@oEduardoMoreira

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Meninos, eu vi… o Moto Z Play

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Já que a Lenovo não me convidou para o evento de chegada dos novos Moto Z e Moto Z Play no Brasil (mesmo sabendo que eu estava próximo à São Paulo dessa vez), eu entro no modo “me viro nos 30” e vou conhecer pelo menos o Moto Z Play de alguma forma.

Então, no shopping Praia Mar em Santos (SP), que tem uma estátua do Aquaman na porta (eles afirmam que é Netuno o cidadão que está na frente do shopping, mas eu JURO que é o Aquaman…), eu encontrei na loja da Vivo uma unidade do Moto Z Play em funcionamento.

Pude testar o dispositivo por alguns instantes, e passo nesse post as minhas impressões.

 

Moto Z Play: impressões

 

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A unidade em demonstração na Vivo estava com o módulo de áudio da JBL conectado, o que me impediu de ver por completo a espessura do aparelho. Mesmo assim, eu consegui obter uma boa ideia de como o produto foi concebido.

Na sua estrutura geral, estamos diante de um belo smartphone com uma estrutura metálica muito interessante. Algo que chama a atenção é ver como a Lenovo assumiu o seu DNA em um conceito de design claramente herdado da Motorola. Ainda mais com o conceito do modularidade do produto.

 

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Considerando que estamos diante do Moto Z Play, devo lembrar que, sem o módulo, a protuberância da câmera traseira é bem menor do que a do Moto Z original. Algo que chama a atenção quando colocamos os modelos lado a lado.

 

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Os poucos detalhes que antes eram cromados agora estão revestidos em preto, dando uma uniformidade ao design do produto.

As laterais da tela são cromadas, para reforçar a sensação que as bordas da tela são realmente mais finas.

 

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O módulo de áudio da JBL em demonstração funciona tal e como prometido. Tem uma base para sustentação do dispositivo, e o som é reproduzido em um volume elevado.

Na prática, temos um alto-falantes integrado ao smartphone, através do conceito modular magnético proposto pela Lenovo.

Pode ser muito bem vindo para quem gosta de entretenimento, ou para quem quer ouvir música sem os fones de ouvido, enquanto realiza alguma atividade doméstica.

 

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Uma das decepções óbvias e já sabidas sobre o Moto Z Play está nesse pequeno leitor de digitais. Não por causa do seu funcionamento, já que ele cumpre o que promete. Mas sim porque ele é apenas um leitor de digitais e nada mais.

O ideal seria que ele fosse um botão home, como acontece nos dispositivos da Samsung e de outros fabricantes. Faz muito mais sentido e é mais intuitivo no uso geral.

 

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Enfim, o Moto Z Play me passou boas impressões. Na verdade, ótimas.

Tenho curiosidade em saber se o conceito modular realmente funciona de forma efetiva e em um uso mais amplo. Mas esse detalhe só a Lenovo pode me ajudar! ;)

Como podem cobrar mais que R$ 450 no Moto G 2014?

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Eu entendo que os donos de um Moto G sintam um amor eterno pelo seu dispositivo. Só não entendo por que a devoção leva à supervalorização na hora da revenda.

Recentemente, escrevi que achava um absurdo as pessoas cobrarem mais de R$ 300 por um Moto G de primeira geração, modelo lançado em 2013 e já descontinuado pela Motorola (que, na época, era uma empresa da Google ainda). O modelo nem no mercado está mais. Agora, vejo fenômeno semelhante com o Moto G de segunda geração, lançado em 2014, que ainda está no mercado, mas tem um défcit considerável para o Moto G3, lançado um ano depois.

 

Aceitem a desvalorização

Para começar, um smartphone Android se desvaloriza mais que um iPhone. Mais e mais rápido. Logo, entenda que o valor a ser recuperado na revenda será naturalmente menor, por conta de uma própria disposição do mercado. Se você pedir um valor muito alto, você vai ficar com o aparelho na mão, pois o cliente vai dizer “por esse preço, eu prefiro comprar um novo”.

