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Meninos, eu vi… o Moto Z Play

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Já que a Lenovo não me convidou para o evento de chegada dos novos Moto Z e Moto Z Play no Brasil (mesmo sabendo que eu estava próximo à São Paulo dessa vez), eu entro no modo “me viro nos 30” e vou conhecer pelo menos o Moto Z Play de alguma forma.

Então, no shopping Praia Mar em Santos (SP), que tem uma estátua do Aquaman na porta (eles afirmam que é Netuno o cidadão que está na frente do shopping, mas eu JURO que é o Aquaman…), eu encontrei na loja da Vivo uma unidade do Moto Z Play em funcionamento.

Pude testar o dispositivo por alguns instantes, e passo nesse post as minhas impressões.

 

Moto Z Play: impressões

 

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A unidade em demonstração na Vivo estava com o módulo de áudio da JBL conectado, o que me impediu de ver por completo a espessura do aparelho. Mesmo assim, eu consegui obter uma boa ideia de como o produto foi concebido.

Na sua estrutura geral, estamos diante de um belo smartphone com uma estrutura metálica muito interessante. Algo que chama a atenção é ver como a Lenovo assumiu o seu DNA em um conceito de design claramente herdado da Motorola. Ainda mais com o conceito do modularidade do produto.

 

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Considerando que estamos diante do Moto Z Play, devo lembrar que, sem o módulo, a protuberância da câmera traseira é bem menor do que a do Moto Z original. Algo que chama a atenção quando colocamos os modelos lado a lado.

 

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Os poucos detalhes que antes eram cromados agora estão revestidos em preto, dando uma uniformidade ao design do produto.

As laterais da tela são cromadas, para reforçar a sensação que as bordas da tela são realmente mais finas.

 

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O módulo de áudio da JBL em demonstração funciona tal e como prometido. Tem uma base para sustentação do dispositivo, e o som é reproduzido em um volume elevado.

Na prática, temos um alto-falantes integrado ao smartphone, através do conceito modular magnético proposto pela Lenovo.

Pode ser muito bem vindo para quem gosta de entretenimento, ou para quem quer ouvir música sem os fones de ouvido, enquanto realiza alguma atividade doméstica.

 

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Uma das decepções óbvias e já sabidas sobre o Moto Z Play está nesse pequeno leitor de digitais. Não por causa do seu funcionamento, já que ele cumpre o que promete. Mas sim porque ele é apenas um leitor de digitais e nada mais.

O ideal seria que ele fosse um botão home, como acontece nos dispositivos da Samsung e de outros fabricantes. Faz muito mais sentido e é mais intuitivo no uso geral.

 

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Enfim, o Moto Z Play me passou boas impressões. Na verdade, ótimas.

Tenho curiosidade em saber se o conceito modular realmente funciona de forma efetiva e em um uso mais amplo. Mas esse detalhe só a Lenovo pode me ajudar! 😉

Como podem cobrar mais que R$ 450 no Moto G 2014?

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Moto G 2014

Eu entendo que os donos de um Moto G sintam um amor eterno pelo seu dispositivo. Só não entendo por que a devoção leva à supervalorização na hora da revenda.

Recentemente, escrevi que achava um absurdo as pessoas cobrarem mais de R$ 300 por um Moto G de primeira geração, modelo lançado em 2013 e já descontinuado pela Motorola (que, na época, era uma empresa da Google ainda). O modelo nem no mercado está mais. Agora, vejo fenômeno semelhante com o Moto G de segunda geração, lançado em 2014, que ainda está no mercado, mas tem um défcit considerável para o Moto G3, lançado um ano depois.

 

Aceitem a desvalorização

Para começar, um smartphone Android se desvaloriza mais que um iPhone. Mais e mais rápido. Logo, entenda que o valor a ser recuperado na revenda será naturalmente menor, por conta de uma própria disposição do mercado. Se você pedir um valor muito alto, você vai ficar com o aparelho na mão, pois o cliente vai dizer “por esse preço, eu prefiro comprar um novo”.

Além disso, estamos falando de tecnologia pura e simples. Diferente do mercado de videogames (onde o ciclo de renovação das gerações é consideravelmente maior – aproximadamente sete anos), o mercado de smartphones tem um fluxo constante e intenso de novidades, e dois anos é tempo mais que suficiente para deixar um dispositivo obsoleto nos seus aspectos técnicos.

Ainda mais no caso dos smartphones Android, cujo sistema operacional devora recursos de forma voraz.

Ou seja, essa supervalorização de um dispositivo apenas porque ele é seu não faz muito sentido nos dias de hoje. Tem gente cobrando R$ 550 em um Moto G 2014, sendo que por R$ 750 você compra um Moto G 2015 novo no Submarino.

Para mim, isso não faz o menor sentido. Ainda mais em tempos onde a palavra de ordem é DESAPEGO.

Logo, amiguinhos… não queiram perder a noção das coisas. Quando for revender o seu smarphone (ou produto de tecnologia de um modo geral), entenda que existe uma oferta enorme, e que o seu produto terá que competir com isso. Respeito o dinheiro suado que você gastou no seu dispositivo, mas a realidade é uma só: ele é mais um entre tantos.

Ou seu produto é muito especial (e você mostra isso de forma efetiva), ou aceita que ele não vale essa Coca-Cola toda que você está cobrando.

