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Quem diria… o “killer app” do Apple Watch é a quantificação pessoal

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Poderia parecer que o Apple Watch foi um pequeno fracasso da Apple, mas os números mostram o contrário.

O Apple Watch transformou a Apple na segunda empresa do mundo em receita no mercado de relógios, ficando atrás apenas da Rolex.

Isso não isenta o produto das críticas como falta de foco ou não contar com um “killer app” que justificaria sua compra. Mas o lançamento do Apple Watch Series 2 pode mudar tudo, por conta de uma mudança de foco radical da Apple.

Deixou de lado os aplicativos para oferecer um alucinante quantificador pessoal.

 

WatchOS 3 deve ajudar e muito

 

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Em junho, a Apple antecipou na sua conferência para desenvolvedores como a nova versão do seu software para seu smartwatch dava um importante passo adiante em várias áreas.

O WatchOS 3 é muito mais rápido, principalmente na inicialização dos aplicativos, mas já aponta para o maior foco da quantificação da nossa atividade física através de novas esferas.

À isso, unimos outra das novidades do sistema operacional: a Activity Sharing, que compartilha nossos avanços nessa atividade física com nossos contatos.

Melhorias de hardware dedicadas à atividade física no novo Apple Watch Series 2

 

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A apresentação do Apple Watch Series 2 deixou claro que pouco mudou no design do produto, apesar do novo modelo ser um pouco mais espesso, e por bons motivos.

Uma bateria maior e a integração do sensor de GPS tornam o produto mais relevante para os esportistas. Além disso, o processador do novo relógio é mais potente e conta com um acelerômetro que também amplia as possibilidades de quantificação pessoal.

Por fim, a Apple adicionou a resistência à água, o que o torna especialmente interessante para os adeptos dos esportes aquáticos, especialmente no caso da natação.

 

Fitbit e os demais deveriam ficar preocupados

 

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Até o momento, o Apple Watch parecia estar em outra escala de dispositivos, e a própria Apple deu muita ênfase nos aplicativos e notificações como diferenciais do seu smartwatch.

Agora, o cenário claramente mudou. De repente, a Apple orienta seu relógio especialmente para um público cada vez mais preocupado com o tema da atividade física. Se você é um esportista ou não, ter um Apple Watch oferece um plus em relação aos outros relógios inteligentes.

Isso pode ser um problema para os fabricantes tradicionais de pulseiras quantificadoras. A ambição da Apple é enorme, e mesmo com dispositivos mais caros que produtos da Fitbit, Garmin e Xiaomi, que apostaram pesado nesse mercado, com preços competitivos.

O Apple Watch Series 2 pode mudar tudo em um segmento que hoje os usuários podem ver com muito bons olhos o interesse da Apple por um mercado que antes era deixado em segundo plano.

Se à isso somarmos as parcerias como a feita com a Nike, temos diante de nós uma grande mudança de acontecimentos que podem impulsionar este smartwach a ser uma referência em um mercado que as pessoas ainda não investem muito dinheiro.

Razer Nabu Watch e Nabu X chegaram para testes

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Mais produtos de tecnologia chegaram para testes. A assessoria da Razer despachou para cá o smartwatch Razer Nabu Watch e a smartband Razer Nabu X, dois wearables pensados nos gamers.

Entendo que uma das principais tendências entre os fabricantes é tentar fazer com que os gadgets vestíveis e quantificadores se tornem uma tendência de mercado, ou um novo segmento onde o consumidor vai investir o seu dinheiro na próxima compra. A Razer cria uma segmentação dentro dessa categoria, buscando ajudar a vida dos jogadores profissionais e amadores, coletando alguns dos seus dados que podem ajudar em um melhor desempenho nas partidas.

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Os dois produtos vieram muito bem embalados, e com uma proposta visual bem agressiva, típica da marca. Eu ainda sou um usuário de relógios. Não consigo viver sem eles, apesar de entender que com smartphones e tantos outros dispositivos mostrando as horas, ter um relógio pode se tornar redundante. Não no meu caso.

Confesso também que me agrada ter uma smartband. Não apenas pela quantificação, mas é porque é dos gadgets vestíveis o ‘mais útil’ até agora. Pelo menos o mercado já se definiu sobre o que esse dispositivo faz e qual é o seu público alvo. Os smartwatches vão pelo mesmo caminho, mas ainda há uma certa indefinição nesse aspecto, levantando dúvidas sobre sua real utilidade.

De qualquer forma, os dois produtos estão em testes, e terão seus respectivos reviews publicados em breve no TargetHD.net. Por enquanto, deixo vocês com os vídeos de primeiras impressões e unboxing do Razer Nabu Watch e do Razer Nabu X.

 

Geeksme vai lançar o seu smartwatch sexual em outubro (e anuncia isso em um sugestivo vídeo)

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A ideia de lançar uma pulseira de atividades que monitora o seu desempenho sexual não foi abandonada pela Geeksme. Mais: o wearable já está praticamente pronto, e chegará ao mercado em outubro, que é quando saberemos mais detalhes sobre o produto, que também registra suas atividades físicas, qualidade do sono e o impacto ecológico que você produz no meio ambiente.