Além disso, estamos falando de tecnologia pura e simples. Diferente do mercado de videogames (onde o ciclo de renovação das gerações é consideravelmente maior – aproximadamente sete anos), o mercado de smartphones tem um fluxo constante e intenso de novidades, e dois anos é tempo mais que suficiente para deixar um dispositivo obsoleto nos seus aspectos técnicos.

Ainda mais no caso dos smartphones Android, cujo sistema operacional devora recursos de forma voraz.

Ou seja, essa supervalorização de um dispositivo apenas porque ele é seu não faz muito sentido nos dias de hoje. Tem gente cobrando R$ 550 em um Moto G 2014, sendo que por R$ 750 você compra um Moto G 2015 novo no Submarino.

Para mim, isso não faz o menor sentido. Ainda mais em tempos onde a palavra de ordem é DESAPEGO.

Logo, amiguinhos… não queiram perder a noção das coisas. Quando for revender o seu smarphone (ou produto de tecnologia de um modo geral), entenda que existe uma oferta enorme, e que o seu produto terá que competir com isso. Respeito o dinheiro suado que você gastou no seu dispositivo, mas a realidade é uma só: ele é mais um entre tantos.

Ou seu produto é muito especial (e você mostra isso de forma efetiva), ou aceita que ele não vale essa Coca-Cola toda que você está cobrando.

Moto Z e Moto Z Force: inovadores tops de linha da Lenovo

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A era Moto X chegou ao fim oficialmente. A Lenovo apresentou ontem (9) na Lenovo Tech World 2016 uma nova série de smartphones top de linha, nos modelos Moto Z e Moto Z Force.

De fato, a Lenovo queria colocar a sua identidade nessa série, mas mantendo a linha Moto no seu DNA de alguma forma. Na prática, não podemos dizer que eles não conseguiram isso: estamos diante do primeiro smartphone dessa série a contar efetivamente com a intervenção direta dos asiáticos na sua concepção e inovações. Ao mesmo tempo, preservou elementos que fizeram essa série ser muito cobiçada durante os tempos em que esteve nas mãos da Motorola.

De um modo geral, são smartphones muito bonitos. É dispensável destacar a baixa espessura do dispositivo, que combinado com o seu acabamento com ar metálico denota uma estética mais premium ao dispositivo. Porém, o Moto Z vai além da beleza. Oferece novidades bem interessantes, como o seu conector inteligente e os muito enfatizados MotoMods.

O conceito de smartphone modular está se tornando mais popular e real para o mercado de smartphones, e antes do Ara chegar ao mercado. Pode não ser aquele dispositivo altamente customizável, onde você pode inserir e remover aspectos como sensor de câmera, módulo de armazenamento, GPS e outros aspectos de hardware. Mas a ideia é a mesma: poder adicionar quando quiser complementos que potencializam o uso do dispositivo em diferentes esferas e situações.

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Tudo bem que os Moto Mods comprometem a estética refinada do Moto Z, mas não podemos ter tudo nesse mundo, não é mesmo? E, mesmo assim, não deixam de ser conceitos interessantes, que podem ser muito bem aproveitados por muitos usuários. Essa versatilidade nos dispositivos é sempre bem vinda.

Nas especificações técnicas, o Moto Z é um autêntico top de linha, e não deve nada aos seus principais concorrentes de categoria. É um modelo que contém o melhor em termos de hardware do mercado atual, e com o Android quase puro da filosofia Moto, tem tudo para ser um dos modelos mais interessantes de 2016.

Resta agora saber se o preço que a Lenovo vai colocar nesse modelo no Brasil será tão premium quanto os últimos lançamentos da LG (LG G5) e Sony (Sony Xperia X). Se conseguir chegar na mesma faixa (aproximadamente R$ 3.500 ou menos), será um forte candidato na sua categoria. Afinal de contas, oferece especificações melhores, inovações relevantes, e um preço tão bom quanto esses lançamentos citados.

Como podem cobrar mais de R$ 300 no Moto G 2013?

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Estou eu vivendo a saga de buscar um smartphone intermediário, apenas como quebra galho antes de comprar o LG G4 (aka novo objeto de consumo para as jornadas tecnológicas). Não estou procurando um smartphone barato demais, mas também não quero pagar algo que não vai me entregar a relação custo-benefício que espero do dispositivo. Logo, imaginei que o Motorola Moto G poderia ser uma boa alternativa provisória.

