@oEduardoMoreira

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Arquivo para a cateoria: Tablets

Assim é o iPad da Coreia do Norte

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A empresa norte-coreana Ryonghung lançou um tablet para navegação à internet, consulta de e-mails e apps que mostram a biografia completa de Kim Jong-Il. Seu nome? iPad!

O “novo” iPad conta com um processador quad-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM  e 8 GB de armazenamento. Seu case conta com teclado integrado, e o dispositivo inclui ainda porta HDMI e acesso à internet (limitado, é claro).

Mesmo sem muitos detalhes sobre o seu software, tudo indica que teremos uma versão personalizada do Android, com funções limitadas e elevado controle. Há mais de 40 apps pré instalados no dispositivo nos diversos temas, como agricultura e saúde.

Provavelmente a Apple não tem o que fazer nesse caso. Esse iPad jamais vai sair das fronteiras da Coreia do Norte, e parece muito mais ser uma piada macabra de um regime ditatorial cheio de contradições do que necessariamente um produto comercial que tenta se aproveitar do sucesso de uma marca bem mais poderosa.

 

Via Gizmodo

Pagar R$ 2.500 em um iPad em 2017… vale?

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iPad

 

A Apple apresentou hoje (21) um novo iPad, com tela de 9.7 polegadas e preço reduzido. Ou menos caro.

Na prática, é um iPad Pro de 9.7 polegadas com algumas restrições orçamentárias. É uma tentativa clara da Apple em tentar frear as vertiginosas quedas de vendas do produto, cujo segmento perdeu relevância e força no mercado de tecnologia.

Mas isso nem é tão importante. A pergunta principal é: vale a pena hoje, em 2017, pagar R$ 2.500 em um iPad?

 

Apesar desse ser o iPad mais barato da história (pelo menos lá fora, pois no Brasil isso pode variar), eu fico reticente nessa questão de comprar um produto com um preço desses para fins educacionais e de entretenimento.

Em um momento onde o mercado claramente se volta para uma maior flexibilidade da usabilidade de produtos, vem a Apple e lança um iPad menos caro, e nada mais.

E, para isso, reduz as especificações técnicas em relação ao iPad Pro, e de forma bem discreta, com um processador inferior e câmeras com menor resolução. E nada mais.

 

 

A relação custo-benefício poderia ser melhor, sinceramente.

O preço é elevado demais para um produto da sua categoria, e para um produto que não é tão diferente dos modelos mais caros. A única coisa que esse tablet realmente fez de efetivo foi retirar do mercado o iPad Mini 2.

Aliás, a família Mini não recebeu atualizações, o que pode ser um claro indício de que essa série pode estar chegando ao fim, se já não estiver morta.

Com preço inicial sugerido no Brasil de R$ 2.499, sou obrigado a lembrar que é possível comprar notebooks híbridos/conversíveis/2 em 1 com especificações bem completas, com o mesmo valor que um “simples” iPad de 9.7 polegadas.

Não me entendam mal. Eu compreendo que tem toda a experiência Apple integrada no produto. Mas pagar esse preço para ver vídeos no YouTube e Netflix, ou usar as ferramentas especificas do iOS é algo realmente desconfortável.

E, na boa… foi-se o tempo que as pessoas faziam muito melhor no iOS o que o Windows 10 hoje faz. Os vários notebooks híbridos disponíveis – e até mesmo o Surface – provam como as coisas mudaram drasticamente de uns tempos para cá.

 

R$ 2.500… fala sério!

Apple Book, uma combinação de iPad com MacBook

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Apple Book

 

O Apple Book é um conceito que combina o melhor dois dois mundos do MacBook e do iPad Pro.

É um 2 em 1 que pode funcionar como tablet (por conta da tela touch), mas com uma dobradiça dupla extensível que coloca a tela em posição para simular um notebook com teclado completo.

O híbrido entre iPad e MacBook contaria com o macOS como sistema operacional, e a ideia pode servir de inspiração para a Apple no futuro. Porém, o problema do sistema operacional é algo que complica as coisas.

O macOS atual não faz sentido em um dispositivo com tela touch. E usar o iOS sacrifica as possibilidades do produto, principalmente no nível profissional.

Quem sabe a solução aqui passe por usar os dois sistemas operacionais de forma inteligente, se alternando entre os dois modos.

Mas é a Apple que tem que decidir se vale a pena ou não investir nesse conceito.

Vídeo a seguir.

 

Comer em pratos? Não seja velho… coma no seu iPad!

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Quince, um restaurante de San Francisco que tem três estrelas Michelin, decidiu inovar e substituiu os pratos tradicionais para servir a comida diretamente em iPads.

