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Quem diria… o “killer app” do Apple Watch é a quantificação pessoal

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Poderia parecer que o Apple Watch foi um pequeno fracasso da Apple, mas os números mostram o contrário.

O Apple Watch transformou a Apple na segunda empresa do mundo em receita no mercado de relógios, ficando atrás apenas da Rolex.

Isso não isenta o produto das críticas como falta de foco ou não contar com um “killer app” que justificaria sua compra. Mas o lançamento do Apple Watch Series 2 pode mudar tudo, por conta de uma mudança de foco radical da Apple.

Deixou de lado os aplicativos para oferecer um alucinante quantificador pessoal.

 

WatchOS 3 deve ajudar e muito

 

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Em junho, a Apple antecipou na sua conferência para desenvolvedores como a nova versão do seu software para seu smartwatch dava um importante passo adiante em várias áreas.

O WatchOS 3 é muito mais rápido, principalmente na inicialização dos aplicativos, mas já aponta para o maior foco da quantificação da nossa atividade física através de novas esferas.

À isso, unimos outra das novidades do sistema operacional: a Activity Sharing, que compartilha nossos avanços nessa atividade física com nossos contatos.

Melhorias de hardware dedicadas à atividade física no novo Apple Watch Series 2

 

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A apresentação do Apple Watch Series 2 deixou claro que pouco mudou no design do produto, apesar do novo modelo ser um pouco mais espesso, e por bons motivos.

Uma bateria maior e a integração do sensor de GPS tornam o produto mais relevante para os esportistas. Além disso, o processador do novo relógio é mais potente e conta com um acelerômetro que também amplia as possibilidades de quantificação pessoal.

Por fim, a Apple adicionou a resistência à água, o que o torna especialmente interessante para os adeptos dos esportes aquáticos, especialmente no caso da natação.

 

Fitbit e os demais deveriam ficar preocupados

 

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Até o momento, o Apple Watch parecia estar em outra escala de dispositivos, e a própria Apple deu muita ênfase nos aplicativos e notificações como diferenciais do seu smartwatch.

Agora, o cenário claramente mudou. De repente, a Apple orienta seu relógio especialmente para um público cada vez mais preocupado com o tema da atividade física. Se você é um esportista ou não, ter um Apple Watch oferece um plus em relação aos outros relógios inteligentes.

Isso pode ser um problema para os fabricantes tradicionais de pulseiras quantificadoras. A ambição da Apple é enorme, e mesmo com dispositivos mais caros que produtos da Fitbit, Garmin e Xiaomi, que apostaram pesado nesse mercado, com preços competitivos.

O Apple Watch Series 2 pode mudar tudo em um segmento que hoje os usuários podem ver com muito bons olhos o interesse da Apple por um mercado que antes era deixado em segundo plano.

Se à isso somarmos as parcerias como a feita com a Nike, temos diante de nós uma grande mudança de acontecimentos que podem impulsionar este smartwach a ser uma referência em um mercado que as pessoas ainda não investem muito dinheiro.

Razer Nabu Watch e Nabu X chegaram para testes

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Mais produtos de tecnologia chegaram para testes. A assessoria da Razer despachou para cá o smartwatch Razer Nabu Watch e a smartband Razer Nabu X, dois wearables pensados nos gamers.

Entendo que uma das principais tendências entre os fabricantes é tentar fazer com que os gadgets vestíveis e quantificadores se tornem uma tendência de mercado, ou um novo segmento onde o consumidor vai investir o seu dinheiro na próxima compra. A Razer cria uma segmentação dentro dessa categoria, buscando ajudar a vida dos jogadores profissionais e amadores, coletando alguns dos seus dados que podem ajudar em um melhor desempenho nas partidas.

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Os dois produtos vieram muito bem embalados, e com uma proposta visual bem agressiva, típica da marca. Eu ainda sou um usuário de relógios. Não consigo viver sem eles, apesar de entender que com smartphones e tantos outros dispositivos mostrando as horas, ter um relógio pode se tornar redundante. Não no meu caso.

