alguma coisa morreu dentro de mim no que refere ao futebol brasileiro. Sabe quando você não dá a mínima nem para o seu time? Não tenho paciência para ver jogos do Campeonato Brasileiro, muito menos para ver jogos do time da CBF. Sim… eu não chamo isso de ‘seleção’. Até porque esse time agora serve apenas de cabide de emprego para jogadores que nem são tão bons assim, mas que acabam com contratos milionários com times da Europa.

Só porque vestiram a camisa amarela da CBF durante a Copa América 2015.

Até porque se eu colocar o Leandro Firmino com uma mochila nas costas no meio da praça da Sé, ele é confundido com um motoboy. E nada – absolutamente nada – explica ele ter o décimo maior contrato da história do futebol (Liverpool, R$ 140 milhões).

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A CBF não aprendeu nada com os 7 a 1. Pelo contrário. Achou que tudo foi ‘pontual’, quase dizendo que a Alemanha foi campeã ‘por obra do mero acaso’. Não mudamos nada. Não reformulamos nada. Não melhoramos absolutamente nada. O futebol brasileiro vive dos louros de um passado, que honestamente, já passou. Não temos o melhor futebol do mundo há muito tempo, e não somos mais o país do futebol. Somos o país do vôlei de praia. Isso sim.

Ainda brincamos de tentar fazer um futebol profissional, mas com campeonatos desorganizados. Os campeonatos estaduais não servem para nada, nem mesmo para acirrar a rivalidade doméstica. Porque os torcedores não se importam. Regulamentos ridículos, times fracos, jogos medonhos, arbitragem horrorosa… tudo conspira contra.

Sou a favor do fim dos estaduais sim. Não precisamos mais deles. Que os times menores joguem os estaduais para descobrir talentos, deixando os times grandes livres para jogar os campeonatos maiores.

Por outro lado, ninguém se importa também com o Campeonato Brasileiro, que de forma burra não quer se adequar ao calendário europeu. O resultado? Um êxodo de jogadores para outros mercados, e uma queda sensível na qualidade dos times. Algumas equipes começam com um time, e terminam com outro. O torcedor não tem mais identificação com os seus craques, e o campeonato é esquecível.

Não aprendemos nada com o 7 a 1. Nada. Não há criação de liga, pois a CBF quer centralizar um poder de forma imbecil. Aliás, a CBF que não serve para nada, e agora para menos ainda. Com dirigentes envolvidos em escândalos de corrupção. Aliás, um ano depois, e vemos o ‘intocável’ José Maria Marin preso na Suíça, prestes a ser extraditado para os Estados Unidos. Quem diria que eu veria essa cena, não é mesmo?

Aliás… te cuida, Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero e derivados… a batata de vocês já está assando, ok?

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O pior de tudo é que nós, como brasileiros, não aprendemos com o 7 a 1.

Nos acomodamos. Somos preguiçosos, vivemos hoje na cultura do ‘não pago por mais nada’, não mais valorizamos a força de trabalho e temos medo de mudar as coisas do jeito que estão. O futebol brasileiro é apenas um reflexo da inaptidão do seu povo em se reciclar e recomeçar em algo melhor. Vivemos o mesmo vício de ‘uma hora a coisa muda’, mas sem ser um agente de mudança.

Queremos que tudo caia do céu, sem sujar as mãos. Não queremos mudar, porque a mudança dá trabalho. O time da CBF é a cara do Brasil, definitivamente. Espancado, sangrando, humilhado, mas que ainda se acha o máximo. Um ano depois dos 7 a 1, vemos o futebol brasileiro ser uma piada mundial. O maior massacre já sofrido pela história do nosso futebol não serviu para mudar o esporte no Brasil em nada.

E a culpa é sua (também) por isso acontecer.

Por muito menos, a mesma Alemanha mudou tudo. Reformulou todo o seu futebol. E foi campeã do mundo com méritos. Por que não seguir o exemplo deles? Só porque ‘nós temos o futebol arte’?

Bobagem. Eu queria era ter um futebol vencedor, isso sim.

Ou que não fosse humilhado em uma semifinal de Copa do Mundo.

O que Neymar tem na cabeça (além de um cabelo ridículo na maior parte do tempo)?

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Eu não dou a mínima para a Copa América 2015, que acontece nesse momento no Chile. E não dou mais a mínima para o time da CBF desde o famigerado 7 a 1 na Copa do Mundo de 2014. Depois de passar pela sua pior derrota de toda a sua história (apesar de alguns acharem que tudo aquilo foi ‘pontual’), esse time tenta recolher seus cacos e reconstruir. E parte dessa reconstrução passa por Neymar. E aqui temos um grande problema.