O menu que integra o “prato” servido sobre um iPad é conhecido como “cachorro em busca do ouro”, e se apresenta com a imagem de fundo que mostra o tablet da Apple, onde efetivamente o desenho rebuscado na tela.

É um simbolismo simples e efetivo, já que a composição do prato consiste em ter bolinhas de trufa branca, que custam muito caro e crescem embaixo da terra. E aqui está o simbolismo.

 

 

Não é a primeira vez que o iPad é usado para apresentar uma comida. No Reino Unido, ele foi usado em algumas oportunidades. Mas não deixa de ser interessante essa combinação de tecnologia, gastronomia de luxo e extravagância.

Quanto custa um prato com trufas brancas e um iPad?

Nada barato: US$ 220. O suficiente para uma família média se alimentar em casa por quase duas semanas.

 

Via HardOCP

Apple explica o que é um computador em um anúncio do iPad Pro

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A Apple publicou um novo anúncio do iPad Pro, que promove sua capacidade de substituir tablets e computadores portáteis em um único dispositivo.

 

Será que a Apple sabe mesmo?

É uma publicidade semelhante à adotada pela Microsoft para promover o Surface Pro, e a mesma adotada pelos seus parceiros para promover dispositivos do tipo 2 em 1. Se esses dois produtos citados são “um PC” pela sua capacidade de uso, contando com o mesmo hardware e sistema operacional Windows, o iPad Pro se propõe em ir além disso, sendo um tablet fino, elegante  bem construído.

Porém, o iPad Pro gera dúvidas sobre seu potencial de produtividade, por contar com um hardware ARM e um sistema operacional móvel, o iOS, que não permite a execução de aplicativos do OS X/macOS. Para muitos, o dispositivo fica no meio do caminho entre um tablet e um notebook, só contando com um teclado e um lápis ótico para interação com o sistema. O iPad Pro deveria ser um 2 em 1 de verdade, ou um MacBook híbrido com tela touch e desmontável, processadores x86 e OS X.

Vale observar que já temos mais de 440 dias desde a última atualização do MacBook Pro, e muitos acreditam que a Apple simplesmente se esqueceu do que é um computador. Especula-se que veremos novos modelos em setembro, o que é necessário, já que a empresa segue perdendo terreno no setor. Sem falar nos tablets, que registrou quedas de vendas de 9,2% no último trimestre.

Vídeo a seguir.

Acredite, se quiser: ainda tem tablet Nokia Lumia 2520 a venda no Brasil

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De forma quase surpreendente, ainda podemos encontrar nos e-commerces nacionais o tablet Nokia Lumia 2520 disponível para venda.

Levando em conta que a Nokia não existe a algum tempo, a surpresa se torna ainda maior. Estamos falando de um dispositivo que até chamou a atenção por ser um tablet dos finlandeses, mas que em compensação foi um dos últimos modelos da marca, antes de ser comprada pela Microsoft.

O Nokia Lumia 2520 conta com uma tela LED de 10.1 polegadas (Full HD), sistema operacional Windows 8.1 (suponho que atualizável para o Windows 10… caso contrário, não faz muito sentido esse produto ainda estar no mercado), processador quad-core de 2.2 GHz, um design multiuso por ser compatível com o Nokia Power Keyboard (vendido separadamente), que oferece cinco horas a mais de autonomia de bateria e duas portas USB completas, para  a utilização de outros acessórios e periféricos.

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Além disso, o Nokia Lumia 2520 ainda conta com sistema de recarga rápida de bateria, sendo capaz de se recarregar 80% em uma hora. Conta ainda conectividade 4G (dessa vez fornecida pela TIM, já que é um dispositivo vendido em conjunto com a operadora), compatibilidade com os aplicativos de escritório do Office e 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD), sem falar no OneDrive, área de armazenamento na nuvem da Microsoft.

O Nokia Lumia 2520 pode ser um placebo para quem sempre quis um tablet com sistema operacional da Microsoft, mas não queria pagar muito caro por um notebook conversível, e quer uma tela maior do que modelos já disponíveis no mercado. Para rodar o Windows 10 de forma decente, tem um hardware que é suficiente. Mas não exija muito do dispositivo. Afinal de contas, já é considerado um veterano no seu segmento.

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O ‘tablet’ da Xiaomi que é um Transformer

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Sim, é de verdade. Esse aqui é mais um brinquedo da Xiaomi. Isso mesmo. A Xiaomi também fabrica brinquedos.