Confesso também que me agrada ter uma smartband. Não apenas pela quantificação, mas é porque é dos gadgets vestíveis o ‘mais útil’ até agora. Pelo menos o mercado já se definiu sobre o que esse dispositivo faz e qual é o seu público alvo. Os smartwatches vão pelo mesmo caminho, mas ainda há uma certa indefinição nesse aspecto, levantando dúvidas sobre sua real utilidade.

De qualquer forma, os dois produtos estão em testes, e terão seus respectivos reviews publicados em breve no TargetHD.net. Por enquanto, deixo vocês com os vídeos de primeiras impressões e unboxing do Razer Nabu Watch e do Razer Nabu X.

 

Geeksme vai lançar o seu smartwatch sexual em outubro (e anuncia isso em um sugestivo vídeo)

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A ideia de lançar uma pulseira de atividades que monitora o seu desempenho sexual não foi abandonada pela Geeksme. Mais: o wearable já está praticamente pronto, e chegará ao mercado em outubro, que é quando saberemos mais detalhes sobre o produto, que também registra suas atividades físicas, qualidade do sono e o impacto ecológico que você produz no meio ambiente.

Todos esses dados podem ser consultados em um aplicativo desenvolvido para a ocasião, compatível com iOS e Android. E para comemorar o lançamento que se aproxima, a Geeksme lançou um vídeo (muito sugestivo), onde além de ver um casal demonstrando “muito amor e carinho”, é possível ver como é o relógio, com caixa redonda, bordas prateadas, pulseira preta e um tamanho que parece ser nem tão grande ou grosso no pulso da moça.

 

Na verdade, o Apple Watch no Brasil custa até R$ 135 mil!

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135 f*king mil reais! Esse é o preço que o Apple Watch pode custar no Brasil. Ontem eu disse aqui no blog que R$ 110 mil já era um valor surreal. Mas agora, essa definição foi atualizada. E em menos de 24 horas.

O MacMagazine ‘errou’, mas não considero um erro grave. As fontes dos caras sempre foram muito confiáveis, e não acho que eles entram em descrédito por conta dessa diferença de valores. Talvez podemos colocar essa diferença de preço do especulado para o oficial como aquele ‘cálculo final’ feito pela Apple, em função dos recentes reajustes do valor do dólar no Brasil (relembrando: só em setembro, a cotação da moeda norte-americana aumentou 8% por aqui).

Mas… R$ 135 mil reais… é surreal.

Tá bom. Eu estou me prendendo no modelo com valor mais caro. O modelo menos caro do Apple Watch custa R$ 2.900. Cara, é quase o preço de um iPhone 6 com 16 GB, que (obviamente) é muito mais capaz do que esse relógio ‘inteligente’ da Apple. Logo, a gente sai do fator preço e passa para o quesito produtividade prática.

Assim como outros smartwatches do mercado, o Apple Watch é ‘burro’. Ok, ele tem funções inteligentes, mas não funciona de forma independente do smartphone. Fica limitado de várias maneiras ao iPhone, obrigando o usuário a ter os dois produtos para uma experiência completa.

Pensem no investimento enorme para ter um produto que vai te avisar quando chegou uma mensagem no WhatsApp, que por sua vez será lida em uma tela pequena e desconfortável. Ok, você vai me dizer que o Apple Watch tem contador de passos, monitor cardíaco, aplicativos de saúde… tá bom… e daí? Minha pulseira quantificadora do DealExtreme faz a mesma coisa e não me custou R$ 2.900.

Acho que não preciso me alongar muito aqui. Vai comprar o Apple Watch no Brasil? Boa sorte. Se puder, compre nos meus blogs para que eu ganhe a comissão em cima da sua decisão. Porém, a piada do ‘tem quem pague’ perdeu a graça faz tempo. Já sei que temos um dólar a R$ 4, que está tudo perdido enquanto Dilma estiver no poder, e que os próximos meses serão piores, inclusive no setor de tecnologia.