Moto Z e Moto Z Force: inovadores tops de linha da Lenovo

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A era Moto X chegou ao fim oficialmente. A Lenovo apresentou ontem (9) na Lenovo Tech World 2016 uma nova série de smartphones top de linha, nos modelos Moto Z e Moto Z Force.

De fato, a Lenovo queria colocar a sua identidade nessa série, mas mantendo a linha Moto no seu DNA de alguma forma. Na prática, não podemos dizer que eles não conseguiram isso: estamos diante do primeiro smartphone dessa série a contar efetivamente com a intervenção direta dos asiáticos na sua concepção e inovações. Ao mesmo tempo, preservou elementos que fizeram essa série ser muito cobiçada durante os tempos em que esteve nas mãos da Motorola.

De um modo geral, são smartphones muito bonitos. É dispensável destacar a baixa espessura do dispositivo, que combinado com o seu acabamento com ar metálico denota uma estética mais premium ao dispositivo. Porém, o Moto Z vai além da beleza. Oferece novidades bem interessantes, como o seu conector inteligente e os muito enfatizados MotoMods.

O conceito de smartphone modular está se tornando mais popular e real para o mercado de smartphones, e antes do Ara chegar ao mercado. Pode não ser aquele dispositivo altamente customizável, onde você pode inserir e remover aspectos como sensor de câmera, módulo de armazenamento, GPS e outros aspectos de hardware. Mas a ideia é a mesma: poder adicionar quando quiser complementos que potencializam o uso do dispositivo em diferentes esferas e situações.

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Tudo bem que os Moto Mods comprometem a estética refinada do Moto Z, mas não podemos ter tudo nesse mundo, não é mesmo? E, mesmo assim, não deixam de ser conceitos interessantes, que podem ser muito bem aproveitados por muitos usuários. Essa versatilidade nos dispositivos é sempre bem vinda.

Nas especificações técnicas, o Moto Z é um autêntico top de linha, e não deve nada aos seus principais concorrentes de categoria. É um modelo que contém o melhor em termos de hardware do mercado atual, e com o Android quase puro da filosofia Moto, tem tudo para ser um dos modelos mais interessantes de 2016.

Resta agora saber se o preço que a Lenovo vai colocar nesse modelo no Brasil será tão premium quanto os últimos lançamentos da LG (LG G5) e Sony (Sony Xperia X). Se conseguir chegar na mesma faixa (aproximadamente R$ 3.500 ou menos), será um forte candidato na sua categoria. Afinal de contas, oferece especificações melhores, inovações relevantes, e um preço tão bom quanto esses lançamentos citados.

Como podem cobrar mais de R$ 300 no Moto G 2013?

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Estou eu vivendo a saga de buscar um smartphone intermediário, apenas como quebra galho antes de comprar o LG G4 (aka novo objeto de consumo para as jornadas tecnológicas). Não estou procurando um smartphone barato demais, mas também não quero pagar algo que não vai me entregar a relação custo-benefício que espero do dispositivo. Logo, imaginei que o Motorola Moto G poderia ser uma boa alternativa provisória.

Não estou muito preocupado com a geração do dispositivo, apesar de confessar uma preferência maior pelo modelo de segunda geração, lançado em 2014. Não compro o modelo de quarta geração novo porque ele hoje é o mesmo preço do LG G4 (ou um pouco menos, no modelo mais completo). Mas na impossibilidade de achar uma versão do Moto G 2014 que esteja em um preço que eu considere justo, vou acabar abraçando sem medo de ser feliz o Moto G 2013. É só por algumas semanas, para não ficar completamente sem smartphone.

O problema é que, ao pesquisar as opções no mercado de seminovos tanto no OLX como nos grupos de desapego nas redes sociais, percebi que o Moto G 2013 está um tanto quanto supervalorizado pelos seus proprietários. Não me entendam mal: acho o dispositivo excelente, foi um dos marcos da Motorola, é o smartphone mais vendido da história da empresa… mas daí a custar mais de R$ 300 em um produto que tem três anos de vida?

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Não estamos falando da Apple, pessoal. Estamos falando da Motorola, que é uma marca que, oficialmente, não existe mais (a Lenovo absorveu a empresa e matou a marca), de um produto que está descontinuado (ou seja, não é mais produzido) e que não possui suporte oficial do fabricante para novas atualizações do Android. Ou seja, mais defasado, impossível.

Mesmo assim, encontro absurdos nos valores cobrados, alcançando até R$ 500 em modelos com 8 GB de armazenamento. Nem é o modelo de 16 GB.

Alguma coisa está fora da ordem.

Eu bem sei que, quando fazemos um investimento em um produto, queremos recuperar uma parte desse investimento quando passamos o produto adiante. Porém, não podemos fugir da realidade dos fatos. O Moto G 2013 é um ótimo smartphone, mas foi amplamente superado pelos seus sucessores, e sequer receberá novas versões do Android. Sem falar que possui limitações quase inconcebíveis nos dias de hoje (sem slot para microSD, sem conectividade 4G).

Não estamos diante do iPhone do Android. Logo, não vejo motivos para que esse modelo seja tratado como tal.

Vendedores, me ajudem a te ajudar. Reduzam o preço desse Moto G. Caso contrário vou ter que ir direto para um smartphone novo. E vocês vão continuar tentando a venda. Apenas isso.