Todos esses dados podem ser consultados em um aplicativo desenvolvido para a ocasião, compatível com iOS e Android. E para comemorar o lançamento que se aproxima, a Geeksme lançou um vídeo (muito sugestivo), onde além de ver um casal demonstrando “muito amor e carinho”, é possível ver como é o relógio, com caixa redonda, bordas prateadas, pulseira preta e um tamanho que parece ser nem tão grande ou grosso no pulso da moça.

 

Na verdade, o Apple Watch no Brasil custa até R$ 135 mil!

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135 f*king mil reais! Esse é o preço que o Apple Watch pode custar no Brasil. Ontem eu disse aqui no blog que R$ 110 mil já era um valor surreal. Mas agora, essa definição foi atualizada. E em menos de 24 horas.

O MacMagazine ‘errou’, mas não considero um erro grave. As fontes dos caras sempre foram muito confiáveis, e não acho que eles entram em descrédito por conta dessa diferença de valores. Talvez podemos colocar essa diferença de preço do especulado para o oficial como aquele ‘cálculo final’ feito pela Apple, em função dos recentes reajustes do valor do dólar no Brasil (relembrando: só em setembro, a cotação da moeda norte-americana aumentou 8% por aqui).

Mas… R$ 135 mil reais… é surreal.

Tá bom. Eu estou me prendendo no modelo com valor mais caro. O modelo menos caro do Apple Watch custa R$ 2.900. Cara, é quase o preço de um iPhone 6 com 16 GB, que (obviamente) é muito mais capaz do que esse relógio ‘inteligente’ da Apple. Logo, a gente sai do fator preço e passa para o quesito produtividade prática.

Assim como outros smartwatches do mercado, o Apple Watch é ‘burro’. Ok, ele tem funções inteligentes, mas não funciona de forma independente do smartphone. Fica limitado de várias maneiras ao iPhone, obrigando o usuário a ter os dois produtos para uma experiência completa.

Pensem no investimento enorme para ter um produto que vai te avisar quando chegou uma mensagem no WhatsApp, que por sua vez será lida em uma tela pequena e desconfortável. Ok, você vai me dizer que o Apple Watch tem contador de passos, monitor cardíaco, aplicativos de saúde… tá bom… e daí? Minha pulseira quantificadora do DealExtreme faz a mesma coisa e não me custou R$ 2.900.

Acho que não preciso me alongar muito aqui. Vai comprar o Apple Watch no Brasil? Boa sorte. Se puder, compre nos meus blogs para que eu ganhe a comissão em cima da sua decisão. Porém, a piada do ‘tem quem pague’ perdeu a graça faz tempo. Já sei que temos um dólar a R$ 4, que está tudo perdido enquanto Dilma estiver no poder, e que os próximos meses serão piores, inclusive no setor de tecnologia.

Mas essa história de um relógio inteligente custar o preço de um iPhone, ou na sua versão mais cara custar o preço de uma casa com dois quartos em uma cidade do interior de médio porte… é algo simplesmente surreal.

A tabela oficial de preços para o Apple Watch e suas diferentes versões no Brasil ficou assim:

– Apple Watch Sport de 38 mm, por R$ 2.899
– Apple Watch Sport de 42 mm, por R$ 3.299
– Apple Watch de 38 mm, por R$ 4.599
– Apple Watch de 42 mm, por R$ 4,999
– Apple Watch Edition, de 38 mm com pulseira esportiva, por R$ 88 mil
– Apple Watch Edition, de 38 mm com pulseira de fecho moderno, por R$ 135 mil.

Moto 360 2nd Edition, atirando para vários lados

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O novo Moto 360 (2nd Editon) é uma realidade. Foi anunciado na IFA 2015, com mais de uma versão, com a clara intensão de agradar o público masculino e feminino, principalmente o feminino. Ao que tudo indica, são as mulheres aquelas que deve ser conquistadas por esse tipo de gadget.

Os novos smartwatches da Motorola/Lenovo conservam a mesma fórmula de sucesso do modelo lançado no ano passado, e que é considerado até agora o mais bem sucedido relógio inteligente com sistema Android Wear no mercado. Talvez o principal elemento desse sucesso foi justamente a sua proximidade com um relógio convencional, através de um design com tela redonda. Isso resultou em um produto visualmente bonito, atraente, e que não parecesse necessariamente um gadget que chama a atenção dos olhares alheios.

Aliás, esse é um aspecto curioso do segmento dos smartwatches. O grande público preferiu designs que se assemelham ao relógio que eles já usam hoje, e não algo futurista e chamativo. É compreensível.