Não estou muito preocupado com a geração do dispositivo, apesar de confessar uma preferência maior pelo modelo de segunda geração, lançado em 2014. Não compro o modelo de quarta geração novo porque ele hoje é o mesmo preço do LG G4 (ou um pouco menos, no modelo mais completo). Mas na impossibilidade de achar uma versão do Moto G 2014 que esteja em um preço que eu considere justo, vou acabar abraçando sem medo de ser feliz o Moto G 2013. É só por algumas semanas, para não ficar completamente sem smartphone.

O problema é que, ao pesquisar as opções no mercado de seminovos tanto no OLX como nos grupos de desapego nas redes sociais, percebi que o Moto G 2013 está um tanto quanto supervalorizado pelos seus proprietários. Não me entendam mal: acho o dispositivo excelente, foi um dos marcos da Motorola, é o smartphone mais vendido da história da empresa… mas daí a custar mais de R$ 300 em um produto que tem três anos de vida?

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Não estamos falando da Apple, pessoal. Estamos falando da Motorola, que é uma marca que, oficialmente, não existe mais (a Lenovo absorveu a empresa e matou a marca), de um produto que está descontinuado (ou seja, não é mais produzido) e que não possui suporte oficial do fabricante para novas atualizações do Android. Ou seja, mais defasado, impossível.

Mesmo assim, encontro absurdos nos valores cobrados, alcançando até R$ 500 em modelos com 8 GB de armazenamento. Nem é o modelo de 16 GB.

Alguma coisa está fora da ordem.

Eu bem sei que, quando fazemos um investimento em um produto, queremos recuperar uma parte desse investimento quando passamos o produto adiante. Porém, não podemos fugir da realidade dos fatos. O Moto G 2013 é um ótimo smartphone, mas foi amplamente superado pelos seus sucessores, e sequer receberá novas versões do Android. Sem falar que possui limitações quase inconcebíveis nos dias de hoje (sem slot para microSD, sem conectividade 4G).

Não estamos diante do iPhone do Android. Logo, não vejo motivos para que esse modelo seja tratado como tal.

Vendedores, me ajudem a te ajudar. Reduzam o preço desse Moto G. Caso contrário vou ter que ir direto para um smartphone novo. E vocês vão continuar tentando a venda. Apenas isso.

Adeus, Motorola Moto Maxx. Foi bom enquanto durou…

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Está chegando ao fim o meu caso de amor com o Motorola Moto Maxx, smartphone que foi de meu uso pessoal desde janeiro de 2015.

Não que eu ache o dispositivo ruim, ou que não atenda minhas necessidades diárias. Pelo contrário: depois do iPhone 4, foi o dispositivo que mais tempo ficou comigo. Um autêntico companheiro de jornadas pessoais e profissionais, com um hardware top de linha e desempenho excelente na maior parte do tempo. Porém, esse mesmo tempo passou, e chegou a hora de fazer a troca.

O principal motivo para o adeus foi o fato da Motorola simplesmente negligenciar nas atualizações do Moto Maxx, que oficialmente parou no Android 5.0.2, jamais chegando ao Android 6.0 Marshmallow, diferente do que a mesma Motorola prometeu. Aliás, alguns diziam que o modelo receberia diretamente o Android 6.0.1, algo que honestamente eu duvido que vai acontecer.

Além disso, um dos modelos que se tornou alvo de meu objetivo futuro é o LG G4, que finalmente chegou em um preço que eu posso pagar. Tudo bem, eu estou adquirindo um smartphone que foi lançado no ano passado. Porém, é um dos modelos que já conta com o Android 6.0 Marshmallow, e realmente não tenho condições ou disponibilidade de pagar o que é cobrado pela Samsung no Galaxy S7, ou pela Apple no iPhone 6s. Dentre os modelos top de linha, é justamente esse smartphone da LG um dos que podem atender melhor as minhas necessidades.