O que acontece com esse moço? Ele acabou de ser campeão da UEFA Champions League, torneio muito mais importante do que essa porcaria que eu me recuso a assistir.

Eu entendo tudo o que acontece, acredite. Uma questão judicial na Espanha muito séria tira o sono de qualquer pessoa. Ainda mais daquele que é considerado hoje o melhor jogador brasileiro em atividade. Se o cidadão comum que tem o nome no SPC ou Serasa perde o sono, imagina alguém que precisa explicar por que 37 milhões de euros apareceram na sua conta sem uma explicação plausível?

Eu não ia conseguir dormir mesmo. Até porque não é o Brasil. É na Espanha. E isso, lá, normalmente dá cadeia.

Mas, falando dentro de campo.

O time da CBF é horroroso. Medonho. Um lixo. Fez uma partida ruim contra o Peru, e conseguiu ser ainda pior contra a Colômbia, que é sempre bom lembrar fez um jogo duro contra o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo. Tem uma grande diferença em ter como companheiros de time Lionel Messi e Luiz Suárez no Barcelona, enquanto que no time da CBF ele tem que lidar com zés que honestamente nem sei o nome. E não me importo em saber.

É a primeira vez que eu não conheço os 11 titulares do time da CBF, cujos alguns eu nunca ouvi falar. Isso mostra o nível do meu desinteresse nesse time e em tudo o que o cerca.

Mas… então… por que Neymar chegou a usar a faixa de capitão desse catadão da CBF?

Porque era o craque do time? Porque o cabelo dele era esquisito e as câmeras o focalizam sempre?

Por partes.

Não acho mais o Neymar um produto da mídia esportiva. Ele é uma realidade: é campeão brasileiro, campeão da Libertadores, campeão da Liga dos Campeões da Europa e já é o quarto maior artilheiro da seleção brasileira de todos os tempos. Ninguém tem dúvidas que ele é o nosso melhor jogador, e tem que jogar com um bando de ‘zé ninguém’ que estão muito abaixo da sua qualidade.

Também compreendo que, no caso específico da Copa América 2015, a pouca idade pesa. E muito. Temos que lembrar que ele tem apenas 23 anos de idade. É muito pouco para assumir a responsabilidade de líder de um time, ainda mais um time de perebas. Nem Messi passou por isso tão cedo. Sem falar que está muito claro que ele está bem longe de ter esse perfil de líder que alguns imaginam que ele possui. Só não vê quem não quer.

A expulsão imbecil após o jogo é uma clara prova de falta de controle emocional e imaturidade de Neymar. Soma-se a isso ao momento que ele enfrenta na justiça espanhola, e temos um cenário de instabilidade que já prejudica seriamente os planos do time da CBF. Deve pegar dois jogos de suspensão, e por conta do desempenho fraquíssimo desse time, pode nem voltar a atuar na Copa América 2015.

Muito pouco para quem foi elogiado por todos na final da UEFA Champions League na semana passada.

O time da CBF é apenas um reflexo da própria CBF. Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero e sua corja já sentem o seu castelo de areia ruindo, com suas falcatruas sendo descobertas (obrigado, EUA, pela graça alcançada – abrindo a Caixa de Pandora chamada FIFA). O Brasil (como um todo: torcedores, jogadores, times e organizações) não acordou depois do 7 a 1. Todos vivem no paraíso dos bobos, achando ainda que o futebol brasileiro pode se recuperar por si.

Pra quê se reorganizar? Por que repensar em tudo? Somos talentosos, não precisamos ser organizados.

A diferença é que, diferente do ano passado, onde Zuniga com uma joelhada evitou que Neymar passasse por uma humilhação, dessa vez, é o moleque do ‘ousadia e alegria’ que é um dos principais responsáveis por um hipotético fracasso do time da CBF na Copa América.

Penso que Neymar jamais imaginou isso para o mês de junho.

Brasil é ‘zoeira never ends’ sempre nos comentários da Google Play

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Não é de hoje que o brasileiro médio está no modo ‘zoeira never ends’ na internet. Desde memes até o tão apreciado bullying arte, o nosso internauta não perde a oportunidade para tirar a sua casquinha de qualquer situação que alguém pode considerar engraçada, por algum motivo que a maioria pode até desconhecer, mas depois pode identificar rapidamente.