A empresa une forças com a Hasbro para apresentar um produto cujo sucesso dependerá do interesse das pessoas na plataforma de crowdfunding onde o mesmo está disponível. Temos aqui uma versão de 190 mm do popular transformar Soundwave (um dos Decepticons) que pode se transformar em um tablet Mi Pad 2 com apenas 7 mm de espessura com ‘apenas’ 30 movimentos. Quem comenta sobre o projeto é Hugo Barra em sua conta no Facebook.

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Nem preciso dizer que esse tablet não é funcional, mas pode fazer a alegria de alguns. A Xiaomi se esforçou para alcançar os mesmos detalhes, cor e sensação nas mãos que o verdadeiro Mi Pad 2.

O transformer em questão custa nesse momento 169 yuanes (ou US$ 23), e seu preço final quando chegar ao mercado não foi revelado (a meta de financiamento foi superada). Mas não deve custar caro se levarmos em conta o fabricante em questão.

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Não meça esse produto pela suposta utilidade que ele pode oferecer ou não. Aqui, é preciso observar em como a empresa é criativa. Você até pode questionar se eles usam bem ou não os seus recursos, mas que pelo menos eles não se limitam a fazer mais do mesmo, isso é fato.

Vídeo demonstrativo do Transformer da Xiaomi a seguir.

 

Via The Next WebFacebook (Hugo Barra), Xiaomi

 

iPad Pro de 9.7 polegadas: menor, mas igualmente potente

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Outro anúncio que não foi surpresa para ninguém. Muita gente falava sobre um novo iPad Pro de 9.7 polegadas, para atender os anseios daqueles que queriam o desempenho do tablet apresentado em 2015, mas não se conformava em não ter a mobilidade típica de um dispositivo dessa categoria. Convenhamos: 12.9 polegadas para um tablet é muita coisa.

Poucos poderiam usufruir dos benefícios do primeiro iPad Pro. Apenas aqueles que queriam mesmo ser produtivos com o iOS, mas jamais sair de casa ou do escritório para trabalhar com ele. Um iPad Pro de 9.7 polegadas é algo muito mais aceitável para os profissionais que são produtivos mas que são mobile. Que não estão todo o tempo no escritório, mas querem desenvolver seus projetos e tarefas em qualquer lugar.

A Apple ouviu o clamor desse povo, e apresentou o novo tablet. Felizmente, mantém todas as principais características do modelo maior, que justificam essa melhor performance e maior produtividade, mas em dimensões mais comedidas. O processador, memória, alto-falantes, tela e acessórios estão todos preservados nesse novo produto.

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Confesso que me agrada mais a proposta do iPad Pro de 9.7 polegadas do que a do iPad Pro com quase 13 polegadas de tela. O motivo não é nem o preço, mas aquilo que já abordei no primeiro parágrafo desse post: a mobilidade.

Permitir que os usuários sejam criativos em qualquer lugar é o que se pede de qualquer dispositivo tecnológico voltado para uma área profissional. O mundo hoje é móvel. Não trabalhamos mais presos em escritórios. Hoje, o nosso escritório pode ser em qualquer lugar. Literalmente.

Logo, o novo tablet da Apple pensado para os profissionais não poderia fugir tanto dessa regra. Não era nem justo dentro de uma proposta tão avançada de produto. É claro que entendo que o mercado de tablets segue em queda livre, e discordo frontalmente com a bobagem dita por Phil Schiller que um produto como o iPad Pro pode acabar com o mercado de PCs. Até porque os PCs híbridos são os principais responsáveis pela recuperação ou sobrevida do mercado de computadores pessoais, pois oferecem a alternativa dos tablets em uma arquitetura de hardware de um PC tradicional.

E por conta disso eu acredito que o iPad Pro jamais vai eliminar o PC, pelo menos não nesse formato atual.

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Mesmo assim. Me agrada ter um tablet potente para ir um pouco além do que simplesmente consumir conteúdos de multimídia. Para produzir posts para os blogs, fazer edições rápidas de áudio e vídeo e gerenciar conteúdos de grande volume de dados, o iPad Pro de 9.7 polegadas pode ser uma solução prática para muita gente. Entendo que nem todos querem carregar o tempo todo o seu notebook, que é mais pesado que um tablet + Smart Keyboard + Apple Pencil.

E, mesmo assim… ainda vejo o Surface da Microsoft como uma proposta mais completa. Principalmente por contar com o Windows 10, um sistema operacional completo, e não um software mobile.

Mas de modo algum tiro os méritos desse novo iPad Pro. Antes ele do que um novo iPad mini 3, a maior picaretagem da história da Apple.

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