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Fato é que o novo Moto 360 mantém a sua beleza no design… e a barra preta na parte inferior da tela, tão criticada na primeira versão. Ao menos dessa vez a Motorola explicou para que ela serve: lá está o sensor de luminosidade do relógio. De qualquer forma, duas versões – com 46 mm e 42 mm de diâmetro – estão disponíveis, para atender ao gosto e ao pulso de usuários com diferentes perfis de uso.

Para as mulheres, várias edições de pulseiras com espessura menor, além de um novo sistema para instalação e remoção de pulseiras, visando oferecer algo mais prático e intuitivo. E é legal ver uma empresa apostando nos gadgets para o público feminino, mesmo sabendo que, no final das contas, o que importa é um maior volume de vendas, e o dinheiro que essas vendas pode oferecer.

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O usuário esportista também não foi esquecido. O Moto 360 Sport, com pulseira emborrachada, conectividade via Bluetooth, GPS, pulseira especial tela com tecnologia que permite uma melhor visualização em ambientes externos, está prometida para um momento posterior. É um dos segmentos que os smartwatches atendem muito bem, o que justifica o investimento em uma versão específica.

Uma das questões a serem respondidas é se o novo Moto 360 consegue mesmo oferecer uma maior autonomia de bateria. No modelo de 46 mm, essa bateria é de 400 mAh, mas no modelo de 42 mm, a bateria cai para 42 mm. A Motorola afirma que, com um processador mais eficiente, os dois dias de autonomia de uso normal estão garantidos. Mas só na prática para saber. Esperamos que eles realmente tenham ajustado esse detalhe.

Por fim, o Moto 360 2nd Edition pode entrar na lista dos desejados de muita gente. Mantém a sua aposta bem sucedida do ano passado, com algumas melhorias bem vindas. Se acertarem no quesito bateria, pode novamente ser o campeão entre os smartwatches com Android Wear e, quem sabe, superando os modelos com outros sistemas operacionais.

Por que o Apple Watch já é considerado (por muitos) um fracasso?

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Não temos números oficiais da Apple (que não os revela talvez por conta do tema que vou tratar nesse post), mas muitas fontes especializadas em estatísticas de mercado afirmam que o Apple Watch, relógio inteligente da Apple, não decolou no mercado. Ok, eu sei que ele está em poucos mercados. Mas nem nesses poucos mercados ele é considerado um sucesso de vendas.

A Apple não revela números, e até entendo que antes desses números serem oficiais, é difícil determinar um parecer para que o produto não esteja vendendo como esperado. Sem falar que Tim Cook revelou no último anúncio de relatório trimestral que ‘as vendas do Apple Watch ficaram acima das nossas expectativas’. Mas… o que eram as expectativas? E o que pode ser considerado ‘bom’ para uma empresa como a Apple?

Tim Cook também disse que, proporcionalmente, o Apple Watch teve uma melhor recepção do que o primeiro iPhone e iPad na época dos seus respectivos lançamentos. Mas… o que diabos é isso? Sobre o iPad, mesmo ele sendo visto com muito ceticismo na sua primeira versão, ele foi muito bem vendido nos primeiros meses. E sobre o iPhone, eu nem preciso entrar em maiores detalhes, já que ele foi um sucesso praticamente instantâneo no seu tempo.

Bom, por partes.

Se tudo estivesse tão bem assim com o Apple Watch, Tim Cook já teria esfregado números na nossa cara. Como não fez isso, as especulações sobre o fracasso do Apple Watch aumentam. Fornecedores de componentes e fontes dentro de grandes distribuidores e varejistas internacionais afirmam que o volume de produção e vendas do relógio inteligente da Apple está em um número muito abaixo do esperado, perdendo o chamado ‘ponto de equilíbrio’ para que o produto se traduza como um sucesso comercial.

Mais: a queda na encomenda de componentes acontece no terceiro trimestre do ano, período onde normalmente aconteceria o contrário, ou seja, um aumento de solicitações de componentes para acelerar a produção de unidades, pensando no período de vendas natalinas. E não é isso o que está acontecendo com o Apple Watch.

Fato é que: independente se temos um sucesso ou fracasso do Apple Watch, o relógio inteligente não foi capaz de repetir o fator de influência no mercado que produtos como o iPod, o iPhone e o iPad fizeram no seu tempo. Definitivamente, o dispositivo não é a referência dentro de um segmento que ainda não está maduro o suficiente para que um produto se estabeleça.

As pessoas ainda não sabem o que fazer direito com um smartwatch. Ou não querem um porque estão satisfeitos com os seus relógios de pulso. Ou com os seus celulares e smartphones, que fazem um monte de coisas, inclusive mostrar as horas. Ou porque entendem não precisar de um relógio inteligente nesse momento. De fato, além da quantificação dos seus dados biométricos e das notificações vindas do smartphone – a maioria nem independente do telefone é -, não há muita razão para a maioria comprar um smartwatch.

Eu já disse que quero um smartwatch no futuro. Mas eu não conto. Eu sou geek. Sou fanático por tecnologia. Quero qualquer coisa que tenha uma bateria. Mas a maioria não é assim.