Adeus, Motorola Moto Maxx. Foi bom enquanto durou…

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Está chegando ao fim o meu caso de amor com o Motorola Moto Maxx, smartphone que foi de meu uso pessoal desde janeiro de 2015.

Não que eu ache o dispositivo ruim, ou que não atenda minhas necessidades diárias. Pelo contrário: depois do iPhone 4, foi o dispositivo que mais tempo ficou comigo. Um autêntico companheiro de jornadas pessoais e profissionais, com um hardware top de linha e desempenho excelente na maior parte do tempo. Porém, esse mesmo tempo passou, e chegou a hora de fazer a troca.

O principal motivo para o adeus foi o fato da Motorola simplesmente negligenciar nas atualizações do Moto Maxx, que oficialmente parou no Android 5.0.2, jamais chegando ao Android 6.0 Marshmallow, diferente do que a mesma Motorola prometeu. Aliás, alguns diziam que o modelo receberia diretamente o Android 6.0.1, algo que honestamente eu duvido que vai acontecer.

Além disso, um dos modelos que se tornou alvo de meu objetivo futuro é o LG G4, que finalmente chegou em um preço que eu posso pagar. Tudo bem, eu estou adquirindo um smartphone que foi lançado no ano passado. Porém, é um dos modelos que já conta com o Android 6.0 Marshmallow, e realmente não tenho condições ou disponibilidade de pagar o que é cobrado pela Samsung no Galaxy S7, ou pela Apple no iPhone 6s. Dentre os modelos top de linha, é justamente esse smartphone da LG um dos que podem atender melhor as minhas necessidades.

Um hardware muito equilibrado, uma tela excelente de 5.5 polegadas, armazenamento expansível, 3 GB de RAM e câmeras que estão entre as melhores do mercado. É um conjunto de hardware bem estabelecido e definido. A única coisa que vou sentir falta do Moto Maxx é da sua bateria de 3.900 mAh, que é excelente para as minhas necessidades. Mas vou ter que conviver com isso em nome de ter um dispositivo melhor.

Diferente de colegas blogueiros, eu não ganhei o Moto Maxx da Motorola. Eu paguei por ele. Logo, minha avaliação sobre o produto foi a mais isenta possível. E me desfazer dele nesse momento é um gesto que faço sem peso na consciência, e com total isenção. É uma pena que um modelo tão caro e tão promissor no seu hardware tenha estacionado nas atualizações. Entendo que o consumidor que paga essa quantia de dinheiro por um smartphone Android não pode ser negligenciado no suporte a esse nível.

Shame on you, Motorola!

Moto G4 e Moto G4 Plus

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Eles cresceram em tudo. Inclusive no preço.

Os primeiros smarphones da linha Moto G 100% assinados pela Lenovo (apesar de estranhamente o logo da Motorola estar presente na caixa) foram apresentados hoje (17), e mostram as melhorias habituais nas especificações de hardware, algo que todo dispositivo deve receber de tempos em tempos. Mas também mostra o crescimento e maturidade da série, que pode resultar efeitos com direções opostas: por um lado, temos o melhor Moto G já lançado, que se nivela com aquilo que o mercado de linha média premium pede hoje; por outro lado, o dispositivo pode deixar de ser o “bom, bonito e barato” que as pessoas tanto amam.

Por outro lado, entendo que o Moto G já está na hora de dar um passo adiante, de seguir em frente. Ser um modelo que ofereça um pouco mais, sem se limitar necessariamente ao quesito preço, e justificando um investimento um pouco maior. O problema específico aqui é que, em caso do modelo mais básico chegar ao Brasil na casa dos R$ 1.500, ele automaticamente ‘mata’ o Lenovo Vibe 7010, e isso pode ser um problema a médio prazo. A não ser que a Lenovo reduza um pouco o preço do Vibe. Mas vamos descobrir em algumas horas o que os asiáticos pensam sobre esse tema.

De qualquer forma, falamos de um smartphone que agora tem uma tela de 5.5 polegadas em Full HD e mais de 400 pixels por polegada. Uma melhora sensível pensando em um público que cada vez mais consome e produz conteúdos de imagem (fotos e vídeos). O aumento de tamanho e resolução de tela fez com que a bateria do dispositivo aumentasse para 3.000 mAh, algo mais do que necessário para aguentar essa demanda toda. Tudo bem que o processador Qualcomm Snapdragon 617, trabalhando com o Android 6.0.1 Marshmallow, será responsável por um melhor gerenciamento de bateria. Mesmo assim, quanto mais bateria melhor, em todos os sentidos.

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Os novos Moto G4 e Moto G4 Plus apresentam melhorias nas câmeras, ao mesmo tempo que esse é um dos itens onde os dois modelos são mais diferentes. Com sensores de 13 MP e 16 MP, o modelo maior teria um sensor fotográfico tão bom quanto aquele presente no iPhone 6s e iPhone 6s Plus (não sou eu que estou falando: foi a Lenovo/Motorola que lançou essa declaração na Índia). Aqui, o desafio é fazer com que um dispositivo da série conte com um sensor fotográfico de maior qualidade. Ao longo do tempo, as melhoras foram consideráveis, mas ainda deixaram um pouco a desejar na última versão. Quem sabe com um sensor ótico mais potente e um sistema de foco a laser ajude nessa equação.