Um hardware muito equilibrado, uma tela excelente de 5.5 polegadas, armazenamento expansível, 3 GB de RAM e câmeras que estão entre as melhores do mercado. É um conjunto de hardware bem estabelecido e definido. A única coisa que vou sentir falta do Moto Maxx é da sua bateria de 3.900 mAh, que é excelente para as minhas necessidades. Mas vou ter que conviver com isso em nome de ter um dispositivo melhor.

Diferente de colegas blogueiros, eu não ganhei o Moto Maxx da Motorola. Eu paguei por ele. Logo, minha avaliação sobre o produto foi a mais isenta possível. E me desfazer dele nesse momento é um gesto que faço sem peso na consciência, e com total isenção. É uma pena que um modelo tão caro e tão promissor no seu hardware tenha estacionado nas atualizações. Entendo que o consumidor que paga essa quantia de dinheiro por um smartphone Android não pode ser negligenciado no suporte a esse nível.

Shame on you, Motorola!

Moto G4 e Moto G4 Plus

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Eles cresceram em tudo. Inclusive no preço.

Os primeiros smarphones da linha Moto G 100% assinados pela Lenovo (apesar de estranhamente o logo da Motorola estar presente na caixa) foram apresentados hoje (17), e mostram as melhorias habituais nas especificações de hardware, algo que todo dispositivo deve receber de tempos em tempos. Mas também mostra o crescimento e maturidade da série, que pode resultar efeitos com direções opostas: por um lado, temos o melhor Moto G já lançado, que se nivela com aquilo que o mercado de linha média premium pede hoje; por outro lado, o dispositivo pode deixar de ser o “bom, bonito e barato” que as pessoas tanto amam.

Por outro lado, entendo que o Moto G já está na hora de dar um passo adiante, de seguir em frente. Ser um modelo que ofereça um pouco mais, sem se limitar necessariamente ao quesito preço, e justificando um investimento um pouco maior. O problema específico aqui é que, em caso do modelo mais básico chegar ao Brasil na casa dos R$ 1.500, ele automaticamente ‘mata’ o Lenovo Vibe 7010, e isso pode ser um problema a médio prazo. A não ser que a Lenovo reduza um pouco o preço do Vibe. Mas vamos descobrir em algumas horas o que os asiáticos pensam sobre esse tema.

De qualquer forma, falamos de um smartphone que agora tem uma tela de 5.5 polegadas em Full HD e mais de 400 pixels por polegada. Uma melhora sensível pensando em um público que cada vez mais consome e produz conteúdos de imagem (fotos e vídeos). O aumento de tamanho e resolução de tela fez com que a bateria do dispositivo aumentasse para 3.000 mAh, algo mais do que necessário para aguentar essa demanda toda. Tudo bem que o processador Qualcomm Snapdragon 617, trabalhando com o Android 6.0.1 Marshmallow, será responsável por um melhor gerenciamento de bateria. Mesmo assim, quanto mais bateria melhor, em todos os sentidos.

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Os novos Moto G4 e Moto G4 Plus apresentam melhorias nas câmeras, ao mesmo tempo que esse é um dos itens onde os dois modelos são mais diferentes. Com sensores de 13 MP e 16 MP, o modelo maior teria um sensor fotográfico tão bom quanto aquele presente no iPhone 6s e iPhone 6s Plus (não sou eu que estou falando: foi a Lenovo/Motorola que lançou essa declaração na Índia). Aqui, o desafio é fazer com que um dispositivo da série conte com um sensor fotográfico de maior qualidade. Ao longo do tempo, as melhoras foram consideráveis, mas ainda deixaram um pouco a desejar na última versão. Quem sabe com um sensor ótico mais potente e um sistema de foco a laser ajude nessa equação.

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Alguns elementos do DNA da série Moto G estão presentes, como o modo de recarga rápida de bateria, linhas de design bem ajustadas, Android pouco customizado e com recursos inteligentes, entre outros. O que mostra o compromisso da Lenovo em ao menos manter a ideia inicial do dispositivo viva, apesar da proposta de oferecer uma melhor relação custo-benefício se perder com o passar do tempo. A decisão só vai ser desfavorável se os novos smartphones apresentarem problemas sérios, mas imagino que isso não vai acontecer.