Sem falar que temos outro fator bem óbvio para o mico do Apple Watch: o preço.

O relógio inteligente da Apple é consideravelmente mais caro que os seus concorrentes, e para um segmento onde a maioria das pessoas não compreende por que precisam de um produto como esse, colocar um valor muito elevado ‘apenas porque é a Apple’ não é a melhor estratégia a ser tomada. Tudo bem, tem usuário da Apple que compra qualquer coisa. Mas até esse comportamento tem limites.

Sem falar que o produto ainda é limitado de recursos e funcionalidades. É ‘cru’ no seu software, tal como a maioria dos relógios inteligentes no mercado. O que reforça a teoria do ‘o que eu vou fazer com um relógio desses no meu pulso?’.

O Apple Watch está disponível em poucos mercados. mercados esses que a Apple considera relevante e importante. E, mesmo assim, o produto não decola. Imagina quando chegar nos mercados intermediários, e com os valores cobrados.

É… eles se esqueceram que ‘não está fácil para ninguém’, e que no terreno dos relógios inteligentes, eles precisam entender que isso se torna ainda pior. O Pebble se dá muito bem porque é mais relógio do que smartwatch e, por isso, é um produto barato. E os demais? Não ouço falar muito dos demais.

Talvez a Samsung com a linha Gear, ou a Motorola com o Moto 360. Os demais? Muito pouco.

A Apple precisa pensar em tudo isso e tomar uma atitude. Ou repensar o preço (duvido), ou repensar o produto, apresentando uma proposta mais completa, e que justifique o seu caro preço. Senão, vai ficar com um mico nas mãos.

Testarei sim o LG G Watch R. Mesmo descontinuado…

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Eu recebi da assessoria de imprensa da LG do Brasil uma unidade do LG G Watch R, smartwatch cujo review será publicado em breve no TargetHD. O produto foi enviado para testes, mas em uma situação bem curiosa: ele chegou aqui um dia depois da LG anunciar que esse modelo será descontinuado.

Quem me deu o aviso foi um dos usuários que acompanham a minha conta no Instagram, e confirmei depois de uma busca rápida na internet. Alguns usuários podem reclamar disso, e até achar que esse review será uma perda de tempo, já que é um produto que (na teoria) a LG lá fora deixou de apostar no produto. Não é bem assim.

Para começar, desde que eu comecei o blog, eu nunca me recusei a testar algum produto, de qualquer fabricante. Mesmo aqueles que o grande público não vê com bons olhos. Até porque quero dar a chance de pequenos e grandes fabricantes apresentarem suas opções, e mostrando que podem oferecer produtos de qualidade.

Além disso, eu adoro fazer os testes de produtos. Criei o blog para também receber esses gadgets e testá-los. É algo que mostra que o meu trabalho está alcançando esses objetivos.

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Sem falar que estamos no momento onde a grande tendência de mercado está nos dispositivos wearables. Bom, pelo menos é isso o que os grandes fabricantes querem vender ao consumidor final – se vai pegar, isso é outra história -, e esse é mais um dispositivo dessa categoria que entrará para a linha lista de produtos testados.

Ainda não fiz o vídeo de primeiras impressões, algo que deve acontecer ainda nessa semana. Mas achei interessante fazer esse registro com vocês. Para quebrar um pouco desse paradigma de que só podemos falar dos grandes lançamentos. Bom, é claro que temos que dar ênfase para eles. Mas não me recuso a falar de produtos que foram descontinuados. Até porque, ao que tudo indica, no Brasil, o G Watch R vai ficar algum tempo no mercado, sendo a opção mais ‘econômica’ do recém lançado Watch Urbane.

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Smartwatch Samsung Galaxy Gear Fit

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O Samsung Galaxy Gear Fit não se limita a ser apenas um relógio inteligente ou uma pulseira quantificadora. O produto tem como objetivo ser um item complementar para alguns modelos de smartphones e tablets da Samsung, expandindo as funcionalidades para tornar a vida do usuário mais prática.

O dispositivo é capaz de se conectar ao smartphone compatível de forma simples, oferecendo notificações, histórico de chamadas, mensagens e player musical de forma prática e simples, em sua pequena tela monocromática. O Galaxy Gear Fit também permite a comunicação por voz com o telefone.

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Ferramentas de controle de mídia, podômetro, cronômetro e temporizador são alguns recursos que o Galaxy Gear Fit pode oferecer ao usuário. Além disso, o gadget trabalha com aplicativos de exercícios e frequência cardíaca, se alinhando ao conceito de gerenciamento de estilo e saúde de vida (apenas como referencial – não é válido para o uso médico).

O Gear Fit pode ser customizado, e o usuário pode inserir planos de fundo, ajustar o visor e as funções do Bluetooth e outras funcionalidades que tornam o seu uso mais dinâmico.

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Sony Smartwatch 2

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O Sony Smartwatch 2 visa expandir a experiência de uso do smartphone com sistema operacional Android, oferecendo novas ferramentas de comunicação. O dispositivo interage com o telefone inteligente via Bluetooth, recebendo as suas notificações e até rodando alguns aplicativos disponíveis na Google Play.