Nesse caso, o amigo André Fogaça do TudoCelular, compartilhou uma imagem da área de comentários de um dos aplicativos do Google Play. Nem sei qual é o aplicativo direito (mas deve estar relacionado a algum serviço do próprio Google), mas ao ver os comentários, temos as coisas mais sem noção do universo.

Fico na dúvida se as pessoas aproveitam essa área para ler mesmo os comentários sobre o aplicativo. Eu mesmo procuro ler de alguns que são para o meu uso profissional. Mas como até suspeito das notas que os usuários estão dando para os apps, acho que também devo começar a descartar o ‘modo stand-up de avaliar aplicativos’ desenvolvido pelos internautas brasileiros.

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Smartphone ‘para vip’ no Brasil custa mais de R$ 3 mil. Conforme-se com isso!

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Aconteceu ontem (14) em São Paulo o lançamento dos novos smartphones top de linha da Samsung. Os modelos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge já eram conhecidos do grande público desde a Mobile World Congress realizada em março, mas agora desembarcam no mercado brasileiro, e com preços de modelos ‘premium’: a partir de R$ 3.299 e podendo alcançar a astronômica marca de R$ 4.299.

A Samsung deixou muito claro lá mesmo na MWC 2015 que esses novos modelos da linha Galaxy não era pensado nos meros mortais. Eles sempre projetaram esses produtos para a clientela ‘vip’, ou para quem poderia pagar os valores cobrados por esses produtos. Antes, eu achava essa estratégia algo estúpido, por entender que a boa tecnologia deveria ser mais acessível para o maior número de usuários. Porém, o mundo mudou, o cenário da tecnologia móvel também e, por tabela, minha visão sobre o assunto está um pouco diferente.

Vamos voltar para 2011 (por exemplo). Nessa época, Apple, Samsung e Sony contavam com modelos top de linha, em uma faixa de preço que poucos poderiam pagar. Os demais produtos dessas empresas (mais Sony e Samsung, pois a Apple nunca pensou no mercado de entrada ou intermediário) eram dispositivos com um hardware muito abaixo do ideal, ou que não ofertavam uma relação custo-benefício aceitável.

Eram produtos que não ofereciam um desempenho minimamente aceitável para que o usuário pudesse ter uma experiência de uso satisfatória. Sem falar que o Android não era um sistema suficientemente maduro para otimizar os recursos de hardware para a entrega desse tal bom desempenho.

Porém, o tempo passou, e as coisas mudaram. E muito.

Motorola, ASUS, Huawei, Xiaomi… vários outros fabricantes entraram no mercado de dispositivos móveis, e oferecem hoje dispositivos com um desempenho excelente, um hardware competente e um acabamento bem aceitável com preços muito competitivos.

A Motorola em especial dá aula nesse aspecto. Oferece ótimos smartphones em diferentes faixas de preço. A ASUS, com a sua linha ZenFone, conta com dispositivos com um desempenho excelente, com a ajuda do hardware da Intel. Assim como a Huawei, que aposta nos processadores Kirin, saindo um pouco do duopólio Qualcomm/MediaTek, e a Xiaomi, que prepara a sua chegada ao Brasil, e tem dispositivos muito cobiçados.

Ou seja, temos hoje um cenário muito diferente de 2015. Não precisamos pagar mais de R$ 3 mil para ter um excelente smartphone. Com até R$ 1.5 mil você já pode ter um modelo com desempenho e especificações respeitáveis, permitindo que a experiência com esses dispositivos seja a mais eficiente possível para o grande público.

Na hipótese mais ‘absurda’, a melhor relação custo-benefício de um top de linha hoje é, sem dúvida, o Motorola Moto Maxx. Mesmo custando R$ 2.399 (mas você pode encontrar por menos), a diferença de preço para o iPhone 6 mais barato (16 GB) é considerável, e falando especificamente da experiência do Android, muita gente vai preferir o Android ‘puro’ do Moto Maxx do que a TouchWiz do Samsung Galaxy S6, que traumatizou muita gente por conta dos problemas apresentados nos modelos anteriores.

Por fim, temos sempre que considerar aquela velha frase que se fez presente em vários textos sobre o assunto: ‘tem gente pagando o valor cobrado pelos modelos mais caros’. Principalmente no Brasil.