Mas essa história de um relógio inteligente custar o preço de um iPhone, ou na sua versão mais cara custar o preço de uma casa com dois quartos em uma cidade do interior de médio porte… é algo simplesmente surreal.

A tabela oficial de preços para o Apple Watch e suas diferentes versões no Brasil ficou assim:

– Apple Watch Sport de 38 mm, por R$ 2.899
– Apple Watch Sport de 42 mm, por R$ 3.299
– Apple Watch de 38 mm, por R$ 4.599
– Apple Watch de 42 mm, por R$ 4,999
– Apple Watch Edition, de 38 mm com pulseira esportiva, por R$ 88 mil
– Apple Watch Edition, de 38 mm com pulseira de fecho moderno, por R$ 135 mil.

Moto 360 2nd Edition, atirando para vários lados

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O novo Moto 360 (2nd Editon) é uma realidade. Foi anunciado na IFA 2015, com mais de uma versão, com a clara intensão de agradar o público masculino e feminino, principalmente o feminino. Ao que tudo indica, são as mulheres aquelas que deve ser conquistadas por esse tipo de gadget.

Os novos smartwatches da Motorola/Lenovo conservam a mesma fórmula de sucesso do modelo lançado no ano passado, e que é considerado até agora o mais bem sucedido relógio inteligente com sistema Android Wear no mercado. Talvez o principal elemento desse sucesso foi justamente a sua proximidade com um relógio convencional, através de um design com tela redonda. Isso resultou em um produto visualmente bonito, atraente, e que não parecesse necessariamente um gadget que chama a atenção dos olhares alheios.

Aliás, esse é um aspecto curioso do segmento dos smartwatches. O grande público preferiu designs que se assemelham ao relógio que eles já usam hoje, e não algo futurista e chamativo. É compreensível.

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Fato é que o novo Moto 360 mantém a sua beleza no design… e a barra preta na parte inferior da tela, tão criticada na primeira versão. Ao menos dessa vez a Motorola explicou para que ela serve: lá está o sensor de luminosidade do relógio. De qualquer forma, duas versões – com 46 mm e 42 mm de diâmetro – estão disponíveis, para atender ao gosto e ao pulso de usuários com diferentes perfis de uso.

Para as mulheres, várias edições de pulseiras com espessura menor, além de um novo sistema para instalação e remoção de pulseiras, visando oferecer algo mais prático e intuitivo. E é legal ver uma empresa apostando nos gadgets para o público feminino, mesmo sabendo que, no final das contas, o que importa é um maior volume de vendas, e o dinheiro que essas vendas pode oferecer.

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O usuário esportista também não foi esquecido. O Moto 360 Sport, com pulseira emborrachada, conectividade via Bluetooth, GPS, pulseira especial tela com tecnologia que permite uma melhor visualização em ambientes externos, está prometida para um momento posterior. É um dos segmentos que os smartwatches atendem muito bem, o que justifica o investimento em uma versão específica.

Uma das questões a serem respondidas é se o novo Moto 360 consegue mesmo oferecer uma maior autonomia de bateria. No modelo de 46 mm, essa bateria é de 400 mAh, mas no modelo de 42 mm, a bateria cai para 42 mm. A Motorola afirma que, com um processador mais eficiente, os dois dias de autonomia de uso normal estão garantidos. Mas só na prática para saber. Esperamos que eles realmente tenham ajustado esse detalhe.

Por fim, o Moto 360 2nd Edition pode entrar na lista dos desejados de muita gente. Mantém a sua aposta bem sucedida do ano passado, com algumas melhorias bem vindas. Se acertarem no quesito bateria, pode novamente ser o campeão entre os smartwatches com Android Wear e, quem sabe, superando os modelos com outros sistemas operacionais.

Por que o Apple Watch já é considerado (por muitos) um fracasso?

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Não temos números oficiais da Apple (que não os revela talvez por conta do tema que vou tratar nesse post), mas muitas fontes especializadas em estatísticas de mercado afirmam que o Apple Watch, relógio inteligente da Apple, não decolou no mercado. Ok, eu sei que ele está em poucos mercados. Mas nem nesses poucos mercados ele é considerado um sucesso de vendas.