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Alguns elementos do DNA da série Moto G estão presentes, como o modo de recarga rápida de bateria, linhas de design bem ajustadas, Android pouco customizado e com recursos inteligentes, entre outros. O que mostra o compromisso da Lenovo em ao menos manter a ideia inicial do dispositivo viva, apesar da proposta de oferecer uma melhor relação custo-benefício se perder com o passar do tempo. A decisão só vai ser desfavorável se os novos smartphones apresentarem problemas sérios, mas imagino que isso não vai acontecer.

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Em linhas gerais, as primeiras impressões do Moto G4 e Moto G4 Plus me agradam. As melhorias são pontuais, não descaracterizaram muito o dispositivo do conceito geral que as pessoas conhecem, e o fator preço pode ser decisivo para o sucesso dos novos modelos. Afinal e contas, esse ainda é um dos fatores decisivos na hora do consumidor escolher um smartphone para chamar de seu. Sem falar que, a cada ano, a concorrência dentro de sua faixa de preço é cada vez maior.

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Motorola Moto X Play

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O Motorola Moto X Play é a versão “light” do Moto X Style, mas tem as suas virtudes bem evidentes. É um dispositivo que possui um acabamento mais simplificado, mas não a ponto de desmerecer o dispositivo nesse aspecto, ao mesmo tempo que mantém importantes características que agregam valor ao dispositivo.

Para começar, um dos pontos fortes do Moto X Play é a sua autonomia de bateria. O modelo tem uma autonomia de bateria prometida de até 36 horas de uso (supostamente um uso moderado), permitindo ao menos que o usuário possa trabalhar com o seu smartphone ao longo do dia, sem se preocupar em recarregar a sua bateria. E, mesmo que realmente necessite de uma recarga, poderá fazer isso rapidamente, com o carregador TurboPower 15, que oferece até 6 horas de uso no smartphone com apenas 15 minutos de recarga.

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A grande diferença entre o Moto X Play e o Moto X Style está no seu hardware interno. Este modelo possui um processador Qualcomm Snapdragon 615 octa-core de 1.7 GHz, que apesar de ser um chip mais modesto que o Snapdragon 808 do Moto X Style, consegue entregar uma equilibrada experiência de uso ao trabalhar em conjunto com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB). Todo esse conjunto é gerenciado pelo sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, com baixa customização (aliás, as adições da Motorola são muito bem vindas).

O Moto X Play possui uma tela Full HD de 5.5 polegadas com alta qualidade de reprodução de imagens em diferentes ambientes. De fato, segue a tendência estabelecida previamente pelos seus principais competidores. Os recursos como Moto Tela e Moto Ações estão presentes na sua versão do Android, e se complementam às funcionalidades nativas do sistema da Google, como os comandos de voz do Google Now.

Esse modelo também conta com o recurso de dual-chip inteligente, selecionando automaticamente qual é melhor número para chamadas de voz e a tecnologia mais rápida para a conexão de dados.

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Outra ótima notícia é que o Moto X Play possui as mesmas câmeras do Moto X Style, ou seja, um sensor traseiro de 21 megapixels com flash LED duplo CCT (Correlated Color Temperature), e câmera frontal de 5 MP, pensada nas selfies e chamadas de vídeo. Além disso, esse modelo permite uma customização através do Motorola Shell e do Flip Shell, permitindo que o usuário combine o smartphone ao seu estilo.

Por fim, esse modelo também conta com o revestimento resistente aos respingos d’água, protegendo o smarpthone de dentro para fora, mantendo os seus componentes internos intactos caso o telefone receba uma chuva fraca. Seu nano revestimento cria uma barreira que repele a água, o que também ajuda em caso de derramamentos de líquidos e respingos.

Porém, atenção: assim como acontece com o Moto X Style, o Moto X Play também não foi projetado para ser submerso na água, nem exposto a água e outros líquidos sob pressão. Ou seja, ele não é um smartphone à prova de água.

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Motorola Moto X Style

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O Motorola Moto X Style é a “versão premium” da linha Moto X 2015. Veja bem, estou dizendo “premium” e não “top de linha”, uma vez que esta segunda categoria pertence ao Moto X Force. Dito isso, o modelo combina uma experiência Android (quase) pura, poderosos sensores fotográficos, um acabamento impecável e um hardware poderoso para a grande maioria dos usuários.

O primeiro cartão de visitas do Moto X Style é o seu conjunto fotográfico. Sua câmera traseira de 21 megapixels pode fazer gravações de vídeo em 4K (2160p), foco rápido e bom equilíbrio de cores. Seu acionamento com um giro rápido do pulso está mantido, uma adição que agrada e muito os usuários dos smartphones da Motorola. É uma câmera que promete entregar fotos de alta qualidade, uma vez que esse sensor recebeu melhorias significativas em comparação com as gerações anteriores.

O sensor frontal possui resolução de 5 megapixels, e sua lente tem um ângulo mais aberto, para que mais pessoas participem da selfie em grupo. Outro diferencial importante em relação a outros modelos da concorrência é a presença de um flash frontal, permitindo assim que o usuário tire boas fotos mesmo em ambientes com baixa luminosidade.

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A tela do Moto X Style conta com 5.7 polegadas, em resolução Quad HD (1440p). É uma tela mais que suficiente para oferecer imagens de alta qualidade para as mais diferentes necessidades. Os alto-falantes frontais aumentam a imersão do usuário no consumo de conteúdo multimídia e na execução de jogos.