O relógio inteligente da Sony é feito em policarbonato emborrachado, e promete ser uma solução simples e direta para os usuários que desejam um relógio inteligente no pulso. Enfrenta uma concorrência pesada, como os modelos da Motorola e LG, e se aproveita do momento de início do mercado de smartwatches para marcar a sua presença junto ao consumidor.

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O Apple Watch de US$ 10 mil!

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Confesso que o Apple Watch foi algo que não me seduziu desde o começo. Aliás, a maioria dos relógios inteligentes deixam a desejar, na minha opinião. O único que realmente me interessou foi o Motorola Moto 360 e, mesmo assim, ele ainda parece um “produto inacabado” aos meus olhos. Mas algo me diz que para o resto do mundo applemaníaco, não será assim. Tanto que a Apple aposta alto no produto.

Alto a ponto de oferecer uma versão exclusiva, de luxo e limitada, que custa a ‘bagatela’ de US$ 10 mil. Bom, vamos por partes, como diria o Jack (Bauer… vai por mim, ele fez picadinho de bandido na 8ª temporada de 24 Horas…).

Eu poderia aqui sair berrando “absurdo, a Apple está louca, isso é um preço descabido, só babaca paga esse preço…”. Como eu estou em uma fase da minha vida onde pretendo ser mais calmo, centrado e objetivo, eu não vou dizer isso. Nem mesmo daqueles que podem pagar até US$ 1.100 por um Apple Watch “comum”, apenas por conta das pulseiras com material mais refinado.

Nada disso. A questão não é monetária, ou se alguém vai perder dinheiro nessa. Nem penso nisso.

Dessa vez, não vou criticar a Apple pelo fato de oferecer um produto caro pra caramba, que poucos podem pagar. Afinal, é o que eles querem: que poucos paguem e caro por seus produtos, para que as margens de lucro sejam sólidas e garantidas. Ou seja, a Apple está repetindo a estratégia que vem dando certo nos últimos trimestres.

No caso específico desse Apple Watch de US$ 10 mil, a Apple decidiu “brincar um pouco”. Estamos falando de uma série limitada de um relógio inteligente, que será vendido por um fabricante muito popular, e que certamente vai ser motivo de status e ostentação por aqueles que podem comprar o produto. Sem falar no marketing que essas vendas dos modelos exclusivos devem gerar para a gigante de Cupertino.

Ou seja, a Apple lança um relógio inteligente mais caro que os demais na sua versão comum. E ainda se dá ao luxo de lançar uma versão ‘de luxo’ desse mesmo relógio, que custa US$ 10 mil.

Você concorda que os custos de produção dessa série limitada não deve variar muito em relação ao modelo tradicional do smartwatch, o que fatalmente vai garantir uma margem de lucro no mínimo generosa para a Apple?

Pois é.

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A Apple está “brincando” porque pode fazer isso. Registrou vendas e lucros fantásticos no quarto trimestre de 2014. Tim Cook estava até mais relaxado e sorridente durante o evento de ontem (9). Podem até “testar” novas possibilidades de ampliar os seus lucros a médio prazo, mas principalmente de reforçar a sua imagem no mercado de empresa de tecnologia mais cobiçada, lembrada, amada e odiada do planeta.

De novo: não me vejo com um Apple Watch no pulso. Acho que, tal como a maioria dos relógios inteligentes do mercado, o produto da Apple ainda precisa amadurecer no seu conceito geral. Mas diferente das outras oportunidades (onde critiquei a empresa, e com razão), não vou nem questionar os US$ 10 mil cobrados pelo modelo de luxo, ou os US$ 1.100 que podem pagar pelo modelo ‘normal’ do relógio.

Afinal de contas, a Apple está podendo. E quem vai pagar esse preço pelo produto, simplesmente pode pagar. E não será um relógio inteligente de US$ 1 mil ou US$ 10 mil que vai influenciar tanto assim os valores atuais.

A não ser que a Samsung resolva fazer mais ou menos a mesma coisa. Se é que vocês me entendem.

Dicas de como como aproveitar as funções básicas do Motorola Moto 360

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Em 2014, a Motorola lançou o Moto 360, smartwatch que impressionou pelo design, possibilitou aos usuários maior aproximação com seus smartphones e tornou as informações mais acessíveis, de maneira rápida e prática. Com o Moto 360, é possível verificar ligações, checar atualizações nas redes sociais, receber e responder mensagens por meio do comando de voz e muito mais. Para aprimorar a experiência com o produto, a Motorola aponta cinco dicas:

Comandos de voz: responda sem as mãosMoto Body: monitore os passos
Com o Moto Body ativo, é possível monitorar os passos dados em caminhadas. O aplicativo permite comparar os números ao final de cada semana e visualizar o progresso em relação à meta semanal. Quanto melhor o resultado, mais exigente será o Moto 360, que é capaz de gerar novas metas a ser alcançadas.