A Apple não revela números, e até entendo que antes desses números serem oficiais, é difícil determinar um parecer para que o produto não esteja vendendo como esperado. Sem falar que Tim Cook revelou no último anúncio de relatório trimestral que ‘as vendas do Apple Watch ficaram acima das nossas expectativas’. Mas… o que eram as expectativas? E o que pode ser considerado ‘bom’ para uma empresa como a Apple?

Tim Cook também disse que, proporcionalmente, o Apple Watch teve uma melhor recepção do que o primeiro iPhone e iPad na época dos seus respectivos lançamentos. Mas… o que diabos é isso? Sobre o iPad, mesmo ele sendo visto com muito ceticismo na sua primeira versão, ele foi muito bem vendido nos primeiros meses. E sobre o iPhone, eu nem preciso entrar em maiores detalhes, já que ele foi um sucesso praticamente instantâneo no seu tempo.

Bom, por partes.

Se tudo estivesse tão bem assim com o Apple Watch, Tim Cook já teria esfregado números na nossa cara. Como não fez isso, as especulações sobre o fracasso do Apple Watch aumentam. Fornecedores de componentes e fontes dentro de grandes distribuidores e varejistas internacionais afirmam que o volume de produção e vendas do relógio inteligente da Apple está em um número muito abaixo do esperado, perdendo o chamado ‘ponto de equilíbrio’ para que o produto se traduza como um sucesso comercial.

Mais: a queda na encomenda de componentes acontece no terceiro trimestre do ano, período onde normalmente aconteceria o contrário, ou seja, um aumento de solicitações de componentes para acelerar a produção de unidades, pensando no período de vendas natalinas. E não é isso o que está acontecendo com o Apple Watch.

Fato é que: independente se temos um sucesso ou fracasso do Apple Watch, o relógio inteligente não foi capaz de repetir o fator de influência no mercado que produtos como o iPod, o iPhone e o iPad fizeram no seu tempo. Definitivamente, o dispositivo não é a referência dentro de um segmento que ainda não está maduro o suficiente para que um produto se estabeleça.

As pessoas ainda não sabem o que fazer direito com um smartwatch. Ou não querem um porque estão satisfeitos com os seus relógios de pulso. Ou com os seus celulares e smartphones, que fazem um monte de coisas, inclusive mostrar as horas. Ou porque entendem não precisar de um relógio inteligente nesse momento. De fato, além da quantificação dos seus dados biométricos e das notificações vindas do smartphone – a maioria nem independente do telefone é -, não há muita razão para a maioria comprar um smartwatch.

Eu já disse que quero um smartwatch no futuro. Mas eu não conto. Eu sou geek. Sou fanático por tecnologia. Quero qualquer coisa que tenha uma bateria. Mas a maioria não é assim.

Sem falar que temos outro fator bem óbvio para o mico do Apple Watch: o preço.

O relógio inteligente da Apple é consideravelmente mais caro que os seus concorrentes, e para um segmento onde a maioria das pessoas não compreende por que precisam de um produto como esse, colocar um valor muito elevado ‘apenas porque é a Apple’ não é a melhor estratégia a ser tomada. Tudo bem, tem usuário da Apple que compra qualquer coisa. Mas até esse comportamento tem limites.

Sem falar que o produto ainda é limitado de recursos e funcionalidades. É ‘cru’ no seu software, tal como a maioria dos relógios inteligentes no mercado. O que reforça a teoria do ‘o que eu vou fazer com um relógio desses no meu pulso?’.

O Apple Watch está disponível em poucos mercados. mercados esses que a Apple considera relevante e importante. E, mesmo assim, o produto não decola. Imagina quando chegar nos mercados intermediários, e com os valores cobrados.

É… eles se esqueceram que ‘não está fácil para ninguém’, e que no terreno dos relógios inteligentes, eles precisam entender que isso se torna ainda pior. O Pebble se dá muito bem porque é mais relógio do que smartwatch e, por isso, é um produto barato. E os demais? Não ouço falar muito dos demais.