Mais um ponto de destaque nesse smartphone é a sua bateria de 3.000 mAh, com autonomia prometida de até 36 horas de uso (não especificado se moderado ou intenso, mas é de se supor que seja em uso moderado). Mas longa autonomia de bateria não é o suficiente: você precisa carregar essa bateria o mais rápido possível. O Carregador TurboPower 15 oferece até 6 horas de uso do Moto X Style com apenas 15 minutos de recarga. Para as rotinas diárias, esse é um diferencial considerável.

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O Moto X Style possui detalhes metálicos, parte traseira curvada e um design e acabamento a altura de sua categoria de preço. O modelo possui um revestimento resistente a respingos d’água, protegendo o aparelho de dentro para fora, deixando o mesmo imune até em casos de chuva fraca. O seu nano revestimento repele a água, protegendo os componentes internos contra derramamentos, respingos e chuvas leves. Vale lembrar que o smartphone não pode ser submerso na água ou exposto à água ou outros líquidos aplicados sobre pressão.

Em resumo: o Moto X Style não é um smartphone à prova de água.

Temos  um dispositivo com um hardware bem avançado, para garantir o melhor desempenho possível. O modelo possui um processador Qualcomm Snapdragon 808 (MSM8992), que trabalha em conjunto com 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB) e suporte ao dual SIM. Tudo isso é gerenciado pelo sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, que recebe as poucas (e bem vindas) modificações da Motorola, oferecendo uma excelente experiência Android.

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Motorola Moto X Force

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O Motorola Moto X Force pode ser considerado um “substituto” do Motorola Moto Maxx. Coloco o termo “entre aspas”, porque teoricamente os dois estão em famílias de produtos diferentes. Em compensação, o novo smartphone oferece resistência e qualidade de construção, além de um hardware que atende as necessidades dos usuários mais exigentes.

Para começar, o Moto X Force se destaca pela durabilidade. O Moto ShatterShield promete oferecer para a tela uma proteção tão eficiente, que a própria Motorola a qualifica como “inquebrável”, ou que pelo menos el anão vai trincar nem estilhaçar, sendo o primeiro do mundo com essas características.

A tela do Moto X Force possui 5.4 polegadas (Quad HD), e trabalha com o Moto ShatterShield, que possui 3 componentes: uma matiz ativa de emissão de luz por diodos e camada capacitiva sensível ao toque, lente protetora integrada e revestimento extra. Vale lembrar que essa lente é coberta pela garantia adicional contra trincas e estilhaçamentos por quatro anos, a partir da data de compra do dispositivo.

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Outro ponto de destaque do Moto X Force é a sua bateria com autonomia prometida de até 36 horas de uso normal. De forma complementar, o smartphone conta com a tecnologia TurboPower, que oferece uma recarga rápida para a bateria, onde poucos minutos de recarga podem oferecer horas adicionais de uso.

O smartphone também recebe um novo sensor de câmera traseira de 21 MP, com foco em alta velocidade, flash LED duplo e equilíbrio de cores. A câmera frontal de 5 MP possui amplo campo de visão, e é pensado nas selfies em grupo. Sem falar no flash LED frontal, que melhora as selfies em ambientes pouco iluminados. Um detalhe que está presente no Moto Maxx e volta nesse Moto X Force é o nylon balístico (e espero que dessa vez ele não fique desfiando). A moldura em alumínio anodizado do Moto X Force oferece beleza e resistência.

O Moto X Force conta com o sistema operacional Android Lollipop com poucas customizações, apenas recebendo os aplicativos exclusivos da Motorola. O dispositivo possui dual SIM inteligente, que seleciona automaticamente o chip para chamadas de voz e a mais rápida para conexão de dados. Sem falar nos já conhecido Moto Assist, que se adapta às necessidades de momento do usuário.

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O novo Moto X Force conta com um processador Qualcomm Snapdragon 810 octa-core de 2 GHz, trabalhando com 3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Um conjunto de hardware muito forte e completo, que deve atender as necessidades de seus usuários mais exigentes. O smartphone foi projetado com revestimento resistente a respingos d’água, para proteger de dentro para fora, através de um nano revestimento que cria uma barreira que repele a água, sendo eficiente para chuvas leves, derramamentos ou respingos. O smartphone não foi projetado para ser submerso na água ou exposto a água com outros líquidos sob pressão.

Em resumo: o Moto X Force não é à prova d’água.

O Moto X Force possui um slot para cartões microSD de até 200 GB, ou seja, espaço jamais será problema para a maioria dos usuários, tanto para a instalação de aplicativos como para o armazenamento de arquivos pessoais, tais como música, fotos e vídeos.

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Moto 360 2nd Edition, atirando para vários lados

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O novo Moto 360 (2nd Editon) é uma realidade. Foi anunciado na IFA 2015, com mais de uma versão, com a clara intensão de agradar o público masculino e feminino, principalmente o feminino. Ao que tudo indica, são as mulheres aquelas que deve ser conquistadas por esse tipo de gadget.

Os novos smartwatches da Motorola/Lenovo conservam a mesma fórmula de sucesso do modelo lançado no ano passado, e que é considerado até agora o mais bem sucedido relógio inteligente com sistema Android Wear no mercado. Talvez o principal elemento desse sucesso foi justamente a sua proximidade com um relógio convencional, através de um design com tela redonda. Isso resultou em um produto visualmente bonito, atraente, e que não parecesse necessariamente um gadget que chama a atenção dos olhares alheios.