Com o Moto 360, é possível responder a um Google Hangout ou um whatsapp apenas com a voz. Para isso, ao receber a notificação, basta deslizar o dedo para a esquerda na tela, selecionar “Reply” e falar o que quiser.

Câmera: diga xis
Sempre que a câmera for aberta, o aviso “tire uma foto” vai aparecer na tela do Moto 360. Com isso, é possível posicionar o celular e utilizar o relógio como um controle remoto para tirar fotos a distância.

Notificações: festa selecionadaMostrador: faça você mesmo
O Moto 360 possibilita mudar o mostrador quantas vezes o usuário desejar. Com o aplicativo Motorola Connect, também é possível criar seu próprio design. Para isso, basta selecionar “Personalizar”, escolher uma foto da galeria do celular e personalizar ponteiros, acentos e marcadores do relógio. Assim que estiver pronto, o novo mostrador será sincronizado automaticamente com o Moto 360.

Não se preocupe se o celular estiver cheio de aplicativos incríveis. O Moto 360 não precisa receber todas as notificações, pois possibilita escolher quais aplicativos deseja ver e quais prefere esconder. Para isso, basta abrir o aplicativo Android Wear no celular, selecionar “Configurações”, ir até o ícone “Bloquear notificações de aplicativos” e nele selecionar o que deve ou não ser sincronizado com o Moto 360. Em alguns casos, também é possível bloquear as notificações adicionais dos aplicativos deslizando o dedo para a esquerda na tela do relógio.

Via assessoria de imprensa

Aquele tempo em que a Nintendo fabricava “relógios inteligentes”

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Samsung, Motorola, LG, agora a Apple… todos “copiaram” a Nintendo. Ou melhor, a empresa Nelsonic, que tinha a licença para fabricar relógios com os minijogos da Nintendo. Por conta disso, esses dispositivos eram considerados (na sua época) “relógios inteligentes”.

Os relógios da Nintendo chegaram ao mercado no final da década de 1990. Não contavam com sensores ou pulseiras coloridas, muito menos se conectavam com o celular. Mas contavam com jogos oficiais da Nintendo. E eram modelos com vários jogos: Zelda, Mario e até StarFox.

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Na época, custavam US$ 20 (ou US$ 38, nos valores atuais). E essa é uma boa forma de lembrar que, no mundo da tecnologia, poucas coisas são realmente inéditas.

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Queremos smartwatches com design clássico, ou queremos ir além disso?

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Eu ainda uso um relógio de pulso, mas conheço muita gente que, por conta do smartphone, já nem usa mais o acessório. Mas… e no caso dos smartwatches? Será que esse grupo se interessa? Os fabricantes desejam que sim, e apostam no formato clássico de relógio para isso acontecer.

Os modelos que chegarão ao mercado no último trimestre de 2014, com preços entre US$ 200 e US$ 350, apostam no design de relógios clássicos, com algumas poucas propostas no formato quadrado (e ligeiramente curvo), mas a maioria com o círculo clássico. A Apple mesmo é uma exceção dessa regra: o Apple Watch não quis seguir essa tendência, apostando na oferta de um produto que segue a proposta da empresa de Cupertino, não apenas no design, mas também na ideia de apresentar um produto pensado na exclusiva experiência de uso, tentando abraçar os geeeks e os casuais em diferentes aspectos.

Porém, o Moto 360 segue sendo o modelo referência no quesito design. Foi o que mais chamou a atenção do consumidor pela sua aparência. A LG percebeu isso, e rapidamente apresentou o LG G Watch R, segundo modelo da empresa com Android Wear. Os dois são apenas os primeiros de uma leva de produtos com essa mesma proposta de design, que devem aparecer nos próximos meses.

Já outros fabricantes apostam no conforto, e não exatamente no aspecto redondo da tela. Por exemplo, o ASUS ZenWatch e o Samsung Gear S, que aparentemente conseguem ser bem equilibrados no design, mas resta saber se o sistema operacional presente nos dois modelos pode oferecer a experiência de uso esperada (ou ao menos satisfatória).

De todos os modelos recém anunciados, o Sony Smartwatch 3 é o que menos aposta na moda em relação ao design ou materiais. Os japoneses destacam as várias mudanças de pulseira, ou um aspecto claramente voltado para os esportistas, onde a resistência IP68 está um pouco acima dos seus adversários.

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Em comum, todos os smartwatches contam com um problema a ser resolvido: autonomia de bateria. Esse é um ponto fraco em todos os modelos apresentados até agora. Um dia de uso é o máximo alcançado, principalmente por conta de suas telas e recursos de conectividade. E essa história de carregar todos os dias um smartwatch é algo que não agrada em nada a maioria dos usuários.