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Em linhas gerais, as primeiras impressões do Moto G4 e Moto G4 Plus me agradam. As melhorias são pontuais, não descaracterizaram muito o dispositivo do conceito geral que as pessoas conhecem, e o fator preço pode ser decisivo para o sucesso dos novos modelos. Afinal e contas, esse ainda é um dos fatores decisivos na hora do consumidor escolher um smartphone para chamar de seu. Sem falar que, a cada ano, a concorrência dentro de sua faixa de preço é cada vez maior.

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Motorola Moto X Play

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O Motorola Moto X Play é a versão “light” do Moto X Style, mas tem as suas virtudes bem evidentes. É um dispositivo que possui um acabamento mais simplificado, mas não a ponto de desmerecer o dispositivo nesse aspecto, ao mesmo tempo que mantém importantes características que agregam valor ao dispositivo.

Para começar, um dos pontos fortes do Moto X Play é a sua autonomia de bateria. O modelo tem uma autonomia de bateria prometida de até 36 horas de uso (supostamente um uso moderado), permitindo ao menos que o usuário possa trabalhar com o seu smartphone ao longo do dia, sem se preocupar em recarregar a sua bateria. E, mesmo que realmente necessite de uma recarga, poderá fazer isso rapidamente, com o carregador TurboPower 15, que oferece até 6 horas de uso no smartphone com apenas 15 minutos de recarga.

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A grande diferença entre o Moto X Play e o Moto X Style está no seu hardware interno. Este modelo possui um processador Qualcomm Snapdragon 615 octa-core de 1.7 GHz, que apesar de ser um chip mais modesto que o Snapdragon 808 do Moto X Style, consegue entregar uma equilibrada experiência de uso ao trabalhar em conjunto com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB). Todo esse conjunto é gerenciado pelo sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, com baixa customização (aliás, as adições da Motorola são muito bem vindas).

O Moto X Play possui uma tela Full HD de 5.5 polegadas com alta qualidade de reprodução de imagens em diferentes ambientes. De fato, segue a tendência estabelecida previamente pelos seus principais competidores. Os recursos como Moto Tela e Moto Ações estão presentes na sua versão do Android, e se complementam às funcionalidades nativas do sistema da Google, como os comandos de voz do Google Now.

Esse modelo também conta com o recurso de dual-chip inteligente, selecionando automaticamente qual é melhor número para chamadas de voz e a tecnologia mais rápida para a conexão de dados.

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Outra ótima notícia é que o Moto X Play possui as mesmas câmeras do Moto X Style, ou seja, um sensor traseiro de 21 megapixels com flash LED duplo CCT (Correlated Color Temperature), e câmera frontal de 5 MP, pensada nas selfies e chamadas de vídeo. Além disso, esse modelo permite uma customização através do Motorola Shell e do Flip Shell, permitindo que o usuário combine o smartphone ao seu estilo.

Por fim, esse modelo também conta com o revestimento resistente aos respingos d’água, protegendo o smarpthone de dentro para fora, mantendo os seus componentes internos intactos caso o telefone receba uma chuva fraca. Seu nano revestimento cria uma barreira que repele a água, o que também ajuda em caso de derramamentos de líquidos e respingos.

Porém, atenção: assim como acontece com o Moto X Style, o Moto X Play também não foi projetado para ser submerso na água, nem exposto a água e outros líquidos sob pressão. Ou seja, ele não é um smartphone à prova de água.

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Motorola Moto X Style

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O Motorola Moto X Style é a “versão premium” da linha Moto X 2015. Veja bem, estou dizendo “premium” e não “top de linha”, uma vez que esta segunda categoria pertence ao Moto X Force. Dito isso, o modelo combina uma experiência Android (quase) pura, poderosos sensores fotográficos, um acabamento impecável e um hardware poderoso para a grande maioria dos usuários.

O primeiro cartão de visitas do Moto X Style é o seu conjunto fotográfico. Sua câmera traseira de 21 megapixels pode fazer gravações de vídeo em 4K (2160p), foco rápido e bom equilíbrio de cores. Seu acionamento com um giro rápido do pulso está mantido, uma adição que agrada e muito os usuários dos smartphones da Motorola. É uma câmera que promete entregar fotos de alta qualidade, uma vez que esse sensor recebeu melhorias significativas em comparação com as gerações anteriores.