Aliás, esse é um aspecto curioso do segmento dos smartwatches. O grande público preferiu designs que se assemelham ao relógio que eles já usam hoje, e não algo futurista e chamativo. É compreensível.

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Fato é que o novo Moto 360 mantém a sua beleza no design… e a barra preta na parte inferior da tela, tão criticada na primeira versão. Ao menos dessa vez a Motorola explicou para que ela serve: lá está o sensor de luminosidade do relógio. De qualquer forma, duas versões – com 46 mm e 42 mm de diâmetro – estão disponíveis, para atender ao gosto e ao pulso de usuários com diferentes perfis de uso.

Para as mulheres, várias edições de pulseiras com espessura menor, além de um novo sistema para instalação e remoção de pulseiras, visando oferecer algo mais prático e intuitivo. E é legal ver uma empresa apostando nos gadgets para o público feminino, mesmo sabendo que, no final das contas, o que importa é um maior volume de vendas, e o dinheiro que essas vendas pode oferecer.

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O usuário esportista também não foi esquecido. O Moto 360 Sport, com pulseira emborrachada, conectividade via Bluetooth, GPS, pulseira especial tela com tecnologia que permite uma melhor visualização em ambientes externos, está prometida para um momento posterior. É um dos segmentos que os smartwatches atendem muito bem, o que justifica o investimento em uma versão específica.

Uma das questões a serem respondidas é se o novo Moto 360 consegue mesmo oferecer uma maior autonomia de bateria. No modelo de 46 mm, essa bateria é de 400 mAh, mas no modelo de 42 mm, a bateria cai para 42 mm. A Motorola afirma que, com um processador mais eficiente, os dois dias de autonomia de uso normal estão garantidos. Mas só na prática para saber. Esperamos que eles realmente tenham ajustado esse detalhe.

Por fim, o Moto 360 2nd Edition pode entrar na lista dos desejados de muita gente. Mantém a sua aposta bem sucedida do ano passado, com algumas melhorias bem vindas. Se acertarem no quesito bateria, pode novamente ser o campeão entre os smartwatches com Android Wear e, quem sabe, superando os modelos com outros sistemas operacionais.

A ASUS agradece ao dólar (e à Motorola também)

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Uma coisa um pouco vergonhosa aconteceu na semana passada, durante o evento de lançamento dos novos smartphones da linha Zenfone da ASUS. Depois dos anúncios dos preços dos dispositivos, foi possível ouvir um ‘chupa, Motorola’, vindo de meia dúzia de pessoas (que depois eu fiquei sabendo que eram jornalistas, e este é o motivo da minha vergonha). Na verdade, o grito refletia o sentimento de muitos dos presentes: a ASUS estava desafiando a Motorola. Simples assim.

Com modelos com preços a partir de R$ 899 (que podem custar menos de acordo com o e-commerce escolhido) e especificações técnicas um pouco acima do que o Moto G de 3ª Geração oferecem, a nova linha Zenfone da ASUS chegou para fazer barulho, e não só no segmento de linha média, mas também nos ditos tops de linha, onde a sua opção mais cara (Zenfone 2 Deluxe) está na faixa dos R$ 2 mil, enquanto que muitos dos concorrentes diretos (Sony, Samsung, LG, etc) estão com opções custando pelo menos R$ 2.5 mil.

Mas alguns fabricantes decidiram ‘ajudar’ a ASUS nessa missão de conquistar o usuário brasileiro. A Motorola, por exemplo, deu uma bela ‘mãozinha’, ao anunciar um aumento de preços na sua linha Moto G de 3ª Geração, lançada no Brasil no dia 28 de julho.

O reajuste médio foi de R$ 50 em cada modelo, e a justificativa da Motorola foi a variação do dólar, um problema que é algo real, mesmo para produtos que são fabricados no Brasil. Ok. Mas fazer isso uma semana depois que a ASUS anuncia os seus novos produtos? É aí que está o grande problema.

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Para a grande maioria de usuários dessa faixa de preço, a opção da ASUS pode ser considerada a melhor no custo-benefício, não só no papel (comparando as especificações técnicas) como na prática, já que algumas vantagens são pontuais.

Talvez a favor da Motorola temos uma interface Android praticamente pura (algo que pode ser sanado com uma boa ROM), ou a sua câmera, que consegue ser melhor que a do concorrente direto (algo que muitos podem conviver bem com isso, já que a maioria das pessoas precisam de uma câmera para publicar fotos no Instagram e Facebook… e nada mais). Fora isso, o ASUS Zenfone 2 Laser é tão bom quanto ou até melhor em alguns detalhes que o Moto G 2015, e o consumidor certamente vai olhar para esses detalhes.

O Zenfone 2 Laser conta com um processador Qualcomm Snapdragon 410 (o mesmo do Moto G de 3ª Geração), o dobro de RAM (2 GB), a mesma quantidade de armazenamento (16 GB), uma tela maior (5.5 polegadas), um sensor de câmera maior (13 megapixels na traseira, 5 megapixels na frontal), além de todas as tecnologias inteligentes adotadas pela ASUS, como gestor de bateria, de interface gráfica, e outros paranauês que os usuários dessa faixa de preço curtem.