Talvez a Samsung com a linha Gear, ou a Motorola com o Moto 360. Os demais? Muito pouco.

A Apple precisa pensar em tudo isso e tomar uma atitude. Ou repensar o preço (duvido), ou repensar o produto, apresentando uma proposta mais completa, e que justifique o seu caro preço. Senão, vai ficar com um mico nas mãos.

Testarei sim o LG G Watch R. Mesmo descontinuado…

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Eu recebi da assessoria de imprensa da LG do Brasil uma unidade do LG G Watch R, smartwatch cujo review será publicado em breve no TargetHD. O produto foi enviado para testes, mas em uma situação bem curiosa: ele chegou aqui um dia depois da LG anunciar que esse modelo será descontinuado.

Quem me deu o aviso foi um dos usuários que acompanham a minha conta no Instagram, e confirmei depois de uma busca rápida na internet. Alguns usuários podem reclamar disso, e até achar que esse review será uma perda de tempo, já que é um produto que (na teoria) a LG lá fora deixou de apostar no produto. Não é bem assim.

Para começar, desde que eu comecei o blog, eu nunca me recusei a testar algum produto, de qualquer fabricante. Mesmo aqueles que o grande público não vê com bons olhos. Até porque quero dar a chance de pequenos e grandes fabricantes apresentarem suas opções, e mostrando que podem oferecer produtos de qualidade.

Além disso, eu adoro fazer os testes de produtos. Criei o blog para também receber esses gadgets e testá-los. É algo que mostra que o meu trabalho está alcançando esses objetivos.

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Sem falar que estamos no momento onde a grande tendência de mercado está nos dispositivos wearables. Bom, pelo menos é isso o que os grandes fabricantes querem vender ao consumidor final – se vai pegar, isso é outra história -, e esse é mais um dispositivo dessa categoria que entrará para a linha lista de produtos testados.

Ainda não fiz o vídeo de primeiras impressões, algo que deve acontecer ainda nessa semana. Mas achei interessante fazer esse registro com vocês. Para quebrar um pouco desse paradigma de que só podemos falar dos grandes lançamentos. Bom, é claro que temos que dar ênfase para eles. Mas não me recuso a falar de produtos que foram descontinuados. Até porque, ao que tudo indica, no Brasil, o G Watch R vai ficar algum tempo no mercado, sendo a opção mais ‘econômica’ do recém lançado Watch Urbane.

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Smartwatch Samsung Galaxy Gear Fit

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O Samsung Galaxy Gear Fit não se limita a ser apenas um relógio inteligente ou uma pulseira quantificadora. O produto tem como objetivo ser um item complementar para alguns modelos de smartphones e tablets da Samsung, expandindo as funcionalidades para tornar a vida do usuário mais prática.

O dispositivo é capaz de se conectar ao smartphone compatível de forma simples, oferecendo notificações, histórico de chamadas, mensagens e player musical de forma prática e simples, em sua pequena tela monocromática. O Galaxy Gear Fit também permite a comunicação por voz com o telefone.

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Ferramentas de controle de mídia, podômetro, cronômetro e temporizador são alguns recursos que o Galaxy Gear Fit pode oferecer ao usuário. Além disso, o gadget trabalha com aplicativos de exercícios e frequência cardíaca, se alinhando ao conceito de gerenciamento de estilo e saúde de vida (apenas como referencial – não é válido para o uso médico).

O Gear Fit pode ser customizado, e o usuário pode inserir planos de fundo, ajustar o visor e as funções do Bluetooth e outras funcionalidades que tornam o seu uso mais dinâmico.

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Sony Smartwatch 2

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O Sony Smartwatch 2 visa expandir a experiência de uso do smartphone com sistema operacional Android, oferecendo novas ferramentas de comunicação. O dispositivo interage com o telefone inteligente via Bluetooth, recebendo as suas notificações e até rodando alguns aplicativos disponíveis na Google Play.