Além disso, a maioria dos modelos contam com uma aparência mais séria, mas sem renunciar as aspirações esportivas. A proteção IP67 é ponto comum em todos eles, exceto no modelo da ASUS (IP55) e da Sony (IP68). Por contar com pulseiras de plástico de série, o Smartwatch 3 da Sony parece ser a melhor alternativa para os atletas, combinando a clara aspiração esportiva, mas oferecendo um sistema de troca de pulseiras. Nesse sentido, a Apple repete essa estratégia.

Outra característica importante em um smartwatch é a conectividade e o funcionamento com o pulsômetro. Muitos dos relógios já contam com um sistema de medição de batimentos cardíacos durante as atividades. Sobre o GPS, apenas o Samsung Gear S e o Sony Smartwatch 3 contam com esse recurso, e para que o relógio tenha valor por si mesmo como esportivo, muito além dos acelerômetros ou podômetros, ter um GPS para calcular o percurso recorrido é fundamental. Me incomoda ver esses relógios recorrendo ao GPS do smartphone para isso (apesar de compreender o pensamento dos fabricantes).

Enfim, beleza não é tudo nesse mundo, e a prova disso é que nesse post abordamos outros aspectos que vão além do fato do relógio ser redondo ou não. É fundamental que os usuários pensem nessas questões na hora de comprar o seu relógio inteligente. Isso é, para aqueles que vão voltar a usar um relógio.

No meu caso, ainda estou pesquisando. Por enquanto… #VemNiMim Moto 360!

Apple Watch: inteligente (até demais), quadrado e caro

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A estrela principal da Apple no evento de hoje (9) foi, sem sombra de dúvidas, o Apple Watch (antes conhecido como iWatch, mas todo mundo foi passado para trás nesse aspecto). Esse foi o melhor segredo da Apple nos últimos meses, pois até o evento de hoje, a imagem do produto ou seus recursos não apareceram em nenhum lugar na internet ou em veículos especializados, mesmo com seu anúncio sendo dado como certo antes dias de sua apresentação oficial.

De qualquer forma, o Apple Watch veio com a intensão de entrar de cabeça no negócio dos relógios inteligentes, com qualidades e defeitos. Talvez a sua principal qualidade é ser um novo produto da Apple, com a identidade da Apple. Um vídeo imenso com várias funcionalidades (muitas delas já presentes em outros dispositivos), novas formas de interagir com essa categoria de produto (como o pequeno disco na lateral do relógio), três versões do dispositivo (com dois tamanhos em cada uma delas), pulseiras intercambiáveis, e um design que remete à linguagem da Apple de alguma forma.

Apesar de ser um smartwatch quadrado. Ainda prefiro os telefones redondos. O que não quer dizer que o relógio da Apple é “feio”. Só não acho o seu design tão legal assim.

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Uma das coisas mais legais do Apple Watch é que a Apple repensou a interface de forma específica para que o produto funcione bem em uma tela tão pequena. Aliás, por conta de suas baixas dimensões de tela, eles entenderam que um replanejamento da interface de uso era mais do que necessária. Aliás, eles entenderam algo já percebido no Android Wear e no Tizen adaptado para smartwatches: não dá para reduzir um sistema de uma tela maior em um dispositivo com uma tela menor.

Outro ponto positivo – e até mesmo esperado – no Apple Watch é a grande presença de sensores e tecnologias de quantificação e monitorização do usuário. Com a ajuda do HealthKit, o relógio pode medir diversos aspectos de sua atividade física diária, seguindo assim a tendência da maioria dos smartwatches disponíveis no mercado, que é ser o grande aliado do usuário nos cuidados de sua saúde. São elementos que naturalmente agregam valor ao dispositivo, aumentando sua relevância na compra.

Porém, temos que falar dos problemas que o produto já apresenta.

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Para começar, não existem recursos realmente revolucionários (nem esperava muito isso mesmo) ou tão diferentes assim no Apple Watch em relação aos demais smartwatches. E as poucas coisas minimamente interessantes (quantificação, interação com elementos físicos como fechaduras, etc) ou estão presentes em outros dispositivos do gênero (em formatos diferentes) ou podem estar sem maiores dificuldades, com simples adição de software.

Para muita gente, a Apple mostrou como o sistema funciona, mas sem mostrar realmente alguma funcionalidade que vale a pena o investimento no produto. Sem falar que os detalhes mais importantes do seu hardware não foram revelados: afirmaram que contam com recursos de hardware especificamente pensados no relógio, com sensores e co-processadores específicos, mas nenhum dado relevante foi apresentado, que possa comprovar (ou levantar dúvidas) sobre o seu real potencial técnico.

Inclusive a sua bateria, que sequer foi mencionada durante a sua apresentação. Muitos afirmaram que a Apple ainda está brigando para oferecer uma autonomia de uso minimamente decente com o Apple Watch, e por conta disso, nada foi dito nesse aspecto. Não duvido disso. Quero lembrar também que esse não é um problema específico do relógio da Apple, e outros fabricantes também encontram problemas nesse sentido.