Sem falar que a câmera traseira do Zenfone 2 Laser conta com flash LED dual-tone e sensor a laser, o que aumentam as chances de boas fotos.

Tudo isso, no papel, colocam o produto da ASUS na frente. E isso porque estou comparando o modelo mais básico. Nos modelos mais caros, talvez as pessoas optem pelo Moto G 2015 pelo fator preço, que é algo determinante nessa linha de produtos. Mesmo assim, não será surpresa se alguns investirem um pouco mais para comprar algum Zenfone, e receber mais por isso.

Entendo que vivemos em tempos onde o ‘não está fácil para ninguém’ virou o mantra, repetido em diferentes segmentos de mercado. Mas também acho que a Motorola acabou de dar uma mãozinha (e boa) para a ASUS.

E, se você quiser me dar uma mãozinha, comprando um dos dois smartphones por esse blog, clique nos banners a seguir! A gerência agradece! 🙂

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Motorola Moto G de 3ª Geração

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ASUS Zenfone 2

Motorola Moto G de 3ª Geração Edição Especial Cabernet

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Até onde me lembro, ‘Cabernet’ é um tipo de vinho muito famoso e popular. Mas agora, parece que é também uma edição especial do recém lançado Motorola Moto G de 3ª Geração, em um tom de acabamento muito peculiar.

A Motorola aposta na personalização dos seus produtos para atrair os consumidores que querem que os seus gadgets acompanhem a sua personalidade – ou a roupa que está usando naquele dia -, e além do Moto Maker (que permite que os clientes dos seus smartphones customizem os seus produtos antes dos mesmos chegarem em casa), outra alternativa para entregar essa oferta de exclusividade para cada cliente é através das edições especiais dos seus produtos.

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No caso do Moto G de 3ª Geração Edição Especial Cabernet, temos um smartphone na cor de ‘vinho’. Eu achei o produto diferente. Talvez eu ainda seja um daqueles usuários mais tradicionais, onde o gadget precisa ter uma cor sólida e sóbria. Mesmo assim, não invalido essa opção, pois o resultado visual final agrada.

Para os usuários mais descolados, ou para aqueles que não querem cair na mesmice dos dispositivos com as tradicionais cores preto e branco, essa versão do Moto G de 3ª Geração vem bem a calhar. Até porque nas especificações técnicas, esse modelo não difere em nada em relação às versões mais tradicionais. As principais alterações estão mesmo na parte estética do dispositivo.

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Motorola Moto G de 3ª Geração Music Edition

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A Motorola apresentou pelo menos cinco versões do Moto G 2015 (ou Moto G de 3ª Geração), com o objetivo de atender aos mais diferentes tipos de usuário. E uma dessas versões é a Music Editon.

Como o próprio nome indica o Moto G de 3ª Geração Music Edition chega para atender as necessidades dos fãs de música. Para isso, vem acompanhado de um estiloso headset Bluetooth da própria Motorola (nada de fones Track Air da SOL Republic, tão elogiados no primeiro Moto G), que devem entregar aos fãs de música mais casuais a qualidade sonora necessária para ouvir as suas músicas durante as suas jornadas diárias.

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Fora isso, é o mesmo Moto G 2015 que você conheceu recentemente: processador Snapdragon 410 quad-core de 1.4 GHz, sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, conectividade 4G, tela de 5 polegadas (HD), 16 GB de armazenamento (nessa versão), câmera traseira de 13 megapixels, câmera frontal de 5 megapixels, entre outras configurações.

O novo Moto G de 3ª Geração se destaca também pela resistência à água (IPX7), slot para cartão microSD de até 32 GB de armazenamento, flash LED duplo com a tecnologia CCT (Correlated Color Temperature, que ajusta a intensidade do flash), um novo design pensado na maior resistência e estilo, o já popular Moto Tela, que mostra notificações de forma minimalista e eficiente, Um dual SIM inteligente e todas as funcionalidades que consagraram essa geração de smartphones.

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Dispensável aqui dizer que o Moto G de 3ª Geração Music Edition é mais do que recomendado para os fãs de musica. Também é indicado para os usuários que querem o fone de ouvido como acessório complementar de uso com o dispositivo. Também é recomendado para os usuários que já são fãs da Motorola ou para quem prefere uma experiência do Android (quase) puro.

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Motorola Moto G de 3ª Geração (2015)

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O novo Motorola Moto G de 3ª geração procura manter a linha de sucesso já apresentada nos modelos anteriores, mas aproximando ainda mais a experiência de uso do modelo intermediário com os smartphones mais completos da empresa.

O modelo conta com um processador Qualcomm Snapdragon 410 quad-core de 1.4 GHz, trabalhando em conjunto com o sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop. Um dos pontos de decepção entre os presentes no evento de imprensa realizado em São Paulo é justamente a manutenção desse processador, que já entra na sua terceira geração (mesmo sendo atualizado a cada ano).

Porém, a Motorola preferiu priorizar no Moto G 2015 outros pontos que a empresa entendeu que eram os mais solicitados pelos clientes em potencial desse produto, como por exemplo a capacidade de customização e personalização do dispositivo, as câmeras, entre outros fatores. Vale a pena lembrar que esse dispositivo conta com tela HD de 5 polegadas e compatibilidade com as redes 4G e slot para cartões microSD de até 32 GB.