Quem escreve sobre o mercado de tecnologia nacional estava prevendo um valor ainda mais alto para os novos Galaxys. No evento da LG que participei ontem (14) em São Paulo, muito se comentava sobre valores batendo os R$ 4.5 mil para o Galaxy S6 Edge. Ver ele chegando a R$ 3.799 é uma ‘vitória’. Pelo histórico da Samsung, não era nenhum absurdo prever um valor acima dos R$ 4 mil para o modelo com tela curva.

De qualquer forma, a realidade de mercado é essa. Temos uma nova categoria de produto no Brasil, a dos smartphoens ‘para Luciano Huck comprar’ (se bem que ele compra nos EUA). Apple e Samsung decidiram que, no Brasil, os seus modelos top de linha podem custar acima de R$ 3 mil, pois vai ter sempre alguém pagando por isso.

Mas eu estou muito feliz com o meu Moto Maxx!

Quando crianças dos EUA provam o café da manhã do Brasil

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A criança brasileira está acostumada a tomar leite com café, comer pão e, com alguma sorte, comer algumas frutas. Mas isso é aqui. Lá fora, como os costumes são outros, o encontro dessas duas culturas pode ser algo impactante para os não treinados no nosso café da manhã. Esse vídeo mostra como crianças norte-americanas reagem ao consumir o café da manhã do brasileiro médio (a partir de 0:40).

Agora sim, podemos dizer que quem compra iPhone no Brasil é MUITO otário

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Feliz 2015, fanboys da Apple! Já começaram o ano tomando uma pancada de pau mole na cara com esse aumento de preços dos iPhones no Brasil. E sim… eu sei que o dólar está alto pra c*c*t* (até porque pago o meu servidor em dólar), e que estamos em uma crise financeira que afeta todos os setores da economia (parabéns, Dilma, por esse mar de prosperidade #SoQueNão). Mesmo assim, não me impede de AFIRMAR que se você pretende comprar um iPhone no Brasil, você é um GRANDE OTÁRIO.

Tá, você faz com o seu dinheiro o que você quiser. É seu direito. Mas não estou discutindo como você usa o seu dinheiro. Estou discutindo a sua inteligência mesmo. Faz alguns anos que eu digo categoricamente que a Apple é uma empresa que c*g* e anda para o Brasil, tratando o país como lixo, e sem nenhum interesse de aumentar a sua presença no país com preços mais competitivos.

Até porque nem precisa: os trouxas pagam o preço que for para ter os seus smartphones.

Porém, nos últimos dois meses, eles deixam esse desprezo mais explícito. Aumentaram duas vezes em dois meses os seus iMacs e Macs (uma em dezembro – 20% -, e a segunda agora, no primeiro dia do ano), e agora esse ‘generoso’ aumento de R$ 300 (em média) para todos os seus smartphones.

E o iPhone mais caro do mundo fica AINDA MAIS CARO (iPhone 6 Plus de 128 GB, por R$ 4.699).

A situação pode ficar ainda pior, se levarmos em conta que algumas operadoras, de forma até criminosa, adotam preços ainda mais caros que a Apple para diferentes planos de consumo. Mas nesse caso em particular, eu entendo que quem compra um iPhone nas operadoras de telefonia móvel sai da categoria de ‘otário’,  para entrar na categoria de ‘demente’. Esses precisam da ajuda de um médico com urgência.

Eu poderia não me importar em nada com isso, e rir daqueles que vão pagar esse absurdo por um smartphone que faz menos que o meu smartphone de uso pessoal (Motorola Moto Maxx… desculpa, mundo), mas não é bem assim. Eu entendo que quem compra um dos novos iPhones tem um elevado poder aquisitivo. Elevado a ponto de comprar o produto lá fora, algo que faz muito mais sentido do que pagar R$ 3.499 pelo modelo mais básico do iPhone 6 (16 GB).

Por outro lado, as práticas comerciais da Apple no Brasil mostram que a culpa também é do consumidor brasileiro. Se a empresa aplica esse preço, é porque tem uma massa considerável de imbecis consumidores disposta a pagar esse valor, sem questionar.

Se essa massa parasse de comprar, com certeza os preços seriam menores.

Porém, tem sempre aquela turma doida pelo hype, ou desesperada para se mostrar para amigos e familiares com um novo iPhone no bolso.

Enfim, pra resumir? Feliz 2015, fanboys da Apple. A empresa que vocês vivem tendo orgasmos a cada evento de apresentação de produtos que vão custar o seu rim quando chegarem por aqui mostra mais uma vez que vocês não são nada.

Me pergunto se, nessas horas, o fanatismo vale a pena.

Acho que não.