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Mas o que realmente me incomoda com o Apple Watch é o fato dele depender (e muito) do iPhone para funcionar de forma plena. Não só depende da troca de dados com o smartphone, mas também da conexão via WiFi, 3G ou 4G do telefone, e – pasmem – do GPS do mesmo, para as funcionalidades de geolocalização. Agora, do que adianta você usar o relógio para suas atividades esportivas – especificamente caminhadas e corridas -, sendo que você precisa do smartphone junto para se localizar no mundo?

Isso mesmo: nada.

A mesma regra vale para o Apple Pay: o Apple Watch é compatível com o novo sistema de pagamentos da Apple, mas por ser um tanto quanto burro nas funções de conectividade, ele depende do iPhone para confirmar a compra que acabou de ter o seu pagamento iniciado pelo relógio.

Não faz o menor sentido!

Na boa? Eu esperava uma maior independência do Apple Watch. Sejamos francos: é a Apple. Você espera mais do que isso. Se até a Samsung colocou um SIM card e GPS em um dos seus relógios com Tizen, por que a Apple fica regulando mixaria para os usuários? Ainda mais quando o produto custa notoriamente mais caro que os seus principais concorrentes (US$ 349).

No final das contas, o Apple Watch até passa como dispositivo para geeks e para os fãs da Apple, mas peca em aspectos essenciais. Não estou desmerecendo o produto – vai que algum dia a vida me permita a ter um desses, não é? -, mas não me desperta tanto interesse assim. Entre ele e o Moto 360, eu ainda opto pelo modelo da Motorola. Os diferenciais do relógio da Apple não justificam o investimento a mais.

Mas isso, na minha opinião, é claro.

Sobre o Motorola Moto 360

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Antes do seu anúncio oficial, eu já queria esse produto como um dos meus itens de tecnologia para o final do ano. Depois da sua apresentação, bom… quanto custa o novo Moto X mesmo? Bom, a Motorola apresentou oficialmente o Moto 360, o relógio inteligente mais cobiçado de 2014. O produto continua sendo atraente, mas não é perfeito. Não que isso estrague tudo, mas me deixa com um pé atrás.

Primeiro, falemos dos pontos positivos do produto. Para começar, o seu design é excelente. Um smartwatch com design que se aproxima dos relógios convencionais que utilizamos hoje, com uma tela redonda – diferencial que rapidamente pode ser considerado um ponto de referência para os fabricantes, já que caiu no gosto de muita gente -, as funcionalidades do Android Wear complementadas com os recursos exclusivos da Motorola que exploram todo o potencial do dispositivo – principalmente quando interage com o novo Moto X.

O Moto 360 tem como outra grande vantagem (ou diferencial, entendam como quiser) o seu sistema de recarga sem fio, que aparentemente é o mais prático possível. Ao final do dia, você tira o relógio do pulso para dormir, acomoda o dispositivo no carregador, e pronto. Sem conectores ou cabos para ficar em cima do seu criado mudo (sério, minha mulher reclama disso).

Pelo seu tamanho, o Moto 360 aparenta ter uma tela relativamente grande, com um peso de 49 gramas. Não que isso seja um problema, mas acho que o público feminino não vai se sentir tão interessada em utilizar um dispositivo desse tamanho no pulso. Por outro lado, como esse relógio também conta com aspirações esportivas (quantificador, contador de passos, pulsômetro, etc), esse é um dispositivo que pode ser muito bem vindo para aquelas pessoas que querem usar um único dispositivo durante todo o dia.

Sem falar que esse relógio também conta com 4 GB de armazenamento, e coma ajuda dos novos fones Bluetooth apresentados hoje, é possível reproduzir algumas músicas armazenadas nessa memória, dispensando assim o uso do smartphone ou celular como player musical, ou até mesmo dispensando o MP3 player de todo o sempre na hora de ouvir suas músicas durante as caminhadas, corridas e exercícios.

Mas como eu disse no começo, o Moto 360 não é perfeito. O seu grande ponto fraco (por enquanto) é a sua bateria, que não tem autonomia prometida para mais de um dia de uso. Tudo bem, eu entendo que os aspectos técnicos que implicam em um maior consumo de energia em um dispositivo como esse devem ser levados em consideração, e que esse é apenas um dos primeiros relógios inteligentes do mercado (ainda é um segmento novo para o mundo da tecnologia), porém, o que os usuários mais desejam nos seus gadgets é que eles funcionem por mais tempo longe do carregador.

No caso do Moto 360, vamos ter que recarregar sua bateria todos os dias. Se a pulseira quantificadora já me incomoda recarregar a bateria a cada dois dias, imagine com um relógio…

Enfim, não chega a ser uma decepção. Ainda quero o Moto 360, mas quero testá-lo antes. Acredito que vou fazer o review do produto o quanto antes me form permitido. Diferente do novo Moto X, que já tem um grande potencial de compra da minha parte antes mesmo de um teste mais prático, o relógio da Motorola ainda precisa passar por uma avaliação mais aprofundada para um investimento em definitivo. Até porque o seu valor no Brasil ainda não foi anunciado.

Mas há potencial, devo admitir.