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As câmeras também receberam importantes melhorias. A câmera frontal de 5 megapixels, e câmera traseira de 13 megapixels, com flash LED duplo e tecnologia CCT (Correlated Color Temperature), que ajusta automaticamente a intensidade do flash, mesmo em ambientes com baixa luminosidade. O recurso de duplo giro no pulso para acionamento da câmera está presente, e além do modo de compartilhamento rápido com apenas três toques.

Outra novidade importante no Moto G de 3ª geração é a presença da certificação de segurança IPX7, o que torna o smartphone resistente à imersões de até 30 cm de profundidade por até 30 minutos. Ou seja, se o seu smartphone cair na privada, ou se você quiser tomar banho com ele, não tem problema.

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O Moto G 2015 foi repensado no seu design, de modo que ele prioriza a resistência e durabilidade. Uma nova carcaça traseira, com acabamento em relevo favorece o agarre do usuário, e pode ser personalizado via Moto Maker, se o usuário assim desejar.

Recursos como o Moto Tela e o Dual-Chip inteligente também estão presentes no Moto G 2015, oferecendo uma experiência de uso única e muito procurada pelos usuários que desejam a experiência mais próxima possível do Android ‘puro’. A Motorola pouco interfere na interface do sistema operacional, e isso é perfeito para os usuários que desejam o sistema menos intrusivo possível.

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O Motorola Moto G de terceira geração é um dos lançamentos mais esperados de 2015. É altamente recomendado para quem quer receber essas novidades no seu smartphone, ou para quem deseja uma das melhores relações custo-benefício do mercado no momento. É pensado também em quem busca a experiência Android da Motorola, com poucas intervenções, e soluções inteligentes que são muito bem vindas.

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Mais um vazamento da Motorola no Brasil. Eita…

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Não sei se os e-commerces nacionais são ‘descuidados’, se os estagiários continuam aprontando das suas, ou se tem muita gente com raiva do marketing da Motorola. Realmente eu não sei. Mas o vídeo vazado ontem (23) pela Americanas, vazando os principais detalhes do Motorola Moto G de 3ª geração (2015), que só será anunciado na próxima terça-feira (28) em São Paulo, é apenas mais um dentro do histórico de vazamentos da empresa.

Mais um. Se não estou enganado, é o quarto nos últimos tempos.

Não dá pra dizer que a Motorola não sabe guardar segredo. Acho que eles tentam, mas não são tão eficientes que os outros. Fato é que, hoje, com a profusão da internet e a velocidade da informação, é muito difícil guardar um segredo desse porte. Ainda mais envolvendo um dos dispositivos mais esperados de 2015.

A questão dos vazamentos é algo que gera discussões. Há blogs que adoram quando isso acontece, pois tal incidente se converte rapidamente em pageviews para o seu veículo. Outros blogs acham a prática abominável, pois não só prejudica o trabalho dos profissionais envolvidos, como também estraga o ‘efeito surpresa’ que é sempre bom ter quando nos deparamos com um lançamento de tecnologia.

Ainda mais se levarmos em consideração que estamos falando do Moto G de 3ª geração, modelo que foi alvo de rumores nos principais veículos de tecnologia do Brasil e do exterior.

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Mas a grande questão que fica é a seguinte: será que esses vazamentos acontecem por erro de terceiros? Ou será que é uma forma da própria Motorola atrair os holofotes para si?

Essa pergunta é oportuna sim. Veja bem: eu disse um pouco antes que, na era da internet, é muito difícil guardar segredos, ainda mais desse porte. Logo, alguém na Motorola deve ter pensado: ‘então, por que não bancar esses vazamentos, para gerar uma visibilidade prévia ao nosso produto, antes do seu anúncio oficial?’.

Não seria a primeira, e muito menos a última vez que eu veria isso acontecer.

Levando em conta que vivemos hoje em um mercado altamente competitivo, onde os modelos top de linha se encontram em um claro período de saturação, e consumidores e fabricantes encontraram nos modelos de linha média aquele objetivo de consumo e venda, é natural que os fabricantes invistam em novas soluções de comunicação com o consumidor, visando aqueles que querem investir dinheiro em um dispositivo de linha média.

As últimas versões do Moto G foram muito bem sucedidas no mercado, e com certeza a Motorola não quer perder isso. Ok, o preço especulado para o smartphone não ajuda muito (a partir de R$ 929), e ele pode não ter o mesmo impacto junto ao consumidor do seu grupo como nos modelos anteriores. Logo, já ir explicando para o consumidor o que o novo modelo traz de melhor, tentando justificar o preço mais alto, é uma estratégia que até pode funcionar.

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Por outro lado, os e-commerces brasileiros precisam aprender a guardar segredos.

Já é de conhecimento geral que os e-commerces recebem as informações e material promocional dos grandes lançamentos de tecnologia antes do seu anúncio, até mesmo para preparar suas páginas. Mas todas as vezes que o dispositivo é da Motorola, sempre tem alguma loja virtual ‘queimando a largada’, ou vazando fotos do produto, ou vídeos (como foi nesse caso), ou até mesmo a página de venda, com o preço sugerido.

Isso não pode acontecer com tanta frequência por ‘mera obra do acaso’. E tantas vezes seguidas.

Não é mesmo, Motorola?