O sensor frontal possui resolução de 5 megapixels, e sua lente tem um ângulo mais aberto, para que mais pessoas participem da selfie em grupo. Outro diferencial importante em relação a outros modelos da concorrência é a presença de um flash frontal, permitindo assim que o usuário tire boas fotos mesmo em ambientes com baixa luminosidade.

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A tela do Moto X Style conta com 5.7 polegadas, em resolução Quad HD (1440p). É uma tela mais que suficiente para oferecer imagens de alta qualidade para as mais diferentes necessidades. Os alto-falantes frontais aumentam a imersão do usuário no consumo de conteúdo multimídia e na execução de jogos.

Mais um ponto de destaque nesse smartphone é a sua bateria de 3.000 mAh, com autonomia prometida de até 36 horas de uso (não especificado se moderado ou intenso, mas é de se supor que seja em uso moderado). Mas longa autonomia de bateria não é o suficiente: você precisa carregar essa bateria o mais rápido possível. O Carregador TurboPower 15 oferece até 6 horas de uso do Moto X Style com apenas 15 minutos de recarga. Para as rotinas diárias, esse é um diferencial considerável.

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O Moto X Style possui detalhes metálicos, parte traseira curvada e um design e acabamento a altura de sua categoria de preço. O modelo possui um revestimento resistente a respingos d’água, protegendo o aparelho de dentro para fora, deixando o mesmo imune até em casos de chuva fraca. O seu nano revestimento repele a água, protegendo os componentes internos contra derramamentos, respingos e chuvas leves. Vale lembrar que o smartphone não pode ser submerso na água ou exposto à água ou outros líquidos aplicados sobre pressão.

Em resumo: o Moto X Style não é um smartphone à prova de água.

Temos  um dispositivo com um hardware bem avançado, para garantir o melhor desempenho possível. O modelo possui um processador Qualcomm Snapdragon 808 (MSM8992), que trabalha em conjunto com 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB) e suporte ao dual SIM. Tudo isso é gerenciado pelo sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, que recebe as poucas (e bem vindas) modificações da Motorola, oferecendo uma excelente experiência Android.

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Motorola Moto X Force

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O Motorola Moto X Force pode ser considerado um “substituto” do Motorola Moto Maxx. Coloco o termo “entre aspas”, porque teoricamente os dois estão em famílias de produtos diferentes. Em compensação, o novo smartphone oferece resistência e qualidade de construção, além de um hardware que atende as necessidades dos usuários mais exigentes.

Para começar, o Moto X Force se destaca pela durabilidade. O Moto ShatterShield promete oferecer para a tela uma proteção tão eficiente, que a própria Motorola a qualifica como “inquebrável”, ou que pelo menos el anão vai trincar nem estilhaçar, sendo o primeiro do mundo com essas características.

A tela do Moto X Force possui 5.4 polegadas (Quad HD), e trabalha com o Moto ShatterShield, que possui 3 componentes: uma matiz ativa de emissão de luz por diodos e camada capacitiva sensível ao toque, lente protetora integrada e revestimento extra. Vale lembrar que essa lente é coberta pela garantia adicional contra trincas e estilhaçamentos por quatro anos, a partir da data de compra do dispositivo.

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Outro ponto de destaque do Moto X Force é a sua bateria com autonomia prometida de até 36 horas de uso normal. De forma complementar, o smartphone conta com a tecnologia TurboPower, que oferece uma recarga rápida para a bateria, onde poucos minutos de recarga podem oferecer horas adicionais de uso.

O smartphone também recebe um novo sensor de câmera traseira de 21 MP, com foco em alta velocidade, flash LED duplo e equilíbrio de cores. A câmera frontal de 5 MP possui amplo campo de visão, e é pensado nas selfies em grupo. Sem falar no flash LED frontal, que melhora as selfies em ambientes pouco iluminados. Um detalhe que está presente no Moto Maxx e volta nesse Moto X Force é o nylon balístico (e espero que dessa vez ele não fique desfiando). A moldura em alumínio anodizado do Moto X Force oferece beleza e resistência.