O relógio inteligente da Sony é feito em policarbonato emborrachado, e promete ser uma solução simples e direta para os usuários que desejam um relógio inteligente no pulso. Enfrenta uma concorrência pesada, como os modelos da Motorola e LG, e se aproveita do momento de início do mercado de smartwatches para marcar a sua presença junto ao consumidor.

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O Apple Watch de US$ 10 mil!

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Confesso que o Apple Watch foi algo que não me seduziu desde o começo. Aliás, a maioria dos relógios inteligentes deixam a desejar, na minha opinião. O único que realmente me interessou foi o Motorola Moto 360 e, mesmo assim, ele ainda parece um “produto inacabado” aos meus olhos. Mas algo me diz que para o resto do mundo applemaníaco, não será assim. Tanto que a Apple aposta alto no produto.

Alto a ponto de oferecer uma versão exclusiva, de luxo e limitada, que custa a ‘bagatela’ de US$ 10 mil. Bom, vamos por partes, como diria o Jack (Bauer… vai por mim, ele fez picadinho de bandido na 8ª temporada de 24 Horas…).

Eu poderia aqui sair berrando “absurdo, a Apple está louca, isso é um preço descabido, só babaca paga esse preço…”. Como eu estou em uma fase da minha vida onde pretendo ser mais calmo, centrado e objetivo, eu não vou dizer isso. Nem mesmo daqueles que podem pagar até US$ 1.100 por um Apple Watch “comum”, apenas por conta das pulseiras com material mais refinado.

Nada disso. A questão não é monetária, ou se alguém vai perder dinheiro nessa. Nem penso nisso.

Dessa vez, não vou criticar a Apple pelo fato de oferecer um produto caro pra caramba, que poucos podem pagar. Afinal, é o que eles querem: que poucos paguem e caro por seus produtos, para que as margens de lucro sejam sólidas e garantidas. Ou seja, a Apple está repetindo a estratégia que vem dando certo nos últimos trimestres.

No caso específico desse Apple Watch de US$ 10 mil, a Apple decidiu “brincar um pouco”. Estamos falando de uma série limitada de um relógio inteligente, que será vendido por um fabricante muito popular, e que certamente vai ser motivo de status e ostentação por aqueles que podem comprar o produto. Sem falar no marketing que essas vendas dos modelos exclusivos devem gerar para a gigante de Cupertino.

Ou seja, a Apple lança um relógio inteligente mais caro que os demais na sua versão comum. E ainda se dá ao luxo de lançar uma versão ‘de luxo’ desse mesmo relógio, que custa US$ 10 mil.

Você concorda que os custos de produção dessa série limitada não deve variar muito em relação ao modelo tradicional do smartwatch, o que fatalmente vai garantir uma margem de lucro no mínimo generosa para a Apple?

Pois é.

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A Apple está “brincando” porque pode fazer isso. Registrou vendas e lucros fantásticos no quarto trimestre de 2014. Tim Cook estava até mais relaxado e sorridente durante o evento de ontem (9). Podem até “testar” novas possibilidades de ampliar os seus lucros a médio prazo, mas principalmente de reforçar a sua imagem no mercado de empresa de tecnologia mais cobiçada, lembrada, amada e odiada do planeta.

De novo: não me vejo com um Apple Watch no pulso. Acho que, tal como a maioria dos relógios inteligentes do mercado, o produto da Apple ainda precisa amadurecer no seu conceito geral. Mas diferente das outras oportunidades (onde critiquei a empresa, e com razão), não vou nem questionar os US$ 10 mil cobrados pelo modelo de luxo, ou os US$ 1.100 que podem pagar pelo modelo ‘normal’ do relógio.

Afinal de contas, a Apple está podendo. E quem vai pagar esse preço pelo produto, simplesmente pode pagar. E não será um relógio inteligente de US$ 1 mil ou US$ 10 mil que vai influenciar tanto assim os valores atuais.

A não ser que a Samsung resolva fazer mais ou menos a mesma coisa. Se é que vocês me entendem.