O Moto X Force conta com o sistema operacional Android Lollipop com poucas customizações, apenas recebendo os aplicativos exclusivos da Motorola. O dispositivo possui dual SIM inteligente, que seleciona automaticamente o chip para chamadas de voz e a mais rápida para conexão de dados. Sem falar nos já conhecido Moto Assist, que se adapta às necessidades de momento do usuário.

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O novo Moto X Force conta com um processador Qualcomm Snapdragon 810 octa-core de 2 GHz, trabalhando com 3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Um conjunto de hardware muito forte e completo, que deve atender as necessidades de seus usuários mais exigentes. O smartphone foi projetado com revestimento resistente a respingos d’água, para proteger de dentro para fora, através de um nano revestimento que cria uma barreira que repele a água, sendo eficiente para chuvas leves, derramamentos ou respingos. O smartphone não foi projetado para ser submerso na água ou exposto a água com outros líquidos sob pressão.

Em resumo: o Moto X Force não é à prova d’água.

O Moto X Force possui um slot para cartões microSD de até 200 GB, ou seja, espaço jamais será problema para a maioria dos usuários, tanto para a instalação de aplicativos como para o armazenamento de arquivos pessoais, tais como música, fotos e vídeos.

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Moto 360 2nd Edition, atirando para vários lados

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O novo Moto 360 (2nd Editon) é uma realidade. Foi anunciado na IFA 2015, com mais de uma versão, com a clara intensão de agradar o público masculino e feminino, principalmente o feminino. Ao que tudo indica, são as mulheres aquelas que deve ser conquistadas por esse tipo de gadget.

Os novos smartwatches da Motorola/Lenovo conservam a mesma fórmula de sucesso do modelo lançado no ano passado, e que é considerado até agora o mais bem sucedido relógio inteligente com sistema Android Wear no mercado. Talvez o principal elemento desse sucesso foi justamente a sua proximidade com um relógio convencional, através de um design com tela redonda. Isso resultou em um produto visualmente bonito, atraente, e que não parecesse necessariamente um gadget que chama a atenção dos olhares alheios.

Aliás, esse é um aspecto curioso do segmento dos smartwatches. O grande público preferiu designs que se assemelham ao relógio que eles já usam hoje, e não algo futurista e chamativo. É compreensível.

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Fato é que o novo Moto 360 mantém a sua beleza no design… e a barra preta na parte inferior da tela, tão criticada na primeira versão. Ao menos dessa vez a Motorola explicou para que ela serve: lá está o sensor de luminosidade do relógio. De qualquer forma, duas versões – com 46 mm e 42 mm de diâmetro – estão disponíveis, para atender ao gosto e ao pulso de usuários com diferentes perfis de uso.

Para as mulheres, várias edições de pulseiras com espessura menor, além de um novo sistema para instalação e remoção de pulseiras, visando oferecer algo mais prático e intuitivo. E é legal ver uma empresa apostando nos gadgets para o público feminino, mesmo sabendo que, no final das contas, o que importa é um maior volume de vendas, e o dinheiro que essas vendas pode oferecer.

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O usuário esportista também não foi esquecido. O Moto 360 Sport, com pulseira emborrachada, conectividade via Bluetooth, GPS, pulseira especial tela com tecnologia que permite uma melhor visualização em ambientes externos, está prometida para um momento posterior. É um dos segmentos que os smartwatches atendem muito bem, o que justifica o investimento em uma versão específica.

Uma das questões a serem respondidas é se o novo Moto 360 consegue mesmo oferecer uma maior autonomia de bateria. No modelo de 46 mm, essa bateria é de 400 mAh, mas no modelo de 42 mm, a bateria cai para 42 mm. A Motorola afirma que, com um processador mais eficiente, os dois dias de autonomia de uso normal estão garantidos. Mas só na prática para saber. Esperamos que eles realmente tenham ajustado esse detalhe.

Por fim, o Moto 360 2nd Edition pode entrar na lista dos desejados de muita gente. Mantém a sua aposta bem sucedida do ano passado, com algumas melhorias bem vindas. Se acertarem no quesito bateria, pode novamente ser o campeão entre os smartwatches com Android Wear e, quem sabe, superando os modelos com outros sistemas operacionais.